Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Jesus Se misturava com as pessoas – 3º trimestre, 30 de julho a 6 de agosto de 2016

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6
– clique na opção desejada: [Lição 5] – ou Lição 6 de  [sábado]  –  [domingo]  –  [segunda]  –  [terça]  –  [quarta]  –  [quinta]  –  [sexta] – ou o texto completo abaixo:
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (30 de julho de 2016).

Desde o início do trimestre, estamos estudando as ações de Jesus Cristo em favor da humanidade. Além de Ele mesmo ser o Evangelho Eterno, é também o Evangelista. Ele é a Mensagem e é o Mensageiro.

Começamos a ver isso já no Éden, assim que Adão e Eva pecaram. Na sequência, vimos Sua misericórdia e Sua justiça durante todo o Velho Testamento (Lições 1 a 4). Até que, desde a semana passada (Lição 5), passamos a estudar este tema dentro do Novo Testamento – ou seja, considerando o período em que Jesus habitou fisicamente entre nós.

Mas o objetivo da Lição não é ter “a história” como fim. Não estamos aqui para apenas estudar história. Ela é citada, isso sim, para servir de base para a nossa compreensão. A Lição deseja que entendamos que temos, como igreja, um dever para com a comunidade em que estamos inseridos. Somos “sal”, somos “luz”, somos uma fonte a jorrar a água da Vida. De graça recebemos, de graça devemos repassar. E, nesse sentido, a história nos serve de ilustração, de modelo, de incentivo.

“Aquele que tem experiência genuína nas coisas de Deus não será indiferente para com os que estão em trevas, mas sim indagará: ‘Que diria Jesus a estas pessoas pobres e necessitadas?’ Procurará fazer brilhar sua luz. Orará pedindo sabedoria, graça e tino, para que saiba falar uma palavra oportuna ao cansado. Em vez de empenhar-se em conversas triviais, em galhofas e zombarias, ele, como fiel mordomo da graça de Deus, aproveitará ao máximo a sua oportunidade, e a semente semeada germinará e trará fruto para a vida eterna. O tesouro da verdade está em seu coração, e ele produz frutos bons” (Para Conhecê-Lo, pág. 158 – Meditação Matinal de 01/06/1965).

“O verdadeiro amor a Deus sempre se manifestará. Não pode ser oculto. … Aquele em cujo coração Cristo habita revelará a Cristo no caráter, em sua obra em benefício da família da fé, e em benefício daqueles que precisam receber o conhecimento da verdade. Ele deve sempre mostrar pelas boas obras o fruto de sua fé, revelando a Cristo por palavras amoráveis e atos de misericórdia” (Olhando Para o Alto, pág. 120 – Meditação Matinal 22/04/1983).

Sugerimos uma leitura adicional: “Desde o princípio”, em “Maravilhosa Graça de Deus”, pág. 188 (Meditação Matinal de 01/07/1974) – clique aqui.

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para hoje 30/07/2016 – clique aqui]]
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoÊxito unicamente pelos métodos de Cristo (31 de julho de 2016).

O título da Lição desta semana é “Jesus Se misturava com as pessoas”. E nós devemos começar pelo começo: Ele primeiramente Se misturou tornando-Se igual a nós. Não no sentido de assumir a natureza humana “pecaminosa”, mas de assumir a “natureza humana”.

“Ele assumiu voluntariamente a natureza humana. Foi um ato realizado por Sua própria iniciativa e consentimento. Revestiu Sua divindade com a humanidade. Durante todo o tempo na Terra, Ele era como Deus, mas não tinha a aparência de Deus. Velou as demonstrações da divindade que haviam merecido a homenagem e inspirado a admiração do Universo de Deus. Ele era Deus enquanto estava na Terra, mas Se despiu da forma de Deus e, em seu lugar, tomou a forma e a aparência humanas. Andou na Terra como homem” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, pág. 1258).

“A piedade e terna compaixão de Deus foi despertada para com os seres humanos, caídos e presos ao carro de Satanás; e, ao chegar a plenitude dos tempos, enviou Deus Seu Filho. Aquele que fora designado no conselho celeste, veio à Terra como instrutor do homem. Pela grande generosidade de Deus foi Ele dado ao mundo; e, a fim de satisfazer às necessidades da natureza humana, tomou Ele sobre Si a humanidade. Para assombro dos seres celestes, veio o Verbo eterno a este mundo como impotente nenê. Plenamente preparado, deixou as cortes reais, aliando-Se misteriosamente com os caídos seres humanos. ‘O Verbo Se fez carne e habitou entre nós’ (João 1:14)” (Exaltai-O, pág. 167 – Meditação Matinal de 01/06/1992).

Irmãos, quando somos chamados a sair da zona de conforto (o que nos exige um custo enorme), lembremos de algo muito mais forte do que isso: Deus só podia Se misturar conosco se assumisse a nossa natureza – e foi justamente isso que Ele fez. Custo teve Ele!

Pensemos um pouco nesse assunto. Tiremos proveito desse tema. Deus sabe o que eu passo? Sim. Ele sabe. Ele é Deus! Mas, Ele sabe apenas por “conhecimento”? Não. Ele sabe por conhecimento e sabe por “experiência”. Ele passou o que eu passo. Ele sabe o que é ser “ser humano”. E, por isso, Ele sabe como tratar comigo. Ele sabe, e muito bem!

Hoje, poderia Ele enviar anjos para falar do Evangelho Eterno para pecadores? Sim. Poderia. Ele é Deus! Mas os pecadores entenderiam a mensagem que transforma se ela viesse de anjos que não precisam de transformação? Bem, nesse caso, porque Deus é Deus, é melhor ficarmos com a resposta dEle:

“O Senhor deu a Sua igreja uma obra especial, de serviço pessoal, a realizar. Deus poderia haver enviado anjos para trabalharem pela reforma do homem, mas não o fez. A humanidade precisa pôr-se em contato com a humanidade” (Este Dia com Deus, pág. 328 – Meditação Matinal de 17/11/1980).

“Pela desobediência às ordens de Deus, o homem caiu sob a condenação de Sua lei. Esta queda exigiu que a graça de Deus se manifestasse em favor dos pecadores. Jamais teríamos conhecido o significado da palavra ‘graça’ se não tivéssemos caído. Deus ama os anjos sem pecado, os quais fazem o Seu serviço e são obedientes as Suas ordens; mas Ele não lhes concede graça. Esses seres celestiais nada sabem de graça; jamais necessitaram dela, porque jamais pecaram” (Maravilhosa Graça de Deus, pág. 8 – Meditação Matinal de 02/01/1974).

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para hoje 31/07/2016 – clique aqui]]
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaPerdido e achado (1º de agosto de 2016).

Lucas 15 começa assim: “Aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para O ouvir. E murmuravam os fariseus e os escribas, dizendo: ‘Este recebe pecadores e come com eles’” (versos 1 e 2).

Ora, na concepção dos líderes religiosos de então, verdadeiros guias cegos, Jesus não podia ser o Messias enviado pelo Pai porque o Pai jamais Se misturaria com os “pecadores”.

Então, Jesus propôs três parábolas – cada uma para ilustrar como é o caráter do Pai. Três histórias – cada uma para ensinar se o Pai Se mistura ou não com os “perdidos”.

Em cem ovelhas, uma se perdeu, e o pastor foi em sua procura. Quando a achou, não bateu nela. Ao contrário, colocou-a em seu cangote, e a trouxe para a mesma segurança que as demais desfrutavam.

Em dez moedas, uma caiu, e a dona da casa se agachou em sua procura. Revirou toda a casa. Quando a achou, não disse que ela valia menos. Ao contrário, colocou-a junto das demais.

Em dois filhos, um quis ir embora. Quando quebrado e falido, desejou voltar. Voltando, não encontrou nenhuma placa dizendo “Proibido o retorno de um filho ingrato”. Não! Ao contrário! Ainda fedido, foi abraçado e beijado por seu pai, e trazido para dentro de casa.

Irmãos, estas parábolas não são a respeito da ovelha, da moeda ou do filho pródigo. Não! O que Jesus está ensinando é sobre o caráter do Pai. Lucas 15 é sobre o Pai. Jesus está mostrando que Deus, o Pai, não aceita perder ninguém – e, por isso, através dEle, Jesus Cristo, o Pai estava Se misturando com os “perdidos”. E, os encontrando, em vez de lavar roupa suja, chama o Universo não caído para festejar, para comemorar: “Porque este Meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado”.

Irmãos, temos a tendência de “achar” que os perdidos são aqueles que “saíram” da igreja. “Eles” são os perdidos e nós somos as noventa e nove!

Não, irmãos! Não! A Terra é a ovelha perdida. A humanidade é a perdida. “Nós” somos os perdidos. Eu e você. Se na igreja ou fora dela, nós somos a ovelha perdida. Cristo deixou as 99 e veio buscar “toda” a humanidade. Adão e Eva e “todos” os seus descendentes. Toda a raça caída. E é quando compreendemos isso, somente quando compreendemos que “todos” somos a ovelha perdida, que valorizamos as pessoas por quem Jesus Cristo deu a Sua vida – e, então, “nos misturamos com as pessoas”.

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para hoje 01/08/2016 – clique aqui]]
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaComendo com pecadores (2 de agosto de 2016).

E sucedeu que, estando Ele em casa, à mesa, muitos publicanos e pecadores vieram e tomaram lugares com Jesus e Seus discípulos. Ora, vendo isto, os fariseus perguntavam aos discípulos: ‘Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores?’ Mas Jesus, ouvindo, disse: ‘Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes. Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos; pois não vim chamar justos, e sim pecadores ao arrependimento’” (Mateus 9:10-13 + citação de Oseias 6:6 – “Pois misericórdia quero, e não sacrifício, e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos”).

A pergunta é: “Por que Jesus comia com os pecadores?”

Ora, com quem Ele iria comer?! Existiam “não pecadores”? Claro que não! Então, com qualquer pessoa que Ele fizesse uma refeição, seria uma refeição com pecadores!

Ah! Mas o problema não estava em Jesus e nem em Seus companheiros de mesa. Estava naqueles que “não se achavam” pecadores. Estava naqueles que se achavam “melhores” do que os que acompanhavam Jesus naquela refeição. O que, nesse caso, indica que eles não se viam como Jesus os via. E isso é um problemão. É a chamada “miopia espiritual”.

Irmãos, não existe essa história de quem merece e de quem não merece a salvação. “Não há um justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis…  todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:10-12 e 23).

Bem, a Lição nos traz Jesus como Modelo. Ele nos dá a indicação correta a respeito da evangelização. Não devemos nos prender ao questionamento feito pelos fariseus. Não nos interessa estacionar no problemão manifestado por eles. O que interessa é destacar o fato de que Jesus estava envolvido com pecadores. Com eles Se relacionava. E não para a glutonaria, mas para curar, para salvar.

Todo aquele que o Pai Me dá, esse virá a Mim; e o que vem a Mim, de modo nenhum o lançarei fora. Porque Eu desci do Céu, não para fazer a Minha própria vontade, e sim a vontade dAquele que Me enviou. E a vontade de quem Me enviou é esta: que nenhum Eu perca de todos os que Me deu; pelo contrário, Eu o ressuscitarei no último dia. De fato, a vontade de Meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nEle crer tenha a vida eterna; e Eu o ressuscitarei no último dia” (João 6:37-40).

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para hoje 02/08/2016 – clique aqui]]
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaSabedoria ao se misturar com as pessoas (3 de agosto de 2016).

Interessante o título para hoje. Houve preocupação por parte dos que prepararam a Lição. Devemos sim nos misturar com as pessoas – mas, porém e contudo – deve haver “sabedoria” ao nos misturarmos com as pessoas. Muita sabedoria! A ideia não é nos tornarmos fracos para com os fracos e acabarmos fracos como eles. Não! O plano é erguê-los, fortificá-los. Em Cristo, nós somos o sal. Em Cristo, nós somos a luz.

Fiz-me fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns. Tudo faço por causa do evangelho, com o fim de me tornar cooperador com ele” (1Coríntios 9:22 e 23).

“Aqueles com quem nos associamos dia a dia necessitam de nosso auxílio, nossa orientação. Eles podem encontrar-se em tal condição de mente que uma palavra dita a tempo será como um prego encravado no lugar certo. Amanhã algumas dessas pessoas poderão estar onde nunca mais as alcançaremos outra vez. Qual é nossa influência sobre esses companheiros de jornada?

Cada dia de nossa vida está carregado de responsabilidades que nós temos de enfrentar. Cada dia nossas palavras e atos estão fazendo impressão sobre aqueles com quem nos associamos. Quão grande é a necessidade que temos de pôr uma guarda em nossos lábios e vigiar cuidadosamente nossos passos! Um gesto desavisado, um passo imprudente e poderão surgir ondas de alguma forte tentação que podem levar uma pessoa para o abismo. Não podemos arrancar os pensamentos que houverem sido plantados na mente humana. Se foram maus, poderemos ter posto em movimento uma sequência de circunstâncias, uma avalanche de males, que não seremos capazes de deter.

Por outro lado, se por nosso exemplo ajudamos a outros no desenvolvimento de bons princípios, damos-lhes capacidade para fazer o bem. Por seu turno eles exercem a mesma benéfica influência sobre outros. Assim, centenas de milhares são ajudados pela nossa influência por nós despercebida. O verdadeiro seguidor de Cristo fortalece os bons propósitos de todos aqueles com quem entra em contato. Diante de um mundo incrédulo e amante do pecado, ele revela o poder da graça de Deus e a perfeição do Seu caráter” (Exaltai-O, pág. 286 – Meditação Matinal de 28/09/1992).

Indicamos a leitura de “Honre o Doador dos dons”, em “Perto do Céu”, pág. 358 (Meditação Matinal de 18/12/2013) – clique aqui.

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para hoje 03/08/2016 – clique aqui]]
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuintaNo meio de uma geração corrupta (4 de agosto de 2016).

O título para hoje é tirado de um verso de Paulo – Filipenses 2:15 e 16 – “Que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo, preservando a palavra da vida”.

Na Lição de hoje, há uma questão interessante. Interessantíssima! Ela pergunta: “Com que frequência nossas igrejas passam mais tempo discutindo por causa de estilos de adoração ou por causa de doutrina do que evangelizando um mundo que está perecendo?” Interessante, não é mesmo?

Irmãos, eu tenho pensado a respeito das minhas orações. Nelas, manifesto minhas necessidades, faço pedidos, clamo pela ajuda dos Céus. Então, fico imaginando Deus Se inclinando para me ouvir, e tomar providências para que as Suas bênçãos se tornem realidade em minha vida.

Lá no Livro de Atos, no capítulo 8, nos é contada a espetacular história de um homem que provavelmente não sabia orar, mas tinha necessidades espirituais – e, do seu jeito, clamava ao Deus que habita a eternidade, o santo lugar, mas que também habita com o contrito, com o abatido de espírito. Diz a Bíblia que Deus Se inclinou em direção a ele, e tomou providências.

Figo imaginando se Filipe não quisesse se misturar com esse etíope. Fico imaginando se o diácono Filipe dissesse assim: “Eu não, Senhor! Eu não quero ser a Sua providência em favor deste eunuco!”

Meus bisavós, em torno do ano 1900, clamaram a Deus a respeito do sábado. Na Bíblia, liam sobre a santidade deste dia, mas não havia quem os ensinasse. Fico imaginando Deus Se inclinando para ouvi-los, e tomar as devidas providências. Ao mesmo tempo, fico imaginando se aquele colportor, cujo nome não sabemos, tivesse negligenciado a cidade de Castro, no Paraná, ou tivesse negligenciado simplesmente a casa de meus bisavós.

Quanto a Filipe, em Atos 21:8, ele é chamado de “o evangelista”. Quanto ao colportor, no Céu seremos apresentados. Quanto as pessoas que hoje clamam a Deus, mesmo em meio a esta geração corrupta, que eu seja a providência do Senhor em favor deles.

Aceita você também estender o seu braço de misericórdia em favor deles?

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para hoje 04/08/2016 – clique aqui]]
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSextaConclusão (5 de agosto de 2016).

“Os filhos de Israel deviam ocupar todo o território que Deus lhes indicara. Aquelas nações que haviam rejeitado a adoração e serviço ao verdadeiro Deus, deviam ser despojadas. Mas era propósito de Deus que pela revelação de Seu caráter através de Israel, fossem os homens atraídos para Si. O convite do evangelho devia ser dado a todo o mundo. Mediante o ensino do sistema de sacrifícios, Cristo devia ser erguido perante as nações, e todos que olhassem para Ele viveriam. Todo aquele que, como Raabe, a cananita, e Rute, a moabita, tornassem da idolatria para o culto ao verdadeiro Deus, deviam unir-se ao Seu povo escolhido. À medida em que o número dos israelitas crescesse, deviam eles ampliar suas fronteiras, até que o seu reino envolvesse o mundo” (Profetas e Reis, em “A Vinha do Senhor”, antes do capítulo 1).

“Todo pecador que Cristo salvou, é chamado a atuar em Seu nome pela salvação dos perdidos. Essa obra fora negligenciada em Israel. Não é também hoje negligenciada pelos que professam ser seguidores de Cristo?

Quantos afastados, caro leitor, procuraste e trouxeste ao redil? Reconheces que desprezas os que Cristo procura, quando te desvias dos que parecem pouco promissores e não atraentes? Justamente no momento em que te esquivas deles, podem carecer muito de tua compaixão. Em toda assembleia de culto, há os que anseiam descanso e paz. Podem parecer como se vivessem indiferentemente, mas não são insensíveis à influência do Espírito Santo. Muitos deles podem ser ganhos para Cristo.

Se a ovelha perdida não é trazida ao aprisco, vagueia até perecer. E muitas almas descem à ruína pela falta de uma mão estendida para salvá-las. Estes errantes podem aparentar ser endurecidos e indiferentes, mas se tivessem tido os mesmos privilégios que outros, poderiam ter revelado muito maior nobreza de caráter e maior talento para utilidade. Os anjos se compadecem desses errantes. Eles choram, enquanto os olhos humanos estão enxutos e os corações cerrados à compaixão.

Oh, que falta de profunda e tocante simpatia pelos tentados e errantes! Oh, se houvesse mais do espírito de Cristo e menos, muito menos do próprio eu!” (Parábolas de Jesus, págs. 191 e 192).

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Sábado, 30 de julho de 2016 – “Jesus Se misturava com as pessoas” – Introdução

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (30 de julho de 2016).

Desde o início do trimestre, estamos estudando as ações de Jesus Cristo em favor da humanidade. Além de Ele mesmo ser o Evangelho Eterno, é também o Evangelista. Ele é a Mensagem e é o Mensageiro.

Começamos a ver isso já no Éden, assim que Adão e Eva pecaram. Na sequência, vimos Sua misericórdia e Sua justiça durante todo o Velho Testamento (Lições 1 a 4). Até que, desde a semana passada (Lição 5), passamos a estudar este tema dentro do Novo Testamento – ou seja, considerando o período em que Jesus habitou fisicamente entre nós.

Mas o objetivo da Lição não é ter “a história” como fim. Não estamos aqui para apenas estudar história. Ela é citada, isso sim, para servir de base para a nossa compreensão. A Lição deseja que entendamos que temos, como igreja, um dever para com a comunidade em que estamos inseridos. Somos “sal”, somos “luz”, somos uma fonte a jorrar a água da Vida. De graça recebemos, de graça devemos repassar. E, nesse sentido, a história nos serve de ilustração, de modelo, de incentivo.

“Aquele que tem experiência genuína nas coisas de Deus não será indiferente para com os que estão em trevas, mas sim indagará: ‘Que diria Jesus a estas pessoas pobres e necessitadas?’ Procurará fazer brilhar sua luz. Orará pedindo sabedoria, graça e tino, para que saiba falar uma palavra oportuna ao cansado. Em vez de empenhar-se em conversas triviais, em galhofas e zombarias, ele, como fiel mordomo da graça de Deus, aproveitará ao máximo a sua oportunidade, e a semente semeada germinará e trará fruto para a vida eterna. O tesouro da verdade está em seu coração, e ele produz frutos bons” (Para Conhecê-Lo, pág. 158 – Meditação Matinal de 01/06/1965).

“O verdadeiro amor a Deus sempre se manifestará. Não pode ser oculto. … Aquele em cujo coração Cristo habita revelará a Cristo no caráter, em sua obra em benefício da família da fé, e em benefício daqueles que precisam receber o conhecimento da verdade. Ele deve sempre mostrar pelas boas obras o fruto de sua fé, revelando a Cristo por palavras amoráveis e atos de misericórdia” (Olhando Para o Alto, pág. 120 – Meditação Matinal 22/04/1983).

Sugerimos uma leitura adicional: “Desde o princípio”, em “Maravilhosa Graça de Deus”, pág. 188 (Meditação Matinal de 01/07/1974) – clique aqui.

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Domingo, 31 de julho de 2016 – “Jesus Se misturava com as pessoas” – Êxito unicamente pelos métodos de Cristo

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoÊxito unicamente pelos métodos de Cristo (31 de julho de 2016).

O título da Lição desta semana é “Jesus Se misturava com as pessoas”. E nós devemos começar pelo começo: Ele primeiramente Se misturou tornando-Se igual a nós. Não no sentido de assumir a natureza humana “pecaminosa”, mas de assumir a “natureza humana”.

“Ele assumiu voluntariamente a natureza humana. Foi um ato realizado por Sua própria iniciativa e consentimento. Revestiu Sua divindade com a humanidade. Durante todo o tempo na Terra, Ele era como Deus, mas não tinha a aparência de Deus. Velou as demonstrações da divindade que haviam merecido a homenagem e inspirado a admiração do Universo de Deus. Ele era Deus enquanto estava na Terra, mas Se despiu da forma de Deus e, em seu lugar, tomou a forma e a aparência humanas. Andou na Terra como homem” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, pág. 1258).

“A piedade e terna compaixão de Deus foi despertada para com os seres humanos, caídos e presos ao carro de Satanás; e, ao chegar a plenitude dos tempos, enviou Deus Seu Filho. Aquele que fora designado no conselho celeste, veio à Terra como instrutor do homem. Pela grande generosidade de Deus foi Ele dado ao mundo; e, a fim de satisfazer às necessidades da natureza humana, tomou Ele sobre Si a humanidade. Para assombro dos seres celestes, veio o Verbo eterno a este mundo como impotente nenê. Plenamente preparado, deixou as cortes reais, aliando-Se misteriosamente com os caídos seres humanos. ‘O Verbo Se fez carne e habitou entre nós’ (João 1:14)” (Exaltai-O, pág. 167 – Meditação Matinal de 01/06/1992).

Irmãos, quando somos chamados a sair da zona de conforto (o que nos exige um custo enorme), lembremos de algo muito mais forte do que isso: Deus só podia Se misturar conosco se assumisse a nossa natureza – e foi justamente isso que Ele fez. Custo teve Ele!

Pensemos um pouco nesse assunto. Tiremos proveito desse tema. Deus sabe o que eu passo? Sim. Ele sabe. Ele é Deus! Mas, Ele sabe apenas por “conhecimento”? Não. Ele sabe por conhecimento e sabe por “experiência”. Ele passou o que eu passo. Ele sabe o que é ser “ser humano”. E, por isso, Ele sabe como tratar comigo. Ele sabe, e muito bem!

Hoje, poderia Ele enviar anjos para falar do Evangelho Eterno para pecadores? Sim. Poderia. Ele é Deus! Mas os pecadores entenderiam a mensagem que transforma se ela viesse de anjos que não precisam de transformação? Bem, nesse caso, porque Deus é Deus, é melhor ficarmos com a resposta dEle:

“O Senhor deu a Sua igreja uma obra especial, de serviço pessoal, a realizar. Deus poderia haver enviado anjos para trabalharem pela reforma do homem, mas não o fez. A humanidade precisa pôr-se em contato com a humanidade” (Este Dia com Deus, pág. 328 – Meditação Matinal de 17/11/1980).

“Pela desobediência às ordens de Deus, o homem caiu sob a condenação de Sua lei. Esta queda exigiu que a graça de Deus se manifestasse em favor dos pecadores. Jamais teríamos conhecido o significado da palavra ‘graça’ se não tivéssemos caído. Deus ama os anjos sem pecado, os quais fazem o Seu serviço e são obedientes as Suas ordens; mas Ele não lhes concede graça. Esses seres celestiais nada sabem de graça; jamais necessitaram dela, porque jamais pecaram” (Maravilhosa Graça de Deus, pág. 8 – Meditação Matinal de 02/01/1974).

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Segunda, 1º de agosto de 2016 – “Jesus Se misturava com as pessoas” – Perdido e achado

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaPerdido e achado (1º de agosto de 2016).

Lucas 15 começa assim: “Aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para O ouvir. E murmuravam os fariseus e os escribas, dizendo: ‘Este recebe pecadores e come com eles’” (versos 1 e 2).

Ora, na concepção dos líderes religiosos de então, verdadeiros guias cegos, Jesus não podia ser o Messias enviado pelo Pai porque o Pai jamais Se misturaria com os “pecadores”.

Então, Jesus propôs três parábolas – cada uma para ilustrar como é o caráter do Pai. Três histórias – cada uma para ensinar se o Pai Se mistura ou não com os “perdidos”.

Em cem ovelhas, uma se perdeu, e o pastor foi em sua procura. Quando a achou, não bateu nela. Ao contrário, colocou-a em seu cangote, e a trouxe para a mesma segurança que as demais desfrutavam.

Em dez moedas, uma caiu, e a dona da casa se agachou em sua procura. Revirou toda a casa. Quando a achou, não disse que ela valia menos. Ao contrário, colocou-a junto das demais.

Em dois filhos, um quis ir embora. Quando quebrado e falido, desejou voltar. Voltando, não encontrou nenhuma placa dizendo “Proibido o retorno de um filho ingrato”. Não! Ao contrário! Ainda fedido, foi abraçado e beijado por seu pai, e trazido para dentro de casa.

Irmãos, estas parábolas não são a respeito da ovelha, da moeda ou do filho pródigo. Não! O que Jesus está ensinando é sobre o caráter do Pai. Lucas 15 é sobre o Pai. Jesus está mostrando que Deus, o Pai, não aceita perder ninguém – e, por isso, através dEle, Jesus Cristo, o Pai estava Se misturando com os “perdidos”. E, os encontrando, em vez de lavar roupa suja, chama o Universo não caído para festejar, para comemorar: “Porque este Meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado”.

Irmãos, temos a tendência de “achar” que os perdidos são aqueles que “saíram” da igreja. “Eles” são os perdidos e nós somos as noventa e nove!

Não, irmãos! Não! A Terra é a ovelha perdida. A humanidade é a perdida. “Nós” somos os perdidos. Eu e você. Se na igreja ou fora dela, nós somos a ovelha perdida. Cristo deixou as 99 e veio buscar “toda” a humanidade. Adão e Eva e “todos” os seus descendentes. Toda a raça caída. E é quando compreendemos isso, somente quando compreendemos que “todos” somos a ovelha perdida, que valorizamos as pessoas por quem Jesus Cristo deu a Sua vida – e, então, “nos misturamos com as pessoas”.

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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Terça, 2 de agosto de 2016 – “Jesus Se misturava com as pessoas” – Comendo com pecadores

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaComendo com pecadores (2 de agosto de 2016).

E sucedeu que, estando Ele em casa, à mesa, muitos publicanos e pecadores vieram e tomaram lugares com Jesus e Seus discípulos. Ora, vendo isto, os fariseus perguntavam aos discípulos: ‘Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores?’ Mas Jesus, ouvindo, disse: ‘Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes. Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos; pois não vim chamar justos, e sim pecadores ao arrependimento’” (Mateus 9:10-13 + citação de Oseias 6:6 – “Pois misericórdia quero, e não sacrifício, e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos”).

A pergunta é: “Por que Jesus comia com os pecadores?

Ora, com quem Ele iria comer?! Existiam “não pecadores”? Claro que não! Então, com qualquer pessoa que Ele fizesse uma refeição, seria uma refeição com pecadores!

Ah! Mas o problema não estava em Jesus e nem em Seus companheiros de mesa. Estava naqueles que “não se achavam” pecadores. Estava naqueles que se achavam “melhores” do que os que acompanhavam Jesus naquela refeição. O que, nesse caso, indica que eles não se viam como Jesus os via. E isso é um problemão. É a chamada “miopia espiritual”.

Irmãos, não existe essa história de quem merece e de quem não merece a salvação. “Não há um justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis…  todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:10-12 e 23).

Bem, a Lição nos traz Jesus como Modelo. Ele nos dá a indicação correta a respeito da evangelização. Não devemos nos prender ao questionamento feito pelos fariseus. Não nos interessa estacionar no problemão manifestado por eles. O que interessa é destacar o fato de que Jesus estava envolvido com pecadores. Com eles Se relacionava. E não para a glutonaria, mas para curar, para salvar.

Todo aquele que o Pai Me dá, esse virá a Mim; e o que vem a Mim, de modo nenhum o lançarei fora. Porque Eu desci do Céu, não para fazer a Minha própria vontade, e sim a vontade dAquele que Me enviou. E a vontade de quem Me enviou é esta: que nenhum Eu perca de todos os que Me deu; pelo contrário, Eu o ressuscitarei no último dia. De fato, a vontade de Meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nEle crer tenha a vida eterna; e Eu o ressuscitarei no último dia” (João 6:37-40).

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para hoje 02/08/2016 – clique aqui]]
Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Quarta, 3 de agosto de 2016 – “Jesus Se misturava com as pessoas” – Sabedoria ao se misturar com as pessoas

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaSabedoria ao se misturar com as pessoas (3 de agosto de 2016).

Interessante o título para hoje. Houve preocupação por parte dos que prepararam a Lição. Devemos sim nos misturar com as pessoas – mas, porém e contudo – deve haver “sabedoria” ao nos misturarmos com as pessoas. Muita sabedoria! A ideia não é nos tornarmos fracos para com os fracos e acabarmos fracos como eles. Não! O plano é erguê-los, fortificá-los. Em Cristo, nós somos o sal. Em Cristo, nós somos a luz.

Fiz-me fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns. Tudo faço por causa do evangelho, com o fim de me tornar cooperador com ele” (1Coríntios 9:22 e 23).

“Aqueles com quem nos associamos dia a dia necessitam de nosso auxílio, nossa orientação. Eles podem encontrar-se em tal condição de mente que uma palavra dita a tempo será como um prego encravado no lugar certo. Amanhã algumas dessas pessoas poderão estar onde nunca mais as alcançaremos outra vez. Qual é nossa influência sobre esses companheiros de jornada?

Cada dia de nossa vida está carregado de responsabilidades que nós temos de enfrentar. Cada dia nossas palavras e atos estão fazendo impressão sobre aqueles com quem nos associamos. Quão grande é a necessidade que temos de pôr uma guarda em nossos lábios e vigiar cuidadosamente nossos passos! Um gesto desavisado, um passo imprudente e poderão surgir ondas de alguma forte tentação que podem levar uma pessoa para o abismo. Não podemos arrancar os pensamentos que houverem sido plantados na mente humana. Se foram maus, poderemos ter posto em movimento uma sequência de circunstâncias, uma avalanche de males, que não seremos capazes de deter.

Por outro lado, se por nosso exemplo ajudamos a outros no desenvolvimento de bons princípios, damos-lhes capacidade para fazer o bem. Por seu turno eles exercem a mesma benéfica influência sobre outros. Assim, centenas de milhares são ajudados pela nossa influência por nós despercebida. O verdadeiro seguidor de Cristo fortalece os bons propósitos de todos aqueles com quem entra em contato. Diante de um mundo incrédulo e amante do pecado, ele revela o poder da graça de Deus e a perfeição do Seu caráter” (Exaltai-O, pág. 286 – Meditação Matinal de 28/09/1992).

Indicamos a leitura de “Honre o Doador dos dons”, em “Perto do Céu”, pág. 358 (Meditação Matinal de 18/12/2013) – clique aqui.

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para hoje 03/08/2016 – clique aqui]]
Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Quinta, 4 de agosto de 2016 – “Jesus Se misturava com as pessoas” – No meio de uma geração corrupta

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuintaNo meio de uma geração corrupta (4 de agosto de 2016).

O título para hoje é tirado de um verso de Paulo – Filipenses 2:15 e 16 – “Que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo, preservando a palavra da vida”.

Na Lição de hoje, há uma questão interessante. Interessantíssima! Ela pergunta: “Com que frequência nossas igrejas passam mais tempo discutindo por causa de estilos de adoração ou por causa de doutrina do que evangelizando um mundo que está perecendo?” Interessante, não é mesmo?

Irmãos, eu tenho pensado a respeito das minhas orações. Nelas, manifesto minhas necessidades, faço pedidos, clamo pela ajuda dos Céus. Então, fico imaginando Deus Se inclinando para me ouvir, e tomar providências para que as Suas bênçãos se tornem realidade em minha vida.

Lá no Livro de Atos, no capítulo 8, nos é contada a espetacular história de um homem que provavelmente não sabia orar, mas tinha necessidades espirituais – e, do seu jeito, clamava ao Deus que habita a eternidade, o santo lugar, mas que também habita com o contrito, com o abatido de espírito. Diz a Bíblia que Deus Se inclinou em direção a ele, e tomou providências.

Figo imaginando se Filipe não quisesse se misturar com esse etíope. Fico imaginando se o diácono Filipe dissesse assim: “Eu não, Senhor! Eu não quero ser a Sua providência em favor deste eunuco!”

Meus bisavós, em torno do ano 1900, clamaram a Deus a respeito do sábado. Na Bíblia, liam sobre a santidade deste dia, mas não havia quem os ensinasse. Fico imaginando Deus Se inclinando para ouvi-los, e tomar as devidas providências. Ao mesmo tempo, fico imaginando se aquele colportor, cujo nome não sabemos, tivesse negligenciado a cidade de Castro, no Paraná, ou tivesse negligenciado simplesmente a casa de meus bisavós.

Quanto a Filipe, em Atos 21:8, ele é chamado de “o evangelista”. Quanto ao colportor, no Céu seremos apresentados. Quanto as pessoas que hoje clamam a Deus, mesmo em meio a esta geração corrupta, que eu seja a providência do Senhor em favor deles.

Aceita você também estender o seu braço de misericórdia em favor deles?

[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para hoje 04/08/2016 – clique aqui]]
Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt
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