Por que o santuário celestial é importante? (março/2014)

Um estudo sobre o significado do templo celestial deve examinar a natureza de Deus, Sua interação conosco e a veracidade dessa relação. A interação com Deus e Sua presença em relação às Suas criaturas são temas teológicos sumamente importantes, e o templo celestial desempenha papel fundamental para que eles sejam compreendidos.
1. Natureza de Deus: Deus é único e singular. Dentro do Universo, tudo pertence à esfera do que foi criado, menos Ele. Os teólogos se referem a essa dimensão de Deus como Sua transcendência; em outras palavras, Ele está acima e independente do cosmos. A criação não é grande o suficiente para contê-Lo (1Reis 8). Com relação à Criação, Deus é, por natureza, o Ser distante. A criação não emanou dEle, mas veio à existência por meio de Sua palavra, que está fora dEle. Uma vez que Ele tem vida em Si mesmo, nada na natureza pode contribuir para Sua existência ou é necessário para que Ele preserve a Si mesmo. A natureza é o habitat exclusivo das criaturas finitas.
Embora, por natureza, Deus seja transcendente, por opção Ele é Aquele que está sempre presente. Os teólogos se referem a essa característica como a imanência divina. Deus está presente com Sua criação. Essa é uma rejeição ao deísmo, segundo o qual Deus criou o Universo para, em seguida, abandoná-lo à sua própria sorte. Nesse caso Deus seria um Criador absolutamente ausente. A imanência de Deus está claramente retratada em Gênesis 2, onde Ele é descrito como sendo ativo dentro da Criação, enquanto cria seres humanos. O Deus bíblico escolheu viver perto de Suas criaturas, no espaço que Ele criou para elas. A criação é uma expressão do Seu amor.
2. Proximidade de Deus: A pergunta seguinte é: Como Deus está presente em Sua criação? Diferente e, às vezes, complexa, esta pergunta já recebeu diversas respostas. Uma das mais comuns é a onipresença, que quer dizer que Ele está em todos os lugares. Essa resposta elimina a heresia do panteísmo – na qual Deus é uma força impessoal que permeia tudo e, portanto, em último sentido, tudo é divino.
Mas o Deus bíblico é uma pessoa. A Bíblia fala sobre a onipresença de Deus no senso de que nada no cosmos acontece fora da Sua presença e em total independência de Suas ações. Essa compreensão de onipresença presume que Ele está em toda parte, porque Ele está em algum lugar em particular. Ele Se coloca dentro do espaço de Suas criaturas em um lugar específico. O Deus transcendente Se torna o Deus imanente ao entrar em nosso espaço em um determinado local. Descrevendo o que aconteceu no princípio, o salmista declara com segurança: “O Teu trono está firme desde a antiguidade; Tu existes desde a eternidade” (Salmos 93:2). Deus “estabeleceu Seu trono nos Céus, e como rei domina sobre tudo o que existe” (Salmos 103:19). Para o salmista o trono de Deus está no templo celestial (Salmos 11:4). O fragmento único de espaço onde o infinito e o finito se cruzam entre si, e onde a proximidade de Deus é vista e sentida por Suas criaturas inteligentes, é o que chamamos de templo celestial. Sua majestade e grandeza permanecem misteriosas e inimagináveis para nós. Esse local é tão antigo quanto a própria criação.
3. Um Templo Real: O templo celestial não é um detalhe incidental na teologia bíblica, ou uma especulação desnecessária. É um lugar real que revela o caráter pessoal de Deus e Seu intenso amor por Seus filhos. Esse templo não foi feito por mãos humanas, mas é um ato singular da criação divina. Sua existência é afirmada pelo fato de que é um centro cósmico de adoração para incontáveis seres inteligentes (Salmos 89:5, 6; Daniel 7:9, 10; Apocalipse 4:2-7) e o centro do reino cósmico de Deus (Salmos 103:19). De lá, Ele revela Sua vontade para Suas criaturas (Salmos 103:20, 21). Desse majestoso templo, Deus trabalha na resolução do conflito cósmico por meio de julgamento (Salmos 11:4-6; 33:13-15). De lá, Ele desce e liberta Seu povo da opressão do inimigo (Salmos 18:6-9, 16, 17), concede perdão para o pecado (1Reis 8:30, 38, 39), abençoa e justifica Seu povo (Deuteronômio 26:15; 1Reis 8:32). Nesse espaço singular, Cristo intercede por nós diante do Pai (Hebreus 7:25). Por intermédio de Cristo, Deus veio ao nosso mundo pecaminoso e podemos desfrutar de Sua proximidade salvadora (João 1:14).
Angel Manuel Rodríguez, Revista “Adventist World” – Março 2014

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Ester e Mordecai – 3º trimestre, 1º a 8 de agosto de 2015

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraLição 6
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (1º de agosto de 2015). Tenho certeza que Deus trabalha incessantemente para a nossa salvação. Nunca houve um tempo em que Ele não tenha tido um remanescente fiel, bem como alguém chamado para ser missionário. A humanidade sempre teve alguém para manter erguida a bandeira da Palavra de Deus. Deus tem preparado pessoas para essa obra fiel.
Se Abraão não tivesse aceitado, outro Abraão seria chamado. Se a serva de Naamã não tivesse pregado, outra serva pregaria. Se Jonas continuasse fugindo, outro Jonas iria. Se Daniel não tivesse testemunhado, outro Daniel teria sido fiel. Tenho certeza que Deus não nos abandonaria. Ele não Se esqueceria de nós.
Então, Mordecai pediu que um eunuco dissesse para a rainha Ester: “Se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento” (ARA).
Outras versões dizem assim:
Socorro e livramento doutra parte virá para os judeus” (ARC).
Do Céu virão socorro e ajuda para os judeus, e eles serão salvos” (NTLH).
Irmãos, o inimigo tem planos para a destruição do povo de Deus. Usa todos os artifícios para seu intento. Mas o Poderoso Senhor tem efetuado o livramento, fazendo com que haja um remanescente fiel, cuja obra é manter erguida a bandeira do Evangelho Eterno, que busca incessantemente proclamar a mensagem da breve volta de Jesus Cristo.
Ocorre que uma grande parte de Seu povo ainda não sabe que faz parte de Seu povo. Portanto, nenhum de nós deve se calar. Cada um à sua maneira, esteja onde estiver, conforme seus talentos e habilidades, mas banhados pela bênção do Espírito Santo, devemos chamar Seus outros filhos, de forma a estarem prontos para ir para a Terra Prometida.
Ao estudarmos a história da rainha Ester nesta Lição 6, lembremos que o objetivo não é a história em si, mas os aspectos missionários contidos nela.
Que Deus nos ilumine!
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoEster na Pérsia (2 de agosto de 2015). A então rainha Vasti nos ensina algo interessantíssimo. () O rei não era fácil. E auxiliado por pessoas más, era osso duro. () A rainha, no entanto, tinha princípios. Sua educação moral estava num patamar mais acima, a ponto de não se preocupar em perder a realeza.
Opa! Prestaram atenção? Ela não se rendeu aos caprichos daquela geração! Não vendeu sua dignidade! Magnífico, não é mesmo?!!!
“O próprio Jesus jamais comprou a paz mediante transigências. O coração transbordava-Lhe de amor por toda a raça humana, mas nunca era condescendente para com seus pecados. Era muito amigo deles para permanecer em silêncio, enquanto prosseguiam numa direção que seria a sua ruína – daqueles que Ele comprara com o próprio sangue. Trabalhava para que o homem fosse leal para consigo mesmo, leal para com seus mais altos e eternos interesses. Os servos de Cristo são chamados a realizar a mesma obra, e devem estar apercebidos para que, buscando evitar desarmonia, não transijam contra a verdade. Devem seguir ‘as coisas que servem para a paz’; mas a verdadeira paz jamais será obtida com transigência de princípios” (O Desejado de Todas as Nações, capítulo 37 – “Os primeiros evangelistas”).
Pare e pense: se Vasti tivesse se rebaixado, ela não seria excomungada, e não haveria nova eleição para rainha, e Ester não seria colocada na posição de libertadora de seu povo. Interessante!
Recentemente, numa Escola Sabatina, ao findar a entrevista a uma estudante, cuja formatura fora transferida da sexta para a quarta, em respeito ao seu testemunho, o interlocutor disse algo impressionante. Agradecemos a Deus porque passamos no vestibular; e porque estudamos; e passamos nas matérias; e porque concluímos o curso – mas, na formatura que cai na sexta-feira de noite, pode ser que esqueçamos Deus. E, com isso, outros sabatistas são questionados numa ocasião futura: “Mas ‘fulano’ foi!”
Bem, a irmã da entrevista foi fiel. Deus seja louvado por isso.
Quanto ao palácio persa, conhecemos, através de Vasti, que não era sabatista, o pano de fundo para a história de Ester, e a intenção do inimigo de Deus em relação ao povo escolhido.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaEster na corte do rei (3 de agosto de 2015). Babilônia caiu (539 a.C.) diante dos Medos-Persas. Daniel presenciou tudo (era bem idoso nessa ocasião). Dario (o medo) era o rei, logo seguido por Ciro, que decretou o retorno dos judeus para Jerusalém. Zorobabel liderou o retorno (536). O problema é que nem todo o povo aceitou voltar. Mas Deus não desistiu deles. Então, um segundo decreto foi assinado, agora por Dario I (520). Da mesma forma, nem todos foram. Mas Deus continuava a não desistir deles. Até que veio o famoso ano 457, quando o rei Artaxerxes deu uma terceira ordem. Nessa ocasião, o líder foi Esdras. Neemias vai um pouco depois, em 444.
Irmãos, através de Isaías, Deus havia dito que surgiria um rei libertador, cujo nome seria “Ciro”. Através de Jeremias, foi profetizado um tempo de 70 anos de cativeiro. (Fico impressionado com esses detalhes!). Então, Daniel pleiteou o cumprimento – e Deus cumpriu. Mas, pelo que vimos na cronologia, parte do povo fincou raízes em Babilônia, dando preferência a não abandonar o cativeiro. Retardaram a saída completa. (Essa loucura também me impressiona).
Quanto mais tempo uma pessoa faz uso de uma droga, pior é para ela e sua família. Plantando problemas, vai colher problemas. Até poderá se arrepender mais adiante, e parar com o vício, mas jamais recuperará o tempo perdido. Deixou de usufruir saúde e qualidade de vida. Desperdiçou recursos. E o pior: comprometeu a família.
Da mesma forma, o dobro de tempo passado em cativeiro foi um prejuízo enorme para os judeus. Enorme! O dedinho de Hamã nos prova isso. Aliás, o jeitinho de Satanás!
Especificamente sobre a Lição desta semana, o rei era Xerxes, também conhecido como Assuero (486-465 a.C). (Ele é o pai de Artaxerxes, aquele do famoso ano 457). A rainha era Vasti.
Vejamos como a Providência Divina age. Devido a não submissão da rainha, que se recusou a desfilar para o rei bêbado, ela foi afastada do trono, sendo substituída por uma nova rainha. E quem foi a nomeada? De que nação ela era? Bem, a escolhida foi Ester, também chamada de Hadassa, e o ano era 478 a.C. Tal escolha, lembremos, foi pela Providência Divina.
No entanto, lembremos que este não é o modelo de casamento para o povo de Deus. Dentre o modelo pagão, Deus conduziu Sua filha de modo fiel. Ela não se ofereceu, foi convocada. Os judeus estavam sob um reino autoritário.
Se os seus antepassados tivessem ido embora para Judá há 60 anos, ela não teria que passar por isso, pois teria nascido lá. Se todos os judeus tivessem ido embora na primeira ordem, não teriam que passar os apuros que quase os exterminaram. Não só poderiam ter sido poupados de tantos sofrimentos, mas também poderiam ter usufruído antes e por mais tempo as bênçãos que Deus lhes preparara em Jerusalém.
Mas, e nós, irmãos?! Até quando continuaremos aqui? Por que Cristo ainda não retornou? Precisará Ele levantar outros missionários?
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerça “Para um momento como este” (4 de agosto de 2015). Eu não sei explicar o motivo de Mordecai orientar Ester a não declarar seu povo e linhagem. O fato de Mordecai não se inclinar para a Hamã, que era uma autoridade instituída pelo rei Assuero, também não sei explicar. Também não sei por que Hamã não denunciou apenas Mordecai. Também não sei se o decreto atingiria os judeus que estavam em Judá. Sei que um problema surgiu, e que a Providência Divina já estava em ação para dar a solução: Ester como rainha.
E, sendo Ester rainha há 4 anos, Mordecai a fez saber da lei que havia sido criada para aniquilar os judeus, pedindo que fosse até a presença do rei. A resposta dela foi: “Todos os servos do rei e o povo das províncias do rei sabem que, para qualquer homem ou mulher que, sem ser chamado, entrar no pátio interior para avistar-se com o rei, não há senão uma sentença, a de morte, salvo se o rei estender para ele o cetro de ouro, para que viva; e eu, nestes trinta dias, não fui chamada para entrar ao rei”.
Certa ocasião, Jesus disse assim para Sua mãe: “Mulher, que tenho Eu contigo?” As explicações dão conta que Ele não foi desaforado com Maria. Trata-se de um maneira hebraica de se expressar. De igual forma, Mordecai responde Ester de uma maneira que nos parece grosseira, mas não é: “Não imagines que, por estares na casa do rei, só tu escaparás entre todos os judeus”.
Devemos entender que, se Hamã obtivesse vitória, sua fama seria tamanha, e adquiriria tanto prestígio com o rei, que nem ela escaparia ao decreto. Bastava dar uns goles para o rei! Se ele desprezou Vasti, desprezaria Ester. Substitutas não faltariam.
E Mordecai continuou: “Porque, se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para conjuntura como esta é que foste elevada a rainha?
Aqui, irmãos, “Mordecai declarou confiança nas promessas graciosas de Deus e a convicção de que os propósitos de Hamã serão frustrados. Ele não sabia como, mas estava convencido de que a libertação viria de uma forma ou outra. […]
Mordecai percebeu o desenrolar da Providência Divina” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 3, pág. 528).
Então, disse Ester que respondessem a Mordecai: ‘Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci’”.
“Ester, consciente de que sua tarefa se mostraria inútil se não mantivesse a confiança em Deus, precisava das orações de seu povo. O que ela estava prestes a fazer era em favor da vida de seu povo e da sua própria. Nunca tantas pessoas foram dependentes da coragem, do tato e da abnegação de uma jovem mulher” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 3, pág. 528).
Temos uma mensagem a dar ao mundo. Como povo de Deus, temos uma obra a efetuar em favor de todas as pessoas. Porém, por ação do inimigo, fomos marcados para a destruição. Ele quer porque quer destruir nossa influência. Pelo Livro de Ester, aprendemos que de Deus vem a solução. Somos os instrumentos, mas somente de Deus vem o livramento.
Confiemos no Senhor. O busquemos através de oração e jejum. Nos apeguemos a Sua Palavra. “Deus honra aqueles que O honram”.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaMordecai e Hamã (5 de agosto de 2015). Como falei antes, não sei o motivo de Mordecai não se curvar para Hamã. De qualquer forma, Hamã agravou a questão, intentando matar não só Mordecai, mas, também, seu povo, seus irmãos de fé.
Os medos-persas permitiam que os povos cativos mantivessem suas culturas e religião. Poderíamos dizer que eles eram bons. O fato de já ter havido dois decretos que permitiam o retorno dos judeus para Jerusalém, inclusive com financiamento do governo para que restaurassem a cidade e o templo, prova que não havia oposição alguma ao povo de Deus. Mas Hamã inventou uma coisinha, criando um problema onde não havia, o que forçou o rei Assuero a aceitar que um decreto fosse feito para o extermínio dos judeus.
Existe espalhado, disperso entre os povos em todas as províncias do teu reino, um povo cujas leis são diferentes das leis de todos os povos e que não cumpre as do rei; pelo que não convém ao rei tolerá-lo. Se bem parecer ao rei, decrete-se que sejam mortos. […] Em nome do rei Assuero se escreveu, e com o anel do rei se selou”.
Então, como vimos um pouco ontem, Ester entrou na questão. Conseguiu que o rei, juntamente com Hamã, fosse a um jantar preparada por ela. No jantar, convidou-os para um novo jantar, na noite seguinte.
Mas, durante o dia, Hamã se avistou com Mordecai, e voltaram a se estranhar. E uma forca foi preparada para Mordecai. No entanto, naquela noite, o rei, por falta de sono, reviu umas atas, e relembrou os feitos de Mordecai – a saber: ele denunciara uns traidores, que buscavam matar o rei – mas nunca recebera honra por isso. Então o rei mandou chamar quem dirigir uma cerimônia que destacasse os méritos de Mordecai? Quem? Quem era o homem de confiança do rei?
Irmãos, a Bíblia também tem histórias engraçadas, não é mesmo? Hamã foi o porta-voz da exaltação de Mordecai.
E, para terminar, de noite, no jantar, Ester pediu em favor de si e de seu povo, tendo o consentimento do rei – que quis saber que atentara contra ela. O resultado? Hamã foi enforcado na forca que havia preparado para Mordecai.
Satanás foi vencido. Seu intento não funcionou. E a bondade dos medos-persas continuou estendida aos judeus.
Irmãos, este foi o ano 474 a.C. Em 465 morreu Assuero, e seu filho Artaxerxes assumiu  o reino – vindo a ordenar, pela terceira vez, o retorno dos judeus para Jerusalém, no famoso ano 457. Eu não duvido que Deus estivesse no controle de todos esses acontecimentos. Tenho certeza que a influência de Ester e de Mordecai tenha criado bons pensamentos no sucessor.
Esta história fugiu um pouco da linha “missionária” que estávamos vendo até agora. De certa forma, isso fez com que a Lição se tornasse bastante difícil. São muitos dados históricos, com pouca aplicação missionária. Melhor, então, é ressaltarmos a confiança que os personagens manifestaram em Deus, e que aguardaram prudentemente que Deus desembaraçasse todas as artimanhas do inimigo. Um missionário precisa dessa certeza.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuintaQuando alguns gentios se tornaram judeus (6 de agosto de 2015). Ester 8:17 relata isso: “Também em toda província e em toda cidade aonde chegava a palavra do rei e a sua ordem, havia entre os judeus alegria e regozijo, banquetes e festas; e muitos, dos povos da terra, se fizeram judeus”.
“Deus é um vigilante observador das ações dos filhos dos homens. Coisa alguma ocorre na Terra, nem no Céu, sem o conhecimento do Criador. Coisa alguma pode acontecer sem Sua permissão. Aquele de quem depende o destino de um império é observado com uma vigilância constante por Aquele ‘que dá a vitória aos reis’, e a quem pertencem ‘os escudos da Terra’. E um homem pobre é tão carinhosamente vigiado como se fosse um rei em seu trono.
Deus está constantemente atuando em benefício de Suas criaturas. […] Em inumeráveis ocasiões Deus Se tem interposto para evitar a morte, para manter em segurança a homens, mulheres e crianças, quando Satanás planejou um resultado completamente desastroso. […]
Este mundo tem sido grandemente abençoado por Deus. Os seres humanos são recipientes de inumeráveis misericórdias. A Providência os vigia e ampara. Sobre eles são derramados os mais preciosos dons do tesouro celestial. […]
Deus vos conhece pelo nome. Ele conhece cada ato de vossa vida. […]
Deus conhece todo pensamento, todo propósito, todo plano e todos os motivos. […] Como o artista representa no quadro os traços do rosto, assim também os traços de cada caráter individual se reproduzem nos livros do Céu. Deus tem uma perfeita fotografia do caráter de cada homem. […]
Deus deseja que reconheçais a presença divina. Sua paz e Seu conforto, Sua graça e alegria transformarão a sombra da morte em radiante manhã e abençoado resplendor do Sol. […] Um espírito reverente chega à conclusão de que o coração tem de ser guardado pelo poder de Deus. Os anjos ministradores abrem os olhos da mente e do coração para ver as coisas maravilhosas da lei divina, no mundo natural e nas coisas eternas reveladas pelo Espírito Santo” (Minha Consagração Hoje, pág. 291 – Meditação Matinal de 14/10/1953).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSextaConclusão (7 de agosto de 2015). “O decreto que será promulgado contra o povo de Deus há de oferecer muita semelhança com o de Assuero contra os judeus nos dias de Ester. O edito persa se originara na maldade de Hamã contra Mardoqueu, não porque este lhe houvesse feito mal, mas porque se recusara a tributar-lhe a reverência que só a Deus é devida. A decisão do rei foi obtida sob falsos pretextos, mediante uma errônea representação do caráter desse povo. O plano fora inspirado por Satanás, ao qual interessava desarraigar da Terra os que preservam o conhecimento do Deus vivo. Mas essas conspirações falharam diante do poder dos que são enviados a servir a favor dos homens. Anjos magníficos em poder tiveram a incumbência de proteger o povo de Deus, e as maquinações de seus adversários recaíram sobre eles próprios nas suas consequências. O mundo protestante moderno vê no pequeno grupo de observadores do sábado um Mardoqueu à porta. Seu caráter e conduta, exprimindo a verdadeira reverência pela lei de Deus, são uma acusação constante para os que renunciaram ao temor do Senhor, calcando a pés Seu santo sábado. Os intrusos e inoportunos precisam de alguma maneira ser eliminados.
O mesmo espírito despótico que noutras eras tramou contra os fiéis há de tentar extirpar da face da Terra os que temem a Deus e obedecem à Sua lei. Satanás há de incitar a indignação contra uma minoria que conscienciosamente se recusa a aceitar costumes e tradições populares. Homens de destaque e reputação hão de associar-se aos maus e aos que são adversos à lei, a fim de tomarem conselho contra o povo de Deus. A riqueza, o talento e a educação hão de aliar-se a fim de cobri-los de ignomínia. Juízes perseguidores, pastores e membros de igreja, hão de conspirar contra eles. De viva voz e com a pena, com ameaça, escárnio e zombaria, hão de tentar derrotar a sua fé. Desvirtuando os fatos e por meio de apelos violentos hão de procurar instigar as paixões do povo. Não podendo apresentar contra os defensores do sábado bíblico um “está escrito”, à falta deste, lançarão mão da violência. A fim de se fazerem populares e conquistarem a simpatia do povo, os legisladores hão de ceder ao desejo deste, de obter leis dominicais. Os tementes a Deus, entretanto, não podem aceitar uma instituição que viola um dos preceitos do decálogo. Nesse campo de batalha será ferido o último grande conflito da controvérsia entre a verdade e o erro. E não somos deixados na dúvida sobre o desenlace dessa batalha. Então, como nos dias de Mardoqueu, o Senhor vindicará Seu povo e Sua verdade” (Testemunhos Para a Igreja, vol. 5, págs. 450 e 451, capítulo 51 – “A crise vindoura”).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Sábado, 1º de agosto de 2015 – “Ester e Mordecai” – Introdução

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (1º de agosto de 2015). Tenho certeza que Deus trabalha incessantemente para a nossa salvação. Nunca houve um tempo em que Ele não tenha tido um remanescente fiel, bem como alguém chamado para ser missionário. A humanidade sempre teve alguém para manter erguida a bandeira da Palavra de Deus. Deus tem preparado pessoas para essa obra fiel.
Se Abraão não tivesse aceitado, outro Abraão seria chamado. Se a serva de Naamã não tivesse pregado, outra serva pregaria. Se Jonas continuasse fugindo, outro Jonas iria. Se Daniel não tivesse testemunhado, outro Daniel teria sido fiel. Tenho certeza que Deus não nos abandonaria. Ele não Se esqueceria de nós.
Então, Mordecai pediu que um eunuco dissesse para a rainha Ester: “Se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento” (ARA).
Outras versões dizem assim:
Socorro e livramento doutra parte virá para os judeus” (ARC).
Do Céu virão socorro e ajuda para os judeus, e eles serão salvos” (NTLH).
Irmãos, o inimigo tem planos para a destruição do povo de Deus. Usa todos os artifícios para seu intento. Mas o Poderoso Senhor tem efetuado o livramento, fazendo com que haja um remanescente fiel, cuja obra é manter erguida a bandeira do Evangelho Eterno, que busca incessantemente proclamar a mensagem da breve volta de Jesus Cristo.
Ocorre que uma grande parte de Seu povo ainda não sabe que faz parte de Seu povo. Portanto, nenhum de nós deve se calar. Cada um à sua maneira, esteja onde estiver, conforme seus talentos e habilidades, mas banhados pela bênção do Espírito Santo, devemos chamar Seus outros filhos, de forma a estarem prontos para ir para a Terra Prometida.
Ao estudarmos a história da rainha Ester nesta Lição 6, lembremos que o objetivo não é a história em si, mas os aspectos missionários contidos nela.
Que Deus nos ilumine!
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Domingo, 2 de agosto de 2015 – “Ester e Mordecai” – Ester na Pérsia

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoEster na Pérsia (2 de agosto de 2015). A então rainha Vasti nos ensina algo interessantíssimo. () O rei não era fácil. E auxiliado por pessoas más, era osso duro. () A rainha, no entanto, tinha princípios. Sua educação moral estava num patamar mais acima, a ponto de não se preocupar em perder a realeza.
Opa! Prestaram atenção? Ela não se rendeu aos caprichos daquela geração! Não vendeu sua dignidade! Magnífico, não é mesmo?!!!
“O próprio Jesus jamais comprou a paz mediante transigências. O coração transbordava-Lhe de amor por toda a raça humana, mas nunca era condescendente para com seus pecados. Era muito amigo deles para permanecer em silêncio, enquanto prosseguiam numa direção que seria a sua ruína – daqueles que Ele comprara com o próprio sangue. Trabalhava para que o homem fosse leal para consigo mesmo, leal para com seus mais altos e eternos interesses. Os servos de Cristo são chamados a realizar a mesma obra, e devem estar apercebidos para que, buscando evitar desarmonia, não transijam contra a verdade. Devem seguir ‘as coisas que servem para a paz’; mas a verdadeira paz jamais será obtida com transigência de princípios” (O Desejado de Todas as Nações, capítulo 37 – “Os primeiros evangelistas”).
Pare e pense: se Vasti tivesse se rebaixado, ela não seria excomungada, e não haveria nova eleição para rainha, e Ester não seria colocada na posição de libertadora de seu povo. Interessante!
Recentemente, numa Escola Sabatina, ao findar a entrevista a uma estudante, cuja formatura fora transferida da sexta para a quarta, em respeito ao seu testemunho, o interlocutor disse algo impressionante. Agradecemos a Deus porque passamos no vestibular; e porque estudamos; e passamos nas matérias; e porque concluímos o curso – mas, na formatura que cai na sexta-feira de noite, pode ser que esqueçamos Deus. E, com isso, outros sabatistas são questionados numa ocasião futura: “Mas ‘fulano’ foi!”
Bem, a irmã da entrevista foi fiel. Deus seja louvado por isso.
Quanto ao palácio persa, conhecemos, através de Vasti, que não era sabatista, o pano de fundo para a história de Ester, e a intenção do inimigo de Deus em relação ao povo escolhido.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Segunda, 3 de agosto de 2015 – “Ester e Mordecai” – Ester na corte do rei

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaEster na corte do rei (3 de agosto de 2015). Babilônia caiu (539 a.C.) diante dos Medos-Persas. Daniel presenciou tudo (era bem idoso nessa ocasião). Dario (o medo) era o rei, logo seguido por Ciro, que decretou o retorno dos judeus para Jerusalém. Zorobabel liderou o retorno (536). O problema é que nem todo o povo aceitou voltar. Mas Deus não desistiu deles. Então, um segundo decreto foi assinado, agora por Dario I (520). Da mesma forma, nem todos foram. Mas Deus continuava a não desistir deles. Até que veio o famoso ano 457, quando o rei Artaxerxes deu uma terceira ordem. Nessa ocasião, o líder foi Esdras. Neemias vai um pouco depois, em 444.
Irmãos, através de Isaías, Deus havia dito que surgiria um rei libertador, cujo nome seria “Ciro”. Através de Jeremias, foi profetizado um tempo de 70 anos de cativeiro. (Fico impressionado com esses detalhes!). Então, Daniel pleiteou o cumprimento – e Deus cumpriu. Mas, pelo que vimos na cronologia, parte do povo fincou raízes em Babilônia, dando preferência a não abandonar o cativeiro. Retardaram a saída completa. (Essa loucura também me impressiona).
Quanto mais tempo uma pessoa faz uso de uma droga, pior é para ela e sua família. Plantando problemas, vai colher problemas. Até poderá se arrepender mais adiante, e parar com o vício, mas jamais recuperará o tempo perdido. Deixou de usufruir saúde e qualidade de vida. Desperdiçou recursos. E o pior: comprometeu a família.
Da mesma forma, o dobro de tempo passado em cativeiro foi um prejuízo enorme para os judeus. Enorme! O dedinho de Hamã nos prova isso. Aliás, o jeitinho de Satanás!
Especificamente sobre a Lição desta semana, o rei era Xerxes, também conhecido como Assuero (486-465 a.C). (Ele é o pai de Artaxerxes, aquele do famoso ano 457). A rainha era Vasti.
Vejamos como a Providência Divina age. Devido a não submissão da rainha, que se recusou a desfilar para o rei bêbado, ela foi afastada do trono, sendo substituída por uma nova rainha. E quem foi a nomeada? De que nação ela era? Bem, a escolhida foi Ester, também chamada de Hadassa, e o ano era 478 a.C. Tal escolha, lembremos, foi pela Providência Divina.
No entanto, lembremos que este não é o modelo de casamento para o povo de Deus. Dentre o modelo pagão, Deus conduziu Sua filha de modo fiel. Ela não se ofereceu, foi convocada. Os judeus estavam sob um reino autoritário.
Se os seus antepassados tivessem ido embora para Judá há 60 anos, ela não teria que passar por isso, pois teria nascido lá. Se todos os judeus tivessem ido embora na primeira ordem, não teriam que passar os apuros que quase os exterminaram. Não só poderiam ter sido poupados de tantos sofrimentos, mas também poderiam ter usufruído antes e por mais tempo as bênçãos que Deus lhes preparara em Jerusalém.
Mas, e nós, irmãos?! Até quando continuaremos aqui? Por que Cristo ainda não retornou? Precisará Ele levantar outros missionários?
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Terça, 4 de agosto de 2015 – “Ester e Mordecai” – “Para um momento como este”

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerça“Para um momento como este” (4 de agosto de 2015). Eu não sei explicar o motivo de Mordecai orientar Ester a não declarar seu povo e linhagem. O fato de Mordecai não se inclinar para a Hamã, que era uma autoridade instituída pelo rei Assuero, também não sei explicar. Também não sei por que Hamã não denunciou apenas Mordecai. Também não sei se o decreto atingiria os judeus que estavam em Judá. Sei que um problema surgiu, e que a Providência Divina já estava em ação para dar a solução: Ester como rainha.
E, sendo Ester rainha há 4 anos, Mordecai a fez saber da lei que havia sido criada para aniquilar os judeus, pedindo que fosse até a presença do rei. A resposta dela foi: “Todos os servos do rei e o povo das províncias do rei sabem que, para qualquer homem ou mulher que, sem ser chamado, entrar no pátio interior para avistar-se com o rei, não há senão uma sentença, a de morte, salvo se o rei estender para ele o cetro de ouro, para que viva; e eu, nestes trinta dias, não fui chamada para entrar ao rei”.
Certa ocasião, Jesus disse assim para Sua mãe: “Mulher, que tenho Eu contigo?” As explicações dão conta que Ele não foi desaforado com Maria. Trata-se de um maneira hebraica de se expressar. De igual forma, Mordecai responde Ester de uma maneira que nos parece grosseira, mas não é: “Não imagines que, por estares na casa do rei, só tu escaparás entre todos os judeus”.
Devemos entender que, se Hamã obtivesse vitória, sua fama seria tamanha, e adquiriria tanto prestígio com o rei, que nem ela escaparia ao decreto. Bastava dar uns goles para o rei! Se ele desprezou Vasti, desprezaria Ester. Substitutas não faltariam.
E Mordecai continuou: “Porque, se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para conjuntura como esta é que foste elevada a rainha?
Aqui, irmãos, “Mordecai declarou confiança nas promessas graciosas de Deus e a convicção de que os propósitos de Hamã serão frustrados. Ele não sabia como, mas estava convencido de que a libertação viria de uma forma ou outra. […]
Mordecai percebeu o desenrolar da Providência Divina” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 3, pág. 528).
Então, disse Ester que respondessem a Mordecai: ‘Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci’”.
“Ester, consciente de que sua tarefa se mostraria inútil se não mantivesse a confiança em Deus, precisava das orações de seu povo. O que ela estava prestes a fazer era em favor da vida de seu povo e da sua própria. Nunca tantas pessoas foram dependentes da coragem, do tato e da abnegação de uma jovem mulher” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 3, pág. 528).
Temos uma mensagem a dar ao mundo. Como povo de Deus, temos uma obra a efetuar em favor de todas as pessoas. Porém, por ação do inimigo, fomos marcados para a destruição. Ele quer porque quer destruir nossa influência. Pelo Livro de Ester, aprendemos que de Deus vem a solução. Somos os instrumentos, mas somente de Deus vem o livramento.
Confiemos no Senhor. O busquemos através de oração e jejum. Nos apeguemos a Sua Palavra. “Deus honra aqueles que O honram”.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Quarta, 5 de agosto de 2015 – “Ester e Mordecai” – Mordecai e Hamã

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaMordecai e Hamã (5 de agosto de 2015). Como falei antes, não sei o motivo de Mordecai não se curvar para Hamã. De qualquer forma, Hamã agravou a questão, intentando matar não só Mordecai, mas, também, seu povo, seus irmãos de fé.
Os medos-persas permitiam que os povos cativos mantivessem suas culturas e religião. Poderíamos dizer que eles eram bons. O fato de já ter havido dois decretos que permitiam o retorno dos judeus para Jerusalém, inclusive com financiamento do governo para que restaurassem a cidade e o templo, prova que não havia oposição alguma ao povo de Deus. Mas Hamã inventou uma coisinha, criando um problema onde não havia, o que forçou o rei Assuero a aceitar que um decreto fosse feito para o extermínio dos judeus.
Existe espalhado, disperso entre os povos em todas as províncias do teu reino, um povo cujas leis são diferentes das leis de todos os povos e que não cumpre as do rei; pelo que não convém ao rei tolerá-lo. Se bem parecer ao rei, decrete-se que sejam mortos. […] Em nome do rei Assuero se escreveu, e com o anel do rei se selou”.
Então, como vimos um pouco ontem, Ester entrou na questão. Conseguiu que o rei, juntamente com Hamã, fosse a um jantar preparada por ela. No jantar, convidou-os para um novo jantar, na noite seguinte.
Mas, durante o dia, Hamã se avistou com Mordecai, e voltaram a se estranhar. E uma forca foi preparada para Mordecai. No entanto, naquela noite, o rei, por falta de sono, reviu umas atas, e relembrou os feitos de Mordecai – a saber: ele denunciara uns traidores, que buscavam matar o rei – mas nunca recebera honra por isso. Então o rei mandou chamar quem dirigir uma cerimônia que destacasse os méritos de Mordecai? Quem? Quem era o homem de confiança do rei?
Irmãos, a Bíblia também tem histórias engraçadas, não é mesmo? Hamã foi o porta-voz da exaltação de Mordecai.
E, para terminar, de noite, no jantar, Ester pediu em favor de si e de seu povo, tendo o consentimento do rei – que quis saber que atentara contra ela. O resultado? Hamã foi enforcado na forca que havia preparado para Mordecai.
Satanás foi vencido. Seu intento não funcionou. E a bondade dos medos-persas continuou estendida aos judeus.
Irmãos, este foi o ano 474 a.C. Em 465 morreu Assuero, e seu filho Artaxerxes assumiu  o reino – vindo a ordenar, pela terceira vez, o retorno dos judeus para Jerusalém, no famoso ano 457. Eu não duvido que Deus estivesse no controle de todos esses acontecimentos. Tenho certeza que a influência de Ester e de Mordecai tenha criado bons pensamentos no sucessor.
Esta história fugiu um pouco da linha “missionária” que estávamos vendo até agora. De certa forma, isso fez com que a Lição se tornasse bastante difícil. São muitos dados históricos, com pouca aplicação missionária. Melhor, então, é ressaltarmos a confiança que os personagens manifestaram em Deus, e que aguardaram prudentemente que Deus desembaraçasse todas as artimanhas do inimigo. Um missionário precisa dessa certeza.
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