Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – 4º trimestre de 2016

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – 4º trimestre de 2016

O Livro de Jó foi escrito por Moisés.

Os irmãos lembram que Moisés matou um egípcio e fugiu, indo morar no deserto, onde se casou e viveu em torno da família da esposa. Tinha 40 anos quando isso aconteceu, e de lá só saiu aos 80, quando, pelo chamado de Deus, foi libertar o povo de Israel – o conhecido “êxodo”, a travessia do Mar Vermelho.

Bem, em algum momento entre os 40 e os 80 anos, na condição de humilde e manso pastor de ovelhas, Moisés escreveu dois lindos Livros – extraordinários Livros! O Livro de Gênesis e o Livro de Jó.

Não só para Moisés, mas para toda a humanidade, Deus concedeu preciosas mensagens através desses dois Livros. Ele entendeu que são assuntos que precisamos saber. São importantes. Tem a ver com o grande conflito entre Cristo e Satanás. Tem a ver com o Plano da Redenção. Tem a ver com a nossa salvação. E Ele fez questão de falar sobre isso para nós.

Mas, como a Lição vai se desenrolar através do Livro de Jó, prestemos atenção em Jó. Não ignoremos as pessoas que estão em volta dele. Ouçamos os silêncios entre eles. Prestemos atenção nas conversas deles. Porém, acima de tudo, vejamos as ações de Deus. Prestemos atenção em Deus. A história é sobre Deus!

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Vejamos o relato de Gênesis 3:16-19 =

Depois que o casal do Éden pecou, Deus disse assim para Eva: “‘Multiplicarei grandemente a tua dor e a tua conceição; com dor terás filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará’. E a Adão disse: ‘Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: ‘Não comerás dela’, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida. Espinhos e cardos também te produzirá; e comerás a erva do campo. No suor do teu rosto, comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado, porquanto és pó e em pó te tornarás’”.

E em Jó 1:6-12 lemos assim =

E vindo um dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o SENHOR, veio também Satanás entre eles. Então, o SENHOR disse a Satanás: ‘De onde vens?’ E Satanás respondeu ao SENHOR e disse: ‘De rodear a Terra e passear por ela’. E disse o SENHOR a Satanás: ‘Observaste tu a Meu servo Jó? Porque ninguém há na Terra semelhante a ele, homem sincero, e reto, e temente a Deus, e desviando-se do mal’. Então, respondeu Satanás ao SENHOR e disse: ‘Porventura, teme Jó a Deus debalde? Porventura, não o cercaste Tu de bens a ele, e a sua casa, e a tudo quanto tem? A obra de suas mãos abençoaste, e o seu gado está aumentado na terra. Mas estende a Tua mão, e toca-lhe em tudo quanto tem, e verás se não blasfema de Ti na Tua face!’ E disse o SENHOR a Satanás: ‘Eis que tudo quanto tem está na tua mão; somente contra ele não estendas a tua mão’. E Satanás saiu da presença do SENHOR”.

Por que será que Deus falou de Jó?

Por que será que Satanás queria destruir Jó?

Afinal de contas, quem era Jó? Irmãos, quem era Jó?!!!

A Bíblia responde. E o faz assim =

Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; e este era homem sincero, reto e temente a Deus; e desviava-se do mal. E nasceram-lhe sete filhos e três filhas. E era o seu gado sete mil ovelhas, e três mil camelos, e quinhentas juntas de bois, e quinhentas jumentas; era também muitíssima a gente ao seu serviço, de maneira que este homem era maior do que todos os do Oriente. E iam seus filhos e faziam banquetes em casa de cada um no seu dia; e enviavam e convidavam as suas três irmãs a comerem e beberem com eles. Sucedia, pois, que, tendo decorrido o turno de dias de seus banquetes, enviava Jó, e os santificava, e se levantava de madrugada, e oferecia holocaustos segundo o número de todos eles; porque dizia Jó: ‘Porventura, pecaram meus filhos e blasfemaram de Deus no seu coração’. Assim o fazia Jó continuamente” (Jó 1:1-5).

E sucedeu um dia, em que seus filhos e suas filhas comiam e bebiam vinho na casa de seu irmão primogênito, que veio um mensageiro a Jó e lhe disse: ‘Os bois lavravam, e as jumentas pasciam junto a eles; e eis que deram sobre eles os sabeus, e os tomaram, e aos moços feriram ao fio da espada; e eu somente escapei, para te trazer a nova’. Estando este ainda falando, veio outro e disse: ‘Fogo de Deus caiu do céu, e queimou as ovelhas e os moços, e os consumiu; e só eu escapei, para te trazer a nova’. Estando ainda este falando, veio outro e disse: ‘Ordenando os caldeus três bandos, deram sobre os camelos, e os tomaram, e aos moços feriram ao fio da espada; e só eu escapei, para te trazer a nova’. Estando ainda este falando veio outro e disse: ‘Estando teus filhos e tuas filhas comendo e bebendo vinho, em casa de seu irmão primogênito, eis que um grande vento sobreveio dalém do deserto, e deu nos quatro cantos da casa, a qual caiu sobre os jovens, e morreram; e só eu escapei, para te trazer a nova’” (Jó 1:13-19).

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Prestaram atenção nas palavras “espinhos” e “cardos”, em Gênesis 3? Pois bem, ao conhecermos a história de Jó, é natural concluir que o nosso problema é muito mais do que “espinhos e cardos”! Nosso problema é muito maior do que “espinhos e cardos”!

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Mas a Bíblia continuou a falar de Jó.

Então, Jó se levantou, e rasgou o seu manto, e rapou a sua cabeça, e se lançou em terra, e adorou, e disse: ‘Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o SENHOR o deu e o SENHOR o tomou; bendito seja o nome do SENHOR’. Em tudo isto Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma” (Jó 1:20-22).

Que coisa extraordinária, irmãos! Que personagem! Que história!

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Voltemos à pergunta de Satanás, no verso 9 – mas numa linguagem mais pessoal =

Teme Jó a Deus sem interesse pelo ganho egoísta?

Então, sem saber, Jó estava dando uma resposta para Satanás – e para os demais que estavam na mesma reunião universal. E que resposta foi essa? “Teme Jó a Deus sem interesse pelo ganho egoísta?” “Sim!!!

Jó respondeu “sim!!!

Então, Jó se levantou, e rasgou o seu manto, e rapou a sua cabeça, e se lançou em terra, e adorou, e disse: ‘Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o SENHOR o deu e o SENHOR o tomou; bendito seja o nome do SENHOR’. Em tudo isto Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma” (Jó 1:20-22).

Que coisa extraordinária, irmãos! Que personagem! Que história!

E, num segundo momento, numa segunda reunião, Deus mais uma vez ensinou quem era Jó.

Outro dia, em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o SENHOR, veio também Satanás entre eles apresentar-se perante o SENHOR. Então, o SENHOR disse a Satanás: ‘De onde vens?’ E respondeu Satanás ao SENHOR e disse: ‘De rodear a Terra e passear por ela’. E disse o SENHOR a Satanás: ‘Observaste o Meu servo Jó? Porque ninguém há na Terra semelhante a ele, homem sincero e reto, temente a Deus, desviando-se do mal, e que ainda retém a sua sinceridade, havendo-Me tu incitado contra ele, para o consumir sem causa” (Jó 2:1-3).

Será que os representantes dos mundos não caídos levaram para seus planetas o testemunho a respeito de Jó? Será que compartilharam a declaração saída dos lábios de Deus a respeito do patriarca? E qual foi a reação de Moisés ao lhe ser revelada tal experiência? Será que isso o influenciou? Teria isso lhe ajudado a ser o líder que foi? Vendo a paciência de Jó, teria isso lhe ajudado a ser paciente também?

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Irmãos, quando estudamos a vida de Jó – quando estudamos a história de Jó, precisamos considerar o seguinte: Ele não tinha o conhecimento que nós temos a respeito do grande conflito entre o bem e o mal. Não havia ainda nenhuma revelação escrita – nada de Bíblia, nada de Lição da Escola Sabatina – e nem mesmo nada de púlpito com um teólogo pregando para ele.

E mesmo sem respostas para as questões que o envolveram, enfrentou a tristeza na fé. Combateu o bom combate na fé. Era ele e suas faltas de respostas, mas na certeira convicção que o próprio Deus lhe havia imprimido na mente. Herdara a religião de seus pais, e, com fé, desenvolvera uma vida rica em saúde espiritual, alicerçada na Rocha.

Ao mesmo tempo, é preciso considerar a situação de sua esposa. Falamos mal dela, mas devemos lembrar que ela sofreu o mesmo tanto, ou, quem sabe, muito mais. Muito mais! Lembremos: ela era “mãe”.

Falamos mal de seus amigos. No entanto, devemos lembrar que eles também não possuíam Bíblia, e que nada sabiam sobre a conversa entre Deus e Satanás. No mínimo, devem ser valorizados pelo fato de, por compaixão, terem ido ao encontro de Jó, do amigo Jó.

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Bem, pode ser que alguém seja tentado a valorizar as questões materiais apresentadas no final do Livro de Jó. Alertamos, porém, que a história não é sobre isso. Está muito longe de questões materiais. Longe demais! Nada tem a ver com teologia da prosperidade! Longe disso!

Temos mais luz que Jó. Temos as declarações de Jesus: “[Satanás] é homicida desde o princípio” (João 8:44). “[Satanás veio] somente para roubar, matar e destruir” (João 10:10). Temos a declaração de Paulo: “Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (Efésios 6:12). Temos a declaração de Apocalipse 12:12: “Ai dos que habitam na terra e no mar! Porque o diabo desceu a vós e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo”. Temos a afirmação de Pedro: “O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pedro 5:8).

Irmãos, o Livro de Jó tem a ver com o “caráter de Deusversus o “caráter de Satanás”. Deus querendo que nós entendamos o Seu caráter. Satanás, mentindo o tempo todo.

Jó, e sua esposa e seus amigos – eles pensavam o que pensavam sobre o caráter de Deus, não possuindo a luz que temos. Nós, que temos tanta luz, e inclusive o relato da tal conversa entre o Soberano do Universo e o Seu adversário, e a experiência de Jó, pensamos o que a respeito do caráter de Deus?

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A Lição começa pelo fim. Há razões para isso. Nossas considerações, no entanto (levando em conta que nem todos os leitores e nem todos os ouvintes das classes da Escola Sabatina sabem da história), começam pelo começo.

Avance no estudo da Lição. Dê atenção aos pormenores. Mas jamais pense que Deus é como Satanás quer que você pense que Ele é. Não é o inimigo que tem a verdadeira revelação. É a cruz do Calvário. É Cristo Jesus!

Em Jó 19:25, o patriarca fala com a maior clareza possível: “Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim Se levantará sobre a Terra“.

Deus nos abençoe.

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Irmãos, estou escrevendo e publicando meus comentários há 5 anos. Meu coração pede para parar. Estou parando. Preciso voltar para as minhas leituras “gerais”. Meu coração pede isso! O comentário me exige leitura específica sobre o assunto da Lição. Isso é bom. Mas sinto falta de outros temas. Sou requisitado a pregar nas igrejas de minha região. Preciso estudar mais. Preciso elaborar sermões.

Paro por aqui, mas estarei continuamente administrando o blog, publicando novos materiais, e divulgando as antigas Meditações de Ellen White, e respondendo cada uma das questões que os irmãos desejarem expressar (inclusive sobre a Lição em curso).

Acessem http://alicao.com.br/01_licao_da_semana.html para o comentário de outros escritores (Não vos deixarei órfãos!).

Não esqueçam da leitura diária da Meditação Matinal sugerida para 2016 – cliquem aqui.

Com carinho, Carlos Bitencourt (Cascavel-Paraná).

O Ligado na Videira continua!

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 13 – Como devemos esperar? – 3º trimestre, 17 a 24 de setembro de 2016

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 13
– clique na opção desejada: [Lição 12] – ou Lição 13 de  [sábado]  –  [domingo]  –  [segunda]  –  [terça]  –  [quarta]  –  [quinta]  –  [sexta] – ou o texto completo abaixo:
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (17 de setembro de 2016).

Irmãos, antes de começar o “comentário” propriamente dito, peço uma gentileza a vocês: por favor, leiam “Transformações assombrosas”, escrito por Ellen White – (cliquem aqui).

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Bem, agora sim, o Comentário:

Isaías escreveu um verso de grande significado para nós. É muito famoso! Diz assim: “Naquele Dia, se dirá: ‘Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará; este é o SENHOR, a quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos’” (Isaías 25:9).

Irmãos, esse Dia se aproxima. Em breve o nosso Salvador virá. E a Lição, ao tocar nesse assunto, nos faz pensar no seguinte: “Como devemos esperar?” O que fazer enquanto esperamos? Ficar ocioso vai nos ajudar? E trabalhar? Há algum sentido em trabalhar enquanto esperamos?

Um dia, Jesus Se expressou assim: “Meu Pai trabalha até agora, e Eu trabalho também” (João 5:17). De que trabalho Ele estava falando?

Num outro, disse assim: “[Não vou ficar ocioso] Vou preparar-vos lugar” (João 14:2).

E nós? Como devemos esperar? Será que devemos nos “preparar” para aquele lugar?

Bem, eu creio que a “demora” tem um propósito. O tempo de espera não existe à toa! Tem um propósito! Outra coisa que também entendo que tem propósito é o “trabalho missionário”, a atividade evangelística. O estar agindo em conformidade com o Plano da Redenção, em combinado com o trabalho do próprio Deus, sem dúvida alguma, tem um enorme propósito. Propósito duplo! Para quem o pratica e para quem por ele é alcançado!

Numa de Suas orientações, Cristo falou que devemos orar pela atividade missionária. Disse Ele: “E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades. Vendo Ele as multidões, compadeceu-Se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor. E, então, Se dirigiu a Seus discípulos: ‘A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a Sua seara’” (Mateus 9:35-38).

Se alguém pedisse para eu fazer uma versão particular desse texto, eu diria assim: “Enquanto esperamos a volta de Jesus, tem gente esperando para saber disso também! E daí? Vamos ficar parados?”

Em 2Pedro 3:11 e 12 está escrito: “Deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do Dia de Deus”.

Que Deus nos abençoe, irmãos. Tenhamos uma ótima semana na doce companhia dAquele que nos dá o privilégio de fazer parte de Sua obra, de Seu trabalho.

“Se nos humilhássemos perante Deus, e fôssemos bondosos e corteses, compassivos e piedosos, haveria uma centena de conversões à verdade onde agora há apenas uma” (Testemunhos Para a Igreja, vol. 9, pág. 189).

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para hoje 17/09/2016 – clique aqui]]
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoEnquanto esperamos a vinda de Jesus (18 de setembro de 2016).

Em Gálatas 6:10 está escrito que, “enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé”. Família da fé! Que expressão bonita, não é mesmo? Família!

Em Efésios 2:9, Paulo toca nessa expressão novamente: “Já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus”. Olha aí! Que lindo! Da família de Deus!

Bem, em Mateus 24, Jesus nos faz a seguinte exortação: “Se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (versos 43 e 44). E, então, Ele levanta o assunto. Coloca o tema num patamar mais elevado. “Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o Senhor confiou os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo? Bem-aventurado aquele servo a quem seu Senhor, quando vier, achar fazendo assim” (versos 45 e 46).

Irmãos, a ordem de Jesus é para que haja “vigilância” associada com “trabalho”. Enquanto aguardamos aquele Dia – até lá, a todo o momento – devemos nos interessar pelos que fazem parte da família de Deus. A minha vida espiritual. A vida espiritual dos meus filhos. A dos membros da minha igreja local. E – sem jamais esquecer disso – daqueles por quem Jesus deu a Sua vida, desejoso que venham para o mesmo “aprisco”.

Jesus sabia o dia exato de Sua morte. Sabia que era naquela Páscoa, naquela sexta-feira. E vejam só como Ele até nisso nos serve de exemplo: até o último momento, até o último fôlego, Ele trabalhou em favor da salvação. Pediu que João cuidasse de Sua mãe. Pediu que o Pai nos perdoasse. Garantiu ao “bom” ladrão que a sua salvação estava sendo paga. Trabalhou até o fim!

Depois de Sua ressurreição, ainda pensando em trabalho, Jesus teve uma conversa significativa com Pedro. Quem dera imaginássemos Jesus, hoje, ao nosso lado, falando aquelas mesmas palavras!

O Mestre disse assim:

Simão, amas-Me mais do que estes outros? Ele respondeu: ‘Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo’. Ele lhe disse: Apascenta os Meus cordeiros”.

Seguidinho, disse outra vez: “Simão, tu Me amas? Ele lhe respondeu: ‘Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo’. Disse-lhe Jesus: Pastoreia as Minhas ovelhas”.

E, “pela terceira vez, Jesus lhe perguntou: Simão, tu Me amas? Pedro entristeceu-se por Ele lhe ter dito, pela terceira vez: ‘Tu me amas?’ E respondeu-Lhe: ‘Senhor, Tu sabes todas as coisas, Tu sabes que eu Te amo’. Jesus lhe disse: Apascenta as minhas ovelhas” (João 21:15-17).

No final de sua vida – uma vida entregue para a obra de Deus – Pedro recordou a conversa que Jesus havia tido com ele, e disse aos membros da igreja: “Pastoreai o rebanho de Deus” (1Pedro 5:2).

Dia desses, interessante isso, estudamos que Jesus “conquistava” a confiança das pessoas. Em minha classe, ao perguntar aos irmãos como fazer para conquistar a confiança deles, dentre as respostas, uma foi esta: “É recíproco. Se você for confiável, você vai conquistar a minha confiança!”

Irmãos, não é interessante Jesus confiar a Sua família aos nossos cuidados? Não é interessante isso? Vocês já pararam para pensar na recíproca relação de confiança entre Deus e nós? Ela é verdadeira?

Eu li, e não posso deixar de recomendar: “Revelando a cruz”, na Meditação Matinal de 30/09/1986 (Refletindo a Cristo, pág. 279) – clique aqui.

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para hoje 18/09/2016 – clique aqui]]
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaReavivamento e reforma enquanto esperamos (19 de setembro de 2016).

Tendo conhecido pessoalmente o Senhor Jesus e testemunhado Suas ações, e tendo consagrado toda a sua vida na causa do Mestre, o apóstolo Pedro disse com toda segurança: “Não retarda o Senhor a Sua Promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pedro 3:9).

Bem, ao falar em “arrependimento”, estamos falando em “nova vida”; na diária busca por “novidade de vida”. Carecemos de “espiritualidade”; de constante busca por “reavivamento” e por “reforma”!

Encontrei numa antiga Meditação Matinal da senhora White a seguinte instrução:

“‘Utilizando o tempo com sabedoria’ – 29/09/1986.

No zelo, não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor’ (Romanos 12:11).

O talento do tempo é precioso. Ele nos é dado cada dia em confiança, e seremos chamados a prestar contas do mesmo diante de Deus. Devemos usá-lo para a glória de Deus, e se quisermos prolongar a vida, e obter a vida que se compara à vida de Deus, precisamos dar alimento puro à mente. Não se deve desperdiçar o tempo que poderia ter sido utilizado para bons propósitos.

Jesus Cristo é nossa pedra de toque espiritual. Ele revela o Pai. Não se deve dar como alimento ao cérebro qualquer coisa que coloque diante da mente uma névoa ou nuvem com relação à Palavra de Deus. Não deve haver qualquer negligência com respeito ao cultivo do solo do coração. […]

Do justo emprego do tempo depende nosso êxito no conhecimento e cultura mental. A cultura do intelecto não precisa ser tolhida por pobreza, origem humilde ou circunstâncias desfavoráveis, contanto que se aproveitem os momentos. Alguns momentos aqui e outros ali, que poderiam ser dissipados em conversas inúteis; as horas matutinas tantas vezes desperdiçadas no leito; o tempo gasto em viagens de bonde ou trem, ou em espera na estação; os minutos de espera pelas refeições, de espera pelos que são impontuais – se se tivesse um livro à mão, e estes retalhos de tempo fossem empregados estudando, lendo ou meditando, que não poderia ser conseguido! O propósito resoluto, a aplicação persistente e cautelosa economia de tempo, habilitarão os homens para adquirirem conhecimento e disciplina mental que os qualificarão para quase qualquer posição de influência e utilidade.

É o dever de todo cristão adotar hábitos de ordem, perfeição e presteza. … Decidam quanto tempo requer certo trabalho, e então se esforcem para executá-lo no dado tempo. O exercício da força de vontade tornará as mãos mais ágeis. […]

É pecado desperdiçar nosso tempo; é pecado desperdiçar nossos pensamentos. Perdemos todo momento que dedicamos ao egoísmo. Se cada momento fosse devidamente avaliado e empregado do modo adequado, teríamos tempo para tudo que necessitamos fazer para nós mesmos ou para o mundo. No emprego do dinheiro, no uso do tempo, das energias, das oportunidades, volva-se cada cristão para Deus em busca de guia. […]

Deus assegura aos homens o dom do tempo, com o desígnio de promover-Lhe a glória” (Refletindo a Cristo, pág. 278).

Irmãos, temos uma obra a fazer. É importantíssima! Antes de querer que os outros andem no caminho do Senhor, andemos nós. Comecemos a transformação por nós mesmos. E isso nós fazemos com oração e com leitura da Palavra de Deus. É dessa combinação que, como fruto da confiança na poderosa mão de Deus, vamos para as atividades missionárias.

Portanto, se não há atividade missionária suficiente, é porque não tem havido oração e estudo da Bíblia suficientes também. Por não confiarmos em Deus, “empacamos” no deserto. Nós mesmos retardamos aquele Dia – o Dia em que deveríamos estar frente a frente com a Canaã Celestial.

Disse Aquele que prometeu, e que é Fiel: “Sem Mim, nada podeis fazer”. Então, como fazer?

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaA missão da igreja enquanto esperamos (20 de setembro de 2016).

No final do primeiro parágrafo da Lição de hoje, há uma frase que resume a Lição do trimestre inteiro. Olha só que interessante: “A igreja existe por que há uma missão, e não o contrário”.

Ou seja, Deus não criou primeiro a igreja, e então teve que inventar um objetivo para ela. Não! Jamais! Ao nos ser ensinado que Cristo é o Cordeiro morto antes da fundação do mundo, temos a indicação de que o Plano da Redenção já existia antes da Criação de nosso planeta. O Evangelho é eterno não só em relação ao futuro. Desde o passado ele já existia. Apenas não era do conhecimento de nenhuma criatura. Não havia motivo para alguma criatura saber disso, pois, afinal de contas, não havia “pecado”, não havia “pecador”, não havia motivo para instituir o Plano, não havia razão para Cristo Se posicionar como Salvador. Mas, em Seu propósito, se precisássemos, Ele já havia Se comprometido em nos salvar. Já havia uma “Missão” (com letra maiúscula).

Portanto, aplicando ao contexto geral da Bíblia, Abraão não foi chamado para, depois, existir uma missão. Não lhe foi dada uma família para, depois, existir uma missão. Não foi formada uma igreja para, depois, existir uma missão. Não. Nós é quem fomos inseridos numa missão já existente.

E a missão é: “Fazer discípulos de todos os povos, comunicando o evangelho eterno (a tríplice mensagem angélica), levando-os a aceitar Jesus como Salvador pessoal e a se unirem à Sua igreja remanescente, discipulando-os para servi-Lo como Senhor e preparando-os para a Sua breve volta”.

Como fazer isso? Bem, a Lição do trimestre nos deu muitos exemplos. Embora fosse desenvolvida na história de Jesus, em Seu ministério terrestre, sempre foram dados exemplos do que alguma de nossas igrejas andava fazendo em alguma parte do mundo. Várias são as maneiras. E, bem por isso, como igreja organizada, temos vários “departamentos”, diversos “ministérios”.

Um exemplo: os desbravadores. Quantas coisas os desbravadores podem fazer em favor da comunidade! Campanha de conscientização contra o mosquito da dengue, incluindo limpeza de lotes e praças; campanha do Zé Gotinha; ajuda humanitária em caso de tragédias, como inundações e desmoronamentos; visitas a asilos e orfanatos; etc., etc., e etc.

“Ah, mas eu não tenho mais idade para ser desbravador!” Ora, a igreja tem outros ministérios! Aproxime-se de um deles!

Mas – voltando aos desbravadores – mesmo que a minha idade esteja acima, com certeza eu posso sim colaborar com as atividades deles. Posso providenciar um território para as campanhas. Posso notificá-los a respeito de alguma urgência da comunidade. Posso conversar com alguém da Secretaria de Saúde do município. Posso ouvir as necessidades da Secretaria de Assistência Social de minha cidade, e oferecer o auxílio. Posso encaminhar um jovem não adventista para que faça parte do clube. Posso até mesmo patrocinar financeiramente algumas das ações dos desbravadores.

E, então, como igreja organizada, através dos desbravadores, estaremos nos misturando com as pessoas, demonstrando que queremos o bem delas, revelando nossa compaixão diante de suas carências, ministrando suas necessidades. E quando chegar o momento de dizer-lhes: “Segue-Me”, por conhecerem a nossa voz (aliás, a Sua voz), estarão mais dispostas a responder positivamente.

Meu particular receio, no entanto, é esse – faço questão de expressá-lo: (1) Como igreja, ficamos muito tempo sem fazer nada, até que, de repente, quando alguém toca no assunto, então queremos, também como igreja, fazer tudo, e ao mesmo tempo – e acabamos não fazendo nada novamente, ou fazendo mal feito. Ora, diante da defasagem, e da insuficiência de recursos, escolham uma coisa, e a façam bem feito. Depois disso, então façam uma segunda coisa. (2) Pegamos a mania de não dar “continuidade”. Um ano se faz uma determinada campanha, no outro, não. O líder desse ano diz que é para pintar o muro de azul; o do ano que vem, de amarelo; e o do outro, que derrubem o muro. Ora, qual é a vocação da igreja local? Qual é a necessidade da comunidade em que estamos inseridos? Por que não damos “continuidade”? Por que não somos perseverantes? Por que plantamos e não colhemos? Por acaso escolhemos o projeto errado?

Bem, graças a Deus, a Lição da Escola Sabatina trouxe esse tão necessário e tão proveitoso tema. Deus orientou a igreja para que preparasse esse estudo tão atual e urgente.

Jesus Cristo está prestes a retornar. E Ele espera que mais e mais pessoas saibam desse assunto e estejam preparados para o grande Dia. Graças a Deus, como igreja, através dos mais variados talentos, Ele nos capacitou para o cumprimento de Seu chamado.

De alguma forma, querido irmão, “ide e pregai o Evangelho”.

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaPreparação para a colheita final enquanto esperamos (21 de setembro de 2016).

Usando a ilustração da pessoa que trabalhava no campo, Jesus nos ensinou que há diversas etapas entre o plantio e a comida na mesa. A escolha da semente; o preparo do solo; a adubação; o plantio; a irrigação; o cuidado com as pragas; o tempo de crescimento; a maturação; a colheita; o transporte; o armazenamento; a comercialização; a comida na panela; e, por fim, o alimento na mesa.

Lembro-me de um sermão de 1978. O então pastor de nossa igreja disse que um testemunha de Jeová teria dito assim para ele: “Gostamos muito dos adventistas. Vocês plantam, nós colhemos!” Bem, se assim ou não, nunca me esqueci dessa frase, desse sermão. E agora, ao preparar o Comentário, me deu vontade de compartilhar com vocês.

Outra ilustração que me veio à mente é a de atletas brasileiros. Geralmente, o discurso deles tem sido assim: “Só de estar aqui já me sinto realizado”. Isso é eco de uma publicidade antiga, em que o famoso Emerson Fittipaldi dizia: “O importante é competir”. Bem, descontada toda dificuldade de estrutura e de patrocínio esportivo em nosso país, os esportistas de outras nações competem é para ganhar a medalha de ouro! Houve planejamento, investimento, organização e execução. Competem para vencer. Para conquistar o primeiro lugar. E eu não estou me referindo unicamente aos Estados Unidos não, que geralmente vencem diversas modalidades. Me refiro também aos países que só têm uma modalidade, mas a realizam de modo vitorioso. A Jamaica nas corridas de curta distância. A Etiópia e o Quênia, nas de longa distância.

Irmãos, enquanto esperamos, além de ativos na missão, devemos fazer a missão de forma correta e completa. “Tudo quanto vier à mão para realizar, faze-o com o melhor das tuas forças” (Eclesiastes 9:10). “Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens” (Colossenses 3:23).

Se os recursos não são suficientes, os recursos que temos devem ser bem empregados. Se planejarmos bem, se executarmos bem, devemos estar preparados para a colheita final também. Ela vai acontecer – a menos que, pela tal falta de continuidade, deixarmos para outra denominação colher.

Notem: uma coisa é um adventista plantar e outro colher – outra coisa bem diferente é um adventista plantar e uma outra denominação colher. É sinal de que as etapas não estavam bem definidas ou bem executadas. Faltou alguma coisa no “fundamento”.

“Deus tem necessidade de homens e mulheres sábios que trabalhem diligentemente para realizar a obra que lhes foi confiada. Ele os empregará como instrumentos na conversão de almas. Uns semearão, e outros hão de segar a colheita do que foi semeado. Faça cada um o que lhe for possível para desenvolver seus talentos, para que Deus Se sirva dele, seja como semeador, seja como ceifeiro” (Obreiros Evangélicos, pág. 410).

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuintaA espera terminou (22 de setembro de 2016).

Li, e não posso deixar vocês sem saber. Está numa antiga Meditação Matinal de Ellen White:

Finalmente o Lar! – 17/12/1974.

Mas, como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam’ (1Coríntios 2:9).

Enquanto vos deleitais nas atraentes belezas da Terra, pensai no mundo por vir, o qual não conhecerá jamais a mancha do pecado e morte; onde a face da natureza não mais apresentará as sombras da maldição. Representai-vos na imaginação o lar dos remidos, e lembrai-vos de que ele será mais glorioso do que o pode pintar vossa mais brilhante imaginação. Nos variados dons de Deus em a natureza só discernimos o mais pálido vislumbre de Sua glória.

E afinal abrir-se-ão as portas do Céu para dar entrada aos filhos de Deus, e dos lábios do Rei da glória brotarão as palavras que lhes soarão aos ouvidos qual música inefável: ‘Vinde, benditos de Meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo’ (Mateus 25:34). Então os remidos receberão as boas-vindas às moradas que Jesus lhes está preparando. […]

Vi … Jesus conduzir a multidão dos remidos à porta da cidade. Lançou mão da porta e girou-a sobre os seus resplandecentes gonzos, e mandou entrarem as nações que haviam observado a verdade. Dentro da cidade havia tudo para deleitar a vista. Contemplavam por toda parte uma intensa glória. Então Jesus olhou para os Seus santos remidos; seus rostos estavam radiantes de glória; e, fixando Seu olhar amorável sobre eles, disse com Sua preciosa e melodiosa voz: ‘Vejo o trabalho de Minha alma, e estou satisfeito. Esta magnificente glória é vossa, para a fruíres eternamente. Vossas tristezas estão terminadas. Não mais haverá morte, nem tristeza, nem pranto; tampouco haverá mais dor’. …

A linguagem é demasiadamente fraca para tentar uma descrição do Céu. Apresentando-se diante de mim aquela cena, fico inteiramente absorta. Enlevada pelo insuperável esplendor e excelente glória, deponho a pena e exclamo: ‘Oh, que amor! que amor maravilhoso!’ A linguagem mais exaltada não consegue descrever a glória do Céu, ou as profundidades incomparáveis do amor de um Salvador” (Maravilhosa Graça de Deus, pág. 357).

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSextaConclusão (23 de setembro de 2016).

“O Senhor Jesus está provando os corações humanos, por meio da concessão de Sua misericórdia e graça abundantes. Está efetuando transformações tão admiráveis que Satanás, … fica a olhá-las como a uma fortaleza, inexpugnável aos seus enganos. São para ele um mistério incompreensível. Os anjos de Deus… veem, com admiração e alegria, que homens decaídos, que eram filhos da ira, estejam por meio do ensino de Cristo formando caráter segundo a semelhança divina, para serem filhos e filhas de Deus, e desempenharem um papel importante nas ocupações e prazeres do Céu.

O Senhor proveu a Sua igreja de capacidade e bênçãos, para que apresentasse ao mundo uma imagem de Sua suficiência, e nEle se completasse, como uma contínua representação de outro mundo, eterno, onde há leis mais elevadas que as terrestres. Sua igreja deve ser um templo construído segundo a semelhança divina. […]

À Sua Igreja deu Cristo amplas possibilidades, para que viesse a receber de Sua possessão resgatada e comprada um grande tributo de glórias. A Igreja, revestida da justiça de Cristo, é Sua depositária, na qual as riquezas de Sua misericórdia, amor e graça, se hão de por fim revelar plenamente. A declaração que fez em Sua oração intercessora, de que o amor do Pai é tão grande para conosco como para consigo mesmo, na qualidade de Filho unigênito, e que estaremos com Ele onde estiver, e que seremos um com Cristo e o Pai, é uma maravilha para o exército celestial, e constitui sua grande alegria. O dom de Seu Espírito Santo, rico, pleno e abundante, deve ser para Sua igreja semelhante a uma protetora muralha de fogo, contra que não prevalecerão os poderes do inferno.

Na imaculada pureza e perfeição de Seu povo, Cristo vê a recompensa de todos os Seus sofrimentos, humilhação e amor, e como suplemento de Sua glória – sendo Ele o grande centro de que irradia toda glória. ‘Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro’ (Apocalipse 19:9)” (Nos Lugares Celestiais, pág. 282).

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 13 – Sábado, 17 de setembro de 2016 – “Como devemos esperar?” – Introdução

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (17 de setembro de 2016).

Irmãos, antes de começar o “comentário” propriamente dito, peço uma gentileza a vocês: por favor, leiam “Transformações assombrosas”, escrito por Ellen White – (cliquem aqui).

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Bem, agora sim, o Comentário:

Isaías escreveu um verso de grande significado para nós. É muito famoso! Diz assim: “Naquele Dia, se dirá: ‘Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará; este é o SENHOR, a quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos’” (Isaías 25:9).

Irmãos, esse Dia se aproxima. Em breve o nosso Salvador virá. E a Lição, ao tocar nesse assunto, nos faz pensar no seguinte: “Como devemos esperar?” O que fazer enquanto esperamos? Ficar ocioso vai nos ajudar? E trabalhar? Há algum sentido em trabalhar enquanto esperamos?

Um dia, Jesus Se expressou assim: “Meu Pai trabalha até agora, e Eu trabalho também” (João 5:17). De que trabalho Ele estava falando?

Num outro, disse assim: “[Não vou ficar ocioso] Vou preparar-vos lugar” (João 14:2).

E nós? Como devemos esperar? Será que devemos nos “preparar” para aquele lugar?

Bem, eu creio que a “demora” tem um propósito. O tempo de espera não existe à toa! Tem um propósito! Outra coisa que também entendo que tem propósito é o “trabalho missionário”, a atividade evangelística. O estar agindo em conformidade com o Plano da Redenção, em combinado com o trabalho do próprio Deus, sem dúvida alguma, tem um enorme propósito. Propósito duplo! Para quem o pratica e para quem por ele é alcançado!

Numa de Suas orientações, Cristo falou que devemos orar pela atividade missionária. Disse Ele: “E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades. Vendo Ele as multidões, compadeceu-Se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor. E, então, Se dirigiu a Seus discípulos: ‘A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a Sua seara’” (Mateus 9:35-38).

Se alguém pedisse para eu fazer uma versão particular desse texto, eu diria assim: “Enquanto esperamos a volta de Jesus, tem gente esperando para saber disso também! E daí? Vamos ficar parados?”

Em 2Pedro 3:11 e 12 está escrito: “Deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do Dia de Deus”.

Que Deus nos abençoe, irmãos. Tenhamos uma ótima semana na doce companhia dAquele que nos dá o privilégio de fazer parte de Sua obra, de Seu trabalho.

“Se nos humilhássemos perante Deus, e fôssemos bondosos e corteses, compassivos e piedosos, haveria uma centena de conversões à verdade onde agora há apenas uma” (Testemunhos Para a Igreja, vol. 9, pág. 189).

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 13 – Domingo, 18 de setembro de 2016 – “Como devemos esperar?” – Enquanto esperamos a vinda de Jesus

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoEnquanto esperamos a vinda de Jesus (18 de setembro de 2016).

Em Gálatas 6:10 está escrito que, “enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé”. Família da fé! Que expressão bonita, não é mesmo? Família!

Em Efésios 2:9, Paulo toca nessa expressão novamente: “Já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus”. Olha aí! Que lindo! Da família de Deus!

Bem, em Mateus 24, Jesus nos faz a seguinte exortação: “Se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (versos 43 e 44). E, então, Ele levanta o assunto. Coloca o tema num patamar mais elevado. “Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o Senhor confiou os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo? Bem-aventurado aquele servo a quem seu Senhor, quando vier, achar fazendo assim” (versos 45 e 46).

Irmãos, a ordem de Jesus é para que haja “vigilância” associada com “trabalho”. Enquanto aguardamos aquele Dia – até lá, a todo o momento – devemos nos interessar pelos que fazem parte da família de Deus. A minha vida espiritual. A vida espiritual dos meus filhos. A dos membros da minha igreja local. E – sem jamais esquecer disso – daqueles por quem Jesus deu a Sua vida, desejoso que venham para o mesmo “aprisco”.

Jesus sabia o dia exato de Sua morte. Sabia que era naquela Páscoa, naquela sexta-feira. E vejam só como Ele até nisso nos serve de exemplo: até o último momento, até o último fôlego, Ele trabalhou em favor da salvação. Pediu que João cuidasse de Sua mãe. Pediu que o Pai nos perdoasse. Garantiu ao “bom” ladrão que a sua salvação estava sendo paga. Trabalhou até o fim!

Depois de Sua ressurreição, ainda pensando em trabalho, Jesus teve uma conversa significativa com Pedro. Quem dera imaginássemos Jesus, hoje, ao nosso lado, falando aquelas mesmas palavras!

O Mestre disse assim:

Simão, amas-Me mais do que estes outros? Ele respondeu: ‘Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo’. Ele lhe disse: Apascenta os Meus cordeiros”.

Seguidinho, disse outra vez: “Simão, tu Me amas? Ele lhe respondeu: ‘Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo’. Disse-lhe Jesus: Pastoreia as Minhas ovelhas”.

E, “pela terceira vez, Jesus lhe perguntou: Simão, tu Me amas? Pedro entristeceu-se por Ele lhe ter dito, pela terceira vez: ‘Tu me amas?’ E respondeu-Lhe: ‘Senhor, Tu sabes todas as coisas, Tu sabes que eu Te amo’. Jesus lhe disse: Apascenta as minhas ovelhas” (João 21:15-17).

No final de sua vida – uma vida entregue para a obra de Deus – Pedro recordou a conversa que Jesus havia tido com ele, e disse aos membros da igreja: “Pastoreai o rebanho de Deus” (1Pedro 5:2).

Dia desses, interessante isso, estudamos que Jesus “conquistava” a confiança das pessoas. Em minha classe, ao perguntar aos irmãos como fazer para conquistar a confiança deles, dentre as respostas, uma foi esta: “É recíproco. Se você for confiável, você vai conquistar a minha confiança!”

Irmãos, não é interessante Jesus confiar a Sua família aos nossos cuidados? Não é interessante isso? Vocês já pararam para pensar na recíproca relação de confiança entre Deus e nós? Ela é verdadeira?

Eu li, e não posso deixar de recomendar: “Revelando a cruz”, na Meditação Matinal de 30/09/1986 (Refletindo a Cristo, pág. 279) – clique aqui.

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 13 – Segunda, 19 de setembro de 2016 – “Como devemos esperar?” – Reavivamento e reforma enquanto esperamos

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaReavivamento e reforma enquanto esperamos (19 de setembro de 2016).

Tendo conhecido pessoalmente o Senhor Jesus e testemunhado Suas ações, e tendo consagrado toda a sua vida na causa do Mestre, o apóstolo Pedro disse com toda segurança: “Não retarda o Senhor a Sua Promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pedro 3:9).

Bem, ao falar em “arrependimento”, estamos falando em “nova vida”; na diária busca por “novidade de vida”. Carecemos de “espiritualidade”; de constante busca por “reavivamento” e por “reforma”!

Encontrei numa antiga Meditação Matinal da senhora White a seguinte instrução:

“‘Utilizando o tempo com sabedoria’ – 29/09/1986.

No zelo, não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor’ (Romanos 12:11).

O talento do tempo é precioso. Ele nos é dado cada dia em confiança, e seremos chamados a prestar contas do mesmo diante de Deus. Devemos usá-lo para a glória de Deus, e se quisermos prolongar a vida, e obter a vida que se compara à vida de Deus, precisamos dar alimento puro à mente. Não se deve desperdiçar o tempo que poderia ter sido utilizado para bons propósitos.

Jesus Cristo é nossa pedra de toque espiritual. Ele revela o Pai. Não se deve dar como alimento ao cérebro qualquer coisa que coloque diante da mente uma névoa ou nuvem com relação à Palavra de Deus. Não deve haver qualquer negligência com respeito ao cultivo do solo do coração. […]

Do justo emprego do tempo depende nosso êxito no conhecimento e cultura mental. A cultura do intelecto não precisa ser tolhida por pobreza, origem humilde ou circunstâncias desfavoráveis, contanto que se aproveitem os momentos. Alguns momentos aqui e outros ali, que poderiam ser dissipados em conversas inúteis; as horas matutinas tantas vezes desperdiçadas no leito; o tempo gasto em viagens de bonde ou trem, ou em espera na estação; os minutos de espera pelas refeições, de espera pelos que são impontuais – se se tivesse um livro à mão, e estes retalhos de tempo fossem empregados estudando, lendo ou meditando, que não poderia ser conseguido! O propósito resoluto, a aplicação persistente e cautelosa economia de tempo, habilitarão os homens para adquirirem conhecimento e disciplina mental que os qualificarão para quase qualquer posição de influência e utilidade.

É o dever de todo cristão adotar hábitos de ordem, perfeição e presteza. … Decidam quanto tempo requer certo trabalho, e então se esforcem para executá-lo no dado tempo. O exercício da força de vontade tornará as mãos mais ágeis. […]

É pecado desperdiçar nosso tempo; é pecado desperdiçar nossos pensamentos. Perdemos todo momento que dedicamos ao egoísmo. Se cada momento fosse devidamente avaliado e empregado do modo adequado, teríamos tempo para tudo que necessitamos fazer para nós mesmos ou para o mundo. No emprego do dinheiro, no uso do tempo, das energias, das oportunidades, volva-se cada cristão para Deus em busca de guia. […]

Deus assegura aos homens o dom do tempo, com o desígnio de promover-Lhe a glória” (Refletindo a Cristo, pág. 278).

Irmãos, temos uma obra a fazer. É importantíssima! Antes de querer que os outros andem no caminho do Senhor, andemos nós. Comecemos a transformação por nós mesmos. E isso nós fazemos com oração e com leitura da Palavra de Deus. É dessa combinação que, como fruto da confiança na poderosa mão de Deus, vamos para as atividades missionárias.

Portanto, se não há atividade missionária suficiente, é porque não tem havido oração e estudo da Bíblia suficientes também. Por não confiarmos em Deus, “empacamos” no deserto. Nós mesmos retardamos aquele Dia – o Dia em que deveríamos estar frente a frente com a Canaã Celestial.

Disse Aquele que prometeu, e que é Fiel: “Sem Mim, nada podeis fazer”. Então, como fazer?

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 13 – Terça, 20 de setembro de 2016 – “Como devemos esperar?” – A missão da igreja enquanto esperamos

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerça A missão da igreja enquanto esperamos (20 de setembro de 2016).

No final do primeiro parágrafo da Lição de hoje, há uma frase que resume a Lição do trimestre inteiro. Olha só que interessante: “A igreja existe por que há uma missão, e não o contrário”.

Ou seja, Deus não criou primeiro a igreja, e então teve que inventar um objetivo para ela. Não! Jamais! Ao nos ser ensinado que Cristo é o Cordeiro morto antes da fundação do mundo, temos a indicação de que o Plano da Redenção já existia antes da Criação de nosso planeta. O Evangelho é eterno não só em relação ao futuro. Desde o passado ele já existia. Apenas não era do conhecimento de nenhuma criatura. Não havia motivo para alguma criatura saber disso, pois, afinal de contas, não havia “pecado”, não havia “pecador”, não havia motivo para instituir o Plano, não havia razão para Cristo Se posicionar como Salvador. Mas, em Seu propósito, se precisássemos, Ele já havia Se comprometido em nos salvar. Já havia uma “Missão” (com letra maiúscula).

Portanto, aplicando ao contexto geral da Bíblia, Abraão não foi chamado para, depois, existir uma missão. Não lhe foi dada uma família para, depois, existir uma missão. Não foi formada uma igreja para, depois, existir uma missão. Não. Nós é quem fomos inseridos numa missão já existente.

E a missão é: “Fazer discípulos de todos os povos, comunicando o evangelho eterno (a tríplice mensagem angélica), levando-os a aceitar Jesus como Salvador pessoal e a se unirem à Sua igreja remanescente, discipulando-os para servi-Lo como Senhor e preparando-os para a Sua breve volta”.

Como fazer isso? Bem, a Lição do trimestre nos deu muitos exemplos. Embora fosse desenvolvida na história de Jesus, em Seu ministério terrestre, sempre foram dados exemplos do que alguma de nossas igrejas andava fazendo em alguma parte do mundo. Várias são as maneiras. E, bem por isso, como igreja organizada, temos vários “departamentos”, diversos “ministérios”.

Um exemplo: os desbravadores. Quantas coisas os desbravadores podem fazer em favor da comunidade! Campanha de conscientização contra o mosquito da dengue, incluindo limpeza de lotes e praças; campanha do Zé Gotinha; ajuda humanitária em caso de tragédias, como inundações e desmoronamentos; visitas a asilos e orfanatos; etc., etc., e etc.

“Ah, mas eu não tenho mais idade para ser desbravador!” Ora, a igreja tem outros ministérios! Aproxime-se de um deles!

Mas – voltando aos desbravadores – mesmo que a minha idade esteja acima, com certeza eu posso sim colaborar com as atividades deles. Posso providenciar um território para as campanhas. Posso notificá-los a respeito de alguma urgência da comunidade. Posso conversar com alguém da Secretaria de Saúde do município. Posso ouvir as necessidades da Secretaria de Assistência Social de minha cidade, e oferecer o auxílio. Posso encaminhar um jovem não adventista para que faça parte do clube. Posso até mesmo patrocinar financeiramente algumas das ações dos desbravadores.

E, então, como igreja organizada, através dos desbravadores, estaremos nos misturando com as pessoas, demonstrando que queremos o bem delas, revelando nossa compaixão diante de suas carências, ministrando suas necessidades. E quando chegar o momento de dizer-lhes: “Segue-Me”, por conhecerem a nossa voz (aliás, a Sua voz), estarão mais dispostas a responder positivamente.

Meu particular receio, no entanto, é esse – faço questão de expressá-lo: (1) Como igreja, ficamos muito tempo sem fazer nada, até que, de repente, quando alguém toca no assunto, então queremos, também como igreja, fazer tudo, e ao mesmo tempo – e acabamos não fazendo nada novamente, ou fazendo mal feito. Ora, diante da defasagem, e da insuficiência de recursos, escolham uma coisa, e a façam bem feito. Depois disso, então façam uma segunda coisa. (2) Pegamos a mania de não dar “continuidade”. Um ano se faz uma determinada campanha, no outro, não. O líder desse ano diz que é para pintar o muro de azul; o do ano que vem, de amarelo; e o do outro, que derrubem o muro. Ora, qual é a vocação da igreja local? Qual é a necessidade da comunidade em que estamos inseridos? Por que não damos “continuidade”? Por que não somos perseverantes? Por que plantamos e não colhemos? Por acaso escolhemos o projeto errado?

Bem, graças a Deus, a Lição da Escola Sabatina trouxe esse tão necessário e tão proveitoso tema. Deus orientou a igreja para que preparasse esse estudo tão atual e urgente.

Jesus Cristo está prestes a retornar. E Ele espera que mais e mais pessoas saibam desse assunto e estejam preparados para o grande Dia. Graças a Deus, como igreja, através dos mais variados talentos, Ele nos capacitou para o cumprimento de Seu chamado.

De alguma forma, querido irmão, “ide e pregai o Evangelho”.

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 13 – Quarta, 21 de setembro de 2016 – “Como devemos esperar?” – Preparação para a colheita final enquanto esperamos

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaPreparação para a colheita final enquanto esperamos (21 de setembro de 2016).

Usando a ilustração da pessoa que trabalhava no campo, Jesus nos ensinou que há diversas etapas entre o plantio e a comida na mesa. A escolha da semente; o preparo do solo; a adubação; o plantio; a irrigação; o cuidado com as pragas; o tempo de crescimento; a maturação; a colheita; o transporte; o armazenamento; a comercialização; a comida na panela; e, por fim, o alimento na mesa.

Lembro-me de um sermão de 1978. O então pastor de nossa igreja disse que um testemunha de Jeová teria dito assim para ele: “Gostamos muito dos adventistas. Vocês plantam, nós colhemos!” Bem, se assim ou não, nunca me esqueci dessa frase, desse sermão. E agora, ao preparar o Comentário, me deu vontade de compartilhar com vocês.

Outra ilustração que me veio à mente é a de atletas brasileiros. Geralmente, o discurso deles tem sido assim: “Só de estar aqui já me sinto realizado”. Isso é eco de uma publicidade antiga, em que o famoso Emerson Fittipaldi dizia: “O importante é competir”. Bem, descontada toda dificuldade de estrutura e de patrocínio esportivo em nosso país, os esportistas de outras nações competem é para ganhar a medalha de ouro! Houve planejamento, investimento, organização e execução. Competem para vencer. Para conquistar o primeiro lugar. E eu não estou me referindo unicamente aos Estados Unidos não, que geralmente vencem diversas modalidades. Me refiro também aos países que só têm uma modalidade, mas a realizam de modo vitorioso. A Jamaica nas corridas de curta distância. A Etiópia e o Quênia, nas de longa distância.

Irmãos, enquanto esperamos, além de ativos na missão, devemos fazer a missão de forma correta e completa. “Tudo quanto vier à mão para realizar, faze-o com o melhor das tuas forças” (Eclesiastes 9:10). “Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens” (Colossenses 3:23).

Se os recursos não são suficientes, os recursos que temos devem ser bem empregados. Se planejarmos bem, se executarmos bem, devemos estar preparados para a colheita final também. Ela vai acontecer – a menos que, pela tal falta de continuidade, deixarmos para outra denominação colher.

Notem: uma coisa é um adventista plantar e outro colher – outra coisa bem diferente é um adventista plantar e uma outra denominação colher. É sinal de que as etapas não estavam bem definidas ou bem executadas. Faltou alguma coisa no “fundamento”.

“Deus tem necessidade de homens e mulheres sábios que trabalhem diligentemente para realizar a obra que lhes foi confiada. Ele os empregará como instrumentos na conversão de almas. Uns semearão, e outros hão de segar a colheita do que foi semeado. Faça cada um o que lhe for possível para desenvolver seus talentos, para que Deus Se sirva dele, seja como semeador, seja como ceifeiro” (Obreiros Evangélicos, pág. 410).

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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