Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 2 – O batismo e as tentações – 2º trimestre, 4 a 11 de abril de 2015

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraLição 2
– clique na opção desejada: [Lição 1]ou Lição 2 de  [sábado]  –  [domingo]  –  [segunda]  –  [terça]  –  [quarta]  –  [quinta]  –  [sexta] – ou o texto completo abaixo:
Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (4 de abril de 2015). O Plano da Redenção deve ser explicado em três fases: () propósito, () instituição e () estabelecimento (ou consumação).
“O reino da graça foi instituído imediatamente depois da queda do homem, quando fora concebido um plano para a redenção da raça culpada. Existiu ele então no propósito de Deus e pela Sua promessa; e mediante a fé os homens podiam tornar-se súditos seus. Contudo, não foi efetivamente estabelecido antes da morte de Cristo” (O Grande Conflito, capítulo 19 – “Luz Para os Nossos Dias”).
1 – O pecado não pegou Deus desprevenido. Ele não foi pego de susto, tendo que criar um “plano B” porque o “plano A” fora estragado pelo inimigo. Na verdade, o Plano da Redenção sempre esteve no “propósito” de Deus, em Sua mente, em Seu coração. Sempre existiu o Plano para a salvação da humanidade, que ainda seria criada (Mas isso não significa que ela seria criada para pecar!).
2 – Porque a humanidade caiu, pecou, desobedeceu, ficando sujeita a morte e extinção, então, o que estava no “propósito” foi imediatamente “instituído”. Entrou em vigor; entrou em ação. Assim que Adão se tornou pecador, simultaneamente Jesus Se colocou na posição de Salvador (Fomos criados para viver eternamente com Ele). Essa é a conversa dEle com Adão, em Gênesis 3.
3 – Esta segunda fase do Plano da Redenção é desenvolvida durante todo o Velho Testamento. Finalmente Jesus nasceu entre nós (Vimos na Lição 1). Iniciamos o Novo Testamento. E Jesus Se apresenta para o batismo, e isso indica o início efetivamente de Seu ministério terrestre. Um pouco mais de três anos à frente, Ele vai para a cruz, e os acontecimentos ali no Calvário consumam o Plano: é “estabelecido”. Até então, o Pai dizia que “iria” salvar, mas quando Cristo disse “está consumado”, o Pai passou a dizer, com toda propriedade, que a humanidade agora voltou a ser dEle. O homem estava salvo (Teremos um encontro com a morte “se” não aceitarmos a salvação oferecida).
Tenho o “propósito” de ir à igreja. Ao sair de casa o propósito é “instituído”. Quando chego ao destino, finalmente posso dizer que estou na igreja – ou seja, o propósito foi “estabelecido”, cumprido, consumado.
Bem, nesta nova semana começaremos a ver que a dádiva Divina teve um preço enorme para Jesus. Antes de assumir a natureza humana, Ele era inacessível ao mal, ao pecado, a tentação. Nessa nova e terrível condição, porém, Ele passou a ser diretamente atacado por Satanás. Não merecia isso, mas colocou-Se nessa posição, sujeitou-Se. Sabia que essa era a única maneira de salvar.
Hoje vou sugerir uma leitura adicional mais extensa. É comprida, mas vai mudar o seu modo de pensar a respeito dos ataques que Cristo enfrentou no deserto, logo após Seu batismo. Esse livrinho é extraordinário. É o menor livro de Ellen White. Leia “No Deserto da Tentação” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingo“Preparai o caminho do Senhor”  (5 de abril de 2015). “O caminho do Senhor”. Interessante tal expressão. Indica que o Senhor vai passar, vai caminhar, vai transitar – que Ele está em movimento.
Naquele tempo, o significado disso era que o ministério terrestre de Cristo em favor da humanidade iria começar, e que João Batista seria o instrumento para anunciar este evento.
O ponto culminante seria a cruz do Calvário, e a data já estava marcada: a Páscoa do ano 30/31. Mas a pregação dos religiosos havia se afastado do conhecimento sobre a profecia das setenta semanas, e isso tornara o povo de Deus despreparado para receber o Ungido, o Messias. E João Batista se permite ser o preparador do caminho do Senhor. Fala aberta e tranquilamente a respeito dEle, e convida seus ouvintes a estarem preparados para este precioso encontro. Inclusive, os chama para uma nova vida – o arrependimento, a confissão do pecado, a conversão, a busca do perdão de Deus.
Fico muito feliz quando é feito um apelo para arrependimento. Significa que a porta da graça está aberta, apenas esperando que o filho pródigo retorne. É sinal de disposição para reconciliação.
Deus estava dizendo através de João Batista: “Voltem. Voltem para Mim”.
A voz de João Batista era vibrante, clara, incisiva, solene, convincente, e misericordiosamente cheia de esperança. Ele não espancava ninguém. Não apelava através do medo. Por sinal, alguns de seus discípulos tornaram-se os mais próximos de Jesus. João chegou a dizer para eles a frase mais linda que pode sair da boca de um cristão: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”.
Irmãos, agora Deus está num novo movimento, e chegou a nossa vez de preparar o Seu caminho. É nosso o privilégio de anunciar a Sua segunda vinda. O Dia glorioso se aproxima!
Queridos irmãos, muitas pessoas se associarão conosco para este encontro. O Senhor afirmou que este evangelho será pregado em todo o mundo – “será pregado!” Finalmente chegou esse momento. Testemunhe. Entregue um folheto. Passe um e-mail. Cante. Pregue. Visite. Estude a Bíblia com alguém. Patrocine financeiramente os esforços evangelísticos de sua igreja. Faça alguma coisa. Preparai o caminho do Senhor.
Formosos são sobre os montes os pés do que anuncia as boas-novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação” (Isaías 52:7).
Vou repetir a sugestão de ontem. Leia o menor livro de Ellen White: “No Deserto da Tentação” – ele vai abrir sua mente a respeito do assunto desta semana. É extraordinário! Clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegunda – “Tu és Meu Filho amado” (6 de abril de 2015). “Quando Cristo Se apresentou a João para o batismo, Satanás estava entre as testemunhas desse evento. Ele viu os relâmpagos saírem do céu sem nuvens. Ouviu a majestosa voz de Yahweh que ressoava por todo o Céu e ecoava na Terra como trovões, anunciando: ‘Este é Meu Filho amado, em quem Me comprazo’. Ele viu o brilho da glória do Pai projetando-se sobre a figura de Jesus e assim destacando, com inequívoca certeza, em meio à multidão, Aquele que Ele reconhecia como Seu Filho. As circunstâncias ligadas a essa cena batismal foram, para Satanás, do máximo interesse. Ele soube então com certeza que, a menos que pudesse vencer a Cristo, seu poder, daí em diante, seria derrotado. Compreendeu que esta comunicação vinda do trono de Deus significava que o Céu estava então mais diretamente acessível ao ser humano do que antes, e foi despertado em seu peito o mais intenso ódio” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, págs. 1200 e 1201, referente “Comentários de Ellen G. White” sobre Mateus 3:13-17).
“Quão desatentamente temos lido o relato do batismo do Senhor, não compreendendo que Seu significado é para nós da maior importância e que Cristo foi aceito pelo Pai em favor do homem! Enquanto Jesus Se inclinava às margens do Jordão e fazia Sua súplica, a humanidade foi apresentada ao Pai por Ele, que revestira Sua divindade com a humanidade. Jesus Se oferecia ao Pai em favor do ser humano, a fim de que aqueles que haviam sido separados de Deus pelo pecado fossem levados de volta pelos méritos do Suplicante divino. Devido ao pecado, a Terra havia sido separada do Céu, mas com Seu braço humano Cristo abraça a raça caída, enquanto que com Seu braço divino agarra o trono do Infinito; a Terra é elevada ao favor do Céu, e o ser humano, à comunhão com seu Deus. A oração de Jesus em favor da humanidade perdida abriu caminho por entre toda sombra que Satanás havia lançado entre o ser humano e Deus, deixando aberto um canal de comunicação com o próprio trono da glória. Os portões se moveram, os céus se abriram, e o Espírito de Deus, em forma de pomba, rodeou a cabeça de Cristo; a voz de Deus foi ouvida, dizendo: ‘Este é o Meu Filho amado, em quem Me comprazo’” (Nossa Alta Vocação, Meditação Matinal de 30/05/1962).
Não há palavras para agradecer a Deus por Suas revelações através do Espírito de Profecia.
Irmãos, sei que vai valer à pena minha insistência: leia o livrinho “No Deserto da Tentação” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerça“Não só de pão” (7 de abril de 2015). Eis alguns trechos do livro “No Deserto da Tentação”:
1 – “Cristo sabia que ao tomar a natureza humana não seria igual aos anjos do Céu na aparência”.
2 – “Satanás disse a Cristo que um dos exaltados anjos fora exilado na Terra, que Sua aparência indicava que (Ele, Cristo), em vez de ser o Rei do Céu Ele (Cristo) era o anjo caído e que isto explicava a Sua aparência definhada e aflita”.
3 – “(Satanás) […] mencionou que era o anjo que segurou a mão de Abraão quando o cutelo foi levantado para matar Isaque, e que agora (ele, Satanás) veio para salvar-Lhe a vida; que não era necessário que Ele suportasse a dor desta fome e morte por inanição; que ele O ajudaria a suportar o trabalho no plano da salvação”.
Irmãos, 40 dias antes, ao ser batizado, Cristo ouviu o Pai afirmando ser Ele o Filho amado. Agora, após um jejum solitário e comprido, “Satanás apareceu a Cristo como um anjo vindo das cortes de Deus”, e Lhe diz algo totalmente contrário ao que o Pai disse. E agora?
4 – “Jesus não condescendeu em explicar ao Seu inimigo que Ele era o Filho de Deus. […] Cristo não deu atenção às insinuações injuriosas de Satanás. Não Se sentiu provocado a dar-lhe provas de Seu poder, mas mansamente suportou os seus insultos sem retaliação”.
Então o inimigo arrematou: “Se és o Filho de Deus, manda que esta pedra se transforme em pão”. Mas Cristo usou a ferramenta que todos nós podemos usar: “Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus”.
Queridos irmãos, dentre os preciosos ensinos que extrairemos da Lição neste trimestre, ressalto esse: Cristo lia, estudava, conhecia e praticava a Palavra de Deus. Confiava nela. Falava dela. (Ou será que para Ele caiu do Céu força e poder justamente no 40º dia de deserto?).
Não nos é dito que não viveremos de pão, mas sim que não só de pão devemos viver. Ou seja, precisamos viver na Terra envolvidos com os assuntos do Céu. Portanto, ame a Bíblia, irmão. Faça da Bíblia o seu guia. Nela há promessas maravilhosas a seu respeito.
Leia “Cristo enfrentou a tentação com as Escrituras” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuarta“Se… me adorares” (8 de abril de 2015). A raiz do problema criado por Lúcifer quando ainda no Céu, era o seu desejo de ser adorado. Aqui na Terra, no deserto, frente a frente com Jesus Cristo, Satanás manifestou a mesma coisa: seu desejo de ser adorado.
Irmãos, essa tentação é repetida constantemente a cada um de nós. Quando Cristo disse “sem Mim nada podeis fazer”, incluía Ele a luta que temos com o inimigo. Nós não podemos vencê-lo sem o nosso Salvador. É impossível! Mas Ele nos serve de exemplo nessa guerra. Manteve-Se ligado ao Pai. Sua Palavra era o Seu alimento. Passou todos os dias de solidão em constante oração. Então venceu.
Da mesma forma, em Cristo, somos capacitados de poder suficiente para não ceder aos ataques do inimigo. Porém, faço uma virada nessa questão: como ele nos ataca? Será que pedindo que transformemos pedra em pão? Ou pedindo que pulemos de um edifício? Será que nosso afastamento da comunhão com Deus é uma forma de adorar o inimigo?
“Se Jesus o adorasse ali, (Satanás) oferecer-se-ia para abandonar suas pretensões a posses na Terra. Se o plano da salvação fosse executado, e Jesus morresse para remir o homem, sabia Satanás que seu poder deveria limitar-se e finalmente ser tirado, e que ele seria destruído. Portanto foi seu meditado plano impedir, sendo possível, o cumprimento da grande obra que havia sido começada pelo Filho de Deus. Se o plano da redenção humana falhasse, Satanás conservaria o reino a que tinha ele então pretensões. E, sendo ele bem-sucedido, lisonjeava-se de que reinaria em oposição ao Deus do Céu.
Satanás exultou quando Jesus depôs Seu poder e glória e deixou o Céu. Achou que o Filho de Deus estava então posto sob o seu poder. A tentação fora tão expedita com o santo par no Éden que ele esperou pelo seu poder e engano satânicos derrotar mesmo o Filho de Deus, e por este meio salvar sua própria vida e reino. Se ele pudesse tentar Jesus a afastar-Se da vontade de Seu Pai, seu objetivo estaria ganho” (Primeiros Escritos, pág. 157).
“Disse-Lhe o diabo: ‘Dar-Te-ei toda esta autoridade e a glória destes reinos, porque ela me foi entregue, e a dou a quem eu quiser. Portanto, se prostrado me adorares, toda será Tua’. Mas Jesus lhe respondeu: ‘Está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a Ele darás culto’” (Lucas 4:6-8).
A ordem das tentações é invertida no Livro de Lucas. A segunda em Lucas é a terceira para os outros evangelistas. Explicado esse detalhe, leiamos o capítulo 20 do livro “No Deserto da Tentação” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuintaCristo, o Vencedor (9 de abril de 2015). Hoje vamos encerrar a história sobre a tentação de Jesus. Mas não sem destacar o seguinte: as tentações foram reais, tanto no deserto quanto durante toda a Sua vida terrestre; no Céu, como Deus, Cristo não podia ser tentado, mas, tendo assumido nossa natureza, vindo habitar conosco, sujeitou-Se a isso; Satanás sabia que, então, podia tentar vencê-Lo.
Irmãos, será que esse raciocínio é capaz de nos fazer entender o quanto custou nossa salvação?
“Quando Satanás levou o ser humano a pecar, esperava que o ódio de Deus ao pecado O separasse para sempre da raça e quebrasse o elo que unia o Céu e a Terra. Quando, do céu aberto, ele ouviu a voz de Deus se dirigindo a Seu Filho, isso lhe foi como o som de um dobre fúnebre. Revelou a ele que Deus estava prestes a unir o ser humano mais intimamente a Si e a Lhe dar poder moral para vencer a tentação e escapar dos embaraços das armadilhas satânicas. O inimigo conhecia bem a posição que Cristo tinha ocupado no Céu como o Filho de Deus, o Amado do Pai; e ficou apreensivo com o fato de Cristo deixar a alegria e a honra do Céu e vir a este mundo como homem. Sabia que esta condescendência da parte do Filho de Deus não era para ele um bom presságio. […]
Chegara então o momento em que o domínio de Satanás sobre o mundo seria contestado, seu direito seria questionado e ele temia que seu poder fosse interrompido. Ele sabia, por meio das profecias, que fora predito um Salvador, e que Seu reino não seria estabelecido com triunfo terreno e com honra e ostentação mundanas. Sabia que as profecias prediziam um reino que o Príncipe do Céu estabeleceria na Terra, que ele reivindicava como seu domínio. Esse reino abarcaria todos os reinos do mundo, e então cessariam o poder e a glória de Satanás. Assim, ele receberia a retribuição pelos pecados que havia introduzido no mundo e pela miséria trazida à raça humana. Sabia que tudo o que dizia respeito a sua prosperidade estava dependendo de seu sucesso ou fracasso em vencer a Cristo com suas tentações; assim, aplicou ao Salvador todos os artifícios de que dispunha afim de tentá-Lo a abandonar Sua integridade” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, pág. 1201, referente “Comentários de Ellen G. White” sobre Mateus 3:13-17).
Sugerimos a leitura da Meditação Matinal de 26/03/1980 – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSextaConclusão (10 de abril de 2015). “Desde o momento em que Cristo entrou no mundo, toda a confederação de agentes satânicos foi posta em atuação a fim de enganá-Lo e vencê-Lo, como Adão havia sido enganado e vencido. […]
Quando Cristo nasceu em Belém, os anjos de Deus apareceram aos pastores que vigiavam os rebanhos à noite, e deu-lhes as credenciais divinas de autoridade da criança recém-nascida, a qual, Satanás sabia, viera disputar sua autoridade. Ele ouvira o anjo declarar: ‘Na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor’.
Os arautos celestiais despertaram toda a ira da sinagoga de Satanás. Ele seguiu os passos dos que tinham a seu cargo o cuidado do Menino Jesus. Ouviu a profecia de Simeão no recinto do templo: ‘Agora, Senhor, podes despedir em paz o Teu servo, segundo a Tua palavra; porque os meus olhos já viram a Tua salvação’. Satanás encheu-se de furor ao ver que o idoso Simeão reconheceu a divindade de Cristo.
O Comandante do Céu foi assaltado pelo tentador. […] Desde o momento em que Se tornou uma desajudada criança em Belém, quando os agentes do inferno procuraram destruí-Lo em Sua infância por meio do ciúme de Herodes até que veio à cruz do Calvário, Ele foi de contínuo assediado pelo maligno. Nos concílios de Satanás foi determinado que Ele tinha de ser derrotado. Nenhum ser humano tinha vindo ao mundo e escapado do poder do enganador. Todas as forças da confederação do mal foram postas em Seu rastro. […] Satanás sabia que ou vencia ou seria vencido. Sucesso ou derrota envolvia muitíssimo para que ele deixasse de trabalhar com qualquer dos seus instrumentos do mal. O príncipe do mal em pessoa devia conduzir a guerra. […]
A vida de Cristo era uma constante guerra contra os instrumentos de Satanás. Satanás arregimentou todas as forças da apostasia contra o Filho de Deus. O conflito aumentava de intensidade e em malignidade, cada vez que a presa lhe era arrebatada das mãos. […]
Em nenhuma ocasião houve resposta a suas multiformes tentações. Nem uma só vez Cristo pisou o terreno de Satanás para dar-lhe qualquer vantagem. Satanás nada encontrou nEle que lhe encorajasse as arremetidas” (Maravilhosa Graça de Deus, Meditação Matinal de 03/06/1974).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 2 – Sábado, 4 de abril de 2015 – “O batismo e as tentações” – Introdução

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (4 de abril de 2015). O Plano da Redenção deve ser explicado em três fases: () propósito, () instituição e () estabelecimento (ou consumação).
“O reino da graça foi instituído imediatamente depois da queda do homem, quando fora concebido um plano para a redenção da raça culpada. Existiu ele então no propósito de Deus e pela Sua promessa; e mediante a fé os homens podiam tornar-se súditos seus. Contudo, não foi efetivamente estabelecido antes da morte de Cristo” (O Grande Conflito, capítulo 19 – “Luz Para os Nossos Dias”).
1 – O pecado não pegou Deus desprevenido. Ele não foi pego de susto, tendo que criar um “plano B” porque o “plano A” fora estragado pelo inimigo. Na verdade, o Plano da Redenção sempre esteve no “propósito” de Deus, em Sua mente, em Seu coração. Sempre existiu o Plano para a salvação da humanidade, que ainda seria criada (Mas isso não significa que ela seria criada para pecar!).
2 – Porque a humanidade caiu, pecou, desobedeceu, ficando sujeita a morte e extinção, então, o que estava no “propósito” foi imediatamente “instituído”. Entrou em vigor; entrou em ação. Assim que Adão se tornou pecador, simultaneamente Jesus Se colocou na posição de Salvador (Fomos criados para viver eternamente com Ele). Essa é a conversa dEle com Adão, em Gênesis 3.
3 – Esta segunda fase do Plano da Redenção é desenvolvida durante todo o Velho Testamento. Finalmente Jesus nasceu entre nós (Vimos na Lição 1). Iniciamos o Novo Testamento. E Jesus Se apresenta para o batismo, e isso indica o início efetivamente de Seu ministério terrestre. Um pouco mais de três anos à frente, Ele vai para a cruz, e os acontecimentos ali no Calvário consumam o Plano: é “estabelecido”. Até então, o Pai dizia que “iria” salvar, mas quando Cristo disse “está consumado”, o Pai passou a dizer, com toda propriedade, que a humanidade agora voltou a ser dEle. O homem estava salvo (Teremos um encontro com a morte “se” não aceitarmos a salvação oferecida).
Tenho o “propósito” de ir à igreja. Ao sair de casa o propósito é “instituído”. Quando chego ao destino, finalmente posso dizer que estou na igreja – ou seja, o propósito foi “estabelecido”, cumprido, consumado.
Bem, nesta nova semana começaremos a ver que a dádiva Divina teve um preço enorme para Jesus. Antes de assumir a natureza humana, Ele era inacessível ao mal, ao pecado, a tentação. Nessa nova e terrível condição, porém, Ele passou a ser diretamente atacado por Satanás. Não merecia isso, mas colocou-Se nessa posição, sujeitou-Se. Sabia que essa era a única maneira de salvar.
Hoje vou sugerir uma leitura adicional mais extensa. É comprida, mas vai mudar o seu modo de pensar a respeito dos ataques que Cristo enfrentou no deserto, logo após Seu batismo. Esse livrinho é extraordinário. É o menor livro de Ellen White. Leia “No Deserto da Tentação” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 2 – Domingo, 5 de abril de 2015 – “O batismo e as tentações” – “Preparai o caminho do Senhor”

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingo “Preparai o caminho do Senhor”  (5 de abril de 2015). “O caminho do Senhor”. Interessante tal expressão. Indica que o Senhor vai passar, vai caminhar, vai transitar – que Ele está em movimento.
Naquele tempo, o significado disso era que o ministério terrestre de Cristo em favor da humanidade iria começar, e que João Batista seria o instrumento para anunciar este evento.
O ponto culminante seria a cruz do Calvário, e a data já estava marcada: a Páscoa do ano 30/31. Mas a pregação dos religiosos havia se afastado do conhecimento sobre a profecia das setenta semanas, e isso tornara o povo de Deus despreparado para receber o Ungido, o Messias. E João Batista se permite ser o preparador do caminho do Senhor. Fala aberta e tranquilamente a respeito dEle, e convida seus ouvintes a estarem preparados para este precioso encontro. Inclusive, os chama para uma nova vida – o arrependimento, a confissão do pecado, a conversão, a busca do perdão de Deus.
Fico muito feliz quando é feito um apelo para arrependimento. Significa que a porta da graça está aberta, apenas esperando que o filho pródigo retorne. É sinal de disposição para reconciliação.
Deus estava dizendo através de João Batista: “Voltem. Voltem para Mim”.
A voz de João Batista era vibrante, clara, incisiva, solene, convincente, e misericordiosamente cheia de esperança. Ele não espancava ninguém. Não apelava através do medo. Por sinal, alguns de seus discípulos tornaram-se os mais próximos de Jesus. João chegou a dizer para eles a frase mais linda que pode sair da boca de um cristão: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”.
Irmãos, agora Deus está num novo movimento, e chegou a nossa vez de preparar o Seu caminho. É nosso o privilégio de anunciar a Sua segunda vinda. O Dia glorioso se aproxima!
Queridos irmãos, muitas pessoas se associarão conosco para este encontro. O Senhor afirmou que este evangelho será pregado em todo o mundo – “será pregado!” Finalmente chegou esse momento. Testemunhe. Entregue um folheto. Passe um e-mail. Cante. Pregue. Visite. Estude a Bíblia com alguém. Patrocine financeiramente os esforços evangelísticos de sua igreja. Faça alguma coisa. Preparai o caminho do Senhor.
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Vou repetir a sugestão de ontem. Leia o menor livro de Ellen White: “No Deserto da Tentação” – ele vai abrir sua mente a respeito do assunto desta semana. É extraordinário! Clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 2 – Segunda, 6 de abril de 2015 – “O batismo e as tentações” – “Tu és Meu Filho amado”

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegunda“Tu és Meu Filho amado” (6 de abril de 2015). “Quando Cristo Se apresentou a João para o batismo, Satanás estava entre as testemunhas desse evento. Ele viu os relâmpagos saírem do céu sem nuvens. Ouviu a majestosa voz de Yahweh que ressoava por todo o Céu e ecoava na Terra como trovões, anunciando: ‘Este é Meu Filho amado, em quem Me comprazo’. Ele viu o brilho da glória do Pai projetando-se sobre a figura de Jesus e assim destacando, com inequívoca certeza, em meio à multidão, Aquele que Ele reconhecia como Seu Filho. As circunstâncias ligadas a essa cena batismal foram, para Satanás, do máximo interesse. Ele soube então com certeza que, a menos que pudesse vencer a Cristo, seu poder, daí em diante, seria derrotado. Compreendeu que esta comunicação vinda do trono de Deus significava que o Céu estava então mais diretamente acessível ao ser humano do que antes, e foi despertado em seu peito o mais intenso ódio” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, págs. 1200 e 1201, referente “Comentários de Ellen G. White” sobre Mateus 3:13-17).
“Quão desatentamente temos lido o relato do batismo do Senhor, não compreendendo que Seu significado é para nós da maior importância e que Cristo foi aceito pelo Pai em favor do homem! Enquanto Jesus Se inclinava às margens do Jordão e fazia Sua súplica, a humanidade foi apresentada ao Pai por Ele, que revestira Sua divindade com a humanidade. Jesus Se oferecia ao Pai em favor do ser humano, a fim de que aqueles que haviam sido separados de Deus pelo pecado fossem levados de volta pelos méritos do Suplicante divino. Devido ao pecado, a Terra havia sido separada do Céu, mas com Seu braço humano Cristo abraça a raça caída, enquanto que com Seu braço divino agarra o trono do Infinito; a Terra é elevada ao favor do Céu, e o ser humano, à comunhão com seu Deus. A oração de Jesus em favor da humanidade perdida abriu caminho por entre toda sombra que Satanás havia lançado entre o ser humano e Deus, deixando aberto um canal de comunicação com o próprio trono da glória. Os portões se moveram, os céus se abriram, e o Espírito de Deus, em forma de pomba, rodeou a cabeça de Cristo; a voz de Deus foi ouvida, dizendo: ‘Este é o Meu Filho amado, em quem Me comprazo’” (Nossa Alta Vocação, Meditação Matinal de 30/05/1962).
Não há palavras para agradecer a Deus por Suas revelações através do Espírito de Profecia.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 2 – Terça, 7 de abril de 2015 – “O batismo e as tentações” – “Não só de pão”

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerça“Não só de pão” (7 de abril de 2015). Eis alguns trechos do livro “No Deserto da Tentação”:
1 – “Cristo sabia que ao tomar a natureza humana não seria igual aos anjos do Céu na aparência”.
2 – “Satanás disse a Cristo que um dos exaltados anjos fora exilado na Terra, que Sua aparência indicava que (Ele, Cristo), em vez de ser o Rei do Céu Ele (Cristo) era o anjo caído e que isto explicava a Sua aparência definhada e aflita”.
3 – “(Satanás) […] mencionou que era o anjo que segurou a mão de Abraão quando o cutelo foi levantado para matar Isaque, e que agora (ele, Satanás) veio para salvar-Lhe a vida; que não era necessário que Ele suportasse a dor desta fome e morte por inanição; que ele O ajudaria a suportar o trabalho no plano da salvação”.
Irmãos, 40 dias antes, ao ser batizado, Cristo ouviu o Pai afirmando ser Ele o Filho amado. Agora, após um jejum solitário e comprido, “Satanás apareceu a Cristo como um anjo vindo das cortes de Deus”, e Lhe diz algo totalmente contrário ao que o Pai disse. E agora?
4 – “Jesus não condescendeu em explicar ao Seu inimigo que Ele era o Filho de Deus. […] Cristo não deu atenção às insinuações injuriosas de Satanás. Não Se sentiu provocado a dar-lhe provas de Seu poder, mas mansamente suportou os seus insultos sem retaliação”.
Então o inimigo arrematou: “Se és o Filho de Deus, manda que esta pedra se transforme em pão”. Mas Cristo usou a ferramenta que todos nós podemos usar: “Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus”.
Queridos irmãos, dentre os preciosos ensinos que extrairemos da Lição neste trimestre, ressalto esse: Cristo lia, estudava, conhecia e praticava a Palavra de Deus. Confiava nela. Falava dela. (Ou será que para Ele caiu do Céu força e poder justamente no 40º dia de deserto?).
Não nos é dito que não viveremos de pão, mas sim que não só de pão devemos viver. Ou seja, precisamos viver na Terra envolvidos com os assuntos do Céu. Portanto, ame a Bíblia, irmão. Faça da Bíblia o seu guia. Nela há promessas maravilhosas a seu respeito.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 2 – Quarta, 8 de abril de 2015 – “O batismo e as tentações” – “Se… me adorares”

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuarta“Se… me adorares” (8 de abril de 2015). A raiz do problema criado por Lúcifer quando ainda no Céu, era o seu desejo de ser adorado. Aqui na Terra, no deserto, frente a frente com Jesus Cristo, Satanás manifestou a mesma coisa: seu desejo de ser adorado.
Irmãos, essa tentação é repetida constantemente a cada um de nós. Quando Cristo disse “sem Mim nada podeis fazer”, incluía Ele a luta que temos com o inimigo. Nós não podemos vencê-lo sem o nosso Salvador. É impossível! Mas Ele nos serve de exemplo nessa guerra. Manteve-Se ligado ao Pai. Sua Palavra era o Seu alimento. Passou todos os dias de solidão em constante oração. Então venceu.
Da mesma forma, em Cristo, somos capacitados de poder suficiente para não ceder aos ataques do inimigo. Porém, faço uma virada nessa questão: como ele nos ataca? Será que pedindo que transformemos pedra em pão? Ou pedindo que pulemos de um edifício? Será que nosso afastamento da comunhão com Deus é uma forma de adorar o inimigo?
“Se Jesus o adorasse ali, (Satanás) oferecer-se-ia para abandonar suas pretensões a posses na Terra. Se o plano da salvação fosse executado, e Jesus morresse para remir o homem, sabia Satanás que seu poder deveria limitar-se e finalmente ser tirado, e que ele seria destruído. Portanto foi seu meditado plano impedir, sendo possível, o cumprimento da grande obra que havia sido começada pelo Filho de Deus. Se o plano da redenção humana falhasse, Satanás conservaria o reino a que tinha ele então pretensões. E, sendo ele bem-sucedido, lisonjeava-se de que reinaria em oposição ao Deus do Céu.
Satanás exultou quando Jesus depôs Seu poder e glória e deixou o Céu. Achou que o Filho de Deus estava então posto sob o seu poder. A tentação fora tão expedita com o santo par no Éden que ele esperou pelo seu poder e engano satânicos derrotar mesmo o Filho de Deus, e por este meio salvar sua própria vida e reino. Se ele pudesse tentar Jesus a afastar-Se da vontade de Seu Pai, seu objetivo estaria ganho” (Primeiros Escritos, pág. 157).
“Disse-Lhe o diabo: ‘Dar-Te-ei toda esta autoridade e a glória destes reinos, porque ela me foi entregue, e a dou a quem eu quiser. Portanto, se prostrado me adorares, toda será Tua’. Mas Jesus lhe respondeu: ‘Está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a Ele darás culto’” (Lucas 4:6-8).
A ordem das tentações é invertida no Livro de Lucas. A segunda em Lucas é a terceira para os outros evangelistas. Explicado esse detalhe, leiamos o capítulo 20 do livro “No Deserto da Tentação” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 2 – Quinta, 9 de abril de 2015 – “O batismo e as tentações” – Cristo, o Vencedor

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuintaCristo, o Vencedor (9 de abril de 2015). Hoje vamos encerrar a história sobre a tentação de Jesus. Mas não sem destacar o seguinte: as tentações foram reais, tanto no deserto quanto durante toda a Sua vida terrestre; no Céu, como Deus, Cristo não podia ser tentado, mas, tendo assumido nossa natureza, vindo habitar conosco, sujeitou-Se a isso; Satanás sabia que, então, podia tentar vencê-Lo.
Irmãos, será que esse raciocínio é capaz de nos fazer entender o quanto custou nossa salvação?
“Quando Satanás levou o ser humano a pecar, esperava que o ódio de Deus ao pecado O separasse para sempre da raça e quebrasse o elo que unia o Céu e a Terra. Quando, do céu aberto, ele ouviu a voz de Deus se dirigindo a Seu Filho, isso lhe foi como o som de um dobre fúnebre. Revelou a ele que Deus estava prestes a unir o ser humano mais intimamente a Si e a Lhe dar poder moral para vencer a tentação e escapar dos embaraços das armadilhas satânicas. O inimigo conhecia bem a posição que Cristo tinha ocupado no Céu como o Filho de Deus, o Amado do Pai; e ficou apreensivo com o fato de Cristo deixar a alegria e a honra do Céu e vir a este mundo como homem. Sabia que esta condescendência da parte do Filho de Deus não era para ele um bom presságio. […]
Chegara então o momento em que o domínio de Satanás sobre o mundo seria contestado, seu direito seria questionado e ele temia que seu poder fosse interrompido. Ele sabia, por meio das profecias, que fora predito um Salvador, e que Seu reino não seria estabelecido com triunfo terreno e com honra e ostentação mundanas. Sabia que as profecias prediziam um reino que o Príncipe do Céu estabeleceria na Terra, que ele reivindicava como seu domínio. Esse reino abarcaria todos os reinos do mundo, e então cessariam o poder e a glória de Satanás. Assim, ele receberia a retribuição pelos pecados que havia introduzido no mundo e pela miséria trazida à raça humana. Sabia que tudo o que dizia respeito a sua prosperidade estava dependendo de seu sucesso ou fracasso em vencer a Cristo com suas tentações; assim, aplicou ao Salvador todos os artifícios de que dispunha afim de tentá-Lo a abandonar Sua integridade” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, pág. 1201, referente “Comentários de Ellen G. White” sobre Mateus 3:13-17).
Sugerimos a leitura da Meditação Matinal de 26/03/1980clique aqui.
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