Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 7 – Os ensinos de Jesus e o grande conflito – 1º trimestre, 6 a 13 de fevereiro de 2016

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraLição 7
– clique na opção desejada: [Lição 6] – ou Lição 7 de  [sábado]  –  [domingo]  –  [segunda]  –  [terça]  –  [quarta]  –  [quinta]  –  [sexta] – ou o texto completo abaixo:
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (6 de fevereiro de 2016). Quando Cristo viveu entre nós, o mundo estava em trevas – as mais densas trevas. Até mesmo a instituição religiosa do chamado “povo de Deus” estava afastada de Deus. Uma religião fria, destituída dos princípios regidos pela Bíblia. Bem por isso, aquele período é conhecido como “a plenitude dos tempos”. Inclusive, a “profecia das 70 semanas” (Daniel 9) estava para finalizar, e com o pior de todos os resultados: Cristo veio para os Seus, mas os Seus O rejeitaram.
Mas Cristo veio! Isso é o que importa! E veio com objetivo – o mais sublime de todos: salvar. Nisso está a luz, o brilho, a glória, a majestosa manifestação de Deus. No momento de maior treva, muita luz, o máximo de luz que a humanidade caída podia suportar. Um aguaceiro de luz. Um dilúvio de luz. Cristo veio para salvar o que se achava perdido.
Assim, com a Lição dessa semana, olhemos a importância do ministério de Jesus, a grandeza de Suas palavras, os Seus sermões, cada uma de Suas falas, os Seus ensinos, as parábolas. Não houve um minuto de Sua vida que não fosse para jogar luz em meio às trevas. Tinha pleno conhecimento do “grande conflito”, da vontade do inimigo em nos derrotar, nos destruir. Ele sabia que Satanás estava presente, em torno dEle, querendo diminuir a grandeza de Sua obra. Mas, sábia e ponderadamente, de forma muito objetiva, Cristo usou todas as oportunidades para esmiuçar o “Plano da Redenção”, para o detalhar, o tornar claro, pronto para ser aceito.
Repetidas vezes tenho dito que a Lição, embora apresente histórias e pessoas, não tem o foco “biográfico”. A Lição não é sobre essas histórias, essas pessoas, mas sobre “rebelião e redenção”, sobre o mal e o bem, Satanás e Cristo. No entanto, quando a história é sobre a pessoa de Jesus Cristo, o negócio muda. A Sua pessoa e as Suas histórias, essas sim são o foco da Lição, a razão da Bíblia, o estudo do Universo, o conhecimento eterno. Falar de Cristo é falar da redenção – Ele é a Redenção! Qualquer história de Jesus é a História do desejo de Deus: salvar a humanidade caída.
Deus nos abençoe. Que os momentos de nossa devoção pessoal sejam carregados de felicidade, sabendo que os anjos de Deus estão ao nosso redor.
Leia “Nosso Irmão Mais Velho nos Traz Descanso”, na Meditação Matinal de 24/03/1992 – clique aqui.
[[Aproveite e leia a Meditação Matinal sugerida para 2016 – clique aqui]]
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoMuitos tipos de descanso (7 de fevereiro de 2016). Imagine uma pessoa enferma, consciente de que a morte está por chegar. Imagine que você seja convidado a visitá-la, e, por isso, elabora algumas palavras para serem ditas. Que momento angustiante! Quais palavras? Qual o significado dessas palavras? Como introduzi-las? Como fechar a conversa? Chegar sorrindo? Chegar sereno?
Imagine que, para sua surpresa, essa pessoa tenha pleno conhecimento dos fatos, e esteja preparada para o desfecho, e que, em vez de você falar, ela fale. E então ela fala com convicção, com fé, com segurança. Imagine que ela fale da presença de Jesus Cristo com ela, e que tem certeza que Ele cuidará dos seus familiares, e que um dia a ressuscitará, e que todos poderão se encontrar novamente.
Irmãos, vocês conseguem imaginar essa cena? Aliás, vocês já estiveram numa situação assim? Eu já estive, e vou contar uma coisa para vocês: a mente, o semblante, a voz, os gestos – tudo naquela pessoa que visitei me ensinava sobre “descanso”, calma, paz, segurança, confiança, esperança. Tudo naquela pessoa me dizia que realmente ela estava nos braços de Jesus, o nosso querido Senhor e Salvador. Não havia dúvida em nada do que ela me dizia.
A Lição fala de um descanso superior ao sábado. De um entendimento que está acima da leitura da Bíblia. De uma paz além da oração. De algo sublime que nenhum hino é capaz de descrever. A Lição fala da presença de Jesus Cristo na vida da pessoa. Ela foi atingida pelo “grande conflito”, mas foi alcançada pelo “Plano da Redenção”. Ela andou pelos caminhos do inimigo, mas finalmente “descansa” nos braços de Jesus. O mundo faz cara feia para ela, mas ela se encanta com o sorriso de Jesus Cristo.
Um dia Deus disse para Paulo, e na visita que citei acima eu entendi: “A Minha graça te basta”. E como essa mesma palavra chegou até nós, então, abramos nossa mente para essa graça. Vamos permitir que a Sua graça seja vista em nossa vida. Deixemos isso ser revelado em nossas palavras, em nossos gestos, em nosso semblante.
Lembremos que não só nós, mas inúmeras pessoas estão precisando ouvir as palavras que saíram dos lábios e do coração de Jesus: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei… e achareis descanso para a vossa alma”. Sejamos mensageiros do verdadeiro e pleno “descanso”.
Sugerimos a leitura de “Perto do Céu”, pág. 284 – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaPlantio e colheita (8 de fevereiro de 2016). “Cristo poderia haver comunicado aos homens conhecimentos que ultrapassariam a quaisquer revelações anteriores, deixando para trás todas as outras descobertas. Poderia haver descerrado mistério após mistério, e fazer concentrar em torno dessas maravilhosas revelações o ativo e diligente pensamento das sucessivas gerações até ao fim do tempo…” [porém] “Cristo só comunicava o conhecimento que podia ser utilizado. As instruções que dava ao povo limitavam-se às próprias necessidades que tinham na vida prática” (A Ciência do Bom Viver, pág. 448).
Quando Adão foi criado, só existia uma semente e um só terreno. Com a “queda”, outra semente surgiu, e o terreno ficou danificado, diferente. A partir de então, uma queda de braço: Qual semente iria germinar? Qual delas daria frutos?
Em Seu ministério terrestre, Cristo achou por bem explicar esse assunto, e, para isso, fez uso de uma parábola (Mateus 13). Usou uma situação conhecida, simples, comum, e esclareceu a respeito do “grande conflito” entre o bem e o mal.
O “bem” é a semente original. Só há uma maneira de o pecador ser salvo: receber essa semente, apenas essa. E quando plantada, deve ser cultivada, regada, cuidada, protegida – e então será visto o fruto. Portanto, se plantado o “bem”, a colheita será o “bem”.
E aqueles que ouviam essas claras palavras saírem da boca do Mestre deveriam não somente receber a semente do bem, mas sair para plantá-la no coração de outras pessoas.
Em Mateus 9, vemos que “percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades. Vendo Ele as multidões, compadeceu-Se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor. E, então, Se dirigiu a Seus discípulos: ‘A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a Sua seara’”.
Eis aí a razão da Lição para hoje. Eis o desafio. Nós somos os trabalhadores enviados por Deus em favor daqueles que estão clamando por ajuda. Há pessoas que não aguentam mais o “mal”. O coração deles está ansioso para receber a semente do “bem” – o Plano da Redenção.
Eu creio que o Evangelho será pregado em todo o mundo. Será pregado.
Leitura adicional: “As Misericórdias de Deus Nos Preservam e Enobrecem” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaConstruir sobre a Rocha (9 de fevereiro de 2016). O “Sermão da Montanha” está em Mateus 5, 6 e 7. No finalzinho do capítulo 7, a conclusão do sermão foi assim: “O povo ficara profundamente comovido com as palavras de Jesus. A divina beleza dos princípios da verdade os atraiu; e as solenes advertências de Cristo haviam-lhes soado como a voz de Deus que esquadrinha o coração. Suas palavras golpearam na própria raiz suas anteriores ideias e opiniões; obedecer-Lhe aos ensinos, exigiria uma mudança de todos os seus hábitos de pensar e agir. Pô-los-ia em choque com seus mestres religiosos, pois envolveria o desmoronamento de toda a estrutura que, por gerações, os rabis tinham estado a construir. Daí, se bem que o coração do povo correspondesse a Suas palavras, poucos estavam dispostos a aceitá-las como a norma de sua vida.
Jesus concluiu Seus ensinos no monte com uma ilustração que apresentava com frisante nitidez a importância de pôr em prática as palavras que Ele havia proferido. Entre as multidões que se comprimiam em redor do Salvador, muitos havia que tinham passado a vida nos arredores do mar da Galileia. Ali, sentados na encosta do monte, a ouvir as palavras de Cristo, tinham diante de si vales e barrancos através dos quais fluíam as torrentes das montanhas em direção do mar. No verão, essas águas quase desapareciam, deixando apenas um seco e poento canal. Quando, porém, as tempestades do inverno rebentam sobre os montes, os rios, tornam-se impetuosas, devastadoras torrentes, inundando por vezes os vales, e carregando tudo em sua irresistível enchente. Frequentemente, então, as choupanas erguidas pelos camponeses na relvosa planície e que, aparentemente, se achavam fora do alcance do perigo, eram arrebatadas. No alto da montanha, no entanto, achavam-se casas edificadas sobre a rocha. Em algumas partes do país havia moradas construídas inteiramente de rocha, e muitas delas tinham suportado as tempestades de um milênio. Essas casas haviam sido erguidas à custa de fadiga e árduo labor. Não eram de fácil acesso, e o local em que estavam não era convidativo como o do verdejante vale. Estavam, porém, fundadas sobre a rocha; em vão sobre elas batiam as enchentes e as tempestades.
Semelhante aos edificadores dessas casas nas rochas, disse Jesus, é aquele que receber as palavras que vos tenho falado, tornando-as o fundamento de seu caráter, de sua vida. Séculos atrás, escrevera o profeta Isaías: ‘A palavra de nosso Deus subsiste eternamente’; e Pedro, muito depois de haver sido feito o Sermão da Montanha, citando essas palavras de Isaías, acrescentou: ‘Esta é a palavra que entre vós foi evangelizada’.  A Palavra de Deus é a única coisa estável que nosso mundo conhece. É o firme fundamento. ‘O céu e a Terra passarão’, disse Jesus, ‘mas as Minhas palavras não hão de passar’.
Os grandes princípios da lei, da própria natureza de Deus, acham-se contidos nas palavras de Cristo no monte. Quem quer que edifique sobre eles, está edificando sobre Cristo, a Rocha dos séculos. Ao receber a Palavra, recebemos a Cristo. E só os que assim recebem Suas palavras estão construindo sobre Ele. ‘Ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo’. ‘Debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos’. Cristo, a Palavra, a revelação de Deus – a manifestação de Seu caráter, Sua lei, Seu amor, Sua vida – é o único fundamento sobre que podemos edificar um caráter que subsista.
Edificamos sobre Cristo mediante o obedecer a Sua Palavra. Não é o que meramente se compraz na justiça, o que é justo, mas aquele que pratica a justiça. A santidade não é enlevo; é o resultado de entregar tudo a Deus; é fazer a vontade de nosso Pai celeste. Quando os filhos de Israel se achavam acampados nas fronteiras da Terra Prometida, não lhes era necessário apenas ter conhecimento de Canaã ou cantar os hinos de Canaã. Isto só por si não os levaria à posse das vinhas e olivais da boa terra. Só a poderiam tornar deveras sua, pela ocupação, mediante o cumprimento das condições, o exercício de uma viva fé em Deus, o apoderarem-se de Suas promessas, enquanto Lhe obedeciam às instruções.
A religião consiste em praticar as palavras de Cristo; não praticá-las para granjear o favor de Deus, mas porque sem nenhum merecimento de nossa parte, recebemos o dom de Seu amor. Cristo faz depender a salvação do homem, não meramente da profissão, mas da fé que se manifesta em obras de justiça. Agir, não simplesmente dizer, eis o que se espera dos seguidores de Cristo. É por meio da ação que se edifica o caráter. ‘Todos os que são guiados pelo Espírito de Deus esses são filhos de Deus’. Não aqueles cujo coração é tocado pelo Espírito, não aqueles que de quando em quando se submetem ao Seu poder, mas os que são guiados pelo Espírito, são os filhos de Deus.
Acaso desejais ser seguidor de Cristo, todavia não sabeis como começar? Estais em trevas, e não sabeis como encontrar a luz? Segui a luz que tendes. Assentai em vosso coração obedecer ao que conheceis da Palavra de Deus. Seu poder, Sua própria vida, residem em Sua Palavra. À medida que recebeis a Palavra com fé, ela vos comunica poder para obedecer. Ao passo que dais atenção à luz que tendes, maior luz vos advirá. Estais edificando sobre a Palavra de Deus, e vosso caráter será formado à semelhança do caráter de Cristo.
Cristo, o verdadeiro fundamento, é uma pedra viva; Sua vida se comunica a todos quantos se acham edificados nEle. ‘Vós também, como pedras vivas sois edificados casa espiritual’. ‘No qual todo edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor’. As pedras se tornam uma com o fundamento; pois uma mesma vida se acha em todas. Esse edifício, tempestade alguma pode derribar; pois ‘o que de Deus a vida compartilha, com Ele a tudo sobreviverá’.
Mas todo edifício edificado sobre outro fundamento que não seja a Palavra de Deus, ruirá. Aquele que, como os judeus do tempo de Cristo, edifica sobre a base de ideias e opiniões humanas, de formas e cerimônias inventadas pelos homens, ou sobre quaisquer obras que possa fazer independentemente da graça de Cristo, está erigindo sua estrutura de caráter sobre a movediça areia. As terríveis tempestades da tentação hão de varrer o arenoso fundamento, deixando em ruínas sua casa, na praia do tempo.
‘Portanto assim diz o Senhor Jeová:… Regrarei o juízo pela linha, e a justiça pelo prumo, e a saraiva varrerá o refúgio da mentira, e as águas cobrirão o esconderijo’.
Hoje, porém, a misericórdia pleiteia com o pecador. ‘Vivo Eu, diz o Senhor Jeová, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva: convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois por que razão morrereis?’ A voz que hoje fala ao impenitente é a voz dAquele que, em angústia de coração, exclamou ao contemplar a cidade amada: ‘Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis Eu ajuntar os teus filhos, como a galinha aos seus pintos debaixo das asas, e não quiseste? Eis que a vossa casa se vos deixará deserta’. Em Jerusalém contemplou Jesus um símbolo do mundo que Lhe rejeitara e desprezara a graça. Ó coração obstinado, Ele chorava por ti! Mesmo quando as lágrimas de Jesus eram vertidas sobre o monte, Jerusalém ainda se poderia haver arrependido, escapando à sua condenação. Por um pouco ainda esperava o Dom do Céu por sua aceitação. Assim, ó coração, Cristo ainda te fala em acentos de amor: ‘Eis que estou à porta, e bato: se alguém ouvir a Minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo’. ‘Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação’.
Vós que apoiais vossa esperança no próprio eu, estais edificando na areia. Não é, porém, demasiado tarde para escapar da iminente ruína. Antes que irrompa a tempestade, fugi para o firme fundamento. ‘Assim diz o Senhor Jeová: Eis que Eu assentei em Sião uma pedra, uma pedra já provada, pedra preciosa de esquina, está bem firme e fundada; aquele que crer não se apresse’. ‘Olhai para Mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da Terra; porque Eu sou Deus, e não há outro’. ‘Não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, porque Eu sou teu Deus: Eu te esforço e te ajudo, e te sustento com a destra da Minha justiça’. ‘Não sereis envergonhados nem confundidos em todas as eternidades’” (O Maior Discurso de Cristo, págs. 147-152).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaNão julgueis (10 de fevereiro de 2016). Em função do pecado, todos temos natureza pecaminosa. Com ela nascemos, vivemos e morremos. Nossa condição só mudará no Dia da volta de Jesus, quando, finalmente, seremos transformados. Até lá, portanto, não há um justo sequer. Todos carecemos da glória de Deus. Todos.
Bem, falar isso não significa que recebemos autorização para pecar. Reconhecer a natureza pecaminosa não é justificativa para praticar atos pecaminosos, ou para continuar neles.
Bem, fiz tal explicação, mas lembremos: a Lição não é sobre esse tema, mesmo que o consideremos interessante. O que a Lição destaca é o seguinte: se somos todos pecadores, não é correto nos colocarmos na posição de juiz de ninguém. Nós não fomos chamados para tal posição. É inconcebível eu criticar alguém que tem um cisco no olho, enquanto eu tenho uma trave no meu. Ele tem erros. Eu, também.
Mas isso significa que o errante não deve ser observado? Bem, aí é outra coisa. Não devo me colocar como juiz diante dele. Não o acusarei. Não o sentenciarei. Mas, é verdade, devo mostrar que suas más condutas não devem ser continuadas. Em nome de Deus, devo “ganhar” o meu irmão – ele é um filho de Deus, alguém por quem Cristo deu a Sua preciosa vida. Vou alertá-lo, e o farei levando para ele a “semente boa”, para que frutifique. O farei tirando-o do barranco, para que edifique sobre a Rocha.
Irmãos, temos uma facilidade enorme para praticar a disciplina “punitiva”. É muito fácil “detonar” alguém. O que Cristo fez, e é o que devemos praticar, é a disciplina “redentiva”. Só falar com o errante em tom de misericórdia, de graça. E, nesse caso, tal tarefa não significa nos colocarmos na posição de juiz, mas de mensageiro do Plano da Redenção.
“Frequentemente tem-se de dizer claramente a verdade e os fatos aos que erram, a fim de os levar a verem e sentirem o erro, para que se reformem. Mas isso deve ser feito sempre com piedosa delicadeza, não com aspereza ou severidade” (Testemunhos Para a Igreja, vol. 3, pág. 93).
Se você for o errante, como gostaria de ser abordado?
Leia “Exaltai-O”, pág. 324 – Meditação Matinal de 05/11/1992 – “Nosso Juiz Infalível” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuinta“Eis que estou convosco” (11 de fevereiro de 2016). Deus nos chamou para o maior de todos os privilégios: levar o Evangelho Eterno a todas as pessoas, em todos os lugares, preparando-as para a gloriosa segunda vinda de Jesus Cristo. Irmãos, os anjos gostariam de fazer essa tarefa! Ela é especial de mais!
Bem, a Sua vinda é o fechamento do “Plano da Redenção”; é o fim do “grande conflito”; e todos os seres humanos estarão selados: ou para a vida eterna, ou para a morte eterna. Por isso, a batalha será feroz até esse Dia. O inimigo não vai querer perder um dedinho de terreno. Mas Deus não abandonará nenhum de Seus servos. Seus poderosos anjos, que já estão ao nosso lado, continuarão conosco, até nos entregarem ao Senhor.
A Lição quer aprofundar nossa reflexão sobre a expressão “Emanuel – Deus conosco”. Não é somente porque Cristo assumiu a natureza humana. Não é só porque Ele viveu entre nós, ou porque, agora, lá no Céu, representa a raça humana. A Lição quer que descansemos na certeza de que, desde agora até aquele Dia, o nosso Senhor Jesus Cristo “está” derramando todas as Suas bênçãos. Ele está presente em nossa vida. Até os fios de nosso cabelo são de interesse dEle.
A morte de um missionário só poderá ocorrer até o fechamento da porta da graça. Até lá, isso servirá de testemunho e pregação. Alguém poderá ser tocado, e vir a se arrepender e se converter. Só que isso provocará dupla alegria no Céu: mais um salvo e mais um missionário para ser ressuscitado. Mas, depois do fechamento, nenhum convertido será tocado pelo inimigo.
Irmãos, o Vencedor nos garantiu: “Eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”. Que esse verso seja entronizado em nossa mente, bem guardadinho em nosso coração, e repetido por nossos lábios. Ele é uma peça importante diante do “grande conflito”. Ele é um ensino de Jesus.
Sugerimos a leitura de “Maranata, O Senhor Vem!”, pág. 126 – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSextaConclusão (12 de fevereiro de 2016). “Cristo não disse a Seus discípulos que sua obra seria fácil. Mostrou-lhes a vasta confederação do mal arregimentada contra eles. Teriam de lutar ‘contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais’. Mas não seriam deixados a lutar sozinhos. Assegurou-lhes que estaria com eles e, se fossem avante com fé, seriam protegidos pelo Onipotente. Ordenou-lhes que fossem valorosos e fortes; pois Alguém mais poderoso que os anjos – o General das hostes celestiais – estaria em suas fileiras. Ele tomou completas providências para a continuação de Sua obra, e assumiu a responsabilidade de seu êxito. […] Trabalhem com fé e confiança; pois em tempo algum os deixarei. Estarei sempre ajudando-os a executar suas tarefas, guiando-os, confortando-os, santificando-os e os sustendo, dando-lhes sucesso, quando falarem, de maneira que suas palavras atraiam a atenção dos outros para o Céu” (Atos dos Apóstolos, capítulo 3 – “A grande comissão”).
Sugerimos, como leitura adicional, “Os negócios do Pai” – clique aqui.
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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt


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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 7 – Sábado, 6 de fevereiro de 2016 – “Os ensinos de Jesus e o grande conflito” – Introdução

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSábadoIntrodução (6 de fevereiro de 2016). Quando Cristo viveu entre nós, o mundo estava em trevas – as mais densas trevas. Até mesmo a instituição religiosa do chamado “povo de Deus” estava afastada de Deus. Uma religião fria, destituída dos princípios regidos pela Bíblia. Bem por isso, aquele período é conhecido como “a plenitude dos tempos”. Inclusive, a “profecia das 70 semanas” (Daniel 9) estava para finalizar, e com o pior de todos os resultados: Cristo veio para os Seus, mas os Seus O rejeitaram.
Mas Cristo veio! Isso é o que importa! E veio com objetivo – o mais sublime de todos: salvar. Nisso está a luz, o brilho, a glória, a majestosa manifestação de Deus. No momento de maior treva, muita luz, o máximo de luz que a humanidade caída podia suportar. Um aguaceiro de luz. Um dilúvio de luz. Cristo veio para salvar o que se achava perdido.
Assim, com a Lição dessa semana, olhemos a importância do ministério de Jesus, a grandeza de Suas palavras, os Seus sermões, cada uma de Suas falas, os Seus ensinos, as parábolas. Não houve um minuto de Sua vida que não fosse para jogar luz em meio às trevas. Tinha pleno conhecimento do “grande conflito”, da vontade do inimigo em nos derrotar, nos destruir. Ele sabia que Satanás estava presente, em torno dEle, querendo diminuir a grandeza de Sua obra. Mas, sábia e ponderadamente, de forma muito objetiva, Cristo usou todas as oportunidades para esmiuçar o “Plano da Redenção”, para o detalhar, o tornar claro, pronto para ser aceito.
Repetidas vezes tenho dito que a Lição, embora apresente histórias e pessoas, não tem o foco “biográfico”. A Lição não é sobre essas histórias, essas pessoas, mas sobre “rebelião e redenção”, sobre o mal e o bem, Satanás e Cristo. No entanto, quando a história é sobre a pessoa de Jesus Cristo, o negócio muda. A Sua pessoa e as Suas histórias, essas sim são o foco da Lição, a razão da Bíblia, o estudo do Universo, o conhecimento eterno. Falar de Cristo é falar da redenção – Ele é a Redenção! Qualquer história de Jesus é a História do desejo de Deus: salvar a humanidade caída.
Deus nos abençoe. Que os momentos de nossa devoção pessoal sejam carregados de felicidade, sabendo que os anjos de Deus estão ao nosso redor.
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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt


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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 7 – Domingo, 7 de fevereiro de 2016 – “Os ensinos de Jesus e o grande conflito” – Muitos tipos de descanso

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoMuitos tipos de descanso (7 de fevereiro de 2016). Imagine uma pessoa enferma, consciente de que a morte está por chegar. Imagine que você seja convidado a visitá-la, e, por isso, elabora algumas palavras para serem ditas. Que momento angustiante! Quais palavras? Qual o significado dessas palavras? Como introduzi-las? Como fechar a conversa? Chegar sorrindo? Chegar sereno?
Imagine que, para sua surpresa, essa pessoa tenha pleno conhecimento dos fatos, e esteja preparada para o desfecho, e que, em vez de você falar, ela fale. E então ela fala com convicção, com fé, com segurança. Imagine que ela fale da presença de Jesus Cristo com ela, e que tem certeza que Ele cuidará dos seus familiares, e que um dia a ressuscitará, e que todos poderão se encontrar novamente.
Irmãos, vocês conseguem imaginar essa cena? Aliás, vocês já estiveram numa situação assim? Eu já estive, e vou contar uma coisa para vocês: a mente, o semblante, a voz, os gestos – tudo naquela pessoa que visitei me ensinava sobre “descanso”, calma, paz, segurança, confiança, esperança. Tudo naquela pessoa me dizia que realmente ela estava nos braços de Jesus, o nosso querido Senhor e Salvador. Não havia dúvida em nada do que ela me dizia.
A Lição fala de um descanso superior ao sábado. De um entendimento que está acima da leitura da Bíblia. De uma paz além da oração. De algo sublime que nenhum hino é capaz de descrever. A Lição fala da presença de Jesus Cristo na vida da pessoa. Ela foi atingida pelo “grande conflito”, mas foi alcançada pelo “Plano da Redenção”. Ela andou pelos caminhos do inimigo, mas finalmente “descansa” nos braços de Jesus. O mundo faz cara feia para ela, mas ela se encanta com o sorriso de Jesus Cristo.
Um dia Deus disse para Paulo, e na visita que citei acima eu entendi: “A Minha graça te basta”. E como essa mesma palavra chegou até nós, então, abramos nossa mente para essa graça. Vamos permitir que a Sua graça seja vista em nossa vida. Deixemos isso ser revelado em nossas palavras, em nossos gestos, em nosso semblante.
Lembremos que não só nós, mas inúmeras pessoas estão precisando ouvir as palavras que saíram dos lábios e do coração de Jesus: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei… e achareis descanso para a vossa alma”. Sejamos mensageiros do verdadeiro e pleno “descanso”.
Sugerimos a leitura de “Perto do Céu”, pág. 284 – clique aqui.
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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 7 – Segunda, 8 de fevereiro de 2016 – “Os ensinos de Jesus e o grande conflito” – Plantio e colheita

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaPlantio e colheita (8 de fevereiro de 2016). “Cristo poderia haver comunicado aos homens conhecimentos que ultrapassariam a quaisquer revelações anteriores, deixando para trás todas as outras descobertas. Poderia haver descerrado mistério após mistério, e fazer concentrar em torno dessas maravilhosas revelações o ativo e diligente pensamento das sucessivas gerações até ao fim do tempo…” [porém] “Cristo só comunicava o conhecimento que podia ser utilizado. As instruções que dava ao povo limitavam-se às próprias necessidades que tinham na vida prática” (A Ciência do Bom Viver, pág. 448).
Quando Adão foi criado, só existia uma semente e um só terreno. Com a “queda”, outra semente surgiu, e o terreno ficou danificado, diferente. A partir de então, uma queda de braço: Qual semente iria germinar? Qual delas daria frutos?
Em Seu ministério terrestre, Cristo achou por bem explicar esse assunto, e, para isso, fez uso de uma parábola (Mateus 13). Usou uma situação conhecida, simples, comum, e esclareceu a respeito do “grande conflito” entre o bem e o mal.
O “bem” é a semente original. Só há uma maneira de o pecador ser salvo: receber essa semente, apenas essa. E quando plantada, deve ser cultivada, regada, cuidada, protegida – e então será visto o fruto. Portanto, se plantado o “bem”, a colheita será o “bem”.
E aqueles que ouviam essas claras palavras saírem da boca do Mestre deveriam não somente receber a semente do bem, mas sair para plantá-la no coração de outras pessoas.
Em Mateus 9, vemos que “percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades. Vendo Ele as multidões, compadeceu-Se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor. E, então, Se dirigiu a Seus discípulos: ‘A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a Sua seara’”.
Eis aí a razão da Lição para hoje. Eis o desafio. Nós somos os trabalhadores enviados por Deus em favor daqueles que estão clamando por ajuda. Há pessoas que não aguentam mais o “mal”. O coração deles está ansioso para receber a semente do “bem” – o Plano da Redenção.
Eu creio que o Evangelho será pregado em todo o mundo. Será pregado.
Leitura adicional: “As Misericórdias de Deus Nos Preservam e Enobrecem” – clique aqui.
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Lição da Escola Sabatina 2016 – Comentário feito por Carlos Bitencourt


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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 7 – Terça, 9 de fevereiro de 2016 – “Os ensinos de Jesus e o grande conflito” – Construir sobre a Rocha

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaConstruir sobre a Rocha (9 de fevereiro de 2016). O “Sermão da Montanha” está em Mateus 5, 6 e 7. No finalzinho do capítulo 7, a conclusão do sermão foi assim: “O povo ficara profundamente comovido com as palavras de Jesus. A divina beleza dos princípios da verdade os atraiu; e as solenes advertências de Cristo haviam-lhes soado como a voz de Deus que esquadrinha o coração. Suas palavras golpearam na própria raiz suas anteriores ideias e opiniões; obedecer-Lhe aos ensinos, exigiria uma mudança de todos os seus hábitos de pensar e agir. Pô-los-ia em choque com seus mestres religiosos, pois envolveria o desmoronamento de toda a estrutura que, por gerações, os rabis tinham estado a construir. Daí, se bem que o coração do povo correspondesse a Suas palavras, poucos estavam dispostos a aceitá-las como a norma de sua vida.
Jesus concluiu Seus ensinos no monte com uma ilustração que apresentava com frisante nitidez a importância de pôr em prática as palavras que Ele havia proferido. Entre as multidões que se comprimiam em redor do Salvador, muitos havia que tinham passado a vida nos arredores do mar da Galileia. Ali, sentados na encosta do monte, a ouvir as palavras de Cristo, tinham diante de si vales e barrancos através dos quais fluíam as torrentes das montanhas em direção do mar. No verão, essas águas quase desapareciam, deixando apenas um seco e poento canal. Quando, porém, as tempestades do inverno rebentam sobre os montes, os rios, tornam-se impetuosas, devastadoras torrentes, inundando por vezes os vales, e carregando tudo em sua irresistível enchente. Frequentemente, então, as choupanas erguidas pelos camponeses na relvosa planície e que, aparentemente, se achavam fora do alcance do perigo, eram arrebatadas. No alto da montanha, no entanto, achavam-se casas edificadas sobre a rocha. Em algumas partes do país havia moradas construídas inteiramente de rocha, e muitas delas tinham suportado as tempestades de um milênio. Essas casas haviam sido erguidas à custa de fadiga e árduo labor. Não eram de fácil acesso, e o local em que estavam não era convidativo como o do verdejante vale. Estavam, porém, fundadas sobre a rocha; em vão sobre elas batiam as enchentes e as tempestades.
Semelhante aos edificadores dessas casas nas rochas, disse Jesus, é aquele que receber as palavras que vos tenho falado, tornando-as o fundamento de seu caráter, de sua vida. Séculos atrás, escrevera o profeta Isaías: ‘A palavra de nosso Deus subsiste eternamente’; e Pedro, muito depois de haver sido feito o Sermão da Montanha, citando essas palavras de Isaías, acrescentou: ‘Esta é a palavra que entre vós foi evangelizada’.  A Palavra de Deus é a única coisa estável que nosso mundo conhece. É o firme fundamento. ‘O céu e a Terra passarão’, disse Jesus, ‘mas as Minhas palavras não hão de passar’.
Os grandes princípios da lei, da própria natureza de Deus, acham-se contidos nas palavras de Cristo no monte. Quem quer que edifique sobre eles, está edificando sobre Cristo, a Rocha dos séculos. Ao receber a Palavra, recebemos a Cristo. E só os que assim recebem Suas palavras estão construindo sobre Ele. ‘Ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo’. ‘Debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos’. Cristo, a Palavra, a revelação de Deus – a manifestação de Seu caráter, Sua lei, Seu amor, Sua vida – é o único fundamento sobre que podemos edificar um caráter que subsista.
Edificamos sobre Cristo mediante o obedecer a Sua Palavra. Não é o que meramente se compraz na justiça, o que é justo, mas aquele que pratica a justiça. A santidade não é enlevo; é o resultado de entregar tudo a Deus; é fazer a vontade de nosso Pai celeste. Quando os filhos de Israel se achavam acampados nas fronteiras da Terra Prometida, não lhes era necessário apenas ter conhecimento de Canaã ou cantar os hinos de Canaã. Isto só por si não os levaria à posse das vinhas e olivais da boa terra. Só a poderiam tornar deveras sua, pela ocupação, mediante o cumprimento das condições, o exercício de uma viva fé em Deus, o apoderarem-se de Suas promessas, enquanto Lhe obedeciam às instruções.
A religião consiste em praticar as palavras de Cristo; não praticá-las para granjear o favor de Deus, mas porque sem nenhum merecimento de nossa parte, recebemos o dom de Seu amor. Cristo faz depender a salvação do homem, não meramente da profissão, mas da fé que se manifesta em obras de justiça. Agir, não simplesmente dizer, eis o que se espera dos seguidores de Cristo. É por meio da ação que se edifica o caráter. ‘Todos os que são guiados pelo Espírito de Deus esses são filhos de Deus’. Não aqueles cujo coração é tocado pelo Espírito, não aqueles que de quando em quando se submetem ao Seu poder, mas os que são guiados pelo Espírito, são os filhos de Deus.
Acaso desejais ser seguidor de Cristo, todavia não sabeis como começar? Estais em trevas, e não sabeis como encontrar a luz? Segui a luz que tendes. Assentai em vosso coração obedecer ao que conheceis da Palavra de Deus. Seu poder, Sua própria vida, residem em Sua Palavra. À medida que recebeis a Palavra com fé, ela vos comunica poder para obedecer. Ao passo que dais atenção à luz que tendes, maior luz vos advirá. Estais edificando sobre a Palavra de Deus, e vosso caráter será formado à semelhança do caráter de Cristo.
Cristo, o verdadeiro fundamento, é uma pedra viva; Sua vida se comunica a todos quantos se acham edificados nEle. ‘Vós também, como pedras vivas sois edificados casa espiritual’. ‘No qual todo edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor’. As pedras se tornam uma com o fundamento; pois uma mesma vida se acha em todas. Esse edifício, tempestade alguma pode derribar; pois ‘o que de Deus a vida compartilha, com Ele a tudo sobreviverá’.
Mas todo edifício edificado sobre outro fundamento que não seja a Palavra de Deus, ruirá. Aquele que, como os judeus do tempo de Cristo, edifica sobre a base de ideias e opiniões humanas, de formas e cerimônias inventadas pelos homens, ou sobre quaisquer obras que possa fazer independentemente da graça de Cristo, está erigindo sua estrutura de caráter sobre a movediça areia. As terríveis tempestades da tentação hão de varrer o arenoso fundamento, deixando em ruínas sua casa, na praia do tempo.
‘Portanto assim diz o Senhor Jeová:… Regrarei o juízo pela linha, e a justiça pelo prumo, e a saraiva varrerá o refúgio da mentira, e as águas cobrirão o esconderijo’.
Hoje, porém, a misericórdia pleiteia com o pecador. ‘Vivo Eu, diz o Senhor Jeová, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva: convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois por que razão morrereis?’ A voz que hoje fala ao impenitente é a voz dAquele que, em angústia de coração, exclamou ao contemplar a cidade amada: ‘Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis Eu ajuntar os teus filhos, como a galinha aos seus pintos debaixo das asas, e não quiseste? Eis que a vossa casa se vos deixará deserta’. Em Jerusalém contemplou Jesus um símbolo do mundo que Lhe rejeitara e desprezara a graça. Ó coração obstinado, Ele chorava por ti! Mesmo quando as lágrimas de Jesus eram vertidas sobre o monte, Jerusalém ainda se poderia haver arrependido, escapando à sua condenação. Por um pouco ainda esperava o Dom do Céu por sua aceitação. Assim, ó coração, Cristo ainda te fala em acentos de amor: ‘Eis que estou à porta, e bato: se alguém ouvir a Minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo’. ‘Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação’.
Vós que apoiais vossa esperança no próprio eu, estais edificando na areia. Não é, porém, demasiado tarde para escapar da iminente ruína. Antes que irrompa a tempestade, fugi para o firme fundamento. ‘Assim diz o Senhor Jeová: Eis que Eu assentei em Sião uma pedra, uma pedra já provada, pedra preciosa de esquina, está bem firme e fundada; aquele que crer não se apresse’. ‘Olhai para Mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da Terra; porque Eu sou Deus, e não há outro’. ‘Não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, porque Eu sou teu Deus: Eu te esforço e te ajudo, e te sustento com a destra da Minha justiça’. ‘Não sereis envergonhados nem confundidos em todas as eternidades’” (O Maior Discurso de Cristo, págs. 147-152).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 7 – Quarta, 10 de fevereiro de 2016 – “Os ensinos de Jesus e o grande conflito” – Não julgueis

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaNão julgueis (10 de fevereiro de 2016). Em função do pecado, todos temos natureza pecaminosa. Com ela nascemos, vivemos e morremos. Nossa condição só mudará no Dia da volta de Jesus, quando, finalmente, seremos transformados. Até lá, portanto, não há um justo sequer. Todos carecemos da glória de Deus. Todos.
Bem, falar isso não significa que recebemos autorização para pecar. Reconhecer a natureza pecaminosa não é justificativa para praticar atos pecaminosos, ou para continuar neles.
Bem, fiz tal explicação, mas lembremos: a Lição não é sobre esse tema, mesmo que o consideremos interessante. O que a Lição destaca é o seguinte: se somos todos pecadores, não é correto nos colocarmos na posição de juiz de ninguém. Nós não fomos chamados para tal posição. É inconcebível eu criticar alguém que tem um cisco no olho, enquanto eu tenho uma trave no meu. Ele tem erros. Eu, também.
Mas isso significa que o errante não deve ser observado? Bem, aí é outra coisa. Não devo me colocar como juiz diante dele. Não o acusarei. Não o sentenciarei. Mas, é verdade, devo mostrar que suas más condutas não devem ser continuadas. Em nome de Deus, devo “ganhar” o meu irmão – ele é um filho de Deus, alguém por quem Cristo deu a Sua preciosa vida. Vou alertá-lo, e o farei levando para ele a “semente boa”, para que frutifique. O farei tirando-o do barranco, para que edifique sobre a Rocha.
Irmãos, temos uma facilidade enorme para praticar a disciplina “punitiva”. É muito fácil “detonar” alguém. O que Cristo fez, e é o que devemos praticar, é a disciplina “redentiva”. Só falar com o errante em tom de misericórdia, de graça. E, nesse caso, tal tarefa não significa nos colocarmos na posição de juiz, mas de mensageiro do Plano da Redenção.
“Frequentemente tem-se de dizer claramente a verdade e os fatos aos que erram, a fim de os levar a verem e sentirem o erro, para que se reformem. Mas isso deve ser feito sempre com piedosa delicadeza, não com aspereza ou severidade” (Testemunhos Para a Igreja, vol. 3, pág. 93).
Se você for o errante, como gostaria de ser abordado?
Leia “Exaltai-O”, pág. 324 – Meditação Matinal de 05/11/1992 – “Nosso Juiz Infalível” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 7 – Quinta, 11 de fevereiro de 2016 – “Os ensinos de Jesus e o grande conflito” – “Eis que estou convosco todos os dias”

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuinta“Eis que estou convosco” (11 de fevereiro de 2016). Deus nos chamou para o maior de todos os privilégios: levar o Evangelho Eterno a todas as pessoas, em todos os lugares, preparando-as para a gloriosa segunda vinda de Jesus Cristo. Irmãos, os anjos gostariam de fazer essa tarefa! Ela é especial de mais!
Bem, a Sua vinda é o fechamento do “Plano da Redenção”; é o fim do “grande conflito”; e todos os seres humanos estarão selados: ou para a vida eterna, ou para a morte eterna. Por isso, a batalha será feroz até esse Dia. O inimigo não vai querer perder um dedinho de terreno. Mas Deus não abandonará nenhum de Seus servos. Seus poderosos anjos, que já estão ao nosso lado, continuarão conosco, até nos entregarem ao Senhor.
A Lição quer aprofundar nossa reflexão sobre a expressão “Emanuel – Deus conosco”. Não é somente porque Cristo assumiu a natureza humana. Não é só porque Ele viveu entre nós, ou porque, agora, lá no Céu, representa a raça humana. A Lição quer que descansemos na certeza de que, desde agora até aquele Dia, o nosso Senhor Jesus Cristo “está” derramando todas as Suas bênçãos. Ele está presente em nossa vida. Até os fios de nosso cabelo são de interesse dEle.
A morte de um missionário só poderá ocorrer até o fechamento da porta da graça. Até lá, isso servirá de testemunho e pregação. Alguém poderá ser tocado, e vir a se arrepender e se converter. Só que isso provocará dupla alegria no Céu: mais um salvo e mais um missionário para ser ressuscitado. Mas, depois do fechamento, nenhum convertido será tocado pelo inimigo.
Irmãos, o Vencedor nos garantiu: “Eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”. Que esse verso seja entronizado em nossa mente, bem guardadinho em nosso coração, e repetido por nossos lábios. Ele é uma peça importante diante do “grande conflito”. Ele é um ensino de Jesus.
Sugerimos a leitura de “Maranata, O Senhor Vem!”, pág. 126 – clique aqui.
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