Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 5 – Cristo como Senhor do sábado – 2º trimestre, 25 de abril a 2 de maio de 2015

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraLição 5
– clique na opção desejada: [Lição 4] – ou Lição 5 de  [sábado]  –  [domingo]  –  [segunda]  –  [terça]  –  [quarta]  –  [quinta]  –  [sexta] – ou o texto completo abaixo:
Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (25 de abril de 2015). O título da semana é “Cristo como Senhor do sábado”. Devemos nos lembrar, no entanto, que Ele também é o Senhor do domingo, da segunda, da terça, da quarta, da quinta e da sexta; do dia 1º ao 31; de janeiro a dezembro; do verão até a primavera. Ele é o Senhor do tempo: do ontem, do hoje, do amanhã. Ele é Senhor de tudo. Ele criou o Universo. A Ele pertence o “domínio” de todas as coisas – e, por isso, absoluta e corretamente é chamado de “Senhor”.
Mas a expressão “Senhor do sábado” tem um toque especial. Muito especial. Significa mais do que muita gente imagina.
O ministério terrestre de Jesus ocorreu na última semana da “profecia das setenta semanas”, que, por sua vez, faz parte de uma profecia bem maior: “a profecia das duas mil e trezentas tardes e manhãs”. Elas estão registradas no Livro de Daniel, no Velho Testamento, uns 550 anos antes de Jesus.
Nela, o leitor observará que um pretenso dominador cuidaria em mudar os tempos e a Lei, e assim o fez, quando, na entrada dos anos 300, atacou violentamente o 4º Mandamento da Lei de Deus. Para isso, fez a cabeça do imperador Constantino. Através de um decreto romano, alterou o dia de guarda religioso para o domingo.
Como sabemos, toda a Escritura é inspirada – o que inclui tanto o Livro de Daniel quanto o de Lucas. Então, por obra do Espírito Santo, muito se escreveu sobre Jesus curando, e inclusive no sábado. Isso é provocativo. Ele quis que fosse assim, e, dessa forma, preservou e destacou esse precioso tema. O Revelador deixou para as gerações futuras evidências suficientes para que não fossem iludidas pelo poder que está por trás do poder de Roma.
O inimigo desejou “ser adorado” pelos anjos quando ainda no Céu; e aqui, na Terra, por todos nós; e, por incrível que pareça, até pelo próprio Senhor Jesus Cristo, quando no deserto da tentação. Assim, a desnecessária polêmica sobre o sábado, no fundo, no fundo, tem a ver com “adoração”.
Portanto, mais do que conhecimento a respeito do sétimo dia, convoco meus queridos irmãos a nos prepararmos para “descansar na adoração ao Senhor” no próximo sábado. Que seja esse o alvo da semana.
Por sinal, peço que cada um de vocês use o quadro para comentário, mais abaixo, para registrar seu “feliz sábado” a cada um dos outros leitores. Será uma experiência legal entre todos nós.
Sugestão de leitura adicional: “O preparo para o santo dia” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingo“Segundo o Seu costume”  (26 de abril de 2015). Do Éden até o maná no deserto, o intervalo de tempo foi de aproximadamente 2.500 anos. O recolhimento dobrado desse alimento na sexta-feira, e nada no dia seguinte, indica que a contagem semanal continuava absolutamente correta desde a semana da criação.
Mais uns 1.500 anos, temos a história de Jesus entre nós. E quando a Bíblia fala que Ele ia na sinagoga aos sábados, conforme o Seu costume, mais uma vez, isso indica que a contagem semanal continuava absolutamente correta.
Eu não duvido da inteligência das pessoas do Velho Testamento. Eles eram bons para memorizar e para registrar dados (as árvores genealógicas provam isso). Além disso, o conhecimento astronômico deles era suficientemente bom também, fazendo com que o ciclo semanal não se perdesse, independentemente da nação ou religião. Por isso, com certeza, o sétimo dia atual é o mesmo sétimo dia de Adão e Eva, dado pelo Criador, e separado para um propósito diferenciado em relação aos outros seis dias da semana. E os fiéis de todas as gerações cumpriram tal objetivo.
E o Redentor, segundo o Seu costume, entendendo o “propósito de adoração” que cabe somente a Deus, ia todos os sábados aos cultos realizados nas sinagogas – um tempo de “santa convocação” (Levítico 23:3). “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!” (Salmos 133:1).
Irmãos, façamos todos os preparativos para estar no próximo sábado lá na igreja com nossos irmãos de fé e esperança. Cristo confirmou que isso é de grande significado. E, estando lá, contribua para que toda a programação seja de reverente louvor e gratidão ao nosso precioso Senhor.
“Alegrei-me quando me disseram: ‘Vamos à Casa do SENHOR’” (Salmos 122:1).
Por sinal, peço que cada um de vocês use o quadro para comentário, mais abaixo, e nos diga o nome da igreja que frequentam (bairro/cidade). Nossas igrejas locais farão parte da grande multidão dos remidos. Deixe-nos saber onde tanto temos irmãos em Cristo.
Sugerimos a leitura adicional: “O dia mais feliz da semana” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaO sábado: sua mensagem e significado (27 de abril de 2015). Quando vejo uma casa com a pintura desgastada, os beirais por cair e o quintal largado às traças, com isso, estou recebendo de seu morador uma mensagem. Que mensagem é essa?
E de uma casa bem pintada, bem cuidada? Que mensagem recebo?
A Lição de hoje não está falando da mensagem que recebemos aos sábados, nos púlpitos de nossas igrejas, mas da mensagem que o próprio sábado é. O que o sábado significa “para mim”.
Bem, geralmente usamos “palavras” para responder, mas hoje eu gostaria que não as usássemos. Em vez de palavras, usemos nossos “últimos” sábados como exemplo para responder o que esse dia significa para cada um de nós.
Lá no deserto havia um Santuário. As pessoas cometiam seus pecados em suas tendas, em seus setores. Arrependidos, aproximavam-se do Santuário. Entravam para além do muro, mas limitados ao pátio. Dentro do Santuário propriamente dito, na primeira parte, eram representados pelos sacerdotes. Essa parte era chamada de “santo”. Não “santíssimo”, mas era “santo”. Finalmente, na segunda parte, o sumo sacerdote concluía o serviço, no Dia da Expiação. Esse lugar era chamado “santíssimo”.
Inversamente, no entanto, o nosso sábado pode estar sendo assim: “Santíssimo” na sexta de noite e sábado de manhã. Belos hinos no toca disco; deliciosos bolos à mesa. Roupas cheirosas; gostosa refeição a nos esperar. Indo para a igreja, porém, por alguma das diversas possibilidades de irritação que nos cercam, descemos para o “santo”. É “santo”, mas deixou de ser “santíssimo”.
Dentro da igreja, se porventura não apreciamos a pessoa ou o jeito que ela passou a carta missionária, ou cantou, ou passou a Lição, ou pregou, nosso pensamento se dirige ao pátio. Ai que vontade de estar lá fora! E se não fisicamente, a imaginação pelo menos lá está, e busca as coisas próprias do pecador. Mas, como pecador “arrependido”, de vez em quando a concentração volta.
Findo o culto, então nos encontramos no pátio. Sendo assim, quantas conversas! Quantos gestos! Quantas gargalhadas! Estão elas relacionadas ao culto de adoração? Refletem elas o prazer de continuar o tema falado de púlpito?
Então, o retorno ao lar, o almoço, e quem sabe com algum visitante. A sobremesa? Bem, aí temos um outro grande problema. Pode ser a cabeça daquele que não gostamos; pode ser os assuntos lá das tendas, longe do Santuário: política, futebol, carro, viagem, trabalho. E, no mais, esperamos o sol desaparecer no horizonte.
Irmãos, as crianças estão sendo ensinadas! Através do nosso “exemplo”, elas estão sendo ensinadas! As visitas não adventistas, mesmo dentro da igreja, de igual forma, estão sendo ensinadas! Durante a semana, as pessoas que nos cercam estão sendo ensinadas! Que mensagem estamos transmitindo?
Estamos vendo nesses últimos dias, através da Lição, que Jesus sempre ensinava. Foram três anos e meio de intenso ministério em favor do correto ensinar a Palavra de Deus. A verdadeira interpretação. A exemplar maneira de viver.
Naquele tempo havia uma exagerada e distorcida cobrança sobre o sábado. Colocaram um peso nele. Hoje (sem querer generalizar), uma liberalidade. Para alguns é importante discutir sobre o que os fariseus ou os romanos fizeram com o sábado; para a Lição, porém, o importante é que você reflita sobre o “significado” do sábado para você, e qual “mensagem” você leva a respeito “dele” para os seus filhos, seus vizinhos, e seus colegas de trabalho. Este é o cerne da questão.
Hoje vou pedir um complemento por parte de vocês. Peço uma gentileza a todos. No espaço para comentário, abaixo, escreva a razão de Deus ter dito para Moisés: “Tire as sandálias dos seus pés, porque esse lugar é santo”. Por que Deus disse isso?
Não se preocupe se alguém já disse o que você gostaria de ter dito. Mesmo assim, se for o caso, repita. Muito nos alegrará o comentário de vários irmãos.
Leia sobre o “Monumento santo” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaCuras sabáticas em Cafarnaum (28 de abril de 2015). Nenhum dos evangelistas registrou todas as curas realizadas por Jesus e nem o que Ele fez em cada um dos sábados que ministrou entre nós. Um deles, João, até escreveu o seguinte: “Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez. Se todas elas fossem relatadas uma por uma, creio eu que nem no mundo inteiro caberiam os livros que seriam escritos” (João 21:25).
Falar sobre o “fato” dEle curar aos sábados nos alerta sobre o que o inimigo é capaz de fazer. Para uns, ele diz: “Não guarde o sábado”. E deu vários motivos. Todos com base na mentira, mas os deu. Para outros, diz: “Seja desleixado ou rigorosamente chato e implicante na observância do sábado”. E deu vários motivos. Todos para que desaprendêssemos o verdadeiro benefício de guardá-lo.
Irmãos, Cristo veio restaurar as verdades que haviam sido embaçadas pelos cerca de quatro mil anos de pecado. O sábado era apenas uma delas. E uma das razões era o fato de esse dia também ser dedicado para fazer o bem ao próximo, algo que não vinha acontecendo. Fazer isso é uma das maneiras de adorar a Deus! É como se fizéssemos para Ele mesmo. “Misericórdia quero, e não sacrifício”.
Por outro lado, por ser conhecedor do futuro, o Espírito Santo achou por bem registrar tais curas ocorridas no sétimo dia, pois, mais adiante, o inimigo daria outro golpe no sábado. E, nesse caso, em vez de elevar o tom da encrenca que os fariseus criavam contra Jesus, vamos repetir o que Ele fazia: restaurar a verdade sobre o sábado.
Queridos irmãos, o sábado é muito mais do que sabemos ou praticamos. Mergulhemos nesse tema em nossa devoção pessoal. Busquemos de Deus a compreensão a respeito dele, e sabedoria para poder testemunhar e explicar aos demais que nos cercam.
Há pessoas desejosas em aprender sobre o motivo de o sábado estar na Bíblia, mas até agora terem aprendido apenas que o dia de guarda passou a ser o domingo. Estão confusos. No entanto, diante de tantas pregações e materiais que produzimos sobre isso e o pouco resultado apresentado, em vez de provar que sabemos mais, testemunhemos que o sábado tem sido um dia de especial encontro com o nosso Deus, e nele somos curados.
A conversão de meus bisavós tem a ver com o sábado. A Bíblia dizia uma coisa, o padre, outra. Até que um dia um colportor bateu em sua casa. Local: Castro – Paraná; ano 1904.
Você sabe dizer se a história de conversão de sua família tem a ver com o sábado também? Conte-nos sobre isso! No quadro abaixo, deixe seu comentário.
Aceita uma leitura adicional? Então clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaO Senhor do sábado (29 de abril de 2015). O problema central no tempo de Jesus era o seguinte: a Lei de Deus (Ampliando: o Velho Testamento) versus a lei oral (As tradições desenvolvidas durante os tempos intertestamentais; interpretações; acréscimos).
Nesse ponto, o Mestre é bastante claro: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir” (Mateus 5:17).
A cura do endemoninhado durante o culto; e a cura da sogra de Pedro; ambas em Cafarnaum, durante o sábado, não trouxeram problemas para Jesus. O entendimento era de que a urgência permitiria “fazer” alguma coisa.
Já a cura do homem da mão mirrada, por ser crônica; e da mulher enferma há 18 anos; e do homem hidrópico (inchado); e do homem no tanque de Betesda; e a do cego de nascença; todos sem risco imediato à vida – pelo entendimento dos fariseus, poderiam ser deixadas para outro dia.
Hoje ainda, há muitas discrepâncias na lei brasileira. Um motorista bêbado mata no trânsito; alguém tem um animal silvestre em cativeiro; quem vai ter mais dor de cabeça?
Naquele tempo, um judeu não podia acender uma vela no sábado, mas podia pagar na sexta para que um gentio fizesse isso por ele no sábado; podia socorrer um animal no sábado, mas uma pessoa adoentada, não. E o judeu faminto podia se alimentar com os cereais deixados nas beiradas das plantações, só que não no dia de sábado.
Pelo comportamento do Mestre, estava Ele desconsiderando a santidade do 4º Mandamento? Estava Ele preparando a igreja para uma futura autorizada substituição desse dia? De modo algum! Ele estava é reavivando o seu espírito. Recolocando o pingo no i.
“O sábado, originalmente designado para oferecer ao homem uma oportunidade de conhecer seu Criador através do estudo das obras criadas, e refletir sobre Seu amor e bondade, tornou-se, em vez disso, um lembrete do caráter egoísta e arbitrário dos escribas e fariseus. Ele [o sábado dos fariseus] passou efetivamente a representar mal o caráter de Deus, retratando-O como um tirano” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, pág. 639, referente Marcos 2:24).
“O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem, por causa do sábado”. “Deus não criou o homem porque Ele tinha um sábado e precisava de alguém para guardá-lo. Mais apropriadamente, um Criador onisciente sabia que o homem, a criatura de Suas mãos, necessitava de uma oportunidade para crescimento moral e espiritual e para desenvolver o caráter. Ele precisava de um tempo no qual os seus próprios interesses e ocupações estivessem subordinados ao estudo do caráter e da vontade de Deus, revelados na natureza e, mais tarde, por meio da revelação bíblica. O sábado do sétimo dia foi determinado por Deus para preencher essa necessidade. Alterar de alguma maneira as especificações do Criador com relação a quando e como o dia deve ser observado é a mesma coisa que negar que Deus sabe o que é melhor para as Suas criaturas” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, pág. 640, referente Marcos 2:27).
Sugerimos a leitura de: “Sinal especial” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuintaO sábado: o doente, o boi e o jumento (30 de abril de 2015). Por causa das encrencas dos fariseus a respeito das curas no sábado, damos muita importância a isso e nos esquecemos de alguns detalhes no texto bíblico. Quando Jesus curou a mulher que andava curvada (Lucas 13:10), Ele afirmou que ela assim estava porque “há dezoito anos Satanás [a] mantinha presa”.
Vocês lembram que Jesus foi expulso de Nazaré após a leitura bíblica? Pois bem, naquela ocasião Ele acabara de ler Isaías 61 – “O Espírito do Senhor JEOVÁ está sobre Mim, porque o SENHOR Me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-Me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos”.
Vocês lembram do ditado “matar dois coelhos com uma só cajadada”? Os fariseus foram preparados pelo “inimigo” para colocar mão pesada sobre o sábado, e isso veio a desviar a atenção sobre “as suas” próprias e maléficas obras, e, também, representar erradamente o caráter de Deus.
Proibições nos sábados: não podiam acender nem o fogão e nem a vela, mas contratavam um gentio para fazer isso por eles; não podiam comer o ovo que a galinha colocava no sábado, mas o vendiam para o gentio; não cuspiam no chão, para que a terra não fosse irrigada; não carregavam lenço, mas o costuravam na roupa, como se tecnicamente fizesse parte dela; só podiam caminhar mil metros, a não ser que previamente colocassem uma cesta de alimentos em lugares estratégicos, como se ali “também” fosse sua casa, recomeçando a quilometragem do zero.
Mateus 23 – “Então, falou Jesus à multidão e aos Seus discípulos, dizendo: ‘Na cadeira de Moisés, estão assentados os escribas e fariseus. Observai, pois, e praticai tudo o que vos disserem; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não praticam. Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem sobre os ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los’”.
Irmãos, que os nossos sábados alcancem a qualidade que Jesus Se propôs a reavivar. Que seja um dia de honra, glória e louvor a Deus.
Sugerimos uma leitura complementar: “Meditação Matinal de 1953, pág. 231 – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSextaConclusão (1º de maio de 2015). “Quão bela era a Terra ao sair das mãos do Criador! Deus apresentou perante o Universo um mundo em que mesmo Seus olhos onividentes não podiam encontrar nenhuma nódoa ou mácula. Cada parte da criação ocupava o lugar que lhe era designado, e correspondia ao fim para o qual fora criada. Paz e santa alegria enchiam a Terra. Não havia nenhuma confusão, nenhuma contradição. Não havia doenças para afligirem o homem, nem os animais, e o reino vegetal era sem mácula ou corrupção. Deus contemplou a obra de Suas mãos, executada por Cristo, e declarou-a “muito boa”. […]
O sábado foi santificado na criação. Instituído para o homem, teve sua origem quando ‘as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus rejubilavam’. […]
O sábado não se destinava meramente a Israel, mas ao mundo. Fora tornado conhecido ao homem no Éden, e, como os demais preceitos do decálogo, é de imutável obrigatoriedade. Dessa lei de que o quarto mandamento é uma parte, declara Cristo: ‘Até que o céu e a Terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido’. Enquanto céus e Terra durarem, continuará o sábado como sinal do poder do Criador. E quando o Éden florescer novamente na Terra, o santo e divino dia de repouso será honrado por todos debaixo do Sol. ‘Desde um sábado até ao outro’, os habitantes da glorificada nova Terra irão ‘adorar perante Mim, diz o Senhor’. […]
Deus ensina que devemos congregar-nos em Sua casa, a fim de cultivar as qualidades do amor perfeito. Com isto os habitantes da Terra serão habilitados para as moradas celestiais que Cristo foi preparar para os que O amam. Lá no santuário de Deus, reunir-se-ão, então, sábado após sábado e mês a mês para participarem dos mais sublimes cânticos de louvor e ação de graças, entoados em honra dAquele que está assentado no trono, e ao Cordeiro, eternamente” (A Fé Pela Qual Eu Vivo, Meditação Matinal de 31/01/1959).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 5 – Sábado, 25 de abril de 2015 – “Cristo como Senhor do sábado” – Introdução

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (25 de abril de 2015). O título da semana é “Cristo como Senhor do sábado”. Devemos nos lembrar, no entanto, que Ele também é o Senhor do domingo, da segunda, da terça, da quarta, da quinta e da sexta; do dia 1º ao 31; de janeiro a dezembro; do verão até a primavera. Ele é o Senhor do tempo: do ontem, do hoje, do amanhã. Ele é Senhor de tudo. Ele criou o Universo. A Ele pertence o “domínio” de todas as coisas – e, por isso, absoluta e corretamente é chamado de “Senhor”.
Mas a expressão “Senhor do sábado” tem um toque especial. Muito especial. Significa mais do que muita gente imagina.
O ministério terrestre de Jesus ocorreu na última semana da “profecia das setenta semanas”, que, por sua vez, faz parte de uma profecia bem maior: “a profecia das duas mil e trezentas tardes e manhãs”. Elas estão registradas no Livro de Daniel, no Velho Testamento, uns 550 anos antes de Jesus.
Nela, o leitor observará que um pretenso dominador cuidaria em mudar os tempos e a Lei, e assim o fez, quando, na entrada dos anos 300, atacou violentamente o 4º Mandamento da Lei de Deus. Para isso, fez a cabeça do imperador Constantino. Através de um decreto romano, alterou o dia de guarda religioso para o domingo.
Como sabemos, toda a Escritura é inspirada – o que inclui tanto o Livro de Daniel quanto o de Lucas. Então, por obra do Espírito Santo, muito se escreveu sobre Jesus curando, e inclusive no sábado. Isso é provocativo. Ele quis que fosse assim, e, dessa forma, preservou e destacou esse precioso tema. O Revelador deixou para as gerações futuras evidências suficientes para que não fossem iludidas pelo poder que está por trás do poder de Roma.
O inimigo desejou “ser adorado” pelos anjos quando ainda no Céu; e aqui, na Terra, por todos nós; e, por incrível que pareça, até pelo próprio Senhor Jesus Cristo, quando no deserto da tentação. Assim, a desnecessária polêmica sobre o sábado, no fundo, no fundo, tem a ver com “adoração”.
Portanto, mais do que conhecimento a respeito do sétimo dia, convoco meus queridos irmãos a nos prepararmos para “descansar na adoração ao Senhor” no próximo sábado. Que seja esse o alvo da semana.
Por sinal, peço que cada um de vocês use o quadro para comentário, mais abaixo, para registrar seu “feliz sábado” a cada um dos outros leitores. Será uma experiência legal entre todos nós.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 5 – Domingo, 26 de abril de 2015 – “Cristo como Senhor do sábado” – “Segundo o Seu costume”

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingo“Segundo o Seu costume”  (26 de abril de 2015). Do Éden até o maná no deserto, o intervalo de tempo foi de aproximadamente 2.500 anos. O recolhimento dobrado desse alimento na sexta-feira, e nada no dia seguinte, indica que a contagem semanal continuava absolutamente correta desde a semana da criação.
Mais uns 1.500 anos, temos a história de Jesus entre nós. E quando a Bíblia fala que Ele ia na sinagoga aos sábados, conforme o Seu costume, mais uma vez, isso indica que a contagem semanal continuava absolutamente correta.
Eu não duvido da inteligência das pessoas do Velho Testamento. Eles eram bons para memorizar e para registrar dados (as árvores genealógicas provam isso). Além disso, o conhecimento astronômico deles era suficientemente bom também, fazendo com que o ciclo semanal não se perdesse, independentemente da nação ou religião. Por isso, com certeza, o sétimo dia atual é o mesmo sétimo dia de Adão e Eva, dado pelo Criador, e separado para um propósito diferenciado em relação aos outros seis dias da semana. E os fiéis de todas as gerações cumpriram tal objetivo.
E o Redentor, segundo o Seu costume, entendendo o “propósito de adoração” que cabe somente a Deus, ia todos os sábados aos cultos realizados nas sinagogas – um tempo de “santa convocação” (Levítico 23:3). “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!” (Salmos 133:1).
Irmãos, façamos todos os preparativos para estar no próximo sábado lá na igreja com nossos irmãos de fé e esperança. Cristo confirmou que isso é de grande significado. E, estando lá, contribua para que toda a programação seja de reverente louvor e gratidão ao nosso precioso Senhor.
“Alegrei-me quando me disseram: ‘Vamos à Casa do SENHOR’” (Salmos 122:1).
Por sinal, peço que cada um de vocês use o quadro para comentário, mais abaixo, e nos diga o nome da igreja que frequentam (bairro/cidade). Nossas igrejas locais farão parte da grande multidão dos remidos. Deixe-nos saber onde tanto temos irmãos em Cristo.
Sugerimos a leitura adicional: “O dia mais feliz da semana” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 5 – Segunda, 27 de abril de 2015 – “Cristo como Senhor do sábado” – O sábado: sua mensagem e significado

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaO sábado: sua mensagem e significado (27 de abril de 2015). Quando vejo uma casa com a pintura desgastada, os beirais por cair e o quintal largado às traças, com isso, estou recebendo de seu morador uma mensagem. Que mensagem é essa?
E de uma casa bem pintada, bem cuidada? Que mensagem recebo?
A Lição de hoje não está falando da mensagem que recebemos aos sábados, nos púlpitos de nossas igrejas, mas da mensagem que o próprio sábado é. O que o sábado significa “para mim”.
Bem, geralmente usamos “palavras” para responder, mas hoje eu gostaria que não as usássemos. Em vez de palavras, usemos nossos “últimos” sábados como exemplo para responder o que esse dia significa para cada um de nós.
Lá no deserto havia um Santuário. As pessoas cometiam seus pecados em suas tendas, em seus setores. Arrependidos, aproximavam-se do Santuário. Entravam para além do muro, mas limitados ao pátio. Dentro do Santuário propriamente dito, na primeira parte, eram representados pelos sacerdotes. Essa parte era chamada de “santo”. Não “santíssimo”, mas era “santo”. Finalmente, na segunda parte, o sumo sacerdote concluía o serviço, no Dia da Expiação. Esse lugar era chamado “santíssimo”.
Inversamente, no entanto, o nosso sábado pode estar sendo assim: “Santíssimo” na sexta de noite e sábado de manhã. Belos hinos no toca disco; deliciosos bolos à mesa. Roupas cheirosas; gostosa refeição a nos esperar. Indo para a igreja, porém, por alguma das diversas possibilidades de irritação que nos cercam, descemos para o “santo”. É “santo”, mas deixou de ser “santíssimo”.
Dentro da igreja, se porventura não apreciamos a pessoa ou o jeito que ela passou a carta missionária, ou cantou, ou passou a Lição, ou pregou, nosso pensamento se dirige ao pátio. Ai que vontade de estar lá fora! E se não fisicamente, a imaginação pelo menos lá está, e busca as coisas próprias do pecador. Mas, como pecador “arrependido”, de vez em quando a concentração volta.
Findo o culto, então nos encontramos no pátio. Sendo assim, quantas conversas! Quantos gestos! Quantas gargalhadas! Estão elas relacionadas ao culto de adoração? Refletem elas o prazer de continuar o tema falado de púlpito?
Então, o retorno ao lar, o almoço, e quem sabe com algum visitante. A sobremesa? Bem, aí temos um outro grande problema. Pode ser a cabeça daquele que não gostamos; pode ser os assuntos lá das tendas, longe do Santuário: política, futebol, carro, viagem, trabalho. E, no mais, esperamos o sol desaparecer no horizonte.
Irmãos, as crianças estão sendo ensinadas! Através do nosso “exemplo”, elas estão sendo ensinadas! As visitas não adventistas, mesmo dentro da igreja, de igual forma, estão sendo ensinadas! Durante a semana, as pessoas que nos cercam estão sendo ensinadas! Que mensagem estamos transmitindo?
Estamos vendo nesses últimos dias, através da Lição, que Jesus sempre ensinava. Foram três anos e meio de intenso ministério em favor do correto ensinar a Palavra de Deus. A verdadeira interpretação. A exemplar maneira de viver.
Naquele tempo havia uma exagerada e distorcida cobrança sobre o sábado. Colocaram um peso nele. Hoje (sem querer generalizar), uma liberalidade. Para alguns é importante discutir sobre o que os fariseus ou os romanos fizeram com o sábado; para a Lição, porém, o importante é que você reflita sobre o “significado” do sábado para você, e qual “mensagem” você leva a respeito “dele” para os seus filhos, seus vizinhos, e seus colegas de trabalho. Este é o cerne da questão.
Hoje vou pedir um complemento por parte de vocês. Peço uma gentileza a todos. No espaço para comentário, abaixo, escreva a razão de Deus ter dito para Moisés: “Tire as sandálias dos seus pés, porque esse lugar é santo”. Por que Deus disse isso?
Não se preocupe se alguém já disse o que você gostaria de ter dito. Mesmo assim, se for o caso, repita. Muito nos alegrará o comentário de vários irmãos.
Leia sobre o “Monumento santo” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 5 – Terça, 28 de abril de 2015 – “Cristo como Senhor do sábado” – Curas sabáticas em Cafarnaum

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaCuras sabáticas em Cafarnaum (28 de abril de 2015). Nenhum dos evangelistas registrou todas as curas realizadas por Jesus e nem o que Ele fez em cada um dos sábados que ministrou entre nós. Um deles, João, até escreveu o seguinte: “Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez. Se todas elas fossem relatadas uma por uma, creio eu que nem no mundo inteiro caberiam os livros que seriam escritos” (João 21:25).
Falar sobre o “fato” dEle curar aos sábados nos alerta sobre o que o inimigo é capaz de fazer. Para uns, ele diz: “Não guarde o sábado”. E deu vários motivos. Todos com base na mentira, mas os deu. Para outros, diz: “Seja desleixado ou rigorosamente chato e implicante na observância do sábado”. E deu vários motivos. Todos para que desaprendêssemos o verdadeiro benefício de guardá-lo.
Irmãos, Cristo veio restaurar as verdades que haviam sido embaçadas pelos cerca de quatro mil anos de pecado. O sábado era apenas uma delas. E uma das razões era o fato de esse dia também ser dedicado para fazer o bem ao próximo, algo que não vinha acontecendo. Fazer isso é uma das maneiras de adorar a Deus! É como se fizéssemos para Ele mesmo. “Misericórdia quero, e não sacrifício”.
Por outro lado, por ser conhecedor do futuro, o Espírito Santo achou por bem registrar tais curas ocorridas no sétimo dia, pois, mais adiante, o inimigo daria outro golpe no sábado. E, nesse caso, em vez de elevar o tom da encrenca que os fariseus criavam contra Jesus, vamos repetir o que Ele fazia: restaurar a verdade sobre o sábado.
Queridos irmãos, o sábado é muito mais do que sabemos ou praticamos. Mergulhemos nesse tema em nossa devoção pessoal. Busquemos de Deus a compreensão a respeito dele, e sabedoria para poder testemunhar e explicar aos demais que nos cercam.
Há pessoas desejosas em aprender sobre o motivo de o sábado estar na Bíblia, mas até agora terem aprendido apenas que o dia de guarda passou a ser o domingo. Estão confusos. No entanto, diante de tantas pregações e materiais que produzimos sobre isso e o pouco resultado apresentado, em vez de provar que sabemos mais, testemunhemos que o sábado tem sido um dia de especial encontro com o nosso Deus, e nele somos curados.
A conversão de meus bisavós tem a ver com o sábado. A Bíblia dizia uma coisa, o padre, outra. Até que um dia um colportor bateu em sua casa. Local: Castro – Paraná; ano 1904.
Você sabe dizer se a história de conversão de sua família tem a ver com o sábado também? Conte-nos sobre isso! No quadro abaixo, deixe seu comentário.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 5 – Quarta, 29 de abril de 2015 – “Cristo como Senhor do sábado” – O Senhor do sábado

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaO Senhor do sábado (29 de abril de 2015). O problema central no tempo de Jesus era o seguinte: a Lei de Deus (Ampliando: o Velho Testamento) versus a lei oral (As tradições desenvolvidas durante os tempos intertestamentais; interpretações; acréscimos).
Nesse ponto, o Mestre é bastante claro: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir” (Mateus 5:17).
A cura do endemoninhado durante o culto; e a cura da sogra de Pedro; ambas em Cafarnaum, durante o sábado, não trouxeram problemas para Jesus. O entendimento era de que a urgência permitiria “fazer” alguma coisa.
Já a cura do homem da mão mirrada, por ser crônica; e da mulher enferma há 18 anos; e do homem hidrópico (inchado); e do homem no tanque de Betesda; e a do cego de nascença; todos sem risco imediato à vida – pelo entendimento dos fariseus, poderiam ser deixadas para outro dia.
Hoje ainda, há muitas discrepâncias na lei brasileira. Um motorista bêbado mata no trânsito; alguém tem um animal silvestre em cativeiro; quem vai ter mais dor de cabeça?
Naquele tempo, um judeu não podia acender uma vela no sábado, mas podia pagar na sexta para que um gentio fizesse isso por ele no sábado; podia socorrer um animal no sábado, mas uma pessoa adoentada, não. E o judeu faminto podia se alimentar com os cereais deixados nas beiradas das plantações, só que não no dia de sábado.
Pelo comportamento do Mestre, estava Ele desconsiderando a santidade do 4º Mandamento? Estava Ele preparando a igreja para uma futura autorizada substituição desse dia? De modo algum! Ele estava é reavivando o seu espírito. Recolocando o pingo no i.
“O sábado, originalmente designado para oferecer ao homem uma oportunidade de conhecer seu Criador através do estudo das obras criadas, e refletir sobre Seu amor e bondade, tornou-se, em vez disso, um lembrete do caráter egoísta e arbitrário dos escribas e fariseus. Ele [o sábado dos fariseus] passou efetivamente a representar mal o caráter de Deus, retratando-O como um tirano” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, pág. 639, referente Marcos 2:24).
“O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem, por causa do sábado”. “Deus não criou o homem porque Ele tinha um sábado e precisava de alguém para guardá-lo. Mais apropriadamente, um Criador onisciente sabia que o homem, a criatura de Suas mãos, necessitava de uma oportunidade para crescimento moral e espiritual e para desenvolver o caráter. Ele precisava de um tempo no qual os seus próprios interesses e ocupações estivessem subordinados ao estudo do caráter e da vontade de Deus, revelados na natureza e, mais tarde, por meio da revelação bíblica. O sábado do sétimo dia foi determinado por Deus para preencher essa necessidade. Alterar de alguma maneira as especificações do Criador com relação a quando e como o dia deve ser observado é a mesma coisa que negar que Deus sabe o que é melhor para as Suas criaturas” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, pág. 640, referente Marcos 2:27).
Sugerimos a leitura de: “Sinal especial” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 5 – Quinta, 30 de abril de 2015 – “Cristo como Senhor do sábado” – O sábado: o doente, o boi e o jumento

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuintaO sábado: o doente, o boi e o jumento (30 de abril de 2015). Por causa das encrencas dos fariseus a respeito das curas no sábado, damos muita importância a isso e nos esquecemos de alguns detalhes no texto bíblico. Quando Jesus curou a mulher que andava curvada (Lucas 13:10), Ele afirmou que ela assim estava porque “há dezoito anos Satanás [a] mantinha presa”.
Vocês lembram que Jesus foi expulso de Nazaré após a leitura bíblica? Pois bem, naquela ocasião Ele acabara de ler Isaías 61 – “O Espírito do Senhor JEOVÁ está sobre Mim, porque o SENHOR Me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-Me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos”.
Vocês lembram do ditado “matar dois coelhos com uma só cajadada”? Os fariseus foram preparados pelo “inimigo” para colocar mão pesada sobre o sábado, e isso veio a desviar a atenção sobre “as suas” próprias e maléficas obras, e, também, representar erradamente o caráter de Deus.
Proibições nos sábados: não podiam acender nem o fogão e nem a vela, mas contratavam um gentio para fazer isso por eles; não podiam comer o ovo que a galinha colocava no sábado, mas o vendiam para o gentio; não cuspiam no chão, para que a terra não fosse irrigada; não carregavam lenço, mas o costuravam na roupa, como se tecnicamente fizesse parte dela; só podiam caminhar mil metros, a não ser que previamente colocassem uma cesta de alimentos em lugares estratégicos, como se ali “também” fosse sua casa, recomeçando a quilometragem do zero.
Mateus 23 – “Então, falou Jesus à multidão e aos Seus discípulos, dizendo: ‘Na cadeira de Moisés, estão assentados os escribas e fariseus. Observai, pois, e praticai tudo o que vos disserem; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não praticam. Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem sobre os ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los’”.
Irmãos, que os nossos sábados alcancem a qualidade que Jesus Se propôs a reavivar. Que seja um dia de honra, glória e louvor a Deus.
Sugerimos uma leitura complementar: “Meditação Matinal de 1953, pág. 231 – clique aqui.
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