Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Jesus conquistava a confiança das pessoas – 3º trimestre, 27 de agosto a 3 de setembro de 2016

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10
– clique na opção desejada: [Lição 9] – ou Lição 10 de  [sábado]  –  [domingo]  –  [segunda]  –  [terça]  –  [quarta]  –  [quinta]  –  [sexta] – ou o texto completo abaixo:
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (27 de agosto de 2016).

Vamos começar a Lição explorando um pouco o título. Pode ser?

O título não é Jesus “negociava” a confiança das pessoas. Se “confiança” pudesse ser comprada ou vendida, ou roubada, não seria confiança. Jesus “conquistava” a confiança das pessoas. Da parte dEle, garantias foram dadas, palavras foram faladas, atos foram praticados, e, em resposta, não alimentando qualquer “dúvida”, as pessoas “confiaram” nEle, acreditaram nEle, entregaram a sua vida a Ele.

Da parte de Jesus, isso era uma vitória. Conquistar o coração de uma pessoa! Que vitória!

Da parte das pessoas, “corresponder” positivamente a atração de Jesus, que vitória! Tirar suas simpatias das coisas mundanas e direcioná-las para as celestiais, deixar de confiar no mundo e confiar em Jesus, que grande vitória! Sai o “eu” e entra Jesus. Que vitória!

Irmãos, um dia, o inimigo “roubou” o coração do homem. A humanidade, com isso, ficou atrelada ao seu reino, e só colheu frutos correspondentes a esse tipo de governo. Um governo dado ao egoísmo, e, por isso, contrário ao amor. Um governo que humilha as pessoas, que degrada o ser humano. Diz oferecer liberdade, mas aprisiona. Até que, então, vem Jesus, o nosso Criador. Vem Jesus, agora na posição de Salvador. E Ele vem com toda a dignidade de Seu Reino. Vem com amor. Vem respeitando o livre arbítrio. Vem, e faz as obras correspondentes ao Seu plano original. Vem, e “conquista” a confiança das pessoas.

Desde a semana 6, estamos estudando a seguinte sequência:
(6) Jesus Se misturava com as pessoas.
(7) Jesus desejava o bem das pessoas.
(8) Jesus manifestava compaixão pelas pessoas.
(9) Jesus ministrava às necessidades das pessoas.
Agora, (10) Jesus conquistava a confiança das pessoas.
Para, então, na semana que vem, (11) Jesus ordenar: “Segue-Me”.

“Profiramos sempre palavras animosas, jamais permitindo que saia de nossos lábios alguma palavra irada; pois essa palavra poderá magoar alguma pobre pessoa que luta pela atmosfera vital do Céu” (Este Dia Com Deus, pág. 236).

“Dia a dia estamos semeando sementes para a colheita futura. Não podemos ser demasiado cuidadosos quanto à semente que por nossas palavras semeamos. Muitas vezes são proferidas palavras descuidadamente, e esquecidas, mas essas palavras, para bem ou para mal, trarão sua sementeira. Semeai uma palavra áspera, cruel, e esta semente, encontrando terreno na mente dos ouvintes, brotará para frutificar segundo a sua espécie. Semeai uma semente em amoráveis, gentis palavras à semelhança de Cristo, e ela vos trará abundante colheita em retribuição. Acautelemo-nos, não profiramos palavras que em vez de serem uma bênção, sejam maldição. Se semearmos trigo, ceifaremos trigo; se semearmos joio, ceifaremos joio; e a colheita, seja de trigo ou seja de joio, será certa e farta” (Nossa Alta Vocação, pág. 292).

Sugerimos uma ótima leitura adicional: “Não falar de desalento”, em “Este Dia Com Deus”, pág. 232 (Meditação Matinal de 13/08/1980) – clique aqui.

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para hoje 27/08/2016 – clique aqui]]
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoConquistando a confiança (28 de agosto de 2016).

Para falar um pouco mais sobre “confiança”, vejamos algumas passagens do Velho Testamento:

Gênesis 15:5 e 6 – “[Deus] conduziu [Abraão] até fora [de sua tenda] e disse: ‘Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes’. E lhe disse: ‘Será assim a tua posteridade’. Ele [Abraão] creu no SENHOR, e isso lhe foi imputado para justiça”.

Abraão não duvidou da afirmação de Deus. Deus disse que isso ocorreria, e Abraão confiou plenamente que assim seria. Ao mesmo tempo, essa confiança não era apenas uma experiência pontual, mas um traço permanente de seu caráter. E é com base nesse texto que o apóstolo Paulo constrói sua posição sobre a “justificação pela fé”.

Números 14:11 – Em resposta ao relatório mentiroso dos dez espias, o povo murmurou contra Moisés (na verdade, contra Deus), e expressou o desejo de voltar para o Egito. Até um novo líder quiseram eleger! Josué e Calebe ficaram aterrorizados. Chegaram a ser ameaçados de apedrejamento. Então, “disse o SENHOR a Moisés: ‘Até quando Me provocará este povo e até quando não crerá em Mim [não confiará em Mim], a despeito de todos os sinais que fiz no meio dele?

Jó 13:15 – “Das profundezas do desencorajamento e desânimo Jó se levanta para as alturas da implícita confiança na misericórdia e o poder salvador de Deus. Triunfantemente declarou: ‘Ainda que Ele me mate, nEle esperarei’” (Minha Consagração Hoje, pág. 328).

Daniel 3:15 a 18 – Diante da ameaça de morte, “responderam Sadraque, Mesaque e Abede-Nego: ‘Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, Ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei. Se não [mesmo assim], fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste’”.

Irmãos, em nossas atividades missionárias, encaminhemos as pessoas para a confiança em Jesus. Falemos de histórias de fé, de coragem, de segurança na Palavra de Deus. Se nós confiamos no Senhor, e manifestamos isso em ações amáveis, generosas, corretas, então, o coração dos nossos amigos será “despertado”. Eles manifestarão confiança nAquele em quem confiamos.

Não temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Apocalipse 2:10).

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para hoje 28/08/2016 – clique aqui]]
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaUm equilíbrio cuidadoso (29 de agosto de 2016).

A Lição de hoje usa o texto de 1Coríntios 3, em que Paulo observa que na igreja havia membros “crianças” em Cristo, não maduros para entender as coisas profundas do evangelho, e ainda sujeitos a altos e baixos em seu comportamento. Os impulsos do coração natural ainda eram vistos, tais como ciúmes, contendas e outras coisitas a mais. É nesse episódio que alguns dizem serem de Paulo, e outros, de Apolo.

Bem, como Paulo tratou com eles?

“Enquanto se esforçava por levar as pessoas para o pé da cruz, Paulo não se aventurava a repreender diretamente os licenciosos, ou a mostrar quão abominável era o pecado deles aos olhos de um Deus santo. Antes, expunha diante deles o verdadeiro objetivo da vida, e procurava imprimir-lhes na mente as lições do divino Mestre, as quais, se recebidas, os levantariam do mundanismo e do pecado para a pureza e justiça. Frisou especialmente a piedade prática, e a santidade que deviam alcançar os que desejassem ser considerados dignos de um lugar no reino de Deus. Almejava ver a luz do evangelho de Cristo afastando-lhes as trevas do espírito, para que pudessem ver quão ofensivas eram à vista de Deus suas práticas imorais. Por isso, a ênfase de seus ensinos entre eles era Cristo, e Este crucificado. Procurava mostrar-lhes que seu mais fervoroso estudo e sua maior alegria deviam ser a maravilhosa verdade da salvação mediante o arrependimento para com Deus e a fé no Senhor Jesus Cristo” (Atos dos Apóstolos, pág. 272).

Bem, sendo que é Jesus quem deve conquistar a confiança das pessoas, nós não devemos desejar a santidade do errante apontando os seus pecados. Pecado não cura pecado! Então, o certo é apontar para Cristo. É olhando para a cruz do Calvário que o pecador verá quão horríveis são as suas ações. É entendendo o amor de Deus que o pecador expressará confiança em seu Salvador.

Paulo não era cego em relação aos erros da igreja, mas em vez de aplicar uma disciplina punitiva, aplicava a redentiva. Sempre falava de Jesus Cristo.

Sendo assim, o título para hoje (“Um equilíbrio cuidadoso”) deve ser entendido assim: não vamos passar a mão nos erros, mas vamos procurar salvar o errante. De forma cuidadosamente equilibrada, não daremos a entender que o erro é algo banal, mas levaremos o errante a confiar sua vida nas mãos de Jesus.

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para hoje 29/08/2016 – clique aqui]]
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaCapital social (30 de agosto de 2016).

Seu nome e o nome de sua família – isso é capital social. As pessoas acreditam em suas ações, em suas palavras, em sua reputação, em seus valores, na empresa que você representa, na fé que você professa. E é com base nesses valores que você constrói relacionamentos com as pessoas com quem mantém contato. Eis a importância da influência pessoal!

Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro” (Provérbios 22:1).

“O caso de Daniel tem uma lição para nós. Revela o fato de que o homem de negócios não é necessariamente homem astuto, esperto. Pode ser instruído por Deus a cada passo. Daniel, ao mesmo tempo em que era primeiro-ministro do reino de Babilônia, era profeta de Deus e recebia a luz da inspiração divina. Estadistas mundanos e ambiciosos são representados na Palavra de Deus como a relva que cresce, e como a flor da erva que fenece. Contudo o Senhor deseja ter a Seu serviço homens inteligentes, qualificados para os vários ramos da obra. Há necessidade de homens de negócios que entreteçam em todas as transações os grandes princípios da verdade. E seus talentos devem ser aperfeiçoados pelo mais completo estudo e prática. Se os homens em qualquer ramo de trabalho precisam aproveitar as oportunidades para se tornarem sábios e eficientes, tanto mais aqueles que empregam sua perícia em edificar o reino de Deus no mundo. De Daniel sabemos que em todas as suas transações comerciais, quando submetidas ao exame mais severo, não se podia encontrar uma falta ou erro. Era um modelo de como devem ser todos os homens de negócios. Sua história mostra o que pode ser conseguido por alguém que consagra ao serviço de Deus toda a energia do cérebro, ossos e músculos, do coração e da vida” (Parábolas de Jesus, págs. 350 e 351).

Irmãos, para o contexto da Lição de hoje, é importante entender que, em resposta ao que somos para as pessoas, as pessoas serão para nós. Conquistaremos a confiança delas, e as encaminharemos para confiar em Jesus.

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaO valor do capital social (31 de agosto de 2016).

A Lição de hoje nos chama a atenção para o seguinte fato: os nossos valores (individuais, familiares, culturais, religiosos, etc.) devem ser colocados em atividade conjunta em favor da comunidade. E quando prudentemente em associação com a própria comunidade, isso causará ótimas impressões. Potencializamos os valores!

De forma prática, alguns exemplos: as campanhas de doação de sangue; o mutirão de natal; o curso “como deixar de fumar”; os desbravadores na campanha do Zé Gotinha; os jovens trabalhando em favor de um asilo ou de um orfanato; etc.

Disso, quando fizermos, por exemplo, a campanha da Recolta ou da Colportagem, os “valores” da nossa igreja serão reconhecidos.

[Mas, lembremos: nada de campanhas desorganizadas, sem continuidade. Nada de começar a construir uma torre e parar na metade. Se assim for, em vez de conquistar a confiança da comunidade e das autoridades instituídas, provocaremos dúvidas. Seremos considerados pequenos. Ou, talvez, nem seremos considerados].

“[Cristo] deseja que estudemos como melhor promover Sua obra e glorificar Seu nome no mundo” (Maravilhosa Graça de Deus, pág. 242).

“Enquanto Neemias implorava o auxílio de Deus, não cruzava os braços, julgando que não tinha mais nenhum cuidado ou responsabilidade quanto a seu desígnio de restaurar Jerusalém. Com admirável prudência e previsão, providenciou todos os arranjos necessários para garantir o êxito do empreendimento. […]

O exemplo desse santo homem, deve servir de lição a todo o povo de Deus, mostrando que não devem apenas orar com fé, mas trabalhar com diligência e fidelidade. Quantas dificuldades encontramos, quantas vezes estorvamos a operação da Providência em nosso favor, por julgarmos que a prudência, a previsão e o esforço têm pouco que ver com a religião! Isto é um erro grave. É nosso dever cultivar e exercitar toda a faculdade que nos torne obreiros mais eficientes para Deus. A consideração cuidadosa, bem como os planos bem amadurecidos, são tão essenciais ao êxito dos empreendimentos sagrados hoje, como no tempo de Neemias. … Os homens de oração devem ser homens de ação. Os que são prontos e voluntários, encontrarão meios e modos de trabalhar. Neemias não ficou dependendo de coisa incerta. Os meios que lhe faltavam, pediu àqueles que se achavam em condições de ofertar. […]

O Senhor move ainda o coração dos reis e governadores em favor de Seu povo. Aqueles que se acham a Seu serviço, devem aproveitar o auxílio que Ele induz os homens a darem para o avançamento de Sua causa. […]

Enquanto nos acharmos neste mundo, enquanto o Espírito de Deus contender com os filhos dos homens, teremos de receber e prestar favores. Temos de dar ao mundo a luz da verdade tal como se acha revelada nas Escrituras; e de receber do mundo aquilo que Deus os impele a dar em benefício de Sua causa” (Vidas Que Falam, pág. 263).

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuinta A simpatia de todo o povo (1º de setembro de 2016).

É impressionante o texto de Deuteronômio 4:1-9. Moisés disse assim para o povo, um pouco antes de entrarem em Canaã:

Agora, pois, ó Israel, ouve os estatutos e os juízos que eu vos ensino, para os cumprirdes, para que vivais, e entreis, e possuais a terra que o SENHOR, Deus de vossos pais, vos dá. Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do SENHOR, vosso Deus, que eu vos mando. […]

Eis que vos tenho ensinado estatutos e juízos, como me mandou o SENHOR, meu Deus, para que assim façais no meio da terra que passais a possuir. Guardai-os, pois, e cumpri-os, porque isto será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que, ouvindo todos estes estatutos, dirão: ‘Certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente. Pois que grande nação há que tenha deuses tão chegados a si como o SENHOR, nosso Deus, todas as vezes que O invocamos? E que grande nação há que tenha estatutos e juízos tão justos como toda esta lei que eu hoje vos proponho?

Tão-somente guarda-te a ti mesmo e guarda bem a tua alma, que te não esqueças daquelas coisas que os teus olhos têm visto, e se não apartem do teu coração todos os dias da tua vida, e as farás saber a teus filhos e aos filhos de teus filhos”.

A Lição apresenta uma intrigante questão:

Será que a nossa comunidade sentiria falta de nós se, de alguma forma, a igreja desaparecesse do dia para a noite?

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSextaConclusão (2 de setembro de 2016).

“Os filhos de Israel deviam ocupar todo o território que Deus lhes indicara. Aquelas nações que haviam rejeitado a adoração e serviço ao verdadeiro Deus, deviam ser despojadas. Mas era propósito de Deus que pela revelação de Seu caráter através de Israel, fossem os homens atraídos para Si. O convite do evangelho devia ser dado a todo o mundo. Mediante o ensino do sistema de sacrifícios, Cristo devia ser erguido perante as nações, e todos que olhassem para Ele viveriam. Todo aquele que, como Raabe, a cananita, e Rute, a moabita, tornassem da idolatria para o culto ao verdadeiro Deus, deviam unir-se ao Seu povo escolhido. À medida em que o número dos israelitas crescesse, deviam eles ampliar suas fronteiras, até que o seu reino envolvesse o mundo” (Profetas e Reis, em “A Vinha do Senhor”, antes do capítulo 1).

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
NO QUADRO ABAIXO, ESCREVA O NOME DE SUA IGREJA & CIDADE.

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Sábado, 27 de agosto de 2016 – “Jesus conquistava a confiança das pessoas” – Introdução

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira SábadoIntrodução (27 de agosto de 2016).

Vamos começar a Lição explorando um pouco o título. Pode ser?

O título não é Jesus “negociava” a confiança das pessoas. Se “confiança” pudesse ser comprada ou vendida, ou roubada, não seria confiança. Jesus “conquistava” a confiança das pessoas. Da parte dEle, garantias foram dadas, palavras foram faladas, atos foram praticados, e, em resposta, não alimentando qualquer “dúvida”, as pessoas “confiaram” nEle, acreditaram nEle, entregaram a sua vida a Ele.

Da parte de Jesus, isso era uma vitória. Conquistar o coração de uma pessoa! Que vitória!

Da parte das pessoas, “corresponder” positivamente a atração de Jesus, que vitória! Tirar suas simpatias das coisas mundanas e direcioná-las para as celestiais, deixar de confiar no mundo e confiar em Jesus, que grande vitória! Sai o “eu” e entra Jesus. Que vitória!

Irmãos, um dia, o inimigo “roubou” o coração do homem. A humanidade, com isso, ficou atrelada ao seu reino, e só colheu frutos correspondentes a esse tipo de governo. Um governo dado ao egoísmo, e, por isso, contrário ao amor. Um governo que humilha as pessoas, que degrada o ser humano. Diz oferecer liberdade, mas aprisiona. Até que, então, vem Jesus, o nosso Criador. Vem Jesus, agora na posição de Salvador. E Ele vem com toda a dignidade de Seu Reino. Vem com amor. Vem respeitando o livre arbítrio. Vem, e faz as obras correspondentes ao Seu plano original. Vem, e “conquista” a confiança das pessoas.

Desde a semana 6, estamos estudando a seguinte sequência:
(6) Jesus Se misturava com as pessoas.
(7) Jesus desejava o bem das pessoas.
(8) Jesus manifestava compaixão pelas pessoas.
(9) Jesus ministrava às necessidades das pessoas.
Agora, (10) Jesus conquistava a confiança das pessoas.
Para, então, na semana que vem, (11) Jesus ordenar: “Segue-Me”.

“Profiramos sempre palavras animosas, jamais permitindo que saia de nossos lábios alguma palavra irada; pois essa palavra poderá magoar alguma pobre pessoa que luta pela atmosfera vital do Céu” (Este Dia Com Deus, pág. 236).

“Dia a dia estamos semeando sementes para a colheita futura. Não podemos ser demasiado cuidadosos quanto à semente que por nossas palavras semeamos. Muitas vezes são proferidas palavras descuidadamente, e esquecidas, mas essas palavras, para bem ou para mal, trarão sua sementeira. Semeai uma palavra áspera, cruel, e esta semente, encontrando terreno na mente dos ouvintes, brotará para frutificar segundo a sua espécie. Semeai uma semente em amoráveis, gentis palavras à semelhança de Cristo, e ela vos trará abundante colheita em retribuição. Acautelemo-nos, não profiramos palavras que em vez de serem uma bênção, sejam maldição. Se semearmos trigo, ceifaremos trigo; se semearmos joio, ceifaremos joio; e a colheita, seja de trigo ou seja de joio, será certa e farta” (Nossa Alta Vocação, pág. 292).

Sugerimos uma ótima leitura adicional: “Não falar de desalento”, em “Este Dia Com Deus”, pág. 232 (Meditação Matinal de 13/08/1980) – clique aqui.

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Domingo, 28 de agosto de 2016 – “Jesus conquistava a confiança das pessoas” – Conquistando a confiança

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoConquistando a confiança (28 de agosto de 2016).

Para falar um pouco mais sobre “confiança”, vejamos algumas passagens do Velho Testamento:

Gênesis 15:5 e 6 – “[Deus] conduziu [Abraão] até fora [de sua tenda] e disse: ‘Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes’. E lhe disse: ‘Será assim a tua posteridade’. Ele [Abraão] creu no SENHOR, e isso lhe foi imputado para justiça”.

Abraão não duvidou da afirmação de Deus. Deus disse que isso ocorreria, e Abraão confiou plenamente que assim seria. Ao mesmo tempo, essa confiança não era apenas uma experiência pontual, mas um traço permanente de seu caráter. E é com base nesse texto que o apóstolo Paulo constrói sua posição sobre a “justificação pela fé”.

Números 14:11 – Em resposta ao relatório mentiroso dos dez espias, o povo murmurou contra Moisés (na verdade, contra Deus), e expressou o desejo de voltar para o Egito. Até um novo líder quiseram eleger! Josué e Calebe ficaram aterrorizados. Chegaram a ser ameaçados de apedrejamento. Então, “disse o SENHOR a Moisés: ‘Até quando Me provocará este povo e até quando não crerá em Mim [não confiará em Mim], a despeito de todos os sinais que fiz no meio dele?

Jó 13:15 – “Das profundezas do desencorajamento e desânimo Jó se levanta para as alturas da implícita confiança na misericórdia e o poder salvador de Deus. Triunfantemente declarou: ‘Ainda que Ele me mate, nEle esperarei’” (Minha Consagração Hoje, pág. 328).

Daniel 3:15 a 18 – Diante da ameaça de morte, “responderam Sadraque, Mesaque e Abede-Nego: ‘Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, Ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei. Se não [mesmo assim], fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste’”.

Irmãos, em nossas atividades missionárias, encaminhemos as pessoas para a confiança em Jesus. Falemos de histórias de fé, de coragem, de segurança na Palavra de Deus. Se nós confiamos no Senhor, e manifestamos isso em ações amáveis, generosas, corretas, então, o coração dos nossos amigos será “despertado”. Eles manifestarão confiança nAquele em quem confiamos.

Não temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Apocalipse 2:10).

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Segunda, 29 de agosto de 2016 – “Jesus conquistava a confiança das pessoas” – Um equilíbrio cuidadoso

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaUm equilíbrio cuidadoso (29 de agosto de 2016).

A Lição de hoje usa o texto de 1Coríntios 3, em que Paulo observa que na igreja havia membros “crianças” em Cristo, não maduros para entender as coisas profundas do evangelho, e ainda sujeitos a altos e baixos em seu comportamento. Os impulsos do coração natural ainda eram vistos, tais como ciúmes, contendas e outras coisitas a mais. É nesse episódio que alguns dizem serem de Paulo, e outros, de Apolo.

Bem, como Paulo tratou com eles?

“Enquanto se esforçava por levar as pessoas para o pé da cruz, Paulo não se aventurava a repreender diretamente os licenciosos, ou a mostrar quão abominável era o pecado deles aos olhos de um Deus santo. Antes, expunha diante deles o verdadeiro objetivo da vida, e procurava imprimir-lhes na mente as lições do divino Mestre, as quais, se recebidas, os levantariam do mundanismo e do pecado para a pureza e justiça. Frisou especialmente a piedade prática, e a santidade que deviam alcançar os que desejassem ser considerados dignos de um lugar no reino de Deus. Almejava ver a luz do evangelho de Cristo afastando-lhes as trevas do espírito, para que pudessem ver quão ofensivas eram à vista de Deus suas práticas imorais. Por isso, a ênfase de seus ensinos entre eles era Cristo, e Este crucificado. Procurava mostrar-lhes que seu mais fervoroso estudo e sua maior alegria deviam ser a maravilhosa verdade da salvação mediante o arrependimento para com Deus e a fé no Senhor Jesus Cristo” (Atos dos Apóstolos, pág. 272).

Bem, sendo que é Jesus quem deve conquistar a confiança das pessoas, nós não devemos desejar a santidade do errante apontando os seus pecados. Pecado não cura pecado! Então, o certo é apontar para Cristo. É olhando para a cruz do Calvário que o pecador verá quão horríveis são as suas ações. É entendendo o amor de Deus que o pecador expressará confiança em seu Salvador.

Paulo não era cego em relação aos erros da igreja, mas em vez de aplicar uma disciplina punitiva, aplicava a redentiva. Sempre falava de Jesus Cristo.

Sendo assim, o título para hoje (“Um equilíbrio cuidadoso”) deve ser entendido assim: não vamos passar a mão nos erros, mas vamos procurar salvar o errante. De forma cuidadosamente equilibrada, não daremos a entender que o erro é algo banal, mas levaremos o errante a confiar sua vida nas mãos de Jesus.

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Terça, 30 de agosto de 2016 – “Jesus conquistava a confiança das pessoas” – Capital social

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaCapital social (30 de agosto de 2016).

Seu nome e o nome de sua família – isso é capital social. As pessoas acreditam em suas ações, em suas palavras, em sua reputação, em seus valores, na empresa que você representa, na fé que você professa. E é com base nesses valores que você constrói relacionamentos com as pessoas com quem mantém contato. Eis a importância da influência pessoal!

Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro” (Provérbios 22:1).

“O caso de Daniel tem uma lição para nós. Revela o fato de que o homem de negócios não é necessariamente homem astuto, esperto. Pode ser instruído por Deus a cada passo. Daniel, ao mesmo tempo em que era primeiro-ministro do reino de Babilônia, era profeta de Deus e recebia a luz da inspiração divina. Estadistas mundanos e ambiciosos são representados na Palavra de Deus como a relva que cresce, e como a flor da erva que fenece. Contudo o Senhor deseja ter a Seu serviço homens inteligentes, qualificados para os vários ramos da obra. Há necessidade de homens de negócios que entreteçam em todas as transações os grandes princípios da verdade. E seus talentos devem ser aperfeiçoados pelo mais completo estudo e prática. Se os homens em qualquer ramo de trabalho precisam aproveitar as oportunidades para se tornarem sábios e eficientes, tanto mais aqueles que empregam sua perícia em edificar o reino de Deus no mundo. De Daniel sabemos que em todas as suas transações comerciais, quando submetidas ao exame mais severo, não se podia encontrar uma falta ou erro. Era um modelo de como devem ser todos os homens de negócios. Sua história mostra o que pode ser conseguido por alguém que consagra ao serviço de Deus toda a energia do cérebro, ossos e músculos, do coração e da vida” (Parábolas de Jesus, págs. 350 e 351).

Irmãos, para o contexto da Lição de hoje, é importante entender que, em resposta ao que somos para as pessoas, as pessoas serão para nós. Conquistaremos a confiança delas, e as encaminharemos para confiar em Jesus.

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Quarta, 31 de agosto de 2016 – “Jesus conquistava a confiança das pessoas” – O valor do capital social

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaO valor do capital social (31 de agosto de 2016).

A Lição de hoje nos chama a atenção para o seguinte fato: os nossos valores (individuais, familiares, culturais, religiosos, etc.) devem ser colocados em atividade conjunta em favor da comunidade. E quando prudentemente em associação com a própria comunidade, isso causará ótimas impressões. Potencializamos os valores!

De forma prática, alguns exemplos: as campanhas de doação de sangue; o mutirão de natal; o curso “como deixar de fumar”; os desbravadores na campanha do Zé Gotinha; os jovens trabalhando em favor de um asilo ou de um orfanato; etc.

Disso, quando fizermos, por exemplo, a campanha da Recolta ou da Colportagem, os “valores” da nossa igreja serão reconhecidos.

[Mas, lembremos: nada de campanhas desorganizadas, sem continuidade. Nada de começar a construir uma torre e parar na metade. Se assim for, em vez de conquistar a confiança da comunidade e das autoridades instituídas, provocaremos dúvidas. Seremos considerados pequenos. Ou, talvez, nem seremos considerados].

“[Cristo] deseja que estudemos como melhor promover Sua obra e glorificar Seu nome no mundo” (Maravilhosa Graça de Deus, pág. 242).

“Enquanto Neemias implorava o auxílio de Deus, não cruzava os braços, julgando que não tinha mais nenhum cuidado ou responsabilidade quanto a seu desígnio de restaurar Jerusalém. Com admirável prudência e previsão, providenciou todos os arranjos necessários para garantir o êxito do empreendimento. […]

O exemplo desse santo homem, deve servir de lição a todo o povo de Deus, mostrando que não devem apenas orar com fé, mas trabalhar com diligência e fidelidade. Quantas dificuldades encontramos, quantas vezes estorvamos a operação da Providência em nosso favor, por julgarmos que a prudência, a previsão e o esforço têm pouco que ver com a religião! Isto é um erro grave. É nosso dever cultivar e exercitar toda a faculdade que nos torne obreiros mais eficientes para Deus. A consideração cuidadosa, bem como os planos bem amadurecidos, são tão essenciais ao êxito dos empreendimentos sagrados hoje, como no tempo de Neemias. … Os homens de oração devem ser homens de ação. Os que são prontos e voluntários, encontrarão meios e modos de trabalhar. Neemias não ficou dependendo de coisa incerta. Os meios que lhe faltavam, pediu àqueles que se achavam em condições de ofertar. […]

O Senhor move ainda o coração dos reis e governadores em favor de Seu povo. Aqueles que se acham a Seu serviço, devem aproveitar o auxílio que Ele induz os homens a darem para o avançamento de Sua causa. […]

Enquanto nos acharmos neste mundo, enquanto o Espírito de Deus contender com os filhos dos homens, teremos de receber e prestar favores. Temos de dar ao mundo a luz da verdade tal como se acha revelada nas Escrituras; e de receber do mundo aquilo que Deus os impele a dar em benefício de Sua causa” (Vidas Que Falam, pág. 263).

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Quinta, 1º de setembro de 2016 – “Jesus conquistava a confiança das pessoas” – A simpatia de todo o povo

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuintaA simpatia de todo o povo (1º de setembro de 2016).

É impressionante o texto de Deuteronômio 4:1-9. Moisés disse assim para o povo, um pouco antes de entrarem em Canaã:

Agora, pois, ó Israel, ouve os estatutos e os juízos que eu vos ensino, para os cumprirdes, para que vivais, e entreis, e possuais a terra que o SENHOR, Deus de vossos pais, vos dá. Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do SENHOR, vosso Deus, que eu vos mando. […]

Eis que vos tenho ensinado estatutos e juízos, como me mandou o SENHOR, meu Deus, para que assim façais no meio da terra que passais a possuir. Guardai-os, pois, e cumpri-os, porque isto será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que, ouvindo todos estes estatutos, dirão: ‘Certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente. Pois que grande nação há que tenha deuses tão chegados a si como o SENHOR, nosso Deus, todas as vezes que O invocamos? E que grande nação há que tenha estatutos e juízos tão justos como toda esta lei que eu hoje vos proponho?

Tão-somente guarda-te a ti mesmo e guarda bem a tua alma, que te não esqueças daquelas coisas que os teus olhos têm visto, e se não apartem do teu coração todos os dias da tua vida, e as farás saber a teus filhos e aos filhos de teus filhos”.

A Lição apresenta uma intrigante questão:

Será que a nossa comunidade sentiria falta de nós se, de alguma forma, a igreja desaparecesse do dia para a noite?

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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