Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Descanso em Cristo – 2º trimestre, 30 de abril a 7 de maio de 2016

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6
– clique na opção desejada: [Lição 5] – ou Lição 6 de  [sábado]  –  [domingo]  –  [segunda]  –  [terça]  –  [quarta]  –  [quinta]  –  [sexta] – ou o texto completo abaixo:
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (30 de abril de 2016).

Estamos aprendendo que Mateus não escreveu a história de Jesus de forma rigorosamente cronológica, como fizeram os outros evangelistas. Ele às vezes vai um pouquinho pra frente e, de repente, volta um tantinho. Seu interesse era agrupar as histórias por “tema”, por “assunto”. Também, ficamos sabendo que ele escreveu o seu evangelho em algum momento entre 20 a 30 anos depois da morte e ressurreição de Jesus Cristo. Por fim, aprendemos que o seu público alvo era os judeus ainda não cristãos, que, no entanto, conheciam o Velho Testamento.

Com isso em mente, um tema “comum” para eles (judeus e cristãos) está sendo destacado para o nosso estudo nessa nova semana: a guarda do sábado. O descanso no sétimo dia era um tema natural para o judaísmo e o cristianismo.

Mas notem bem: o assunto não é o sábado “versus” o domingo. Na mente deles não se cogitava a substituição do sábado pelo domingo. Então, a questão não é essa. A questão é sobre a guarda do sábado. Aliás, “como deve ser” a guarda do sábado. A “qualidade” que o sábado merece. O sentido “divino” para o sábado. Um judeu “não cristão” jamais aceitaria o Messias dos cristãos se Este não observasse o sábado. Então, Mateus coloca histórias em que Jesus realiza obras no sétimo dia, e as razões para isso, e as Suas explicações diante da oposição dos escribas e fariseus.

Jesus obedeceu o 4º Mandamento? Sim ou não? O sábado estava sobrecarregado pela tradição? Quem o sobrecarregou? Satanás tem alguma coisa a ver com isso? Que interesse teria ele em colocar “peso” onde Deus havia colocado paz? Há paz no nosso sábado?

Irmãos, também é importante destacar que não fomos chamados a fazer “da guarda do sábado” um chicote para bater nos outros. Uma Lição sobre o sábado não pode servir de trator para passarmos por cima de alguém. O sábado não precisa de “advogado”. Ele exige é “testemunha” – alguém que descanse nele, que nele revele ter encontrado o verdadeiro descanso: Jesus Cristo.

O que aguarda aquele que aprende a renunciar a sua própria vontade, os seus próprios caminhos? Leia sobre isso em “Exaltai-O”, pág. 278 (Meditação Matinal de 20/09/1992) – clique aqui.

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para 2016 – clique aqui]]
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoO jugo leve de Cristo (1º de maio de 2016).

(Primeira parte) – Quando os moradores de Sodoma foram atacados e levados cativos, Abraão os libertou – e tal socorro foi reconhecido como testemunho do poder de Deus. Os anos passaram, e Ló, um dos habitantes dessa cidade, serviu de testemunha entre as demais pessoas. Mas, como insistentemente rejeitaram a luz, o juízo veio de novo, e foi maior, e foi irreversível.

No tempo de Jesus (Mateus 11), grandes e maravilhosas coisas Ele fez na Galileia – mas várias de suas cidades, entre elas Corazim, Betsaida, e principalmente Cafarnaum, insistentemente rejeitaram a Luz. Em certo sentido, portanto, Sodoma pedia justiça. Se Sodoma tivesse testemunhado os milagres que Cafarnaum testemunhara, e passado por arrependimento, não teria sofrido o que sofreu. Então, Cafarnaum era pior do que Sodoma. Foi favorecida com a presença de Jesus, mas não O aceitou como o seu Salvador.

(Aplicação) – E nós? Falta-nos luz? Precisamos de mais luz? Queremos mais milagres? É de milagres que precisamos? Que milagre está faltando?

(Segunda parte) – Os líderes religiosos, por conhecerem melhor as Escrituras Sagradas, e vendo que os milagres testemunhavam ser Cristo o Messias, mas O rejeitando, foram deixados de lado. A verdade em Jesus foi ocultada deles. Eram “sábios” e “instruídos”, mas os seus olhos não conseguiam ver o que aos “pequeninos” foi permitido enxergar. As pessoas comuns, os que eram sobrecarregados pelos “maiorais” (na verdade, pisoteados por Satanás), foram agraciadas pelo convite de Jesus, que lhes disse: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mateus 11:28).

Em outras palavras, se a religião de então colocava sobre os humildes filhos de Deus uma pesada carga de tradição e falsos ensinamentos, Jesus daria a explicação correta, e um verdadeiro testemunho, e lhes concederia poder para se libertarem.

Em João 5:39 e 40, Jesus disse assim: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas as vida eterna, e são elas mesmas que testificam de Mim. Contudo, não quereis vir a Mim para terdes vida”.

Então, com esse extraordinário verso, nossa mente se amplia para a seguinte explicação “combinada” de Jesus: não é a Bíblia quem nos dá vida eterna, mas Ele, Jesus Cristo; não é o sábado quem nos dá descanso, mas Ele, o Senhor do sábado. Se quisermos ter a vida eterna, teremos “primeiro” que ir até Ele; se queremos descansar, precisamos “primeiro” ir até Ele; se pretendemos desfrutar paz, é estando “primeiro” com Ele que teremos a tão almejada paz – se queremos a bênção prometida aos que observam o sábado, precisamos “primeiro” descansar em Jesus Cristo. Não há “alívio” se não estivermos descansando NEle.

Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei

Qual é o descanso prometido? Leia sobre isso em “Nossa Alta Vocação”, pág. 95 (Meditação Matinal de 01/04/1962) – clique aqui.

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para 2016 – clique aqui]]
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaAgitação por causa de um dia de descanso (2 de maio de 2016).

Mateus 12:1 e 2 – “Por aquele tempo, em dia de sábado, passou Jesus pelas searas. Ora, estando os Seus discípulos com fome, entraram a colher espigas e a comer. Os fariseus, porém, vendo isso, disseram-Lhe: ‘Eis que os Teus discípulos fazem o que não é lícito fazer em dia de sábado’”.

Lucas 14:1-3 – “Aconteceu que, ao entrar Ele num sábado na casa de um dos principais fariseus para comer pão, eis que O estavam observando. Ora, diante dEle se achava um homem hidrópico. Então, Jesus, dirigindo-Se aos intérpretes da Lei e aos fariseus, perguntou-lhes: ‘É ou não é lícito curar no sábado?’

Durante o cativeiro em Babilônia, no tempo de Daniel, os judeus mais puritanos tomaram a dianteira, criaram as sinagogas, e inventaram um conjunto de regras rígidas que, se seguidas, fariam com que nunca mais voltassem a ser “castigados” por Deus. Esses “praticantes” passaram a ser conhecidos como “fariseus” [os separatistas]. No tempo de Jesus, o farisaísmo existia há séculos, e a tradição, também.

Bem, em relação ao sábado, o peso era muito grande. O sétimo dia ficou embaçado em meio a tanta tradição humana. Criaram tantas coisas, mas tantas, que o sábado da criação de Deus ficou “perdido” no meio daquela confusão toda. Se não distinguiam Jesus Cristo como o Salvador, também não desfrutavam a bênção que o sábado proporcionava.

Um exemplo: no sábado, segundo a tradição inventada, a partir de sua casa, o judeu só podia andar mil passos. Então, o sujeito pobre que morava a 500 passos da igreja, ia e voltava tranquilo: 500 para ir, 500 para voltar. Já o pobre que morava a 600, ia os 600 e, na volta, parava no 400, onde esperava o pôr do sol para continuar. Mas, como não existiam fariseus pobres, se eles deixavam alimentos em determinados lugares, esses lugares podiam ser considerados como suas casas, o que fazia com que a quilometragem fosse zerada – ou seja, nunca ultrapassavam os mil passos.

Ora, então, para o pobre, sofrido, oprimido, cansado, e geralmente adoentado, Jesus deu o esclarecimento correto sobre a verdadeira observância do sábado. Longe de dizer que o sábado estava prestes a ser abolido, esquecido, trocado ou substituído, o Senhor do sábado estava colocando luz onde os fariseus haviam colocado escuridão. Jesus deu luz ao sábado. Jesus enriqueceu o sábado. Resgatou o propósito do santo dia de sábado, o sétimo dia da criação – o sábado do 4º Mandamento.

Se Ele era um transgressor, era um transgressor da tradição, mas não da ordem de Deus.

Ide, porém, e aprendei o que significa: misericórdia quero e não holocaustos” (Mateus 9:13). “Tem, porventura, o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à Sua Palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros” (1Samuel 15:22). “Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é o que o SENHOR pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Miqueias 6:8).

Podemos seguir a Cristo sem usar o Seu jugo? Leia sobre isso em “Filhos e Filhas de Deus”, pág. 69 (Meditação Matinal de 03/03/1956) – clique aqui.

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaA resposta de Jesus (3 de maio de 2016).

Mateus relata a passagem deles, discípulos, sobre uma plantação. Estavam com fome, e era sábado. Então, por terem colhido e comido algumas espigas, o Mestre foi advertido pelos guardiões das tradições.

Em Marcos, há um verso a mais, e é bastante esclarecedor. Eis a resposta de Jesus: “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado”. Ou seja, sem tirar um pingo da santidade do sábado, sem denegrir um fiapo do sétimo dia, sem supor que o dia sagrado agora era “relativo”, Jesus disse que Ele, que até do sábado era Senhor, não fez o homem para preencher um sábado já existente, mas, ao contrário, fez o sábado para a alegria do homem.

“O sábado, originalmente designado para oferecer ao homem uma oportunidade de conhecer seu Criador através do estudo das obras criadas, e refletir sobre Seu amor e bondade, tornou-se, em vez disso, um lembrete do caráter egoísta e arbitrário dos escribas e fariseus. Ele [o sábado dos fariseus] passou efetivamente a representar mal o caráter de Deus, retratando-O como um tirano” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, pág. 639, referente Marcos 2:24).

O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem, por causa do sábado. Deus não criou o homem porque Ele tinha um sábado e precisava de alguém para guardá-lo. Mais apropriadamente, um Criador onisciente sabia que o homem, a criatura de Suas mãos, necessitava de uma oportunidade para crescimento moral e espiritual e para desenvolver o caráter. Ele precisava de um tempo no qual os seus próprios interesses e ocupações estivessem subordinados ao estudo do caráter e da vontade de Deus, revelados na natureza e, mais tarde, por meio da revelação bíblica. O sábado do sétimo dia foi determinado por Deus para preencher essa necessidade. Alterar de alguma maneira as especificações do Criador com relação a quando e como o dia deve ser observado é a mesma coisa que negar que Deus sabe o que é melhor para as Suas criaturas” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, pág. 640, referente Marcos 2:27).

Coloque-se “sob o jugo de Cristo”. Leia sobre isso em “Nos Lugares Celestiais”, pág. 53 (Meditação Matinal de 16/02/1968) – clique aqui.

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaCura no sábado (4 de maio de 2016).

Mateus 12:10-13 – “Achava-se [na sinagoga] um homem que tinha uma das mãos ressequida; e eles, então, com o intuito de acusá-Lo, perguntaram a Jesus: ‘É lícito curar no sábado?’ Ao que lhes respondeu: ‘Qual dentre vós será o homem que, tendo uma ovelha, e, num sábado, esta cair numa cova, não fará todo o esforço, tirando-a dali? Ora, quanto mais vale um homem que uma ovelha? Logo, é lícito, nos sábados, fazer o bem’.  Então, disse ao homem: ‘Estende a mão. Estendeu-a, e ela ficou sã como a outra’”.

Em Seu ministério, Cristo combatia os cruéis ataques do inimigo. Não houve um momento, não houve uma situação em que o “grande conflito” não buscasse expressão. Da mesma forma, em cumprimento aos propósitos do “Plano da Redenção”, Jesus aproveitou todas as oportunidades para declarar que Deus é bom. Ninguém saía de perto de Jesus sem saber que Deus é bom. Ninguém!

Mais uma vez, um doente. Mais uma vez, o sábado. Mais uma vez, os fariseus. E embora o farisaísmo dissesse “sim” para um animal no buraco, e “não” para um ser humano, ali, mais uma vez, estava Jesus.

Interessante é que, para o final dessa história, Mateus disse que “retirando-se, porém, os fariseus, conspiravam contra Ele, sobre como Lhe tirariam a vida”. Ou seja, curar no sábado, não – conspirar um assassinato, sim.

E daí, irmãos? Precisamos de mais argumentos? Jesus combatia o sábado ou as intenções dos fariseus? Estão os irmãos entendendo que, antes de “mudar os tempos e a lei”, o inimigo estava ganhando terreno já no “descanso” do sábado? E por que isso? Não seria, porventura, porque ele, o inimigo, queria “tirar” Deus da vida de Seu povo?

O que significa “Cristo é nosso Irmão mais velho”? Leia sobre isso em “Exaltai-O”, pág. 98 (Meditação Matinal de 24/03/1992) – clique aqui.

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuintaA guarda do sábado (5 de maio de 2016).

Em Isaías 58:13, temos a seguinte promessa de Jesus Cristo: “Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no Meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no SENHOR”.

“O Senhor inicia o quarto mandamento com esta expressão: ‘Lembra-te’. Previu Ele que, em meio de cuidados e perplexidades, o homem seria tentado a eximir-se da responsabilidade de satisfazer todos os reclamos da lei, ou esquecer-se de sua sagrada importância. Por isso, diz: ‘Lembra-te do dia do sábado, para o santificar’.

Durante toda a semana nos cumpre ter em mente o sábado e fazer a preparação indispensável, a fim de observá-lo conforme o mandamento. Não devemos observá-lo simplesmente como uma questão de lei. Devemos compreender suas relações espirituais com todos os negócios da vida. Todos os que considerarem o sábado um sinal entre eles e Deus, revelando que Ele é o Deus que os santifica, hão de representar condignamente os princípios de Seu governo. Praticarão dia a dia os estatutos de Seu reino, orando continuamente a Deus para que a santificação do sábado sobre eles repouse. Cada dia terão a companhia de Cristo, e serão um exemplo da Sua perfeição de caráter. Dia a dia sua luz refulgirá para outros em boas obras (Testemunhos Para a Igreja, vol. 6, págs. 353 e 354).

Sugerimos a seguinte leitura adicional: “Minha Consagração Hoje”, pág. 231 (Meditação Matinal de 15/08/1953) – clique aqui.

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSextaConclusão (6 de maio de 2016).

“O que quer que, de nossas posses, Deus exija de nós, Ele devolve enriquecido, transfigurado e com Sua própria glória. …

O sábado e a família foram, semelhantemente, instituídos no Éden, e no propósito de Deus acham-se indissoluvelmente ligados um ao outro. Neste dia, mais do que em qualquer outro, é-nos possível viver a vida do Éden. Era o plano de Deus que os membros da família se associassem no trabalho e estudo, no culto e recreação, sendo o pai o sacerdote da casa, e pai e mãe os professores e companheiros dos filhos. Mas os resultados do pecado, tendo mudado as condições da vida, impedem em grande parte esta associação. Muitas vezes o pai dificilmente vê a face de seus filhos durante toda a semana. Acha-se quase totalmente desprovido de ocasião para companhia ou instrução. O amor de Deus, porém, estabeleceu um limite às exigências do trabalho. Sobre o sábado Ele põe Sua misericordiosa mão. No Seu dia Ele reserva à família a oportunidade da comunhão com Ele, com a Natureza, e uns para com outros.

Visto que o sábado é a memória do poder criador, é o dia em que de preferência a todos os outros devemos familiarizar-nos com Deus mediante Suas obras. … Felizes são o pai e a mãe que podem ensinar a seus filhos a Palavra escrita de Deus com ilustrações tiradas das páginas abertas do livro da Natureza; que podem com eles reunir-se sob as verdes árvores, no ar fresco e puro, para estudar a Palavra e cantar os louvores do Pai celestial.

Por meio de tais associações, os pais poderão ligar os filhos a seu coração, e assim a Deus, mediante laços que jamais se hão de romper. […]

O sábado deve ser tornado tão interessante para nossas famílias, que sua volta semanal seja saudada com alegria” (Filhos e Filhas de Deus, pág. 181 – Meditação Matinal de 23/06/1956).

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt


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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Sábado, 30 de abril de 2016 – “Descanso em Cristo” – Introdução

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (30 de abril de 2016).

Estamos aprendendo que Mateus não escreveu a história de Jesus de forma rigorosamente cronológica, como fizeram os outros evangelistas. Ele às vezes vai um pouquinho pra frente e, de repente, volta um tantinho. Seu interesse era agrupar as histórias por “tema”, por “assunto”. Também, ficamos sabendo que ele escreveu o seu evangelho em algum momento entre 20 a 30 anos depois da morte e ressurreição de Jesus Cristo. Por fim, aprendemos que o seu público alvo era os judeus ainda não cristãos, que, no entanto, conheciam o Velho Testamento.

Com isso em mente, um tema “comum” para eles (judeus e cristãos) está sendo destacado para o nosso estudo nessa nova semana: a guarda do sábado. O descanso no sétimo dia era um tema natural para o judaísmo e o cristianismo.

Mas notem bem: o assunto não é o sábado “versus” o domingo. Na mente deles não se cogitava a substituição do sábado pelo domingo. Então, a questão não é essa. A questão é sobre a guarda do sábado. Aliás, “como deve ser” a guarda do sábado. A “qualidade” que o sábado merece. O sentido “divino” para o sábado. Um judeu “não cristão” jamais aceitaria o Messias dos cristãos se Este não observasse o sábado. Então, Mateus coloca histórias em que Jesus realiza obras no sétimo dia, e as razões para isso, e as Suas explicações diante da oposição dos escribas e fariseus.

Jesus obedeceu o 4º Mandamento? Sim ou não? O sábado estava sobrecarregado pela tradição? Quem o sobrecarregou? Satanás tem alguma coisa a ver com isso? Que interesse teria ele em colocar “peso” onde Deus havia colocado paz? Há paz no nosso sábado?

Irmãos, também é importante destacar que não fomos chamados a fazer “da guarda do sábado” um chicote para bater nos outros. Uma Lição sobre o sábado não pode servir de trator para passarmos por cima de alguém. O sábado não precisa de “advogado”. Ele exige é “testemunha” – alguém que descanse nele, que nele revele ter encontrado o verdadeiro descanso: Jesus Cristo.

O que aguarda aquele que aprende a renunciar a sua própria vontade, os seus próprios caminhos? Leia sobre isso em “Exaltai-O”, pág. 278 (Meditação Matinal de 20/09/1992) – clique aqui.

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt


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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Domingo, 1º de maio de 2016 – “Descanso em Cristo” – O jugo leve de Cristo

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoO jugo leve de Cristo (1º de maio de 2016).

(Primeira parte) – Quando os moradores de Sodoma foram atacados e levados cativos, Abraão os libertou – e tal socorro foi reconhecido como testemunho do poder de Deus. Os anos passaram, e Ló, um dos habitantes dessa cidade, serviu de testemunha entre as demais pessoas. Mas, como insistentemente rejeitaram a luz, o juízo veio de novo, e foi maior, e foi irreversível.

No tempo de Jesus (Mateus 11), grandes e maravilhosas coisas Ele fez na Galileia – mas várias de suas cidades, entre elas Corazim, Betsaida, e principalmente Cafarnaum, insistentemente rejeitaram a Luz. Em certo sentido, portanto, Sodoma pedia justiça. Se Sodoma tivesse testemunhado os milagres que Cafarnaum testemunhara, e passado por arrependimento, não teria sofrido o que sofreu. Então, Cafarnaum era pior do que Sodoma. Foi favorecida com a presença de Jesus, mas não O aceitou como o seu Salvador.

(Aplicação) – E nós? Falta-nos luz? Precisamos de mais luz? Queremos mais milagres? É de milagres que precisamos? Que milagre está faltando?

(Segunda parte) – Os líderes religiosos, por conhecerem melhor as Escrituras Sagradas, e vendo que os milagres testemunhavam ser Cristo o Messias, mas O rejeitando, foram deixados de lado. A verdade em Jesus foi ocultada deles. Eram “sábios” e “instruídos”, mas os seus olhos não conseguiam ver o que aos “pequeninos” foi permitido enxergar. As pessoas comuns, os que eram sobrecarregados pelos “maiorais” (na verdade, pisoteados por Satanás), foram agraciadas pelo convite de Jesus, que lhes disse: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mateus 11:28).

Em outras palavras, se a religião de então colocava sobre os humildes filhos de Deus uma pesada carga de tradição e falsos ensinamentos, Jesus daria a explicação correta, e um verdadeiro testemunho, e lhes concederia poder para se libertarem.

Em João 5:39 e 40, Jesus disse assim: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas as vida eterna, e são elas mesmas que testificam de Mim. Contudo, não quereis vir a Mim para terdes vida”.

Então, com esse extraordinário verso, nossa mente se amplia para a seguinte explicação “combinada” de Jesus: não é a Bíblia quem nos dá vida eterna, mas Ele, Jesus Cristo; não é o sábado quem nos dá descanso, mas Ele, o Senhor do sábado. Se quisermos ter a vida eterna, teremos “primeiro” que ir até Ele; se queremos descansar, precisamos “primeiro” ir até Ele; se pretendemos desfrutar paz, é estando “primeiro” com Ele que teremos a tão almejada paz – se queremos a bênção prometida aos que observam o sábado, precisamos “primeiro” descansar em Jesus Cristo. Não há “alívio” se não estivermos descansando NEle.

Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei

Qual é o descanso prometido? Leia sobre isso em “Nossa Alta Vocação”, pág. 95 (Meditação Matinal de 01/04/1962) – clique aqui.

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Segunda, 2 de maio de 2016 – “Descanso em Cristo” – Agitação por causa de um dia de descanso

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaAgitação por causa de um dia de descanso (2 de maio de 2016).

Mateus 12:1 e 2 – “Por aquele tempo, em dia de sábado, passou Jesus pelas searas. Ora, estando os Seus discípulos com fome, entraram a colher espigas e a comer. Os fariseus, porém, vendo isso, disseram-Lhe: ‘Eis que os Teus discípulos fazem o que não é lícito fazer em dia de sábado’”.

Lucas 14:1-3 – “Aconteceu que, ao entrar Ele num sábado na casa de um dos principais fariseus para comer pão, eis que O estavam observando. Ora, diante dEle se achava um homem hidrópico. Então, Jesus, dirigindo-Se aos intérpretes da Lei e aos fariseus, perguntou-lhes: ‘É ou não é lícito curar no sábado?’

Durante o cativeiro em Babilônia, no tempo de Daniel, os judeus mais puritanos tomaram a dianteira, criaram as sinagogas, e inventaram um conjunto de regras rígidas que, se seguidas, fariam com que nunca mais voltassem a ser “castigados” por Deus. Esses “praticantes” passaram a ser conhecidos como “fariseus” [os separatistas]. No tempo de Jesus, o farisaísmo existia há séculos, e a tradição, também.

Bem, em relação ao sábado, o peso era muito grande. O sétimo dia ficou embaçado em meio a tanta tradição humana. Criaram tantas coisas, mas tantas, que o sábado da criação de Deus ficou “perdido” no meio daquela confusão toda. Se não distinguiam Jesus Cristo como o Salvador, também não desfrutavam a bênção que o sábado proporcionava.

Um exemplo: no sábado, segundo a tradição inventada, a partir de sua casa, o judeu só podia andar mil passos. Então, o sujeito pobre que morava a 500 passos da igreja, ia e voltava tranquilo: 500 para ir, 500 para voltar. Já o pobre que morava a 600, ia os 600 e, na volta, parava no 400, onde esperava o pôr do sol para continuar. Mas, como não existiam fariseus pobres, se eles deixavam alimentos em determinados lugares, esses lugares podiam ser considerados como suas casas, o que fazia com que a quilometragem fosse zerada – ou seja, nunca ultrapassavam os mil passos.

Ora, então, para o pobre, sofrido, oprimido, cansado, e geralmente adoentado, Jesus deu o esclarecimento correto sobre a verdadeira observância do sábado. Longe de dizer que o sábado estava prestes a ser abolido, esquecido, trocado ou substituído, o Senhor do sábado estava colocando luz onde os fariseus haviam colocado escuridão. Jesus deu luz ao sábado. Jesus enriqueceu o sábado. Resgatou o propósito do santo dia de sábado, o sétimo dia da criação – o sábado do 4º Mandamento.

Se Ele era um transgressor, era um transgressor da tradição, mas não da ordem de Deus.

Ide, porém, e aprendei o que significa: misericórdia quero e não holocaustos” (Mateus 9:13). “Tem, porventura, o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à Sua Palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros” (1Samuel 15:22). “Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é o que o SENHOR pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Miqueias 6:8).

Podemos seguir a Cristo sem usar o Seu jugo? Leia sobre isso em “Filhos e Filhas de Deus”, pág. 69 (Meditação Matinal de 03/03/1956) – clique aqui.

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt


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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Terça, 3 de maio de 2016 – “Descanso em Cristo” – A resposta de Jesus

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaA resposta de Jesus (3 de maio de 2016).

Mateus relata a passagem deles, discípulos, sobre uma plantação. Estavam com fome, e era sábado. Então, por terem colhido e comido algumas espigas, o Mestre foi advertido pelos guardiões das tradições.

Em Marcos, há um verso a mais, e é bastante esclarecedor. Eis a resposta de Jesus: “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado”. Ou seja, sem tirar um pingo da santidade do sábado, sem denegrir um fiapo do sétimo dia, sem supor que o dia sagrado agora era “relativo”, Jesus disse que Ele, que até do sábado era Senhor, não fez o homem para preencher um sábado já existente, mas, ao contrário, fez o sábado para a alegria do homem.

“O sábado, originalmente designado para oferecer ao homem uma oportunidade de conhecer seu Criador através do estudo das obras criadas, e refletir sobre Seu amor e bondade, tornou-se, em vez disso, um lembrete do caráter egoísta e arbitrário dos escribas e fariseus. Ele [o sábado dos fariseus] passou efetivamente a representar mal o caráter de Deus, retratando-O como um tirano” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, pág. 639, referente Marcos 2:24).

O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem, por causa do sábado. Deus não criou o homem porque Ele tinha um sábado e precisava de alguém para guardá-lo. Mais apropriadamente, um Criador onisciente sabia que o homem, a criatura de Suas mãos, necessitava de uma oportunidade para crescimento moral e espiritual e para desenvolver o caráter. Ele precisava de um tempo no qual os seus próprios interesses e ocupações estivessem subordinados ao estudo do caráter e da vontade de Deus, revelados na natureza e, mais tarde, por meio da revelação bíblica. O sábado do sétimo dia foi determinado por Deus para preencher essa necessidade. Alterar de alguma maneira as especificações do Criador com relação a quando e como o dia deve ser observado é a mesma coisa que negar que Deus sabe o que é melhor para as Suas criaturas” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, pág. 640, referente Marcos 2:27).

Coloque-se “sob o jugo de Cristo”. Leia sobre isso em “Nos Lugares Celestiais”, pág. 53 (Meditação Matinal de 16/02/1968) – clique aqui.

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para 2016 – clique aqui]]
Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt


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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Quarta, 4 de maio de 2016 – “Descanso em Cristo” – Cura no sábado

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaCura no sábado (4 de maio de 2016).

Mateus 12:10-13 – “Achava-se [na sinagoga] um homem que tinha uma das mãos ressequida; e eles, então, com o intuito de acusá-Lo, perguntaram a Jesus: ‘É lícito curar no sábado?’ Ao que lhes respondeu: ‘Qual dentre vós será o homem que, tendo uma ovelha, e, num sábado, esta cair numa cova, não fará todo o esforço, tirando-a dali? Ora, quanto mais vale um homem que uma ovelha? Logo, é lícito, nos sábados, fazer o bem’.  Então, disse ao homem: ‘Estende a mão. Estendeu-a, e ela ficou sã como a outra’”.

Em Seu ministério, Cristo combatia os cruéis ataques do inimigo. Não houve um momento, não houve uma situação em que o “grande conflito” não buscasse expressão. Da mesma forma, em cumprimento aos propósitos do “Plano da Redenção”, Jesus aproveitou todas as oportunidades para declarar que Deus é bom. Ninguém saía de perto de Jesus sem saber que Deus é bom. Ninguém!

Mais uma vez, um doente. Mais uma vez, o sábado. Mais uma vez, os fariseus. E embora o farisaísmo dissesse “sim” para um animal no buraco, e “não” para um ser humano, ali, mais uma vez, estava Jesus.

Interessante é que, para o final dessa história, Mateus disse que “retirando-se, porém, os fariseus, conspiravam contra Ele, sobre como Lhe tirariam a vida”. Ou seja, curar no sábado, não – conspirar um assassinato, sim.

E daí, irmãos? Precisamos de mais argumentos? Jesus combatia o sábado ou as intenções dos fariseus? Estão os irmãos entendendo que, antes de “mudar os tempos e a lei”, o inimigo estava ganhando terreno já no “descanso” do sábado? E por que isso? Não seria, porventura, porque ele, o inimigo, queria “tirar” Deus da vida de Seu povo?

O que significa “Cristo é nosso Irmão mais velho”? Leia sobre isso em “Exaltai-O”, pág. 98 (Meditação Matinal de 24/03/1992) – clique aqui.

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para 2016 – clique aqui]]
Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt


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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Quinta, 5 de maio de 2016 – “Descanso em Cristo” – A guarda do sábado

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuintaA guarda do sábado (5 de maio de 2016).

Em Isaías 58:13, temos a seguinte promessa de Jesus Cristo: “Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no Meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no SENHOR”.

“O Senhor inicia o quarto mandamento com esta expressão: ‘Lembra-te’. Previu Ele que, em meio de cuidados e perplexidades, o homem seria tentado a eximir-se da responsabilidade de satisfazer todos os reclamos da lei, ou esquecer-se de sua sagrada importância. Por isso, diz: ‘Lembra-te do dia do sábado, para o santificar’.

Durante toda a semana nos cumpre ter em mente o sábado e fazer a preparação indispensável, a fim de observá-lo conforme o mandamento. Não devemos observá-lo simplesmente como uma questão de lei. Devemos compreender suas relações espirituais com todos os negócios da vida. Todos os que considerarem o sábado um sinal entre eles e Deus, revelando que Ele é o Deus que os santifica, hão de representar condignamente os princípios de Seu governo. Praticarão dia a dia os estatutos de Seu reino, orando continuamente a Deus para que a santificação do sábado sobre eles repouse. Cada dia terão a companhia de Cristo, e serão um exemplo da Sua perfeição de caráter. Dia a dia sua luz refulgirá para outros em boas obras (Testemunhos Para a Igreja, vol. 6, págs. 353 e 354).

Sugerimos a seguinte leitura adicional: “Minha Consagração Hoje”, pág. 231 (Meditação Matinal de 15/08/1953) – clique aqui.

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para 2016 – clique aqui]]
Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt


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