Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 9 – Jesus, o Mestre por excelência – 2º trimestre, 23 a 30 de maio de 2015

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraLição 9
– clique na opção desejada: [Lição 8] – ou Lição 9 de  [sábado]  –  [domingo]  –  [segunda]  –  [terça]  –  [quarta]  –  [quinta]  –  [sexta] – ou o texto completo abaixo:
Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (23 de maio de 2015). Ao introduzir o assunto “Jesus, o Mestre por excelência”, devemos, primeiro, nos questionar: é Ele o nosso Mestre? Temos o que falar para alguém? De quem ou de onde aprendemos para então ensinar?
É muito cômodo destacar a enorme diferença de conteúdo e comunicação entre Jesus e os demais mestres de Sua época. Mas o que isso significa para mim, se não passo momentos diários aos Seus pés? Maria tinha o que compartilhar; Marta, nem tanto.
A Lição é maravilhosa, esplêndida. Mas não fiquemos apenas na história passada. Não fomos convidados a ficar na arquibancada para aplaudir Jesus por Suas vitórias diante dos fracos e falsos mestres. Ele não participava de nenhum concurso de oratória!
Precisamos, isso sim, fazer dEle o nosso Ensinador, Professor, Mestre. Fazer de Seus ensinos o nosso pão, a nossa água. Fazer de Sua Palavra a lâmpada para nossos pés e a luz para o nosso caminho. O estudo diário da Bíblia é útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que cada um de nós, filhos de Deus, sejamos perfeitos e perfeitamente habilitados para toda boa obra.
Que cada um de nós tenhamos uma história para contar: a nossa história diária com Jesus, o Príncipe dos ensinadores.
“Sua doutrina maravilhava o povo… Era um sistema de verdades que satisfaziam o coração desejoso. Seu ensinamento era transparente, claro e compreensivo. As verdades práticas que Ele proferia tinham poder convincente, e prendiam a atenção das pessoas. Multidões se demoravam ao Seu lado, maravilhadas de Sua sabedoria. Sua maneira correspondia às grandes verdades que Ele proclamava. Não havia apologia nem hesitação, não havia sombra de dúvidas nem incerteza quanto ao que Ele declarava. Ele falava sobre o celestial e o terrestre, o humano e o divino, com autoridade positiva, e as pessoas ‘admiravam-se de Sua doutrina, porque a Sua palavra era com autoridade’. […]
Que todos aqueles que desejam luz busquem as Escrituras, comparando passagem com passagem, e lutando com Deus pela iluminação do Espírito Santo. A promessa é que todo o que busca, encontrará” (Review and Herald, 06/07/1911).
Sugerimos a leitura de “O Maior Discurso de Cristo”, de Ellen White – clique aqui.
[[Aproveite e leia a Meditação Diária 2015 – clique aqui]]
Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoA autoridade de Jesus (24 de maio de 2015). Jesus nasceu sem pecado, à imagem e semelhança de Deus, tal como Adão havia sido originalmente criado. Era um ser humano no real sentido da palavra, que precisava aprender, sem, no entanto, ter herdado a natureza pecaminosa que todos nós temos.
Quando Sua mãe ensinava as Sagradas Escrituras, logo as entendia. O Espírito Santo Lhe comunicava as coisas do Céu, e Ele de imediato compreendia cada uma delas. Tinha, assim, pleno esclarecimento sobre a condição da raça humana, seu destino, sua necessidade, e que Ele era a única solução para os pecadores – a dádiva do Pai.
Sua história entre nós foi recheada das mais ferozes tentações. O inimigo fez de tudo para que vacilasse, que saísse do foco. Mas nas revelações do Espírito Santo, no estudo da Bíblia e nas horas e horas passadas em oração, encontrou a força e direção para fazer o que fez, falar o que falou. E todos os ouvintes consideravam Suas palavras como autoridade porque Ele vivia tais palavras (algo que os outros mestres não faziam). Sua conduta dava autoridade às Suas palavras.
“Por meio dos falsos ensinos, a mente dos homens por muito tempo andara desviada de Deus. No sistema de educação que então prevalecia, a filosofia humana havia tomado o lugar da revelação divina. Em vez da norma de verdade conferida pelo Céu, os homens haviam aceitado outra, de sua própria criação. Tinham-se desviado da Luz da vida para caminhar nas fagulhas que eles haviam acendido. […]
De tempos em tempos levantavam-se mestres que apontavam aos homens a fonte da verdade. Enunciavam-se princípios retos, e vidas humanas testemunhavam de seu poder. Mas tais esforços não produziam impressão duradoura. Havia breve repressão na corrente do mal, mas o seu curso decadente não estacionava. […]
Quando Cristo veio à Terra, a humanidade parecia estar rapidamente atingindo seu ponto mais degradante. Os próprios fundamentos da sociedade estavam minados. A vida se tornara falsa e artificial. […]
Desgostosos com as fábulas e falsidades, e procurando abafar o pensamento, os homens volviam à incredulidade e ao materialismo. Deixando de contar com a eternidade, viviam para o presente. […]
Havia apenas uma esperança para a raça humana: a de que fosse lançado um novo fermento naquela massa de elementos discordantes e corruptores; de que se trouxesse à humanidade o poder de uma nova vida; de que o conhecimento de Deus fosse restaurado no mundo.
Cristo veio para restaurar este conhecimento. Veio para remover o falso ensino pelo qual os que pretendiam conhecer a Deus O haviam representado de uma maneira errônea. […]
De Seus lábios manaram bênçãos como o jorro de uma fonte há muito fechada. […]
Nunca dantes falou alguém com tal poder para despertar o pensamento, acender aspirações, suscitar todas as capacidades do corpo, da mente e do espírito. […]
Novamente Deus habitava sobre a Terra; corações humanos se tornavam cônscios de Sua presença; o mundo era circundado por Seu amor. O Céu desceu aos homens. Seus corações reconheceram em Cristo Aquele que lhes abrira a ciência da eternidade” (Educação, capítulo 8 – “O Mestre Enviado de Deus”).
Sugerimos a leitura de “O Maior Discurso de Cristo”, de Ellen White – clique aqui.
[[Aproveite e leia a Meditação Diária 2015 – clique aqui]]
Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaO maior sermão de Cristo (25 de maio de 2015). Lucas foi econômico com “O Sermão da Montanha”. Melhor mesmo é acompanhá-lo em Mateus.
Que os irmãos saibam que este Sermão é totalmente diferente de tudo o que os religiosos judeus pregavam até então. Não é um tema novo – é o antigo tema na luz correta. E que luz!!!
Como a relação deles com Deus não estava em bom estado, a deles com os seres humanos também era péssima. Não pouparam nem mesmo a Cristo. Mas através dessa oportunidade, Jesus mostra a verdadeira natureza de Seu Reino. O caráter daqueles que herdarão o Céu deve estar em conformidade com o que é dito nesse ensinamento.
O Sermão já é iniciado de forma fabulosa: “Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte, e, como Se assentasse, aproximaram-se os Seus discípulos; e Ele passou a ensiná-los, dizendo: ‘Bem-aventurados…’”
Jesus vê, avista, enxerga, nota, repara, dá atenção. A multidão não foi desprezada. E Ele leva todas essas pessoas para o alto, para a montanha, o lugar preferido por Deus para um encontro especial com os Seus. A Bíblia é repleta de encontros como esse. E Ele Se assenta, Se coloca na posição em que eles se encontram. Chamou também os Doze para perto de Si. O fato de serem os novos pastores não os eximia de ouvir o sermão proferido por outra pessoa. E Ele passou a “ensinar” a todos (Mateus 5, 6 e 7).
“Como Se estivesse envolto por uma nuvem de brilho celestial, Cristo pronunciou Suas bênçãos no monte das bem-aventuranças. As palavras ditas por Ele tinham um caráter inteiramente diferente das que haviam saído dos lábios dos escribas e fariseus. Os que Ele apresentou como sendo bem-aventurados eram exatamente os que eles haviam declarado serem amaldiçoados por Deus. Ele afirmou àquela grande multidão que podia conceder os tesouros da eternidade a qualquer pessoa que desejasse. Embora Sua divindade estivesse revestida da humanidade, Ele não julgou como usurpação o ser igual a Deus. Desta maneira pública, descreveu os atributos daqueles que participariam das recompensas eternas. Destacou em particular os que sofreriam perseguição por causa de Seu nome. Esses deviam ser ricamente abençoados, tornando-se herdeiros de Deus e coerdeiros com Jesus Cristo. Grande seria a recompensa deles no Céu” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, pág. 1207, referente comentário de Ellen White sobre Mateus 5:1-12).
Insistimos com a sugestão de leitura: “O Maior Discurso de Cristo”, de Ellen White – clique aqui.
[[Aproveite e leia a Meditação Diária 2015 – clique aqui]]
Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaUma nova família (26 de maio de 2015). Lucas 8:19-21 – “Vieram ter com Ele Sua mãe e Seus irmãos e não podiam aproximar-se por causa da concorrência do povo. E Lhe comunicaram: ‘Tua mãe e Teus irmãos estão lá fora e querem ver-Te’. Ele, porém, lhes respondeu: ‘Minha mãe e Meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a praticam’”.
Jesus aproveitou uma situação “menor” para levar as pessoas a pensar no “maior”. Não houve desprezo aos Seus irmãos e nem a Sua mãe. Ele os amava e os queria preparados para o Reino dos Céus. O que falou foi para elevar a mente de Seus ouvintes, para que deixassem de ser exclusivistas em relação a salvação. Lembremos que o exclusivismo era tão severo que até mesmo alguns “tipos” de judeus estariam fora do Reino, segundo a concepção errônea que prevalecia.
Sendo Jesus o Mestre por excelência, revigora o plano original de Deus, em que todos somos da mesma família – a família de Deus. Ao ter deixado as 99, o Pastor veio em busca da perdida – toda a raça humana, e por todos os seus membros daria a vida. Mas como identificar esta família, estes membros? Cristo respondeu: “Minha mãe e Meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a praticam”.
Irmãos, é muito importante tal ênfase. Levemos os errantes ao estudo da Bíblia. Usemos nossos púlpitos para falar da mensagem de salvação. Afastemos os pensamentos dos erros e pecados. Deixemos para trás os atos do inimigo na vida de nossos irmãos. Falemos da redenção. É a Palavra que nos santificará. Em suas páginas é que encontraremos força, fé, esperança.
Deus nos abençoe nesta doce tarefa.
Há dois artigos muito bem escritos por Pedro Apolinário, em “Leia e Compreenda Melhor a Bíblia” – “Que tratamento Jesus dispensava a Maria?” – clique aqui.
O segundo é: “A Bíblia manda odiar o pai e a mãe em nome de Jesus?” – clique aqui.
[[Aproveite e leia a Meditação Diária 2015 – clique aqui]]
Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaA definição de amor: a parábola do bom samaritano – parte 1 (27 de maio de 2015). O método preferido de Jesus para ensinar era o uso de parábolas. A do filho pródigo e a do bom samaritano é exclusiva de Lucas.
Com a relação a missão de Jesus, vimos na semana passada a do filho pródigo. Quanto a nossa missão, veremos hoje e amanhã a do bom samaritano.
Se o filho pródigo era eu, o bom samaritano também tem que ser eu. Recebi o amor do Pai; amo o meu irmão. O amor do Pai me atraiu; meu amor levará meu irmão a compreender o amor do Pai.
Ocorrendo tais coisas, Jesus real e verdadeiramente é nosso Mestre. Atingiu Seu objetivo.
“E eis que certo homem, intérprete da Lei, se levantou com o intuito de pôr Jesus à prova e disse-Lhe: ‘Mestre, que farei para herdar a vida eterna?’ Então, Jesus lhe perguntou: ‘Que está escrito na Lei? Como interpretas?’ A isto ele respondeu: ‘Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e: Amarás o teu próximo como a ti mesmo’. Então, Jesus lhe disse: ‘Respondeste corretamente; faze isto e viverás’. Ele, porém, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: ‘Quem é o meu próximo?’
Jesus prosseguiu, dizendo: ‘Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e veio a cair em mãos de salteadores, os quais, depois de tudo lhe roubarem e lhe causarem muitos ferimentos, retiraram-se, deixando-o semimorto. Casualmente, descia um sacerdote por aquele mesmo caminho e, vendo-o, passou de largo. Semelhantemente, um levita descia por aquele lugar e, vendo-o, também passou de largo. Certo samaritano, que seguia o seu caminho, passou-lhe perto e, vendo-o, compadeceu-se dele. E, chegando-se, pensou-lhe os ferimentos, aplicando-lhes óleo e vinho; e, colocando-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e tratou dele. No dia seguinte, tirou dois denários e os entregou ao hospedeiro, dizendo: Cuida deste homem, e, se alguma coisa gastares a mais, eu to indenizarei quando voltar. Qual destes três te parece ter sido o próximo do homem que caiu nas mãos dos salteadores?’
Respondeu-Lhe o intérprete da Lei: ‘O que usou de misericórdia para com ele’.
Então, lhe disse: ‘Vai e procede tu de igual modo’” (Lucas 10:25-37).
Você já foi ajudado por alguém? Gostaria de expressar sua gratidão, lembrando que isso serve de testemunho positivo aos demais leitores? Use o quadro mais abaixo.
Sugerimos a leitura de uma Meditação de 1956 – clique aqui.
[[Aproveite e leia a Meditação Diária 2015 – clique aqui]]
Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuintaA definição de amor: a parábola do bom samaritano – parte 2 (28 de maio de 2015). “Na história do bom samaritano, ilustra Cristo a natureza da verdadeira religião. Mostra que consiste, não em sistemas, credos ou ritos, mas no cumprimento de atos de amor, no proporcionar aos outros o maior bem, na genuína bondade” (O Desejado de Todas as Nações, capítulo 54 – “O Bom Samaritano”).
“Em Sua vida e ensinos, Cristo deu um perfeito exemplo do abnegado ministério que tem sua origem em Deus. Deus não vive para Si. Criando o mundo, mantendo todas as coisas, Ele está constantemente ministrando em benefício de outros. ‘Faz que o Seu Sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos’. Esse ideal de ministério confiou Deus a Seu Filho. A Jesus foi dado pôr-Se como cabeça da humanidade, para que por Seu exemplo pudesse ensinar o que significa servir. Toda a Sua vida esteve sob a lei do serviço. Serviu a todos, a todos ajudou. Assim viveu Ele a lei de Deus, e por Seu exemplo mostrou como podemos obedecer à mesma.
Repetidamente procurara Jesus estabelecer este princípio entre os discípulos. Quando Tiago e João pediram para ser postos em destaque, disse: ‘Todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal’. Em Meu reino não tem lugar o princípio de preferência ou supremacia. A grandeza única é a grandeza da humildade. A única distinção baseia-se na dedicação ao serviço dos outros” (O Desejado de Todas as Nações, capítulo 71 – “Servo dos servos”).
[[Aproveite e leia a Meditação Diária 2015 – clique aqui]]
Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSextaConclusão (29 de maio de 2015). “A regra áurea é o princípio da verdadeira cortesia, e sua mais genuína ilustração se manifesta na vida e no caráter de Jesus. Oh! que suave e bela influência partia da vida diária de nosso Salvador! Que doçura exalava só de Sua presença! O mesmo espírito se revelará em Seus filhos. Aqueles em quem Cristo habita, serão circundados duma atmosfera divina. Suas brancas vestes de pureza exalarão o perfume do jardim do Senhor. Seus rostos refletirão a luz do Seu, iluminando o trilho para pés fatigados e prontos a tropeçar.
Homem algum que tenha o verdadeiro ideal quanto a um caráter perfeito, deixará de manifestar o espírito de compreensão e ternura de Cristo. A influência da graça há de abrandar o coração, refinar e purificar os sentimentos, dando uma delicadeza e um senso de correção de origem celeste.
Mas há ainda uma significação mais profunda na regra áurea. Todo aquele que foi feito mordomo da multiforme graça de Deus, é chamado a comunicá-la a almas que jazem na ignorância e nas trevas, da mesma maneira que, estivesse ele no lugar dessas almas, desejaria que elas lha comunicassem. Disse o apóstolo Paulo: “Eu sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes” (Romanos 1:14). Por tudo quanto tendes aprendido acerca do amor de Deus, por tudo quanto tendes recebido dos ricos dons de Sua graça acima da mais entenebrecida e degradada alma da Terra, sois devedores para com essa alma no sentido de lhe comunicar esses dons” (O Maior Discurso de Cristo, pág. 135 – ““Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós”).
[[Aproveite e leia a Meditação Diária 2015 – clique aqui]]

Publicado em a lição da semana, Comentário da Lição da Escola Sabatina, Ligado na Videira | Marcado com , | Deixe um comentário

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 9 – Sábado, 23 de maio de 2015 – “Jesus, o Mestre por excelência” – Introdução

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (23 de maio de 2015). Ao introduzir o assunto “Jesus, o Mestre por excelência”, devemos, primeiro, nos questionar: é Ele o nosso Mestre? Temos o que falar para alguém? De quem ou de onde aprendemos para então ensinar?
É muito cômodo destacar a enorme diferença de conteúdo e comunicação entre Jesus e os demais mestres de Sua época. Mas o que isso significa para mim, se não passo momentos diários aos Seus pés? Maria tinha o que compartilhar; Marta, nem tanto.
A Lição é maravilhosa, esplêndida. Mas não fiquemos apenas na história passada. Não fomos convidados a ficar na arquibancada para aplaudir Jesus por Suas vitórias diante dos fracos e falsos mestres. Ele não participava de nenhum concurso de oratória!
Precisamos, isso sim, fazer dEle o nosso Ensinador, Professor, Mestre. Fazer de Seus ensinos o nosso pão, a nossa água. Fazer de Sua Palavra a lâmpada para nossos pés e a luz para o nosso caminho. O estudo diário da Bíblia é útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que cada um de nós, filhos de Deus, sejamos perfeitos e perfeitamente habilitados para toda boa obra.
Que cada um de nós tenhamos uma história para contar: a nossa história diária com Jesus, o Príncipe dos ensinadores.
“Sua doutrina maravilhava o povo… Era um sistema de verdades que satisfaziam o coração desejoso. Seu ensinamento era transparente, claro e compreensivo. As verdades práticas que Ele proferia tinham poder convincente, e prendiam a atenção das pessoas. Multidões se demoravam ao Seu lado, maravilhadas de Sua sabedoria. Sua maneira correspondia às grandes verdades que Ele proclamava. Não havia apologia nem hesitação, não havia sombra de dúvidas nem incerteza quanto ao que Ele declarava. Ele falava sobre o celestial e o terrestre, o humano e o divino, com autoridade positiva, e as pessoas ‘admiravam-se de Sua doutrina, porque a Sua palavra era com autoridade’. […]
Que todos aqueles que desejam luz busquem as Escrituras, comparando passagem com passagem, e lutando com Deus pela iluminação do Espírito Santo. A promessa é que todo o que busca, encontrará” (Review and Herald, 06/07/1911).
Sugerimos a leitura de “O Maior Discurso de Cristo”, de Ellen White – clique aqui.
[[Aproveite e leia a Meditação Diária 2015 – clique aqui]]

Publicado em a lição da semana, Comentário da Lição da Escola Sabatina, Ligado na Videira | Marcado com , | Deixe um comentário

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 9 – Domingo, 24 de maio de 2015 – “Jesus, o Mestre por excelência” – A autoridade de Jesus

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoA autoridade de Jesus (24 de maio de 2015). Jesus nasceu sem pecado, à imagem e semelhança de Deus, tal como Adão havia sido originalmente criado. Era um ser humano no real sentido da palavra, que precisava aprender, sem, no entanto, ter herdado a natureza pecaminosa que todos nós temos.
Quando Sua mãe ensinava as Sagradas Escrituras, logo as entendia. O Espírito Santo Lhe comunicava as coisas do Céu, e Ele de imediato compreendia cada uma delas. Tinha, assim, pleno esclarecimento sobre a condição da raça humana, seu destino, sua necessidade, e que Ele era a única solução para os pecadores – a dádiva do Pai.
Sua história entre nós foi recheada das mais ferozes tentações. O inimigo fez de tudo para que vacilasse, que saísse do foco. Mas nas revelações do Espírito Santo, no estudo da Bíblia e nas horas e horas passadas em oração, encontrou a força e direção para fazer o que fez, falar o que falou. E todos os ouvintes consideravam Suas palavras como autoridade porque Ele vivia tais palavras (algo que os outros mestres não faziam). Sua conduta dava autoridade às Suas palavras.
“Por meio dos falsos ensinos, a mente dos homens por muito tempo andara desviada de Deus. No sistema de educação que então prevalecia, a filosofia humana havia tomado o lugar da revelação divina. Em vez da norma de verdade conferida pelo Céu, os homens haviam aceitado outra, de sua própria criação. Tinham-se desviado da Luz da vida para caminhar nas fagulhas que eles haviam acendido. […]
De tempos em tempos levantavam-se mestres que apontavam aos homens a fonte da verdade. Enunciavam-se princípios retos, e vidas humanas testemunhavam de seu poder. Mas tais esforços não produziam impressão duradoura. Havia breve repressão na corrente do mal, mas o seu curso decadente não estacionava. […]
Quando Cristo veio à Terra, a humanidade parecia estar rapidamente atingindo seu ponto mais degradante. Os próprios fundamentos da sociedade estavam minados. A vida se tornara falsa e artificial. […]
Desgostosos com as fábulas e falsidades, e procurando abafar o pensamento, os homens volviam à incredulidade e ao materialismo. Deixando de contar com a eternidade, viviam para o presente. […]
Havia apenas uma esperança para a raça humana: a de que fosse lançado um novo fermento naquela massa de elementos discordantes e corruptores; de que se trouxesse à humanidade o poder de uma nova vida; de que o conhecimento de Deus fosse restaurado no mundo.
Cristo veio para restaurar este conhecimento. Veio para remover o falso ensino pelo qual os que pretendiam conhecer a Deus O haviam representado de uma maneira errônea. […]
De Seus lábios manaram bênçãos como o jorro de uma fonte há muito fechada. […]
Nunca dantes falou alguém com tal poder para despertar o pensamento, acender aspirações, suscitar todas as capacidades do corpo, da mente e do espírito. […]
Novamente Deus habitava sobre a Terra; corações humanos se tornavam cônscios de Sua presença; o mundo era circundado por Seu amor. O Céu desceu aos homens. Seus corações reconheceram em Cristo Aquele que lhes abrira a ciência da eternidade” (Educação, capítulo 8 – “O Mestre Enviado de Deus”).
Sugerimos a leitura de “O Maior Discurso de Cristo”, de Ellen White – clique aqui.
[[Aproveite e leia a Meditação Diária 2015 – clique aqui]]

Publicado em a lição da semana, Comentário da Lição da Escola Sabatina, Ligado na Videira | Marcado com , | Deixe um comentário

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 9 – Segunda, 25 de maio de 2015 – “Jesus, o Mestre por excelência” – O maior sermão de Cristo

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaO maior sermão de Cristo (25 de maio de 2015). Lucas foi econômico com “O Sermão da Montanha”. Melhor mesmo é acompanhá-lo em Mateus.
Que os irmãos saibam que este Sermão é totalmente diferente de tudo o que os religiosos judeus pregavam até então. Não é um tema novo – é o antigo tema na luz correta. E que luz!!!
Como a relação deles com Deus não estava em bom estado, a deles com os seres humanos também era péssima. Não pouparam nem mesmo a Cristo. Mas através dessa oportunidade, Jesus mostra a verdadeira natureza de Seu Reino. O caráter daqueles que herdarão o Céu deve estar em conformidade com o que é dito nesse ensinamento.
O Sermão já é iniciado de forma fabulosa: “Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte, e, como Se assentasse, aproximaram-se os Seus discípulos; e Ele passou a ensiná-los, dizendo: ‘Bem-aventurados…’”
Jesus vê, avista, enxerga, nota, repara, dá atenção. A multidão não foi desprezada. E Ele leva todas essas pessoas para o alto, para a montanha, o lugar preferido por Deus para um encontro especial com os Seus. A Bíblia é repleta de encontros como esse. E Ele Se assenta, Se coloca na posição em que eles se encontram. Chamou também os Doze para perto de Si. O fato de serem os novos pastores não os eximia de ouvir o sermão proferido por outra pessoa. E Ele passou a “ensinar” a todos (Mateus 5, 6 e 7).
“Como Se estivesse envolto por uma nuvem de brilho celestial, Cristo pronunciou Suas bênçãos no monte das bem-aventuranças. As palavras ditas por Ele tinham um caráter inteiramente diferente das que haviam saído dos lábios dos escribas e fariseus. Os que Ele apresentou como sendo bem-aventurados eram exatamente os que eles haviam declarado serem amaldiçoados por Deus. Ele afirmou àquela grande multidão que podia conceder os tesouros da eternidade a qualquer pessoa que desejasse. Embora Sua divindade estivesse revestida da humanidade, Ele não julgou como usurpação o ser igual a Deus. Desta maneira pública, descreveu os atributos daqueles que participariam das recompensas eternas. Destacou em particular os que sofreriam perseguição por causa de Seu nome. Esses deviam ser ricamente abençoados, tornando-se herdeiros de Deus e coerdeiros com Jesus Cristo. Grande seria a recompensa deles no Céu” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, pág. 1207, referente comentário de Ellen White sobre Mateus 5:1-12).
Insistimos com a sugestão de leitura: “O Maior Discurso de Cristo”, de Ellen White – clique aqui.
[[Aproveite e leia a Meditação Diária 2015 – clique aqui]]

Publicado em a lição da semana, Comentário da Lição da Escola Sabatina, Ligado na Videira | Marcado com , | Deixe um comentário

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 9 – Terça, 26 de maio de 2015 – “Jesus, o Mestre por excelência” – Uma nova família

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaUma nova família (26 de maio de 2015). Lucas 8:19-21 – “Vieram ter com Ele Sua mãe e Seus irmãos e não podiam aproximar-se por causa da concorrência do povo. E Lhe comunicaram: ‘Tua mãe e Teus irmãos estão lá fora e querem ver-Te’. Ele, porém, lhes respondeu: ‘Minha mãe e Meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a praticam’”.
Jesus aproveitou uma situação “menor” para levar as pessoas a pensar no “maior”. Não houve desprezo aos Seus irmãos e nem a Sua mãe. Ele os amava e os queria preparados para o Reino dos Céus. O que falou foi para elevar a mente de Seus ouvintes, para que deixassem de ser exclusivistas em relação a salvação. Lembremos que o exclusivismo era tão severo que até mesmo alguns “tipos” de judeus estariam fora do Reino, segundo a concepção errônea que prevalecia.
Sendo Jesus o Mestre por excelência, revigora o plano original de Deus, em que todos somos da mesma família – a família de Deus. Ao ter deixado as 99, o Pastor veio em busca da perdida – toda a raça humana, e por todos os seus membros daria a vida. Mas como identificar esta família, estes membros? Cristo respondeu: “Minha mãe e Meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a praticam”.
Irmãos, é muito importante tal ênfase. Levemos os errantes ao estudo da Bíblia. Usemos nossos púlpitos para falar da mensagem de salvação. Afastemos os pensamentos dos erros e pecados. Deixemos para trás os atos do inimigo na vida de nossos irmãos. Falemos da redenção. É a Palavra que nos santificará. Em suas páginas é que encontraremos força, fé, esperança.
Deus nos abençoe nesta doce tarefa.
Há dois artigos muito bem escritos por Pedro Apolinário, em “Leia e Compreenda Melhor a Bíblia” – “Que tratamento Jesus dispensava a Maria?” – clique aqui.
O segundo é: “A Bíblia manda odiar o pai e a mãe em nome de Jesus?” – clique aqui.
[[Aproveite e leia a Meditação Diária 2015 – clique aqui]]

Publicado em a lição da semana, Comentário da Lição da Escola Sabatina, Ligado na Videira | Marcado com , | Deixe um comentário

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 9 – Quarta, 27 de maio de 2015 – “Jesus, o Mestre por excelência” – A definição de amor: a parábola do bom samaritano – parte 1

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaA definição de amor: a parábola do bom samaritano – parte 1 (27 de maio de 2015). O método preferido de Jesus para ensinar era o uso de parábolas. A do filho pródigo e a do bom samaritano é exclusiva de Lucas.
Com a relação a missão de Jesus, vimos na semana passada a do filho pródigo. Quanto a nossa missão, veremos hoje e amanhã a do bom samaritano.
Se o filho pródigo era eu, o bom samaritano também tem que ser eu. Recebi o amor do Pai; amo o meu irmão. O amor do Pai me atraiu; meu amor levará meu irmão a compreender o amor do Pai.
Ocorrendo tais coisas, Jesus real e verdadeiramente é nosso Mestre. Atingiu Seu objetivo.
“E eis que certo homem, intérprete da Lei, se levantou com o intuito de pôr Jesus à prova e disse-Lhe: ‘Mestre, que farei para herdar a vida eterna?’ Então, Jesus lhe perguntou: ‘Que está escrito na Lei? Como interpretas?’ A isto ele respondeu: ‘Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e: Amarás o teu próximo como a ti mesmo’. Então, Jesus lhe disse: ‘Respondeste corretamente; faze isto e viverás’. Ele, porém, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: ‘Quem é o meu próximo?’
Jesus prosseguiu, dizendo: ‘Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e veio a cair em mãos de salteadores, os quais, depois de tudo lhe roubarem e lhe causarem muitos ferimentos, retiraram-se, deixando-o semimorto. Casualmente, descia um sacerdote por aquele mesmo caminho e, vendo-o, passou de largo. Semelhantemente, um levita descia por aquele lugar e, vendo-o, também passou de largo. Certo samaritano, que seguia o seu caminho, passou-lhe perto e, vendo-o, compadeceu-se dele. E, chegando-se, pensou-lhe os ferimentos, aplicando-lhes óleo e vinho; e, colocando-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e tratou dele. No dia seguinte, tirou dois denários e os entregou ao hospedeiro, dizendo: Cuida deste homem, e, se alguma coisa gastares a mais, eu to indenizarei quando voltar. Qual destes três te parece ter sido o próximo do homem que caiu nas mãos dos salteadores?’
Respondeu-Lhe o intérprete da Lei: ‘O que usou de misericórdia para com ele’.
Então, lhe disse: ‘Vai e procede tu de igual modo’” (Lucas 10:25-37).
Você já foi ajudado por alguém? Gostaria de expressar sua gratidão, lembrando que isso serve de testemunho positivo aos demais leitores? Use o quadro mais abaixo.
Sugerimos a leitura adicional de uma Meditação de 1956 – clique aqui.
[[Aproveite e leia a Meditação Diária 2015 – clique aqui]]

Publicado em a lição da semana, Comentário da Lição da Escola Sabatina, Ligado na Videira | Marcado com , | Deixe um comentário

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 9 – Quinta, 28 de maio de 2015 – “Jesus, o Mestre por excelência” – A definição de amor: a parábola do bom samaritano – parte 2

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Quinta – A definição de amor: a parábola do bom samaritano – parte 2 (28 de maio de 2015). “Na história do bom samaritano, ilustra Cristo a natureza da verdadeira religião. Mostra que consiste, não em sistemas, credos ou ritos, mas no cumprimento de atos de amor, no proporcionar aos outros o maior bem, na genuína bondade” (O Desejado de Todas as Nações, capítulo 54 – “O Bom Samaritano”).
“Em Sua vida e ensinos, Cristo deu um perfeito exemplo do abnegado ministério que tem sua origem em Deus. Deus não vive para Si. Criando o mundo, mantendo todas as coisas, Ele está constantemente ministrando em benefício de outros. ‘Faz que o Seu Sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos’. Esse ideal de ministério confiou Deus a Seu Filho. A Jesus foi dado pôr-Se como cabeça da humanidade, para que por Seu exemplo pudesse ensinar o que significa servir. Toda a Sua vida esteve sob a lei do serviço. Serviu a todos, a todos ajudou. Assim viveu Ele a lei de Deus, e por Seu exemplo mostrou como podemos obedecer à mesma.
Repetidamente procurara Jesus estabelecer este princípio entre os discípulos. Quando Tiago e João pediram para ser postos em destaque, disse: ‘Todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal’. Em Meu reino não tem lugar o princípio de preferência ou supremacia. A grandeza única é a grandeza da humildade. A única distinção baseia-se na dedicação ao serviço dos outros” (O Desejado de Todas as Nações, capítulo 71 – “Servo dos servos”).
[[Aproveite e leia a Meditação Diária 2015 – clique aqui]]

Publicado em a lição da semana, Comentário da Lição da Escola Sabatina, Ligado na Videira | Marcado com , | Deixe um comentário