Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Jesus em Jerusalém – 2º trimestre, 28 de maio a 4 de junho de 2016

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10
– clique na opção desejada: [Lição 9] – ou Lição 10 de  [sábado]  –  [domingo]  –  [segunda]  –  [terça]  –  [quarta]  –  [quinta]  –  [sexta] – ou o texto completo abaixo:
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (28 de maio de 2016).

Estamos iniciando o estudo sobre a semana do Calvário – a última semana de Jesus Cristo – a principal semana para Adão e todos os seus filhos. O conteúdo é muito amplo e bastante profundo. Algumas partes foram escolhidas. Precisamos nelas nos concentrar. Todos as partes merecem nossa atenção, mas como apenas algumas nos estão sendo apresentadas, nos firmemos no foco destas.

Mateus nos contou a história do nascimento de Jesus (Até agora me lembro dos sábios do Oriente. Magnífica história!). Depois nos mostrou o Seu batismo e as tentações sofridas no deserto. Na sequência, a Sua obra de quase três anos e meio na Galileia e em território estrangeiro. A partir desta semana (Lição 10), e até o final do trimestre (Lições 11, 12 e 13), Mateus nos coloca nos passos do Salvador em Jerusalém, em Sua última semana, desde os poucos dias e poucas horas que faltavam para o Seu sacrifício na cruz e até depois da ressurreição.

Irmãos, o Pai nunca desviou o Seu olhar, jamais deixou de prestar atenção em nós. Jamais! No entanto, os acontecimentos da última semana de Jesus chamaram mais ainda a atenção dEle. É até estranho dizer assim, mas se Ele já Se interessava pelo que acontecia aqui em baixo, muito mais nesses últimos momentos antes da cruz.

Então, prestemos atenção também!

“Tivesse Deus, o Pai, vindo ao mundo e habitado entre nós, humilhando-Se, velando Sua glória, a fim de que a humanidade O pudesse contemplar, não se haveria mudado a história que temos, da vida de Cristo… Em cada ato de Jesus, em cada lição de Suas instruções, devemos ver, ouvir e reconhecer a Deus. Na vista, no ouvido, no reconhecimento, são eles a voz e os movimentos do Pai” (Para Conhecê-Lo, pág. 338).

Sugerimos uma leitura adicional: “Temas inexauríveis”, em “Maranata, o Senhor Vem!”, pág. 364 (Meditação Matinal de 24/12/1977) – clique aqui.

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para 2016 – clique aqui]]
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingo Uma vinda profetizada (29 de maio de 2016).

A sequência cronológica é esta:
Mateus 26:3-16 (sábado).
Mateus 21:1-11 (domingo).
Mateus 21:12-17 (segunda).
Mateus 21:18-46 + 22 + 23 + 24 + 25 + 26:1 e 2 (terça)
* Nada é citado sobre quarta-feira *
Mateus 26:17-75 (quinta).
Mateus 27 (sexta-feira, o dia da morte de Jesus).

Jesus sabia em que dia exatamente morreria. Então, tomou todos os cuidados para que tal acontecimento não fosse antecipado. Sempre aceitou o reconhecimento “individual” de que era o Messias, mas quando isso ia se manifestar de forma “coletiva”, com publicidade “popular”, agia para que isso não ocorresse. Era o Messias, mas isso só poderia ser expresso abertamente no momento certo.

Em Mateus 21, finalmente, o momento chegou. Finalmente os judeus O deveriam reconhecer como Rei Messias. Então, encorajou tal reconhecimento. Que confessassem isso. Que se expressassem assim. E tomou iniciativa para que isso acontecesse. Era o domingo antes de Sua morte. Entrou triunfalmente em Jerusalém, e o fez igualzinho ao dito de Zacarias 9:9 – uma profecia messiânica do Velho Testamento, que diz assim: “Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém: eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador, humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta”.

A reação do povo está registrada em Mateus 21:8 e 9, Marcos 11:8-10, Lucas 19:35-40, e João 12:13.

Assim disse Marcos – “E muitos estendiam as suas vestes no caminho, e outros, ramos que haviam cortado dos campos. Tanto os que iam adiante dEle como os que vinham depois clamavam: ‘Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor! Bendito o reino que vem, o reino de Davi, nosso pai! Hosana, nas maiores alturas!

Irmãos, cegados pelo inimigo, os judeus estavam entendendo tudo errado. A entrada triunfal era para que eles, despertados por Zacarias 9:9, O aceitassem como o Rei Messias, o seu Salvador, e não como um rei de um reino terrestre. Era para libertá-los do poder do pecado, e não do poder de Roma.

Se olhassem para Ele da forma pretendida por Deus, a morte na cruz também teria que ocorrer, mas seria motivo de alegria para todos, bem como alegremente O aguardariam ressurgir do túmulo. Entenderiam o real significado da Páscoa. Entenderiam as profecias do Velho Testamento, iniciada em Gênesis 3:15.

Bem, João acrescenta um detalhe significativo: “Seus discípulos a princípio não compreenderam isto; quando, porém, Jesus foi glorificado, então eles se lembraram de que estas coisas estavam escritas a respeito dEle”.

Quanto a Lucas, ele diz que “alguns dos fariseus Lhe disseram em meio à multidão: ‘Mestre, repreende os Teus discípulos!’ Mas Ele lhes respondeu: ‘Asseguro-vos que, se eles se calarem, as próprias pedras clamarão”.

Também Lucas, o único que registra o clímax do evento, diz que, “quando ia chegando, vendo a cidade, chorou”.

Irmãos, Jesus chorou. Olhando para Jerusalém, Jesus chorou. Jerusalém deu motivos para Jesus chorar.

Você sabia que era Lázaro quem conduzia o jumento que Jesus montava? Veja isso em “Maravilhosa Graça de Deus”, pág. 45 – clique aqui.

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para 2016 – clique aqui]]
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaJesus no Templo (30 de maio de 2016).

Jesus sabia que o templo seria destruído; sabia que os serviços ali prestados logo deixariam de ter validade; sabia que a religião já estava comprometida com o erro; e, mesmo assim, quando curava, orientava que os sãos se dirigissem para o templo, e se apresentassem ao sacerdote de plantão. Por sinal, num culto, viu uma senhora entregando uma oferta para o templo, e louvou o seu ato.

Então, na segunda-feira, no Templo de Jerusalém, manifestou Seu interesse que aquele lugar fosse restaurado para o propósito para o qual fora construído. Com Sua santa presença [isso incomoda os súditos do reino de Satanás], expulsou os que praticavam o erro de “vender” os símbolos do sacrifício que Ele estava prestes a consumar na cruz do Calvário.

Além de estes homens terem uma visão grosseiramente distorcida do caráter de Deus, faziam com que os que buscavam o perdão divino O vissem conforme os óculos que eles lhes vendiam. Triste é o púlpito que repete tal prática. Infeliz é o cristão que mostra um outro salvador, um outro deus. Melhor seria não ter nascido!

Irmãos, tal como foi ao templo, hoje Cristo está disposto a entrar em sua vida e fazer de você um verdadeiro templo do Espírito Santo. Deseja Ele lhe conceder o Seu completo perdão, e o Seu poder santificador. É Seu interesse lhe dar o pleno conhecimento a respeito do Plano da Redenção. Está disposto a curar todas as suas feridas. E, se você estiver disposto a isso, sua vida servirá para que Ele cumpra o propósito para o qual você foi criado: a glória do Pai.

“A igreja de Deus tem sido como uma cidade edificada sobre um monte” – Leia sobre isso na Meditação Matinal de 26/11/1974 – clique aqui.

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para 2016 – clique aqui]]
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaAusência de frutos (31 de maio de 2016).

Era terça de manhã. Provavelmente Jesus tenha saído bem cedinho de Betânia, sem Se alimentar. Então, chegando a Jerusalém, teve fome. E vendo uma figueira que parecia carregada de frutos, a ela se achegou. Não teria feito isso se ela não demonstrasse possuir frutos. Ela fazia uma propaganda, e o Senhor dela se aproximou. Porém, “não tendo achado senão folhas, disse-lhe: ‘Nunca mais nasça fruto de ti!’ E a figueira secou imediatamente” (Mateus 21:19).

Deus havia dado vida aos judeus. Foram sustentados pelo Criador o tempo todo. A religião era a mais coerente, a mais sábia, a mais completa – a melhor de todas as religiões do mundo. O templo, mesmo não sendo mais o original, ainda apresentava uma arquitetura magnífica, extraordinária. As Escrituras Sagradas eram luz para os seus caminhos. Tinham condições para manter o melhor estilo de vida desejado por qualquer ser humano. Receberam uma visão sobre uma missão universal, em benefício de todas as pessoas, em qualquer lugar de nosso planeta. Por eles seria desenvolvido o Plano da Redenção.

Irmãos, nada disso é pouco! Ninguém recebeu tanto! Tudo tem a ver com a vida eterna! No entanto, tal qual a figueira, apenas folhas. Somente aparência. Fachada. Propaganda enganosa. Não deram o fruto correspondente. E o juízo chegou para eles: sequem; parem de enganar; já que estão sem fruto, que fiquem também sem folhas.

E Jesus seguiu com fome.

Agora, o interessante é que os discípulos não entenderam nada. Em vez de perguntar como fazer para revelar frutos, queriam aprender como secar uma figueira de forma tão rápida.

E nós? Entendemos?

Hoje vamos sugerir duas leituras adicionais:

“Sem ostentação”, em “Cristo Triunfante”, pág. 256 – clique aqui.

“A figueira estéril”, em “Perto do Céu”, pág. 99 – clique aqui.

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para 2016 – clique aqui]]
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaA pedra (1º de junho de 2016).

Ainda na terça-feira, tendo chegado ao templo, o qual havia purificado no dia anterior, Jesus começou a ensinar através de parábolas (Mateus 21:23-46). Dentre elas, a dos lavradores maus – que, resumidamente, conta que um senhor plantou uma vinha, construiu umas benfeitorias, e arrendou para algumas pessoas. Na época de receber o combinado, enviou servos, que acabaram sendo espancados. Insistindo, enviou outros servos, mas o espancamento se repetiu. Finalmente, enviou o próprio filho. Mas, nesse caso, para surpresa de todos, os lavradores maus o mataram.

Então, olhando para os principais sacerdotes, e anciãos do povo, e escribas, e fariseus, Jesus perguntou o que deveria ser feito com os assassinos. A resposta não podia ser outra: “Fará perecer horrivelmente a estes malvados e arrendará a vinha a outros lavradores que lhe remetam os frutos nos seus devidos tempos”.

Em vez de furar os olhos deles, o Salvador contou outra situação:
Perguntou-lhes Jesus: ‘Nunca lestes nas Escrituras: A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular; isto procede do Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos? Portanto, vos digo que o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos. Todo o que cair sobre esta pedra ficará em pedaços; e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó’”.

Irmãos, temos a experiência dos judeus. Triste experiência. Não há motivo algum para repeti-la. Em tempo, dobremos nossos joelhos na pedra angular. Ela dá sustentação ao edifício. É segura. Confiemos. Sejamos submissos ao nosso Redentor.

Os líderes judaicos rejeitaram. Eles O rejeitaram. Nós não precisamos cometer tal loucura.

“O coração de Cristo enchia-se de tristeza ao ver Ele alguém O abandonando, pois sabia que a fé em Seu nome e em Sua missão constitui a única esperança do homem”. Leia sobre isso em “Este Dia Com Deus”, pág. 187 (Meditação Matinal de 29/06/1980) – clique aqui.

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuintaO preço da graça (2 de junho de 2016).

Ainda na terça-feira, e ainda ensinando, Jesus contou a parábola citada em Mateus 22:1-15 – “A parábola das bodas (o casamento do filho)”. Os convidados não quiseram vir. Não se importaram. Chegaram a maltratar e até matar os mensageiros. Mas, por fim, receberam o juízo correspondente.

Na sequência, outras pessoas foram convidadas, e aceitaram ir à festa. No entanto, um dos convidados não estava trajado adequadamente – ou seja, além do convite impresso e falado, era entregue uma vestimenta apropriada para o evento. Mas, nesse caso, esse convidado citado só queria a festa, não o traje.

Bem, o que está sendo ensinado é o seguinte: para a parábola, apenas uma roupa; para o juízo investigativo, o caráter. Assim como não era qualquer roupa, também não é qualquer caráter. É o caráter moldado pelo caráter de Jesus Cristo. É o caráter de Jesus implantado no nosso. “Não mais eu, mas Cristo vive em mim”.

A “graça” não é de graça. Um preço enorme foi pago. O custo era alto. E foi pago. Nosso Senhor Jesus deixou os santos Céus, e, como um bebê indefeso, nasceu e viveu entre nós. Deixou a doce presença dos anjos, e veio viver entre pecadores. Saiu da companhia do Pai, e conviveu com pessoas iguaizinhas a mim e a você. Saiu do Céu, lugar inacessível aos ataques do inimigo, e veio habitar onde por este era atacado a todo momento, em qualquer lugar.

Nós temos natureza pecaminosa. Quando presenciamos uma injustiça, isso causa uma relativa dor em nossa mente, até que acostumamos. Para Jesus, isso era diferente. Por possuir natureza santa, qualquer desarmonia que via Lhe doía muito. Era um peso ver a mínima desgraça. Quanta dor Lhe causamos!

E mesmo que tivesse assumido a natureza humana dentro do Éden, antes da queda, quando tudo era inocente, isso já teria sido uma humilhação enorme para Ele, o nosso Criador.

Então, como querer estar diante do Pai sem o caráter de Jesus? O nosso é suficiente?

Indicamos uma leitura adicional: “Se Jesus houvesse pecado, o que teria acontecido com Ele?” – clique aqui.

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSextaConclusão (3 de junho de 2016).

“Pelo poder da Sua graça manifestado na transformação do caráter, o mundo será convencido de que Deus enviou Seu Filho como Redentor. Nenhuma influência que possa rodear a alma tem mais poder do que a de uma vida abnegada. O mais forte argumento em favor do evangelho é um cristão que sabe amar e é amável.

Para viver tal vida, para exercer tal influência, requer-se, a cada passo, esforço, abnegação e disciplina. É porque assim não compreendem que muitos tão facilmente desanimam na vida cristã. Muitos que sinceramente consagram a vida ao serviço de Deus ficam surpresos e desiludidos ao encontrar-se, como nunca, rodeados de obstáculos e assediados por provas e perplexidades. Oram para que seu caráter se assemelhe ao de Cristo e se tornem aptos para a obra do Senhor, e contudo são postos em circunstâncias que parecem provocar toda a malícia de sua natureza. São-lhes reveladas faltas, de cuja existência jamais haviam suspeitado. Como o Israel de outrora, perguntam: ‘Se Deus nos conduz, por que nos sucedem todas estas coisas?’

É justamente porque Deus os conduz que estas coisas lhes sucedem. As provas e obstáculos são os métodos de disciplina escolhidos pelo Senhor e as condições de bom êxito que nos apresenta. Ele, que lê o coração dos homens, conhece melhor do que eles mesmos o seu caráter. Vê que alguns têm faculdades e possibilidades que, bem dirigidas, podiam ser empregadas no avanço de Sua obra. Em Sua providência, Deus colocou estas pessoas em diferentes situações e variadas circunstâncias a fim de que possam descobrir, em seu caráter, defeitos que a eles próprios estavam ocultos. Dá-lhes oportunidade de corrigirem tais defeitos e de se tornarem aptos para O servir. Permite por vezes que o fogo da aflição os assalte, a fim de que sejam purificados.

O fato de sermos chamados a suportar a prova mostra que o Senhor Jesus vê em nós alguma coisa de precioso que deseja desenvolver. Se nada visse em nós que pudesse glorificar Seu nome, não desperdiçaria tempo a depurar-nos” (A Ciência do Bom Viver, págs. 470 e 471).

Leia “O Rei de Jerusalém”, em “Maravilhosa Graça de Deus”, pág. 46 (Meditação Matinal de 09/02/1974) – clique aqui.

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Sábado, 28 de maio de 2016 – “Jesus em Jerusalém” – Introdução

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (28 de maio de 2016).

Estamos iniciando o estudo sobre a semana do Calvário – a última semana de Jesus Cristo – a principal semana para Adão e todos os seus filhos. O conteúdo é muito amplo e bastante profundo. Algumas partes foram escolhidas. Precisamos nelas nos concentrar. Todos as partes merecem nossa atenção, mas como apenas algumas nos estão sendo apresentadas, nos firmemos no foco destas.

Mateus nos contou a história do nascimento de Jesus (Até agora me lembro dos sábios do Oriente. Magnífica história!). Depois nos mostrou o Seu batismo e as tentações sofridas no deserto. Na sequência, a Sua obra de quase três anos e meio na Galileia e em território estrangeiro. A partir desta semana (Lição 10), e até o final do trimestre (Lições 11, 12 e 13), Mateus nos coloca nos passos do Salvador em Jerusalém, em Sua última semana, desde os poucos dias e poucas horas que faltavam para o Seu sacrifício na cruz e até depois da ressurreição.

Irmãos, o Pai nunca desviou o Seu olhar, jamais deixou de prestar atenção em nós. Jamais! No entanto, os acontecimentos da última semana de Jesus chamaram mais ainda a atenção dEle. É até estranho dizer assim, mas se Ele já Se interessava pelo que acontecia aqui em baixo, muito mais nesses últimos momentos antes da cruz.

Então, prestemos atenção também!

“Tivesse Deus, o Pai, vindo ao mundo e habitado entre nós, humilhando-Se, velando Sua glória, a fim de que a humanidade O pudesse contemplar, não se haveria mudado a história que temos, da vida de Cristo… Em cada ato de Jesus, em cada lição de Suas instruções, devemos ver, ouvir e reconhecer a Deus. Na vista, no ouvido, no reconhecimento, são eles a voz e os movimentos do Pai” (Para Conhecê-Lo, pág. 338).

Sugerimos uma leitura adicional: “Temas inexauríveis”, em “Maranata, o Senhor Vem!”, pág. 364 (Meditação Matinal de 24/12/1977) – clique aqui.

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Domingo, 29 de maio de 2016 – “Jesus em Jerusalém” – Uma vinda profetizada

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoUma vinda profetizada (29 de maio de 2016).

A sequência cronológica é esta:
Mateus 26:3-16 (sábado).
Mateus 21:1-11 (domingo).
Mateus 21:12-17 (segunda).
Mateus 21:18-46 + 22 + 23 + 24 + 25 + 26:1 e 2 (terça)
* Nada é citado sobre quarta-feira *
Mateus 26:17-75 (quinta).
Mateus 27 (sexta-feira, o dia da morte de Jesus).

Jesus sabia em que dia exatamente morreria. Então, tomou todos os cuidados para que tal acontecimento não fosse antecipado. Sempre aceitou o reconhecimento “individual” de que era o Messias, mas quando isso ia se manifestar de forma “coletiva”, com publicidade “popular”, agia para que isso não ocorresse. Era o Messias, mas isso só poderia ser expresso abertamente no momento certo.

Em Mateus 21, finalmente, o momento chegou. Finalmente os judeus O deveriam reconhecer como Rei Messias. Então, encorajou tal reconhecimento. Que confessassem isso. Que se expressassem assim. E tomou iniciativa para que isso acontecesse. Era o domingo antes de Sua morte. Entrou triunfalmente em Jerusalém, e o fez igualzinho ao dito de Zacarias 9:9 – uma profecia messiânica do Velho Testamento, que diz assim: “Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém: eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador, humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta”.

A reação do povo está registrada em Mateus 21:8 e 9, Marcos 11:8-10, Lucas 19:35-40, e João 12:13.

Assim disse Marcos – “E muitos estendiam as suas vestes no caminho, e outros, ramos que haviam cortado dos campos. Tanto os que iam adiante dEle como os que vinham depois clamavam: ‘Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor! Bendito o reino que vem, o reino de Davi, nosso pai! Hosana, nas maiores alturas!

Irmãos, cegados pelo inimigo, os judeus estavam entendendo tudo errado. A entrada triunfal era para que eles, despertados por Zacarias 9:9, O aceitassem como o Rei Messias, o seu Salvador, e não como um rei de um reino terrestre. Era para libertá-los do poder do pecado, e não do poder de Roma.

Se olhassem para Ele da forma pretendida por Deus, a morte na cruz também teria que ocorrer, mas seria motivo de alegria para todos, bem como alegremente O aguardariam ressurgir do túmulo. Entenderiam o real significado da Páscoa. Entenderiam as profecias do Velho Testamento, iniciada em Gênesis 3:15.

Bem, João acrescenta um detalhe significativo: “Seus discípulos a princípio não compreenderam isto; quando, porém, Jesus foi glorificado, então eles se lembraram de que estas coisas estavam escritas a respeito dEle”.

Quanto a Lucas, ele diz que “alguns dos fariseus Lhe disseram em meio à multidão: ‘Mestre, repreende os Teus discípulos!’ Mas Ele lhes respondeu: ‘Asseguro-vos que, se eles se calarem, as próprias pedras clamarão”.

Também Lucas, o único que registra o clímax do evento, diz que, “quando ia chegando, vendo a cidade, chorou”.

Irmãos, Jesus chorou. Olhando para Jerusalém, Jesus chorou. Jerusalém deu motivos para Jesus chorar.

Você sabia que era Lázaro quem conduzia o jumento que Jesus montava? Veja isso em “Maravilhosa Graça de Deus”, pág. 45 – clique aqui.

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Segunda, 30 de maio de 2016 – “Jesus em Jerusalém” – Jesus no Templo

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaJesus no Templo (30 de maio de 2016).

Jesus sabia que o templo seria destruído; sabia que os serviços ali prestados logo deixariam de ter validade; sabia que a religião já estava comprometida com o erro; e, mesmo assim, quando curava, orientava que os sãos se dirigissem para o templo, e se apresentassem ao sacerdote de plantão. Por sinal, num culto, viu uma senhora entregando uma oferta para o templo, e louvou o seu ato.

Então, na segunda-feira, no Templo de Jerusalém, manifestou Seu interesse que aquele lugar fosse restaurado para o propósito para o qual fora construído. Com Sua santa presença [isso incomoda os súditos do reino de Satanás], expulsou os que praticavam o erro de “vender” os símbolos do sacrifício que Ele estava prestes a consumar na cruz do Calvário.

Além de estes homens terem uma visão grosseiramente distorcida do caráter de Deus, faziam com que os que buscavam o perdão divino O vissem conforme os óculos que eles lhes vendiam. Triste é o púlpito que repete tal prática. Infeliz é o cristão que mostra um outro salvador, um outro deus. Melhor seria não ter nascido!

Irmãos, tal como foi ao templo, hoje Cristo está disposto a entrar em sua vida e fazer de você um verdadeiro templo do Espírito Santo. Deseja Ele lhe conceder o Seu completo perdão, e o Seu poder santificador. É Seu interesse lhe dar o pleno conhecimento a respeito do Plano da Redenção. Está disposto a curar todas as suas feridas. E, se você estiver disposto a isso, sua vida servirá para que Ele cumpra o propósito para o qual você foi criado: a glória do Pai.

“A igreja de Deus tem sido como uma cidade edificada sobre um monte” – Leia sobre isso na Meditação Matinal de 26/11/1974 – clique aqui.

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Terça, 31 de maio de 2016 – “Jesus em Jerusalém” – Ausência de frutos

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaAusência de frutos (31 de maio de 2016).

Era terça de manhã. Provavelmente Jesus tenha saído bem cedinho de Betânia, sem Se alimentar. Então, chegando a Jerusalém, teve fome. E vendo uma figueira que parecia carregada de frutos, a ela se achegou. Não teria feito isso se ela não demonstrasse possuir frutos. Ela fazia uma propaganda, e o Senhor dela se aproximou. Porém, “não tendo achado senão folhas, disse-lhe: ‘Nunca mais nasça fruto de ti!’ E a figueira secou imediatamente” (Mateus 21:19).

Deus havia dado vida aos judeus. Foram sustentados pelo Criador o tempo todo. A religião era a mais coerente, a mais sábia, a mais completa – a melhor de todas as religiões do mundo. O templo, mesmo não sendo mais o original, ainda apresentava uma arquitetura magnífica, extraordinária. As Escrituras Sagradas eram luz para os seus caminhos. Tinham condições para manter o melhor estilo de vida desejado por qualquer ser humano. Receberam uma visão sobre uma missão universal, em benefício de todas as pessoas, em qualquer lugar de nosso planeta. Por eles seria desenvolvido o Plano da Redenção.

Irmãos, nada disso é pouco! Ninguém recebeu tanto! Tudo tem a ver com a vida eterna! No entanto, tal qual a figueira, apenas folhas. Somente aparência. Fachada. Propaganda enganosa. Não deram o fruto correspondente. E o juízo chegou para eles: sequem; parem de enganar; já que estão sem fruto, que fiquem também sem folhas.

E Jesus seguiu com fome.

Agora, o interessante é que os discípulos não entenderam nada. Em vez de perguntar como fazer para revelar frutos, queriam aprender como secar uma figueira de forma tão rápida.

E nós? Entendemos?

Hoje vamos sugerir duas leituras adicionais:

“Sem ostentação”, em “Cristo Triunfante”, pág. 256 – clique aqui.

“A figueira estéril”, em “Perto do Céu”, pág. 99 – clique aqui.

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Quarta, 1º de junho de 2016 – “Jesus em Jerusalém” – A pedra

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuarta A pedra (1º de junho de 2016).

Ainda na terça-feira, tendo chegado ao templo, o qual havia purificado no dia anterior, Jesus começou a ensinar através de parábolas (Mateus 21:23-46). Dentre elas, a dos lavradores maus – que, resumidamente, conta que um senhor plantou uma vinha, construiu umas benfeitorias, e arrendou para algumas pessoas. Na época de receber o combinado, enviou servos, que acabaram sendo espancados. Insistindo, enviou outros servos, mas o espancamento se repetiu. Finalmente, enviou o próprio filho. Mas, nesse caso, para surpresa de todos, os lavradores maus o mataram.

Então, olhando para os principais sacerdotes, e anciãos do povo, e escribas, e fariseus, Jesus perguntou o que deveria ser feito com os assassinos. A resposta não podia ser outra: “Fará perecer horrivelmente a estes malvados e arrendará a vinha a outros lavradores que lhe remetam os frutos nos seus devidos tempos”.

Em vez de furar os olhos deles, o Salvador contou outra situação:
Perguntou-lhes Jesus: ‘Nunca lestes nas Escrituras: A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular; isto procede do Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos? Portanto, vos digo que o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos. Todo o que cair sobre esta pedra ficará em pedaços; e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó’”.

Irmãos, temos a experiência dos judeus. Triste experiência. Não há motivo algum para repeti-la. Em tempo, dobremos nossos joelhos na pedra angular. Ela dá sustentação ao edifício. É segura. Confiemos. Sejamos submissos ao nosso Redentor.

Os líderes judaicos rejeitaram. Eles O rejeitaram. Nós não precisamos cometer tal loucura.

“O coração de Cristo enchia-se de tristeza ao ver Ele alguém O abandonando, pois sabia que a fé em Seu nome e em Sua missão constitui a única esperança do homem”. Leia sobre isso em “Este Dia Com Deus”, pág. 187 (Meditação Matinal de 29/06/1980) – clique aqui.

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Quinta, 2 de junho de 2016 – “Jesus em Jerusalém” – O preço da graça

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuintaO preço da graça (2 de junho de 2016).

Ainda na terça-feira, e ainda ensinando, Jesus contou a parábola citada em Mateus 22:1-15 – “A parábola das bodas (o casamento do filho)”. Os convidados não quiseram vir. Não se importaram. Chegaram a maltratar e até matar os mensageiros. Mas, por fim, receberam o juízo correspondente.

Na sequência, outras pessoas foram convidadas, e aceitaram ir à festa. No entanto, um dos convidados não estava trajado adequadamente – ou seja, além do convite impresso e falado, era entregue uma vestimenta apropriada para o evento. Mas, nesse caso, esse convidado citado só queria a festa, não o traje.

Bem, o que está sendo ensinado é o seguinte: para a parábola, apenas uma roupa; para o juízo investigativo, o caráter. Assim como não era qualquer roupa, também não é qualquer caráter. É o caráter moldado pelo caráter de Jesus Cristo. É o caráter de Jesus implantado no nosso. “Não mais eu, mas Cristo vive em mim”.

A “graça” não é de graça. Um preço enorme foi pago. O custo era alto. E foi pago. Nosso Senhor Jesus deixou os santos Céus, e, como um bebê indefeso, nasceu e viveu entre nós. Deixou a doce presença dos anjos, e veio viver entre pecadores. Saiu da companhia do Pai, e conviveu com pessoas iguaizinhas a mim e a você. Saiu do Céu, lugar inacessível aos ataques do inimigo, e veio habitar onde por este era atacado a todo momento, em qualquer lugar.

Nós temos natureza pecaminosa. Quando presenciamos uma injustiça, isso causa uma relativa dor em nossa mente, até que acostumamos. Para Jesus, isso era diferente. Por possuir natureza santa, qualquer desarmonia que via Lhe doía muito. Era um peso ver a mínima desgraça. Quanta dor Lhe causamos!

E mesmo que tivesse assumido a natureza humana dentro do Éden, antes da queda, quando tudo era inocente, isso já teria sido uma humilhação enorme para Ele, o nosso Criador.

Então, como querer estar diante do Pai sem o caráter de Jesus? O nosso é suficiente?

Indicamos uma leitura adicional: “Se Jesus houvesse pecado, o que teria acontecido com Ele?” – clique aqui.

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para 2016 – clique aqui]]
Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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