Meditação Matinal – para cada dia de 2018

Meditação Matinal 2018 – clique no mês:
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Índice – setembro – A Caminho do Lar, 2017

SETEMBRO – clique no dia/página desejado:
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Subtítulo para o mês: A família de Deus
01 270 O primeiro lar
02 271 Um pequeno Céu na Terra
03 272 O círculo familiar
04 273 Verdadeira alegria
05 274 O papel do lar cristão
06 275 Uma luz na vizinhança
07 276 Membros da família real
08 277 O exemplo dos pais
09 278 Torne o cristianismo atraente
10 279 Pense duas vezes antes de se casar
11 280 Semelhanças entre pais e filhos
12 281 A mãe
13 282 O pai
14 283 A família e as batalhas decisivas
15 284 Pais, depende de vocês
16 285 O que é “religião em família”?
17 286 Base para futuros missionários
18 287 Lares onde os anjos habitam
19 288 Amor verdadeiro, um princípio sagrado
20 289 O poder do amor
21 290 A honra devida aos pais
22 291 O potencial missionário do lar
23 292 A mão da simpatia
24 293 Refinamento dentro do lar
25 294 Culto familiar
26 295 Recreação em família
27 296 Apelo aos membros da família
28 297 Apresente Jesus aos vizinhos
29 298 A influência de Jesus no lar
30 299 A única proteção do lar

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O primeiro lar

Meditação Matinal de Ellen White – A Caminho do Lar, 2017.

1º de setembro – Pág. 270 – O primeiro lar

Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. Gênesis 2:15

O lar edênico de nossos primeiros pais foi preparado para eles pelo próprio Deus. Havendo-o provido de tudo quanto o homem podia desejar, disse: “Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança” (Gênesis 1:26).

O Senhor Se agradou dessa última e mais nobre de todas as Suas criaturas, e designou que ela fosse o perfeito habitante de um mundo perfeito. Não era, porém, intenção Sua que ele vivesse em solidão. Disse: “Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea” (Gênesis 2:18).

O próprio Deus concedeu a Adão uma companheira. Proveu-lhe uma “auxiliadora” – ajudadora semelhante a ele – a qual estava em condições para ser sua companheira, e que poderia ser um com ele, em amor e simpatia. Eva foi feita de uma costela tirada do lado de Adão, significando que ela não o deveria dominar, como a cabeça, nem ser pisada sob seus pés como se fosse inferior, mas estar a seu lado como sua igual, e ser amada e protegida por ele. Como parte do homem, osso de seus ossos, e carne de sua carne, era ela o seu segundo eu, mostrando isto a íntima união e apego afetivo que deveria existir nesta relação. “Porque ninguém jamais odiou a própria carne; antes, a alimenta e dela cuida” (Efésios 5:29). “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gênesis 2:24). […]

Pais e mães que põem a Deus em primeiro lugar na família e ensinam os filhos a considerar o temor do Senhor como o princípio da sabedoria glorificam a Deus diante dos anjos e dos seres humanos, oferecendo ao mundo o espetáculo de uma família bem dirigida e bem-educada – uma família que ama e obedece a Deus e contra Ele não se rebela. Cristo não será um estranho numa família assim; seu nome lhes será familiar e o reverenciarão e glorificarão. Os anjos se deleitam numa família em que Deus reina soberano, e os filhos são ensinados a honrar a religião, a Bíblia e o Criador. Essa família tem direito à promessa: “Aos que me honram, honrarei” (1Samuel 2:30). Quando o chefe de uma casa como essa sai a cumprir seus deveres cotidianos, será sempre com espírito manso e submisso, adquirido pela comunhão com Deus. O Lar Adventista, págs. 25, 27 e 28.

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Um pequeno Céu na Terra

Meditação Matinal de Ellen White – A Caminho do Lar, 2017.

2 de setembro – Pág. 271 – Um pequeno Céu na Terra

Vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente. Tito 2:12

Devemos deixar Cristo entrar em nosso coração e em nosso lar se quisermos andar na luz. O lar deve ser tudo quanto está implícito nessa palavra. Deve ser um pequeno Céu na Terra, um lugar em que se cultivem os afetos em vez de serem minuciosamente reprimidos. Nossa felicidade depende do cultivo do amor, da compaixão e da verdadeira cortesia de uns para com outros. A razão por que há em nosso mundo tantos homens e mulheres de coração insensível é que a verdadeira afeição tem sido considerada como fraqueza, sendo consequentemente desencorajada e reprimida. A melhor parte da natureza dessas pessoas foi pervertida e reprimida na infância; e a menos que os raios da luz divina derretam sua frieza e endurecido egoísmo, sua felicidade estará enterrada para sempre. Se quisermos ter coração terno, como Jesus tinha quando esteve na Terra, e santificada compaixão, como a têm os anjos pelos pecadores mortais, precisaremos cultivar as afeições da infância, que são marcadas pela inocência. Então seremos aperfeiçoados, elevados e dirigidos por princípios celestiais.

O intelecto desenvolvido é um grande tesouro, mas sem a suavizante influência da compaixão e do amor santificado, ele não é de grande valor. Devemos ter palavras e atos de terna consideração para com os outros. Podemos manifestar mil e uma pequenas atenções em palavras amigas e olhares aprazíveis, que voltarão para nós. Cristãos imprudentes, por sua negligência para com outros, mostram não estar em união com Cristo. É impossível estar unido a Cristo e ser desamorável para com outros, esquecendo-se de seus direitos. Existem muitos que anseiam intensamente por amorosa compaixão. Deus deu a cada um de nós uma identidade particular, nossa, que não se pode dissolver na de outro; mas nossas características individuais serão muito menos preeminentes se, na verdade, pertencermos a Cristo e se Sua vontade for a nossa. Nossa vida deve ser consagrada ao bem e à felicidade dos outros, como foi a de nosso Salvador. Devemos esquecer a nós mesmos […] e estar atentos para observar oportunidades para animar outros, confortando-os em suas tristezas e aliviando-lhes as cargas por ações de terna bondade e pequenos atos de amor. Essas atenciosas cortesias, que, iniciando-se em nossa família estendem-se até fora do círculo familiar, ajudam a tornar a soma da vida feliz; e a negligência desses pequeninos atos perfaz a soma das tristezas e amarguras da vida. Testemunhos Para a Igreja, vol. 3, págs. 539 e 540.

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O círculo familiar

Meditação Matinal de Ellen White – A Caminho do Lar, 2017.

3 de setembro – Pág. 272 – O círculo familiar

Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Gênesis 2:24

Há um círculo sagrado em torno de cada família, que deve ser preservado. Nenhuma outra pessoa tem o direito de entrar nesse círculo. Marido e esposa devem ser tudo um para o outro. A esposa não deve ter segredos que guarde do marido e permita que outros conheçam, e o marido não deve igualmente ter segredos para com a esposa e torná-los conhecidos de outros. O coração da esposa deve ser a sepultura das faltas do marido, e o coração do marido a sepultura das faltas da esposa. Nunca devem, nem um nem outro, permitir gracejos à custa dos sentimentos do parceiro. Não devem jamais, marido ou mulher, quer por brincadeira ou por qualquer outro meio, queixar-se um do outro para outras pessoas, pois da prática frequente desta imprudência, o que pode parecer uma brincadeira perfeitamente inocente acabará em conflito entre ambos e talvez em afastamento. Foi me mostrado que deve haver uma sagrada proteção em torno de toda família.

O círculo do lar deve ser considerado um lugar sagrado, símbolo do Céu, espelho em que nos refletimos. Podemos ter amigos e conhecidos, mas na vida do lar eles não devem interferir. Deve-se ter um forte senso de propriedade, experimentando-se sentimento de tranquilidade, repouso, confiança.

Os membros do círculo da família devem orar a Deus para que Ele lhes santifique a língua, os olhos e os ouvidos, e cada parte de seu corpo. Quando postos em contato com o mal, não é necessário ser vencidos pelo mal. Cristo tornou possível ao caráter ser perfumado com o bem. […]

Quantos desonram a Cristo e dEle fazem uma falsa representação no lar! Quantos deixam de manifestar paciência, longanimidade, perdão, verdadeiro amor! Muitos têm seus gostos e desgostos e sentem-se em liberdade de manifestar sua disposição perversa, em vez de revelar a vontade, as obras, o caráter de Cristo. A vida de Jesus está repleta de bondade e amor. Estamos nós nos desenvolvendo segundo Sua divina natureza?

Façam os pais e mães solene promessa a Deus, a quem professam amar e obedecer, de que, por Sua graça, não contenderão entre si, mas que em sua vida e temperamento manifestarão o espírito que desejam que seus filhos nutram. O Lar Adventista, págs. 177 e 178.

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Verdadeira alegria

Meditação Matinal de Ellen White – A Caminho do Lar, 2017.

4 de setembro – Pág. 273 – Verdadeira alegria

Na Tua presença há plenitude de alegria. Salmos 16:11

Cada pessoa deve dar amor, em vez de exigi-lo. Cultive aquilo que tem de mais nobre em si e esteja pronto a reconhecer as boas qualidades do outro. É um admirável estímulo e satisfação saber alguém que é estimado. A simpatia e o respeito animam na luta em busca da perfeição, e o próprio amor cresce à medida que estimula a propósitos mais nobres.

Nem o marido nem a esposa devem imergir sua individualidade na do outro. Cada qual tem uma relação pessoal com Deus; e a Ele cada um deve perguntar: “Que é direito?” “Que não é direito?” “Como posso cumprir melhor o propósito de minha vida?” Que a abundância de seu afeto flua para Aquele que deu a vida por vocês. Façam com que Cristo seja o primeiro, o último e o melhor em todas as coisas. Ao aprofundar-se e fortalecer-se seu amor para com Ele, seu recíproco amor será purificado e fortalecido. […]

Nem o marido nem a esposa devem pensar em exercer governo arbitrário um sobre o outro. Não intentem impor um ao outro os seus desejos. Não é possível fazer isso e ao mesmo tempo reter o amor mútuo. Sejam bondosos, pacientes, longânimos, corteses e cheios de consideração mútua. Pela graça de Deus, vocês podem ter êxito em fazer-se mutuamente felizes, como prometeram no voto matrimonial.

Lembrem-se, porém, de que não encontrarão a felicidade fechando-se em si mesmos, satisfeitos em colocar toda a sua afeição um sobre o outro. Aproveitem toda oportunidade de contribuir para a felicidade dos que os rodeiam. Lembrem-se de que só se encontra a verdadeira alegria no serviço desinteressado.

A longanimidade e a abnegação assinalam as palavras e atos de todos quantos vivem vida nova em Cristo. Ao procurarem viver sua vida, não apenas lutando por vencer o próprio eu e o egoísmo, mas ajudando os outros em suas necessidades, alcançarão uma vitória após outra. Assim, sua influência abençoará o mundo.

Homens e mulheres podem atingir o ideal de Deus a seu respeito, se tomarem a Cristo como ajudador. O que a sabedoria humana não pode fazer, Sua graça realizará pelos que a Ele se entregarem em amorosa confiança. Sua providência pode unir corações com laços de origem celestial. O amor não será mera troca de suaves e lisonjeiras palavras. […] Coração vai unir-se a coração nos áureos vínculos de um amor que é perdurável. A Ciência do Bom Viver, págs. 361 e 362.

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O papel do lar cristão

Meditação Matinal de Ellen White – A Caminho do Lar, 2017.

5 de setembro – Pág. 274 – O papel do lar cristão

Vivam de maneira digna de Deus, que os chamou para o Seu reino e glória. 1Tessalonicenses 2:12, NVI

A restauração e reerguimento da humanidade começam no lar. A obra dos pais é a base de toda outra obra. A sociedade compõe-se de famílias, e é o que a façam os chefes de família. Do coração “procedem as saídas da vida” (Provérbios 4:23); e o coração da comunidade, da igreja e da nação é o lar. A felicidade da sociedade, o êxito da igreja e a prosperidade da nação dependem das influências domésticas.

A importância e as oportunidades da vida do lar se destacam na vida de Jesus. Aquele que veio a este mundo para ser nosso exemplo e nosso Mestre passou trinta anos como membro de uma família em Nazaré. Pouco diz a Bíblia sobre esses trinta anos, durante os quais, não houve milagres notáveis que chamassem a atenção do povo. Não houve multidões que seguissem ansiosas os passos do Senhor, ou que Lhe escutassem as palavras. Mesmo assim, durante todos esses anos, o Senhor levava a cabo Sua missão divina. Vivia como qualquer um de nós, participando da vida doméstica, a cuja disciplina Se submetia, cumprindo os deveres da mesma e tomando Sua parte nas responsabilidades. Sob a proteção do lar humilde, participando dos incidentes da sorte comum, “Jesus crescia em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens” (Lucas 2:52).

Durante todos esses anos de retiro, a vida do Senhor fluía em torrentes de compaixão e serviço ao próximo. Seu desprendimento e tolerância, Seu valor e fidelidade, Sua resistência à tentação, Sua paz inabalável e Sua doce alegria eram um contínuo estímulo. Trazia ao lar um ambiente puro e doce, e Sua vida foi qual um fermento ativo entre os elementos da sociedade. Ninguém diria houvesse feito algum milagre; não obstante, dEle saía virtude e o poder restaurador e vivificante do amor para com os tentados, enfermos e abatidos. Desde tenra idade, e sem que Se tornasse intruso, desempenhava Suas tarefas entre os demais, de maneira que, ao começar o ministério público, muitos O escutaram com prazer.

Os primeiros anos da vida do Salvador são mais que um exemplo para a juventude. São uma lição, e deveriam ser um estímulo para todo pai. […] Não há um campo de ação mais importante do que o que foi designado aos fundadores e protetores do lar. Das obras confiadas a seres humanos, nenhuma existe tão repleta de consequências de grande alcance como a obra dos pais.

A juventude e a infância de hoje é que determinam o futuro da sociedade, e o que esses jovens e essas crianças hão de ser depende do lar. A Ciência do Bom Viver, págs. 349 a 351.

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