Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 12 – Babilônia e o Armagedom – Ligado na Videira – 16 a 23 de junho de 2018

Comentário da Lição – Ligado na Videira – Lição 12

(16/06) – SÁBADO Introdução

Chegamos ao ponto máximo do grande conflito “antes” da segunda vinda de Cristo. Estudando as profecias do Livro do Apocalipse, chegamos ao ponto em que o “dragão” está no seu limite. E as “bestas” que trabalham para ele estão em seu último fôlego. Mas o povo de Deus está completamente nas mãos de Deus. Selado. Prontinho para a vinda do Senhor!

Cristo, olhando para o Templo de Jerusalém, alertou os Seus discípulos quanto a dupla destruição futura. Disse Ele que em Jerusalém não ficaria pedra sobre pedra (fato ocorrido no ano 70), e que no fim dos tempos as coisas seriam terríveis.

Mas Ele não falou só de coisas ruins não! Há um lado bom no final da história!

Cristo ressaltou que, durante as calamidades finais, o evangelho será pregado em todo o mundo, e, então, Ele virá buscar os que perseverarem até o fim.

Bem, no entanto, as considerações serão do minuto anterior a volta de Jesus. Estudaremos a respeito da queda de Babilônia e da batalha do Armagedom. Então, compreenderemos o tema que tanto nos incomoda: “Por que existe o mal?

“Satanás é um enganador. Ao pecar ele no Céu, nem mesmo os anjos fiéis reconheceram plenamente seu caráter. Esta é a razão por que Deus não o destruiu imediatamente. Se o tivesse feito, os santos anjos não teriam percebido o amor e a justiça de Deus. Uma só dúvida quanto à bondade de Deus teria sido como má semente, que produziria o amargo fruto do pecado e da desgraça. Por isto foi poupado o autor do mal, para desenvolver plenamente seu caráter. Durante longos séculos, suportou Deus a angústia de contemplar a obra do mal. Preferiu dar a infinita Dádiva do Gólgota, a deixar alguém ser induzido pelas falsas representações do maligno; pois o joio não podia ser arrancado, sem o risco de desarraigar a preciosa semente” (Parábolas de Jesus, pág. 72).

Boa semana! Nas bênçãos de Deus!

Sugerimos a leitura de “A batalha do Armagedom” – Meditação Matinal de 06/09/1977 – clique aqui. 

(17/06) – DOMINGO O vinho da fúria da sua prostituição

O segundo anjo da tríplice mensagem diz: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Apocalipse 14:8).

Babilônia. Não a cidade dos tempos de Nabucodonosor, mas um símbolo daquela. Esse nome é usado porque significa “confusão”. Vem desde o tempo da Torre de Babel. Por sinal, o apóstolo Pedro faz uso da expressão “Babilônia”. Ele estava em Roma quando escreveu a sua Epístola aos cristãos de todos os lugares, e diz que os irmãos da igreja da li (de Roma) estavam mandando saudações para os irmãos leitores da Carta – mas escreveu com estas palavras: “[A igreja] que se encontra em Babilônia… vos saúda” (1Pedro 5:13).

Então, uns vinte anos depois, em Patmos, João escreveu o Livro do Apocalipse, e dá continuidade a essa associação. Descreve o sistema religioso que busca “confundir” como sendo Babilônia. O apelido pegou. Mas não é restrito a Roma. Incluiu “todos” os grupos e movimentos que se afastaram da verdade, em todo e qualquer lugar do mundo – o que nos é confirmado através da expressão “Babilônia… tem dado a beber a todas as nações”.  Deu a “beber”, e beberam. Todos estão embriagados com o mesmo “vinho”. A mesma mistura. O mesmo engano. A mesma confusão. Inclusive quase a totalidade do “protestantismo”!

A igreja (inicialmente) de Cristo, ao se afastar da verdade bíblica, é descrita como tendo se afastada do próprio Cristo – ou seja, “prostituiu-se”. Entregou-se a outro senhor!

Bem, poderíamos falar de toda sorte de enganos que Babilônia promoveu. A história mostra que ela fez e desfez. Mas o que merece destaque para o estudo de hoje é: Babilônia “caiu”. “Caiu a grande Babilônia”. Uma queda definitiva. Não uma “ferida” mortal, mas um golpe fatal.

Sugerimos a leitura de “A natureza da batalha final” – Meditação Matinal de 16/10/1977 – clique aqui. 

(18/06) – SEGUNDA – Caiu! Caiu a grande Babilônia!

Prestemos atenção em Apocalipse 18:1 a 11 – “Depois destas coisas, vi descer do Céu outro anjo, que tinha grande autoridade, e a Terra se iluminou com a sua glória. Então, exclamou com potente voz, dizendo: ‘Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável, pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da Terra. Também os mercadores da Terra se enriqueceram à custa da sua luxúria’.

Ouvi outra voz do Céu, dizendo: ‘Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos; porque os seus pecados se acumularam até ao Céu, e Deus Se lembrou dos atos iníquos que ela praticou. Dai-lhe em retribuição como também ela retribuiu, pagai-lhe em dobro segundo as suas obras e, no cálice em que ela misturou bebidas, misturai dobrado para ela. O quanto a si mesma se glorificou e viveu em luxúria, dai-lhe em igual medida tormento e pranto, porque diz consigo mesma: Estou sentada como rainha. Viúva, não sou. Pranto, nunca hei de ver! Por isso, em um só dia, sobrevirão os seus flagelos: morte, pranto e fome; e será consumida no fogo, porque poderoso é o Senhor Deus, que a julgou’.

Ora, chorarão e se lamentarão sobre ela os reis da Terra, que com ela se prostituíram e viveram em luxúria, quando virem a fumaceira do seu incêndio, e, conservando-se de longe, pelo medo do seu tormento, dizem: Ai! Ai! Tu, grande cidade, Babilônia, tu, poderosa cidade! Pois, em uma só hora, chegou o teu juízo. E, sobre ela, choram e pranteiam os mercadores da terra, porque já ninguém compra a sua mercadoria”.

Irmãos, um futuro de grandes dificuldades se aproxima. Para a segunda vinda de Cristo, tempos difíceis haverão de acontecer. No entanto, somos convidados a não fixar os olhos apenas nas dificuldades. Não só dificuldades nos aguardam. Uma proteção estará acontecendo. O que o salmista escreveu é verdade verdadeira: “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem, e os livra”.

E enquanto Babilônia cai, lembremos que os filhos de Deus estarão recebendo mais um misericordioso convite – o convite final: “Sai dela, povo Meu”.

Irmãos, há um livramento esperando aqueles que são de Deus, porque Ele conhece os que são Seus, “e os livra!

Sugerimos a leitura de “Deus intervém no Armagedom” – Meditação Matinal de 15/10/1977 – clique aqui.

(19/06) – TERÇA – Armagedom

(20/06) – QUARTA – O Armagedom e o Monte Carmelo – parte um

(21/06) – QUINTA – O Armagedom e o Monte Carmelo – parte dois

Irmãos, entendo não ser necessário apresentar três comentários distintos a respeito do Armagedom. São três dias pela Lição, mas o tema é um só. E, em vez de elaborar um comentário próprio, indico que os irmãos leiam o que está escrito no Dicionário Bíblico Adventista. Leiam em cada um dos três dias. A repetição ajudará o aprendizado. Clique aqui

(22/06) – SEXTA – Conclusão

“Os perigos dos últimos dias estão sobre nós, e por nosso trabalho devemos advertir o povo do perigo em que está. Não deixeis que as cenas solenes que a profecia tem revelado sejam deixadas por tocar. Se nosso povo estivesse meio desperto, se reconhecesse a proximidade dos acontecimentos descritos no Apocalipse, realizar-se-ia uma reforma em nossas igrejas, e muitos mais creriam na mensagem. Não temos tempo a perder; … Promovei novos princípios e entremeai a evidente verdade. Será como uma espada de dois gumes. Mas não sejais prontos demais a assumir uma atitude de controvérsia. Há ocasiões em que devemos ficar quietos e ver a salvação de Deus. Deixemos que Daniel fale, que fale o Apocalipse e digam a verdade. Mas seja qual for o aspecto do assunto apresentado, elevai a Jesus como o centro de toda a esperança, ‘a Raiz e a Geração de Davi, a resplandecente Estrela da Manhã’ (Apocalipse 22:16).

Não nos aprofundamos suficientemente em nossa busca da verdade. Toda alma que crê na verdade presente será levada onde dela se requererá que dê a razão da esperança que nela há. Exigir-se-á do povo de Deus que se levante diante de reis, príncipes, legisladores e grandes homens da Terra, e estes devem saber que eles sabem o que é a verdade. Devem ser homens e mulheres convertidos. Deus pode ensinar-vos mais em um momento pelo Seu Santo Espírito, do que poderíeis aprender com os grandes homens da Terra. O Universo está contemplando a controvérsia que se desenrola na Terra. A um custo infinito, tem Deus provido para cada homem a oportunidade de conhecer aquilo que o tornará sábio para a salvação. Quão ansiosamente olham os anjos para ver quem se aproveitará dessa oportunidade! Quando uma mensagem é apresentada ao povo de Deus, não se deve este levantar em oposição a ela; devem ir à Bíblia, comparando-a com a Lei e o testemunho, e se não suportar a prova, não é verdadeira. Deus deseja que nossa mente se expanda. Deseja dar-nos Sua graça. Poderemos ter um banquete de boas coisas cada dia; pois Deus pode abrir para nós todo o tesouro dos Céus” (O Cuidado de Deus, pág. 321 – Meditação Matinal de 03/12/1995).

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje. Escolhemos a 1ª da senhora White no Brasil (ano 1953) – basta clicar aqui.

Lição da Escola Sabatina 2018 – Comentário feito por Carlos Bitencourt

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Armagedom

Armagedon. Do grego Harmagedon, variante de Harmageddon (apocalipse 16:16), transliteração composta do hebraico. As opiniões divergem quanto ao que representam as palavras em hebraico e a transliteração graga. O primeiro componente, Har-, significa “montanha”, ou é uma transliteração do hebraico ‘ar ou ‘ir, significando “cidade”. O segundo componente, -magedon, pode provir do hebraico Megiddo ou Megiddon (1Reis 9:15; 2Crônicas 35:22; Zacarias 12:11), a cidade de Megido; ou, embora seja improvável, de mo’ed, palavra comumente usada em todo o Antigo Testamento para “congregação” (Êxodo 27:21), “assembleia” ou “lugar de reunião” (Lamentações 1:15; Lamentações 2:6). Em Isaías 14:13, Har-mo’ed é traduzida como “monte da congregação” ou “monte da assembleia” e designa a colina sobre a qual o “rei de Babilônia” aspirava se assentar. Megido seria uma reminiscência da dramática vitória de Israel sobre os cananeus junta às águas de Megido (Juízes 5:19).

O termo ocorre somente uma vez como designação enigmática do campo de batalha em que os reis da terra se reuniram “para a peleja do grande Dia do Deus Todo-poderoso” (Apocalipse 16:14 e 16). No uso popular moderno, “armagedom” designa qualquer grande conflito militar envolvendo as nações da Terra, em geral, sem referência à definição do termo na profecia bíblica.

A secagem do “Eufrates” e a reunião das nações para o “Armagedom” ocorrem sob a sexta das sete pragas (Apocalipse 16:12 e 16; Apocalipse 17:16), como resultado do derramamento da sexta taça e das atividades miraculosas dos “espíritos imundos semelhantes a rãs”, representando o dragão, a besta e o falso profeta (Apocalipse 16:12 a 14). O fato de nenhuma menção ser feita à “peleja do grande Dia do Deus Todo-poderoso”, sob a sexta praga, indica que a própria batalha aconteceria depois, durante a sétima praga na qual “a grande Babilônia” recebe o “cálice do vinho do furor da Sua ira” (Apocalipse 16:19). O fato adicional de que a antiga Babilônia estava situada sobre o rio Eufrates sugere uma estreita relação, no simbolismo do Apocalipse, entre o Eufrates da sexta praga e a cidade de Babilônia da sétima praga. Neste contexto, Apocalipse 16:16 e 17 também indicam que, assim que as nações estiverem reunidas para o “Armagedom”, sétimo anjo derramará sua taça, e o decreto “está feito” será emitido a partir do trono de Deus. Com a reunião das nações no Armagedom, a rebelião na Terra atinge seu clímax, e Deus intervém para derramar “o furor da Sua ira” sobre a Babilônia apóstata e trazer libertação ao Seu povo (Apocalipse 16:19; Apocalipse 17:14; Apocalipse 18:20; Apocalipse 19:2).

A grande batalha do dia de Deus é descrita de forma mais detalhada em Apocalipse 17:11 a 18:24, e 19:11 a 21. Em Apocalipse 17, os reis da terra são retratados como estando aliados à grande Babilônia, em seu trabalho de perseguir os santos (versos 1 a 6, e 12 e 13). “Pelejarão… contra o Cordeiro” em Seu papel de “Senhor dos senhores e o Rei dos reis” (verso 14; e Apocalipse 19:16). Nessa função, Ele vence a coalizão de reis que, percebendo que foram derrotados (Apocalipse 17:14), se voltam contra a Babilônia e a destroem (versos 16 e 17). João apresenta uma descrição figurada desse evento em Apocalipse 18:4 a 24. A canção da vitória sobre a Babilônia ocupa os versículos de abertura de Apocalipse 19. Então, Cristo assume Seu Reino, e a “bodas do Cordeiro” figurativas são consumadas (Apocalipse 19:7 a 10). Nos versos 11 a 21, o papel de Cristo nessa última grande batalha, como “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (verso 16), é apresentado como Aquele que virá dos Céus e “regerá [as nações] com cetro de ferro” e pisará “o lagar do vinho do furor da ira do Deus Todo-poderoso” (verso 15). Em Apocalipse 19:19, bem como em Apocalipse 16:13 a 16, e Apocalipse 17:12 a 14, os reis da terra são “congregados para pelejarem” contra Cristo, mas sofrem uma derrota (Apocalipse 19:19 a 21). O terror absoluto desses “reis” ao se encontrarem face a face com “O que Se assenta no trono” é descrito em Apocalipse 6:15 a 17, em que Cristo é apresentado como “o Cordeiro”, e a ocasião, como o “grande Dia da ira deles”.

Assim como acontece com os símbolos em todo o livro do Apocalipse, a linguagem figurada associada à “peleja do grande Dia do Deus Todo-poderoso” (Apocalipse 16:12 a 16) é baseada em paralelos históricos do Antigo Testamento, que retratam a antiga Babilônia como a maior opressora do povo escolhido de Deus (Jeremias 50:11). Assim como na antiguidade a cidade literal de Babilônia “se assentava” sobre as águas do rio Eufrates (Jeremias 51:12, 13, 63 e 64), de forma mística, a Babilônia, “a grande cidade” “se acha sentada sobre muitas águas” (Apocalipse 17:1), que são identificadas no verso 15 como “povos, multidões, nações e línguas” (versos 1, 2 e 18; e Apocalipse 16:12 e 19). Assim como a antiga Babilônia perseguiu o povo de Deus, a mística “grande Babilônia” é descrita como estando “embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus” (Apocalipse 17:6). No passado, “o Senhor dos Exércitos” reuniu as nações da Terra como “instrumentos da Sua indignação, para destruir toda a terra” de Babilônia no “Dia do Senhor” (Isaías 13:4 a 22; Jeremias 25:32 a 38), e levantou “contra Babilônia um conjunto de grandes nações”, que “se [puseram] em ordem de batalha contra ela” (Jeremias 50:9). De igual modo, no livro do Apocalipse, as nações da terra cumprem o decreto divino de vingança contra Babilônia mística (Apocalipse 16:13 a 16; Apocalipse 17:12 a 17; Apocalipse 19:2, e 18 a 21). Neste contexto, a figurativa secagem do rio Eufrates (Apocalipse 16:12) está, sem dúvida, baseada na descrição profética de Isaías sobre Ciro – como servo de Deus – “secando” o rio Eufrates literal, a fim de tomar a cidade de Babilônia e libertar do cativeiro o povo de Deus (Isaías 44:26 a 45:13).

Dicionário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, págs. 116 e 117 (Na Série Logos, os volumes 1 a 7 são chamados de “Comentário Bíblico”. Este artigo está no volume 8, o “Dicionário Bíblico”. O volume 9 é o “Tratado de Teologia”).

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Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 11 – O selo de Deus ou a marca da besta? – Ligado na Videira – 9 a 16 de junho de 2018

Comentário da Lição – Ligado na Videira – Lição 11

(09/06) – SÁBADO – Introdução

A Lição desta semana é esplêndida. Com fatos proféticos marcantes, todos completamente positivos. Uma beleza!

Vamos tratar sobre o verdadeiro e o falso dia de guarda. Consideraremos o que diz a Lei de Deus e o que dirá a lei dos homens. Veremos que, num futuro próximo, de um lado ficarão os obedientes, e, do outro, os desobedientes.

Mas, antes de avançar, permitam-me uma consideraçãozinha caseira, para nós, adventistas; entre nós, guardadores do sétimo dia: Como está o nosso sábado? Temos conhecimento teórico sobre o sábado e o domingo, mas como está o nosso sábado? Temos uma mensagem para aqueles que nada sabem a respeito do verdadeiro sábado, mas como está o nosso sábado?

Jesus tem sido o Senhor do nosso sábado? Encontramos Jesus no sábado? Descansamos no Senhor?

Porventura, quando está terminando o sábado, ficamos desejosos que a semana passe rápido? Nos preparamos para o recebimento do próximo sábado?

Irmãos, pode ser que estejamos com os olhos muito fixos no decreto dominical, e nos esqueçamos do nosso sábado. Portanto, vamos estudar o tema desta semana primeiramente reconsagrando o nosso compromisso com o sábado do Senhor. Eu tenho certeza que o Senhor do sábado vai nos ajudar nisso. Certeza!

Uma ótima semana, irmãos! Nas bênçãos de Deus!

Temos milhares de leitores para a Meditação Matinal de Ellen White. Junte-se a nós! Seja mais um nessa jornada por assuntos relacionados com a Palavra de Deus. Leia a de hoje – basta clicar aqui.

(10/06) – DOMINGO – O sinal de Deus identifica Seu povo

Deus propôs uma “Aliança” a Abraão. Não era nova. Era a repetição da que havia sido feita com Adão. A mesmíssima! E a exigência era a mesma também: “Obediência”.

A “obediência” é, portanto, o sinal que identifica o povo de Deus. “Se Me amais, guardareis os Meus Mandamentos” (João 14:15).

Por uma questão de demonstração externa, de lembrança de compromisso, no Velho Testamento Deus instituiu a circuncisão. No Novo Testamento, o batismo. Mas o “sinal” continuava sendo o mesmo: “Obediência”.

Mas essa “obediência” não se limitava a apenas ser circuncidado ou ser batizado. É uma obediência ampla, total, completa. Tem a ver com o coração inteiro. Tem a ver com a vida toda. “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Apocalipse 2:10).

Bem, sabendo disso, o inimigo tem atacado o povo de Deus. E o faz não na circuncisão e nem no batismo, mas em algo que transcende a tudo isso: o sábado.

Irmãos, o sábado é de uma importância enorme! Deus deu o sábado antes da entrada do pecado. Desde o tempo “santo” e “perfeito”, já existia o sábado. E, desde aquele tempo, da humanidade já se exigia “obediência”.

É importante entender que o pecado afetou a humanidade, mas não afetou nem Deus e nem a Sua ordem. O pecado e o pecador irão findar, mas a ordem de Deus não. A obediência era, é, e será exigida por todo o sempre. Com ou sem a existência de Satanás, a obediência será requerida eternamente.

Então, se a circuncisão sincera e verdadeira revelava obediência, e se o batismo sincero e verdadeiro revela obediência, a observância sincera e verdadeira do sábado também revela a obediência exigida por Deus. É “sinal” que reconhecemos o Senhor do sábado como o nosso Senhor também.

Somos o Seu povo. Ele é o nosso Senhor.

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(11/06) – SEGUNDA – A besta e a falsa adoração

Como estamos falando desde o começo do trimestre, a questão central do grande conflito é a “adoração”.

Deus não somente é digno de adoração, mas é o único digno de adoração. O único!!!

Mas a Bíblia revela que o dragão quer “adoração” para si e, por isso deu poder e autoridade para a besta que veio do mar, para que esta, ao mudar “os tempos e a Lei”, com o apoio da besta que veio da terra, faça a humanidade “desobedecer” a Lei de Deus – ou seja, “obedecer” a ela – a besta – se bem que, na realidade, isso significaria estar prestando obediência ao dragão – o que, em última análise, significaria estar adorando não mais a Deus, mas ao dragão, a serpente, a Satanás.

Irmãos, está aí o motivo de o inimigo usar Roma papal, com o suporte dos Estados Unidos, para, através de um decreto humano, mudar o dia de descanso – mudar a Lei de Deus – trocar o sábado pelo domingo. E quem não estiver atento aos Escritos Sagrados, pensará estar adorando a Deus, mas estará redondamente enganado quanto a isso.

Quanto a nós, somos convidados por Deus a continuamente examinar as Escrituras e a levar esclarecimento aos demais Seus filhos, de modo a ajudá-los a sair desse emaranhado que o pai da mentira inventou.

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje – basta clicar aqui.

(12/06) – TERÇA – O selo de Deus

Irmãos, Deus nos oferece a salvação, mas nem todos seremos salvos.

Ele nos concedeu o livre-arbítrio, e respeita tal dádiva. Então, se não usarmos a nossa liberdade de escolha em conformidade com a salvação, não seremos salvos. Ele não vai salvar quem não quer ser salvo!

Bem, considerando a pessoa que aceita a salvação, nesse momento de aceitação ela é selada por Deus. Recebe o selo de Deus. Deus valida a sua salvação. Aceita os méritos de Jesus em seu favor. E enquanto segue a vida consagrada ao Senhor, mantém o selo sobre si. E caso venha a falecer, estará selada para a manhã da ressurreição.

Mas há um selamento especial reservado para um futuro próximo. O selamento final. E sobre este selamento definitivo, está escrito:

“Quando se encerrar a mensagem do terceiro anjo, a misericórdia não mais pleiteará em favor dos culpados habitantes da Terra. O povo de Deus terá cumprido a sua obra. Recebeu a ‘chuva serôdia’, o ‘refrigério pela presença do Senhor’, e acha-se preparado para a hora probante que diante dele está. No Céu, anjos apressam-se de um lado para o outro. Um anjo que volta da Terra anuncia que a sua obra está feita; o mundo foi submetido à prova final, e todos os que se mostraram fiéis aos preceitos divinos receberam ‘o selo do Deus vivo’. Cessa então Jesus de interceder no Santuário Celestial. Levanta as mãos e com grande voz diz: ‘Está feito’; e toda a hoste angélica depõe suas coroas, ao fazer Ele o solene aviso. ‘Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, seja santificado ainda’. Todos os casos foram decididos para vida ou para morte” (O Grande Conflito, pág. 613, capítulo 39 – “Aproxima-se o tempo de angústia”).

Leitura adicional: “Quem são os 144 mil?”, em Leia e Compreenda Melhor a Bíblia – clique aqui. 

(13/06) – QUARTA – A marca da besta

Sendo que a “obediência” é o sinal que nos identifica como “povo de Deus”, a desobediência revela que não fazemos parte do povo de Deus.

Sendo que o obediente tem Deus como seu Senhor, o desobediente tem outro ser como seu senhor.

Sendo que o obediente “adora” a Deus, o desobediente adora a Satanás.

No Livro de Daniel, Deus revelou que o poder e a autoridade do animal terrível e espantoso, que em Apocalipse é chamado de besta que veio do mar, são orientadas de maneira a mudar os tempos e a Lei.

A história da igreja cristã prova que, de forma especial, o ataque ao sábado cumpre essa profecia. A instituição do domingo é a forma da besta marcar o desobediente como sua propriedade.

“Mas ninguém deverá sofrer a ira de Deus antes que a verdade se lhe tenha apresentado ao espírito e consciência, e haja sido rejeitada. Há muitos que nunca tiveram oportunidade de ouvir as verdades especiais para este tempo. A obrigatoriedade do quarto mandamento nunca lhes foi apresentada em sua verdadeira luz. Aquele que lê todos os corações e prova todos os intuitos, não deixará que pessoa alguma que deseje o conhecimento da verdade seja enganada quanto ao desfecho da controvérsia. O decreto não será imposto ao povo cegamente. Cada qual receberá esclarecimento bastante para fazer inteligentemente a sua decisão” (O Grande Conflito, pág. 605, capítulo 38 – “O último convite Divino”).

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje – basta clicar aqui.

(14/06) – QUINTA – O sábado como o selo

O sábado é um memorial. Nos traz à lembrança que Deus é o Criador. E sendo o Criador, Ele é digno de receber honras e glórias. Digno de toda adoração. De toda admiração. De toda reverência. E é justo que seja obedecido. E foi Ele mesmo quem selou o sábado como lembrança de tudo isso.

Então, o inimigo, para mudar o centro de nossa adoração, muda o sábado. Para não darmos nosso coração completa e absolutamente a Deus, engana a humanidade com um dia espúrio.

“O sábado será a pedra de toque da lealdade; pois é o ponto da verdade especialmente controvertido. Quando sobrevier aos homens a prova final, traçar-se-á a linha divisória entre os que servem a Deus e os que não O servem. Ao passo que a observância do sábado espúrio em conformidade com a lei do Estado, contrária ao quarto Mandamento, será uma declaração de fidelidade ao poder que se acha em oposição a Deus, é a guarda do verdadeiro sábado, em obediência à Lei divina, uma prova de lealdade para com o Criador. Ao passo que uma classe, aceitando o sinal de submissão aos poderes terrestres, recebe o sinal da besta, a outra, preferindo o sinal da obediência à autoridade divina, recebe o selo de Deus” (O Grande Conflito, pág. 605, capítulo 38 – “O último convite Divino”).

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje – basta clicar aqui.

(15/06) – SEXTA – Conclusão

“Mas, enquanto Jesus permanece como intercessor do homem no santuário celestial, a influência repressora do Espírito Santo é sentida pelos governantes e pelo povo. Essa influência governa, ainda, até certo ponto, as leis do país. Não fossem estas, e a condição do mundo seria muito pior do que ora é. Conquanto muitos de nossos legisladores sejam ativos agentes de Satanás, Deus também tem os Seus instrumentos entre os principais homens da nação. O inimigo incita seus servos a que proponham medidas que estorvariam grandemente a obra de Deus; mas estadistas que temem o Senhor são influenciados por santos anjos para que se oponham a essas propostas, com argumentos irretorquíveis. Assim, um pequeno grupo de homens sustará poderosa corrente de males. A oposição dos inimigos da verdade será restringida a fim de que a mensagem do terceiro anjo possa efetuar a sua obra. Quando for dada a advertência final, prenderá a atenção das pessoas influentes por meio de quem o Senhor está agora a operar, e algumas delas a aceitarão, e manter-se-ão com o povo de Deus durante o tempo de angústia” (O Grande Conflito, págs. 610 e 611, capítulo 38 – “O último convite Divino”).

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje. Escolhemos a 1ª da senhora White no Brasil (ano 1953) – basta clicar aqui.

Lição da Escola Sabatina 2018 – Comentário feito por Carlos Bitencourt

 

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Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 10 – América e Babilônia – Ligado na Videira – 2 a 9 de junho de 2018

Comentário da Lição – Ligado na Videira – Lição 10

(02/06) – SÁBADO – Introdução

Estamos diante de uma Lição um tanto difícil de ser estudada em casa, e um tantão difícil de ser transmitida em classe. Na igreja que frequento, por sinal, será recapitulada em geral, com o irmão João Stefan, produtor do filme “A Última Batalha”.

De qualquer forma, a Lição não tem a pretensão de nos promover a professores de teologia. Não há necessidade de decorar o significado de cada símbolo e nem as datas dos acontecimentos. A Lição não se propõe a isso.

Portanto, prefiro começar nossas considerações usando apenas as palavras confortadoras de dois trechos do Espírito de Profecia:

É necessário que os terrores do dia de Deus sejam mantidos diante de nós, a fim de que sejamos compelidos à ação correta pelo medo? Não devia ser assim. Jesus é atraente. Ele é cheio de amor, misericórdia e compaixão. Deseja ser nosso amigo, andar conosco por todos os acidentados caminhos da vida” (Exaltai-O, pág. 99 – Meditação Matinal de 25/03/1992).

“Terríveis provas e aflições aguardam ao povo de Deus. O espírito de guerra está incitando as nações de uma a outra extremidade da Terra. Mas em meio do tempo de angústia que está para vir – tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação – o povo escolhido de Deus ficará inabalável. Satanás e seus anjos não poderão destruí-los; pois anjos magníficos em poder haverão de protegê-los” (Este Dia Com Deus, pág. 67 – Meditação Matinal de 01/03/1980).

Irmãos, a antiga serpente fez e continuará fazendo coisas estranhas através da besta que surgiu do mar e da que surgiu da terra. Esses três poderes (Satanás, Roma Papal e Estados Unidos) já estão e continuarão de mãos dadas contra o povo de Deus. Mas o povo de Deus tem Deus! E Deus afirma ao Seu povo: As ações do mal cessarão.

Bem, Deus nos concederá sabedoria. Como foi Ele quem nos trouxe esse tema, então Ele nos fará compreendê-lo. Também, Ele nos ajudará a transmiti-lo em nossas classes.

Bom estudo! Boa semana!

Temos milhares de leitores para a Meditação Matinal de Ellen White. Junte-se a nós! Seja mais um nessa jornada por assuntos relacionados com a Palavra de Deus. Leia a de hoje – basta clicar aqui.

(03/06) – DOMINGO – Ferida mortal curada

Vi emergir do mar [veio de povos; de uma grande população; da Europa] uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia [poder dado por nações; recebeu poder político; mas adquiriu poder religioso]. A besta que vi [Roma imperial e papal] era semelhante a leopardo [herdou o império Grego], com pés como de urso [herdou o império medo-persa] e boca como de leão [herdou o império babilônico]. E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade [Satanás, através de Roma imperial, deu poder e autoridade para Roma papal].

Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada [em 1798, o papa foi preso e o Vaticano foi tomado; em 1929, tudo foi restituído; mas essa é uma cura parcial; aguardamos sua restauração completa através da besta que vem da terra, que fará o decreto dominical]; e [enquanto isso] toda a terra se maravilhou, seguindo a besta [o mundo ficou surpreso diante do seu reavivamento]; e adoraram o dragão porque deu a sua autoridade à besta; também adoraram a besta, dizendo: ‘Quem é semelhante à besta? Quem pode pelejar contra ela?’ [Irmãos, Cristo pode pelejar, e tem pelejado, e logo lhe dará o golpe final].

Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias e autoridade para agir [em nome de Satanás, por] quarenta e dois meses [1.260 anos = de 538 até 1798]; e abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para Lhe difamar o nome e difamar o tabernáculo, a saber, os que habitam no Céu [durante esses anos, Roma papal instituiu coisas não autorizadas por Deus]. Foi-lhe dado, também, que pelejasse contra os santos e os vencesse [mas Deus manteve em pé um fiel remanescente; nunca deixou de haver fiéis a Deus]. Deu-se-lhe ainda autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação [Roma papal é uma igreja de predominância mundial]; e adorá-la-ão todos os que habitam sobre a Terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo [por seguirem as enganosas ordens de Roma papal, tais adoradores se desqualificarão para a salvação providenciada por Jesus Cristo; como não há salvação fora de Cristo, estarão perdidos].

Se alguém tem ouvidos, ouça” (Apocalipse 13:1 a 10).

Vejam que texto maravilhoso! Vejam como tudo está nas mãos de Deus! Sou apaixonado por este parágrafo. Originalmente está no livro Educação, na pág. 173, no capítulo 19, cujo título é “História e profecia”. São dizeres poderosos. Esclarecedores:

“Nos anais da história humana o crescimento das nações, o levantamento e queda de impérios, aparecem como dependendo da vontade e façanhas do homem. O desenvolver dos acontecimentos em grande parte parece determinar-se por seu poder, ambição ou capricho. Na Palavra de Deus, porém, afasta-se a cortina, e contemplamos ao fundo, em cima, e em toda a marcha e contramarcha dos interesses, poderio e paixões humanas, a força de um Ser todo misericordioso, a executar, silenciosamente, pacientemente, os conselhos de Sua própria vontade” (A Fé Pela Qual Eu Vivo, pág. 168 – Meditação Matinal de 11/06/1959).

Bem, para a conclusão das considerações de hoje, acrescento um parágrafo do livro O Grande Conflito, pág. 266, capítulo 15 – “A Escritura Sagrada e a Revolução Francesa”:

“A perseguição da igreja não continuou durante o período todo dos 1.260 anos. Deus, em misericórdia para com Seu povo, abreviou o tempo de sua dolorosa prova. Predizendo a ‘grande tribulação’ a sobrevir à igreja, disse o Salvador: ‘Se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias’. Pela influência da Reforma, a perseguição veio a termo antes de 1798”.

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(04/06) – SEGUNDA – Os Estados Unidos na profecia

Vi ainda outra besta emergir da terra [como a terra é menor que o mar, então, um lugar com menos população que a Europa; por isso, e por outras características, o entendimento é que se trata dos Estados Unidos da América]; possuía dois chifres [liberdade civil e religiosa; republicanismo e protestantismo], parecendo [mas não sendo um] cordeiro [indicando sua juventude e disposição pacífica], mas falava como dragão [uma contradição entre sua aparência e suas ações]. Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença [poder e autoridade política e religiosa, enquanto Roma papal está sendo restaurada]. Faz com que a Terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada [suas ações servem os propósitos do poder papal]. Também opera grandes sinais, de maneira que até fogo do céu faz descer à Terra, diante dos homens. Seduz os que habitam sobre a Terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da [primeira] besta, dizendo aos que habitam sobre a Terra que façam uma imagem à besta [Roma papal], àquela que, ferida à espada, sobreviveu; e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta [a morte dos fiéis de Deus será permitida até quando isso servir de testemunho; enquanto o Espírito Santo ainda puder converter os que ainda estiverem em Babilônia].

A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte [não uma marca literal, mas na mente, em resultado à obediência às duas bestas], para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome [a interpretação popular que surgiu logo depois da Reforma é que o número 666 tem a ver com a expressão “Vicarius Filii Dei”]” (Apocalipse 13:11 a 17).

Irmãos, paralelo a tudo isso, a mensagem do terceiro anjo estará sendo pregada. Ou seja, os fiéis não se intimidarão. Não ficarão calados. Os mensageiros do Evangelho Eterno dirão: “Caiu Babilônia! Sai dela povo Meu!”

Com isso, todo mal porventura recebido será considerado uma bem-aventurança, e também uma evidência de que se aproxima a segunda vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. E para cada pecador que se arrepender, uma alegria será manifestada no Céu.

Mas no instante em que a porta da graça for fechada, nenhum dos fiéis filhos de Deus terá a vida ceifada. Se não servir mais para provocar arrependimento em alguém, Deus não permitirá a morte de Seus filhos.

Como foi dito na introdução, “anjos magníficos em poder haverão de protegê-los” (Este Dia Com Deus, pág. 67 – Meditação Matinal de 01/03/1980).

Lembrem-se: No Dia da segunda vinda de Cristo, fiéis estarão em pé, sem terem provado a morte. Louvado seja Deus por essa revelação! Além disso, os fiéis que dormiram no Senhor serão ressuscitados, unindo-se aos que não provaram a morte, formando a grande multidão dos remidos do Senhor.

Louvado seja Deus!

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(05/06) – TERÇA – Uma questão de adoração

Embora tenhamos decifrado um pouco da simbologia, e relatado algumas datas e eventos, para que a Lição não fique maçante na classe, entendo ser melhor destacar e evidenciar o que há por trás de toda essa trama. Há algo que pertence a natureza do pecado. Satanás está trabalhando. E ele está costurando a história da humanidade com o pior de todos os fios: a idolatria.

Irmãos, desde que nascemos e até o dia de nossa morte, diante de nós está a questão da “adoração”. O inimigo, através de seu poder, tem buscado fazer com que cada ser humano mude o “centro” de sua adoração. Em vez de “não a minha, mas Tua vontade”, o homem é doutrinado a satisfazer seus próprios desejos. Em vez de adorar a Deus, adora a sua própria vontade. Em vez de viver para Deus, vive para si mesmo.

Eva levou a conversa do inimigo para Adão, e alguns frutos da árvore proibida. Deus disse “não”, mas o dragão fez o “não” de Deus parecer “sim”. E os nossos primeiros pais se banquetearam com o engano de Satanás. A igreja cristã apostatada tem alimentado seus membros com aqueles mesmos frutos. O governo norte-americano tem feito o mesmo também, e fará muito mais. O seu protestantismo está se alinhando cada vez mais com a igreja romana. E nós estamos sendo alertados quanto a isso, e convidados a alertar os que ainda ignoram tal trama.

Na Lição 2, vimos que os três hebreus não se ajoelharam para a estátua de Nabucodonosor. Nem sequer cogitaram se ajoelhar e, no fundo, fazer uma oração para Deus, fingindo estar obedecendo aos mandos e desmandos do governo humano. Fizeram oração em pé! Todos viram que, em pé, adoravam ao único Deus digno de louvor, honras e glórias!

Irmãos, o benefício da leitura bíblica é maior do que imaginamos. Na Palavra encontramos irmãos que, mesmo tendo as nossas mesmas paixões, testemunharam estar firmes aos reclamos de Deus. É verdade que alguns outros vacilaram, mas também é verdade que, pelo poder resgatador do Espírito Santo, se arrependeram e se reafirmaram nos caminhos do Senhor.

Vamos ler a Bíblia! Que seja o nosso Livro amigo. Nosso querido companheiro das jornadas diárias. Nosso alimento constante.

Por iluminação do Espírito Santo, as Sagradas Escrituras nos mostrarão o caminho por onde devemos andar.

Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto” (Mateus 4:10).

Importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29).

Não temas as coisas que tens de sofrer. … Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Apocalipse 2:10).

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(06/06) – QUARTA – A grande Babilônia

O Espírito Santo inspirou Daniel a escrever sobre a sucessão dos reinos terrestres, dando o nome de três deles: Império Babilônico, Medo-Persa e Grego. Por razões óbvias, o Império Romano não foi citado pelo nome. Apenas pelas características. O nome propriamente dito foi poupado.

As atrocidades romanas revelam que esse império representa as pernas de ferro da estátua vista em sonho por Nabucodonosor, bem como o animal terrível e espantoso visto por Daniel. Agora, tendo feito o que fizeram, imaginem se o nome “Roma” estivesse escrito no Livro Sagrado dos judeus!

Bem, então, é provável que no início da igreja cristã, para evitar desnecessária antipatia dos romanos, os cristãos chamassem Roma de Babilônia. Sendo uma “confusão”, Roma era descrita como “Babilônia”.

Talvez por isso, Pedro encerra sua primeira Carta dando uma palavra de ânimo para a igreja da cidade de “Roma”, por ele chamada de “Babilônia” (1Pedro 5:13).

Não muito diferente, em Apocalipse, o reino que tem as características de Roma continua sendo chamado de Babilônia, “a grande Babilônia” (14:8); “Babilônia, a grande, a mãe das meretrizes e das abominações da Terra” (17:5 e 6); “Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável, pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria” (18:2 e 3).

O interessante, porém, não é saber apenas que Babilônia é Roma, mas, também, e acima de tudo, que lá estão pessoas que ainda nada sabem a respeito da verdade bíblica. Lá estão pessoas por quem Jesus deu a Sua vida, o que motivou Deus chamá-las de “povo Meu”. Pessoas que devem ser alcançadas pela mensagem que temos.

“E em que corporações religiosas se encontrará hoje a maior parte dos seguidores de Cristo? Sem dúvida, nas várias igrejas que professam a fé protestante” (O Grande Conflito, pág. 383).

“Há cristãos verdadeiros em todas as igrejas, inclusive na comunidade católico-romana” (Evangelismo, pág. 234).

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(07/06) – QUINTA – Sai dela, povo Meu

“Aqueles que andam no caminho estreito devem seguir as instruções do Livro-guia. Somente assim podem alcançar os portões da Cidade de Deus. …

Deus contemplou homens e mulheres com preciosos dons. A indivíduos diferentes Ele concedeu dons diferentes. Nem todos têm a mesma força de caráter ou a mesma profundeza de conhecimento. Mas cada um deve usar seus dons no serviço do Mestre, conquanto pequenos possam ser esses dons. O fiel mordomo negocia sabiamente os bens que lhe foram confiados.

As faculdades mentais e físicas devem ser cuidadosamente preservadas. Nossos dons não devem ser enfraquecidos pela satisfação dos próprios apetites. Toda faculdade deve ser cuidadosamente preservada, para que esteja sempre pronta para o uso imediato. Nenhuma parte do organismo vivo deve ser enfraquecida pelo mau uso. Cada parte, conquanto pequena, tem uma influência sobre o todo. O abuso de um único nervo ou músculo diminui a utilidade do corpo inteiro. Aqueles por quem Cristo deu Sua vida devem moldar seus hábitos e práticas em conformidade com Sua vontade.

A Palavra de Deus declara: ‘A alma que pecar, essa morrerá’. Mas Deus não deseja a morte de ninguém. A um custo incalculável Ele proveu para o homem um segundo tempo de graça. ‘Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna’.

Não deveriam aqueles que receberam a luz da verdade para este tempo colocar-se em íntima ligação com Deus, usando suas aptidões para levar avante a obra de salvar pessoas? Não deveria aquele que possui uma compreensão das Escrituras partilhar o conhecimento que lhe foi dado com quem não conhece a verdade?

Sobre todo crente na verdade presente está depositada a responsabilidade de trabalhar pelos pecadores. Deus lhes assinala uma obra especial – a proclamação da terceira mensagem angélica. Devem revelar sua apreciação pelo grande dom de Deus, consagrando-se à obra pela qual Cristo deu Sua vida. Devem ser mordomos da graça de Deus, dispensando aos outros as bênçãos que lhes foram concedidas.

Aquele que achou conforto na Palavra de Deus deve compartilhar esse conforto a outros. Somente assim Ele poderá continuar a receber conforto” (Olhando Para o Alto, pág. 373 – Meditação Matinal de 31/12/1983).

Que tal o privilégio de ser o instrumento que Deus usa para chamar Seu povo em Babilônia?

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje – basta clicar aqui.

(08/06) – SEXTA – Conclusão

“Ao passo que uma classe, aceitando o sinal de submissão aos poderes terrestres, recebe o sinal da besta, a outra, preferindo o sinal da obediência à autoridade divina, recebe o selo de Deus.

Até aqui, os que apresentavam as verdades da mensagem do terceiro anjo foram muitas vezes considerados como simples alarmistas. Suas predições de que a intolerância religiosa alcançaria predomínio nos Estados Unidos, de que a Igreja e o Estado se uniriam para perseguir os que guardam os mandamentos de Deus, foram declaradas sem fundamento e absurdas. Afirmou-se confiantemente que esse país jamais se poderia tornar outro que não o que tem sido: defensor da liberdade religiosa. Mas, ao ser a questão da obrigatoriedade da observância do domingo amplamente agitada, vê-se aproximar o fato há tanto tempo duvidado e descrido, e a terceira mensagem produzirá um efeito que antes não seria possível produzir” (O Grande Conflito, pág. 605).

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje. Escolhemos a 1ª da senhora White no Brasil (ano 1953) – basta clicar aqui.

Lição da Escola Sabatina 2018 – Comentário feito por Carlos Bitencourt

 

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Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 9 – Enganos do tempo do fim – Ligado na Videira – 26 de maio a 2 de junho de 2018

Comentário da Lição – Ligado na Videira – Lição 9

(26/05) – SÁBADO – Introdução

Vimos, na Lição 2, a história dos três hebreus que não se ajoelharam para a estátua de Nabucodonosor. Aquela história serviu de base e ilustração para o estudo de todo o trimestre, retratando a questão central do grande conflito: a “adoração”.

Na Lição 1 nós já havíamos estudado “a queda de um ser perfeito” (Lúcifer), que inexplicavelmente deu origem ao mal. Ele, o inventor do pecado, deslocou o “centro” da adoração. Deixou de adorar a Deus – o Criador do Universo – o Único digno de honra, glória e louvor – e passou a adorar a si mesmo. Deixou de obedecer a Lei de Deus, e criou uma quantidade incontável de mentiras e enganos.

Irmãos, o inimigo passou a atacar o governo Divino usando mil e uma maneiras – sendo que algumas delas são violentas, e outras, suaves, sutis. Assim ele faz de forma a atingir cada tipo de recepção e sensibilidade humana. Uma para cada momento de nossa vida. Uma para cada gosto de quem vai ser atacado. Mas a intenção é a mesma: desviar o ser humano da verdadeira adoração.

Ainda bem que Deus não nos abandonou. Não nos deixou à mercê do inimigo. Ainda bem que Ele nos concedeu graça, a Sua maravilhosa graça. Ainda bem que Ele nos tem tratado com um dilúvio de misericórdia. Deus nos colocou no centro do Plano da Redenção!

Cristo, por Sua vitória na cruz e na tumba, nos tem atraído a Si. Nos chama para Si. Coloca diante de cada um de nós a verdade de que Deus é o único digno de adoração. O único! O “centro” da verdadeira adoração.

Nesta nova semana faremos considerações sobre alguns dos “enganos do tempo do fim”. Coisas importantes. Temas de grande relevância. Então, oremos. Oremos para que Deus nos abençoe. Oremos para que Ele nos dê uma porção dobrada da sabedoria que tanto carecemos.

Antecipando o estudo da semana, faça a leitura adicional de A parábola do rico e Lázaro– clique aqui. 

(27/05) – DOMINGO – O principal engano

O inimigo conversou com Eva como se não fosse ele mesmo. Fez parecer que ela estava realmente conversando com uma serpente – uma serpente que acabara de conquistar um patamar mais elevado na criação de Deus. Da mesma forma, o inimigo foi tentar Jesus quando em jejum e oração no deserto. Fez parecer que era um anjo de luz vindo do Céu. Fez parecer que havia descido do Céu naquele instante. E foi somente por suas palavras que deu-se a conhecer como o diabo.

Irmãos, “o principal engano” preparado pelo inimigo para estes últimos dias é justamente fazer a humanidade acreditar que ele não existe. E se ele não existe, não é ele o originador do pecado, do mal, do sofrimento, da morte.

E se ele não existe, e se ele não é o originador do sofrimento e da morte, fica a pergunta: Quem, então, é o responsável por isso?

Bem, a enganosa resposta está na boca de várias e várias pessoas. É a resposta errada, mas é a resposta que está na boca da maioria – incluindo a grande maioria dos cristãos. Dizem estes: “Deus quis assim”. “Deus sabe o que faz”.

Ora, a lógica dessa mentira é fazer com que as pessoas não se aproximem de Deus. Não O busquem. Não O queiram.

Irmãos, é por isso que, principalmente nas últimas semanas, estamos salientando a necessidade de nos apegarmos a leitura da Palavra de Deus. Foi através do “está escrito” que Jesus descobriu que o tal anjo de luz não era de luz coisa nenhuma. Entendeu que aquele anjo era o inimigo porque exatamente ele não estava falando coisas bem do jeitinho que está na Bíblia. E Jesus entendia de Bíblia!

Temos este esclarecimento: “Lede cuidadosamente as Escrituras, e verificareis que Cristo usou a maior parte do Seu ministério na restauração à saúde dos sofredores e aflitos. Assim fez refluir sobre Satanás a responsabilidade dos males que o inimigo de todo bem tem originado. Satanás é o destruidor; Cristo é o restaurador” (Medicina e Salvação, pág. 240).

A Lição apresenta versos bíblicos que ensinam sobre a existência de Satanás e suas intenções. Veja lá, e leia. Por aqui, acrescentamos João 8:44 – “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira” – e indicamos a leitura de Jó 1 e Jó 2.

Ainda antecipando o que vai ser estudado na semana, compensa a leitura adicional de Explicação de “Hoje estarás comigo no Paraíso”, do famoso livro “Explicação de Textos Difíceis da Bíbliaclique aqui. 

(28/05) – SEGUNDA – Os dois grandes erros

Na Lição 7, estudando Mateus 24, vimos o alerta de Jesus quanto aos enganos dos últimos dias. Enganos e mais enganos. Dentre eles: Satanás se transforma em anjo de luz (2Coríntios 11:14); mente através de sinais e prodígios (2Tessalonicenses 2:9);  e seduz o mundo (Apocalipse 12:9 e 20:10).

Mas a Lição de hoje destaca apenas dois de seus enganos – “os dois grandes erros”. Os grandes! Os maiores! Erros que, se adotados como verdade, trarão tristes consequências para os seres humanos. Será o laço fatal!

“Mediante os dois grandes erros — a imortalidade da alma e a santidade do domingo — Satanás há de enredar o povo em suas malhas. Enquanto o primeiro lança o fundamento do espiritismo, o último cria um laço de simpatia com Roma. Os protestantes dos Estados Unidos serão os primeiros a estender as mãos através do abismo para apanhar a mão do espiritismo; estender-se-ão por sobre o abismo para dar mãos ao poder romano” (O Grande Conflito, pág. 588, capítulo 36 – “O maior perigo para o lar e a vida”).

Semana passada, com a Lição 8, vimos um pouco sobre o sábado, o memorial da criação – o dia separado por Deus para que a Ele dediquemos especial adoração. Por sinal, é o toque de nossa pregação para estes últimos dias. Mas, em relação a alma “i” mortal, porque pouco falamos a respeito, aproveitemos os versos indicados na Lição de amanhã e os estudemos. É preciso aprender a verdade bíblica – a verdade de Deus!

Por agora, chamo a atenção para uma questão lógica: Se a pessoa que morre já vai para o Céu, não há sentido para a segunda vinda de Jesus! Voltar para que, se já estaremos no Céu?

Bem, a Reforma Protestante não corrigiu essa mentira. O milerismo também não fez a correção. Mas nós, guardadores do advento e do sétimo dia, estamos aqui justamente para esse propósito.

Leia sobre “Corpo, alma e espírito– clique aqui.

(29/05) – TERÇA – A imortalidade da alma

Eclesiastes 9:5, 6 e 10 – “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento. Amor, ódio e inveja para eles já pereceram; para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol. […] Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma”.

Salmos 115:17 – “Os mortos não louvam o SENHOR, nem os que descem à região do silêncio”.

Salmos 146:4 – “Sai-lhes o espírito, e eles tornam ao pó; nesse mesmo dia, perecem todos os seus desígnios”.

Daniel 12:2 – “Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno”.

Em João 11, Jesus revela para Marta que fará o milagre imediato da ressurreição de Lázaro. Como Marta não estava pensando nisso para aquele exato momento, fala da ressurreição em conformidade ao ensinado no Velho Testamento. “Eu sei, replicou Marta, que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia” (verso 24).

Em Atos 2:29 e 34, Pedro reforça o ensinamento bíblico, e não é retrucado pelos judeus quanto a isso, pois todos sabiam ser isso verdade. Disse ele: “Irmãos, seja-me permitido dizer-vos claramente a respeito do patriarca Davi que ele morreu e foi sepultado, e o seu túmulo permanece entre nós até hoje. […] Davi não subiu aos Céus”.

Em 1Coríntios 15:16 a 18, Paulo faz um trocadilho quanto ao ensinado pelos povos não judeus, que diziam não haver ressurreição. E antes que isso invadisse o pensamento dos novos cristãos, disse Paulo: “Se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram”.

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Listamos alguns dos artigos que contribuem para o tema de hoje. Se um dia precisarem, saibam que aqui tem. Se quiserem ler agora, tenho certeza que lhes serão úteis:

“O que aconteceu com as pessoas que ressuscitaram quando Jesus morreu?” – clique aqui. 

“Os mortos tremem debaixo das águas?” – clique aqui. 

“Existem almas debaixo do altar?” – clique aqui. 

“Explicação de Textos Difíceis da Bíblia: Alma e espírito” – clique aqui.

“O ser humano foi criado mortal ou imortal?” – clique aqui. 

“Como podemos interpretar a declaração de que, quando alguém morre, está reunido ao seu povo?” – clique aqui. 

“Enoque foi arrebatado?” – clique aqui. 

“Se Jesus houvesse pecado, o que teria acontecido com Ele?” – clique aqui. 

“Saul e a pitonisa de En-Dor” – clique aqui. 

(30/05) – QUARTA – O sábado e a teoria da evolução

“Tivesse sido o sábado universalmente guardado, os pensamentos e afeições dos homens teriam sido dirigidos ao Criador como objeto de reverência e culto, jamais tendo havido idólatra, ateu, ou incrédulo” (O Grande Conflito, pág. 438, capítulo 25 – “A imutável Lei de Deus”).

Não consigo lembrar onde, mas eu já havia lido em algum lugar – e agora, graças a Deus, a Lição de sexta traz o comentário novamente:

“Uma razão pela qual Charles Darwin (Inglês, 1809-1882), autor da teoria, promoveu a evolução foi que, não entendendo o grande conflito, teve dificuldade em conciliar o mal e o sofrimento com a ideia de um Criador amoroso. Por causa desse problema, ele buscou respostas em outra direção. […]

Darwin desenvolveu suas especulações com base em uma falsa compreensão da natureza e do caráter de Deus e do mundo caído” (Lição da Escola Sabatina, 01/06/2018).

Irmãos, eu tenho dó de Charles Darwin e de quem pensa como ele – não só por defenderem o evolucionismo, mas também pela falta de apreço ao verdadeiro caráter amoroso de Deus. Mas está aí o estrago! Por outro lado, vamos ficar discutindo os erros do evolucionismo? Vamos ficar falando dessa teoria? Não! O nosso papel é falar de Deus e de Sua criação. Nós somos criacionistas. Vamos usar nosso tempo e nossa força e energia para falar da criação de Deus. Nossa origem está em Deus. Somos filhos de Deus. Pertencemos a Ele. E Ele tem interesse em conduzir a nossa vida.

Quando falamos que Deus é digno de adoração, falamos porque isso é verdade mesmo. Não surgimos do acaso. Não somos alguém sem origem e sem destino. Nós fomos criados por Deus! E, em razão do nosso pecado, Ele Se apresentou também como nosso Resgatador. Assim, somos dele duas vezes: por criação e por redenção.

E o sábado cumpre esse propósito! No faz lembrar de nosso Criador e Redentor. Nos faz apreciar o Seu caráter. Mostra para nós o verdadeiro “centro” da adoração.

(31/05) – QUINTA – A falsa trindade

João diz, em Apocalipse 13:1 e 2 – “Vi emergir do mar uma besta” – e que, para essa besta do mar – “deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade”. Ou seja, a besta vinda do mar age em obediência ao dragão.

[Em Apocalipse 12:7 a 9 ficamos sabendo que o “dragão” é “Satanás” – “Houve peleja no Céu. Miguel e os Seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos; todavia, não prevaleceram; nem mais se achou no Céu o lugar deles. E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo”].

Bem, pelas características relatas em Apocalipse 13, a besta do mar, cheia de poder e autoridade (por 42 meses), veio a ser golpeada, foi ferida, mas acabou sendo curada. É dito também que sua boca proferia arrogâncias e blasfêmias, de modo a difamar o nome de Deus e o Santuário Celestial.

Interessante é que os seus 42 meses de ação equivalem aos 1.260 anos da ação do dragão – um tempo, tempos e metade de um tempo (Apocalipse 12:6 e 14; Daniel 7:25).

A conclusão lógica é que se trata das duas fases do Império Romano, com destaque para a segunda fase: Roma Papal – ou seja, a Igreja Católica Apostólica Romana – cujo supremacia foi de 538 até 1798, quando foi ferida, e de sua cura em 1929.

A observação é: Aqueles que adorarem a besta que veio do mar estarão adorando o dragão, e quem fizer isso não terá seu nome escritono Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo”.

Mas também em Apocalipse 13, foi revelada a chegada de uma besta a mais, saída da terra. A primeira, do mar. A segunda, da terra.

Irmãos, pelas características, esta segunda representa os Estados Unidos – que, porque vai ser estudada na semana que vem inteira, não será comentada hoje. Porém, para nos deixar já com um gostinho na boca, informamos que os Estados Unidos darão o suporte necessário que falta para a Igreja Romana dar o último laço na humanidade: o decreto dominical.

Bem, a Lição de hoje fala da “falsa trindade” – ou seja: o dragão, a besta do mar e a besta da terra.

Leia: “Os Estados Unidos na profecia”, escrito por Ellen White, em “Maranata, O Senhor Vem”, pág. 191 – Meditação Matinal de 04/07/1977 – clique aqui.

(01/06) – SEXTA – Conclusão

“Ao aproximar-nos da última crise, é de vital importância que existam entre as instituições do Senhor harmonia e união. O mundo está cheio de tempestade, guerra e contenda. Contudo, ao mando de um chefe – o poder papal – o povo se unirá para opor-se a Deus na pessoa de Suas testemunhas. […]

Que é que dá seu reino a esse poder? O protestantismo, um poder que, embora professe ter a índole e o espírito de um cordeiro e estar aliado com o Céu, fala com a voz de um dragão. Ele é impelido por um poder terreno.

‘Têm estes um só pensamento’. Haverá um laço de união universal, uma grande harmonia, uma confederação das forças de Satanás. ‘E oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem’. Assim é manifestado o mesmo poder arbitrário e opressivo contra a liberdade religiosa, liberdade de adorar a Deus segundo os ditames da consciência, que foi manifestado pelo papado, quando no passado ele perseguiu os que ousaram recusar conformar-se com os ritos e cerimônias religiosas do catolicismo.

Na peleja a ser travada nos últimos dias unir-se-ão, em oposição ao povo de Deus, todos os poderes corruptos que apostataram da obediência à lei de Jeová. Nessa peleja, o sábado do quarto mandamento será o grande ponto em litígio; pois no mandamento do sábado o grande Legislador Se identifica como o Criador dos céus e da Terra. […]

Mediante os dois grandes erros – a imortalidade da alma e a santidade do domingo – Satanás há de enredar o povo em suas malhas. Enquanto o primeiro lança o fundamento do espiritismo, o último cria um laço de simpatia com Roma. Os protestantes dos Estados Unidos serão os primeiros a estender as mãos através do abismo para apanhar a mão do espiritismo; estender-se-ão por sobre o abismo para dar mãos ao poder romano; e, sob a influência desta tríplice união, este país seguirá as pegadas de Roma, desprezando os direitos da consciência” (Maranata, O Senhor Vem, pág. 185 – Meditação Matinal de 28/06/1977).

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje. Escolhemos a 1ª da senhora White no Brasil (ano 1953) – basta clicar aqui.

Lição da Escola Sabatina 2018 – Comentário feito por Carlos Bitencourt

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Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 8 – Adore o Criador – Ligado na Videira – 19 a 26 de maio de 2018

Comentário da Lição – Ligado na Videira – Lição 8

(19/05) – SÁBADO – Introdução

Existe uma “verdade” apenas, somente uma, e desde o início da humanidade ela vem sendo apresentada: Deus é o único digno de adoração, honra, glória e louvor. Mesmo com a entrada do pecado, da mentira e do engano, essa “verdade” continua sendo verdade, e continua sendo apresentada.

No entanto, a “apresentação” da verdade obedece uma sequência metodológica que, pela sabedoria de Deus, respeita o “tempo” do pecador. Não se ensina raiz quadrada para uma criança enquanto ela não aprende e não amadurece o aprendizado de que um mais um é igual a dois.

Nem para Moisés e nem através de Moisés foi revelado tudo o que conhecemos agora. Deus levantou outros profetas, e o fez durante os longos mil e seiscentos anos seguintes, até João. Mas a Bíblia não nos poupou de saber que os sucessivos profetas também não sabiam explicar todas as coisas que escreviam em seus respectivos tempos. O próprio Senhor Jesus disse que estava deixando de falar algumas coisas para os Seus discípulos, porque eles não estavam maduros o suficiente para compreender e suportar tais palavras, tais esclarecimentos. Tempos depois, Pedro deixou registrado que Paulo escrevia umas coisas que eram difíceis de serem assimiladas.

Irmãos, Deus ensinou a verdade sobre o Plano da Redenção primeiramente através do altar em família. Depois disso, demorou uns dois mil e quinhentos anos para dar à humanidade a planta arquitetônica e a ordem para a construção do Tabernáculo – o Santuário do deserto. E, no Livro do Apocalipse, lemos que Deus enviou três distintos mensageiros com a mesma e única verdade, mas de três maneiras distintas. Primeiro a primeira. E a terceira não sem antes a segunda. Ou seja, cada uma no momento certo.

Bem, embora a “verdade” seja uma só, vemos que o quando e o como proferi-la sofre variação, e isso porque Deus respeita o tempo e a maturidade da humanidade pecadora. Ocorre, no entanto, que para cada época, para cada necessidade, a Bíblia chama a “verdade” que foi apresentada de “a verdade presente”. E é com base na “verdade presente” que a pessoa é chamada para a sua própria decisão, para o seu juízo individual.

A Lição, então, nos posiciona dentro do quadro profético como tendo a seguinte “verdade presente” para hoje – a seguinte verdade a ser dada para a população de agora:

Vi [o primeiro] anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: ‘Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas’.

Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: ‘Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição’.

Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: ‘Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da Sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro. A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome’.

Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:6 a 12).

A proposta da Lição é considerar nesta semana a mensagem do “primeiro” anjo: “Adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas”.

Deus nos abençoe. Tenhamos um ótimo estudo, na companhia dos maravilhosos anjos do Senhor.

Vou sugerir uma leitura adicional espetacular. Do famosíssimo livro “Caminho a Cristo”, leia o capítulo 9, cujo título é “Atividade e Vida” – se aceita a sugestão, clique aqui.

(20/05) – DOMINGO – A universalidade do evangelho

Abraão foi chamado a ser pai de uma grande nação – uma nação com propósito. Deus abençoou a família de Abraão para que esta fosse uma bênção para todas as demais famílias da Terra. Toda a população mundial deveria ser avisada de sua condição pecaminosa e de que Deus havia providenciado uma solução.

Biblicamente, portanto, a “verdade” de Deus – o evangelho eterno, pertence a todos os seres humanos. No plano de Deus, não há um só ser humano a ser deixado sem a Sua mensagem. Se isso ocorre, é unicamente por negligência nossa. Da parte de Deus, a salvação é para todos. A mensagem da salvação é para todos.

Vi [o primeiro] anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Apocalipse 14:6).

Todos os que se assentam sobre a terra, de cada nação, de cada tribo e de cada povo – todos são pecadores. Cremos na universalidade do pecado. Portanto, cada um deles deve ser alcançado com a verdade de que Deus deu o Seu filho, não para destruir o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele. Cremos na universalidade do evangelho.

“A igreja de Cristo é o agente designado por Deus para a salvação dos homens. Sua missão é levar o evangelho ao mundo. E essa obrigação repousa sobre todos os cristãos. Cada um, na medida de seus talentos e oportunidades, deve cumprir a comissão do Salvador. O amor de Cristo, revelado a nós, torna-nos devedores a todos os que O não conhecem. Deus nos outorgou luz, não para nosso proveito exclusivo, mas para que a derramássemos sobre eles” (Caminho a Cristo, pág. 81).

O que teria acontecido se Deus tivesse abolido Sua Lei? Leia sobre isso clicando aqui.

(21/05) – SEGUNDA – O ladrão na cruz e o evangelho eterno

(Veja, na história a seguir, a universalidade do pecado e a universalidade do evangelho).

Na cruz do Calvário, lado a lado com o Salvador, um crucificado reconheceu a santidade e a divindade de Jesus. Talvez tenha sido criado nos caminhos de Deus, não sabemos, mas, com certeza, em sua vida adulta andou por caminhos que nem mesmo o império romano admitia. Havia se afastado de Deus. Mas, agora, no momento decisivo de sua vida, pela providência do Espírito Santo, estava ao lado dAquele que é o Evangelho Eterno. Aquele que é a Verdade Presente.

Então, falou as palavras que Jesus mais gosta de ouvir. Falou as palavras que Jesus mais deseja que saia dos lábios do pecador. Ao mesmo tempo, falou as palavras que serviram de último alento para Jesus. Era o “gás” antes de Seu último suspiro.

Jesus, lembra-Te de mim, quando vieres com Teu Reino” (Lucas 23:42).

Irmãos, não devemos roubar dos pecadores o conhecimento sobre a salvação em Jesus Cristo. A glória do Senhor é quando um pecador se arrepende. Portanto, não fiquemos com as sementes do evangelho eterno estocadas. Vamos espalhar cada uma delas, nos mais variados lugares deste mundo, a todas as pessoas.

Leia mais sobre o último momento do pecador que ouviu Jesus dizer uma de Suas últimas palavras – as palavras mais importantes que alguém pode ouvir na vida: “Estarás comigo no Paraíso”. Leia em Vidas Que Falam, pág. 326 – Meditação Matinal de 16/11/1971 – clique aqui. 

(22/05) – TERÇA – Temam a Deus e deem glória a Ele

A mensagem que o primeiro anjo prega em todo o mundo é: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Apocalipse 14:7).

Hoje faremos algumas considerações sobre a primeira parte: “Temei a Deus e dai-Lhe glória”.

Vimos, no início do trimestre, que três jovens hebreus foram conduzidos a uma situação em que todos deviam adorar uma estátua – o equivalente a dizer: reverenciar e respeitar um ídolo – adorar um objeto que simbolizava o rei da Babilônia. Eles três, porém, se recusaram a cometer tamanho pecado.

No deserto da tentação, Satanás foi mais ousado ainda. Sugeriu que Cristo fizesse o mesmo diante de si. E acabou ouvindo Jesus  dizer: “Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a Ele darás culto” (Lucas 4:8 – Jesus fez uso de Deuteronômio 6:13).

Irmãos, hoje, por várias tentações, o mundo se queda diante do inimigo. Há ídolos, os mais variados! Mas a bênção divina superabunda sobre todos nós, de forma a nos conduzir para a pregação do evangelho eterno, que ordena aos pecadores: “Temei a Deus [somente a Deus] e dai-Lhe glória”.

Está ocorrendo um juízo, e Deus convida a humanidade que a Ele se achegue, com reverência e respeito. Que venha em lealdade e fidelidade de coração. Feliz aquele que tem seus casos tratados no juízo atual!

Na última hora do ladrão na cruz, ele se rendeu. Na última hora da humanidade, que se renda também! Muitos se rendem ao materialismo. Outros, ao sensualismo. São muitos os “ismos” que recebem a atenção da humanidade. Mas Deus tem uma misericórdia a mais para oferecer ao mundo, e a oferece por intermédio de Sua igreja. O Seu povo deve sair até os confins da Terra, chamando as pessoas a adorar Aquele que por mais um pouquinho de tempo exerce a obra de mediação em favor de cada um daqueles que a Ele se achegam. Logo logo Ele terminará essa obra, e sairá do Santuário, e virá nos buscar.

Ellen White escreveu sobre “O que foi assegurado pela morte de Cristo”. Leia sobre isso. Clique aqui.

(23/05) – QUARTA – É chegada a hora do Seu juízo

Comentamos em Lições anteriores que a cruz do Calvário significa muito mais do que a nossa salvação. Muito mais! Significa que a Lei de Deus permanece “imutável”. Ela foi – é – e continuará sendo inabalável, inalterável. É a referência da vontade de Deus. É a base da justiça de Deus.

Bem, o pecado não tem perdão. O pecador sim, mas o pecado não. Então, com base na santa, justa e boa Lei, Deus chamará para juízo todos os pecadores. Todos! Sem exceção! Porém, Ele estabeleceu, inicialmente, duas fases para o juízo: o juízo investigativo e o juízo verificativo.

A Bíblia ensina, através do serviço realizado no Santuário, que o pecador “arrependido” transfere seu pecado para Jesus Cristo. O pecador “arrependido” volta para casa perdoado, mas o seu pecado continua existindo – não mais em suas mãos, mas nas mãos de Jesus Cristo.

Então, na sequência, a Bíblia ensina que Jesus, na função de Sumo Sacerdote, abriu os serviços “investigativos” quando terminou a profecia dos 2.300 anos. A partir de 1844, Jesus está tratando o caso dos pecadores que levaram até Ele os seus pecados, as suas culpas. É o conhecido “Dia da Expiação”. Jesus está fazendo expiação em favor do pecador “arrependido”. Somente desses. Dos não arrependidos não.

Nos chama a atenção, então, que o pecador “arrependido” não tem nada a temer. Feliz se considera porque os seus pecados não estão em suas próprias mãos. Jesus está com eles diante do Pai Celestial. Jesus mostra os Seus méritos em benefício do pecador “arrependido”. E temos a afirmação de que o Pai aceita os méritos do Salvador. Sabemos que o Pai nos aceita como se nunca tivéssemos pecado.

Por fim, o pecado do pecador “arrependido” é transportado para Satanás. Foi para as mãos de Jesus, e Ele o coloca em Satanás.

Agora, o pecador não arrependido, porque nunca colocou seus pecados em Jesus, ele mesmo, por si, carregando os seus próprios pecados, vai para a segunda fase do juízo sozinho. Sem a misericórdia. Sem os méritos do Salvador. Ou seja, estará perdido.

É o juízo verificativo. O juízo em que se verifica que o pecador não aceitou a salvação. Não pediu perdão. Não foi perdoado.

Irmãos, como a porta da graça ainda não foi fechada – como o Espírito Santo ainda não deixou de pleitear, devemos colocar a nossa vida completamente nas mãos de Jesus. E mais! Devemos correr ao encontro das outras pessoas, e explicar essas coisas, e convidá-las a fazerem o mesmo que estamos fazendo.

“É chegada a hora do Seu juízo!”

No Comentário Bíblico Adventista é explicado o significado de “A ira de Deus”. Confira. Clique aqui. 

(24/05) – QUINTA – Adorai Aquele que fez o Céu e a Terra

Bem, dividimos a primeira mensagem angélica em três partes: (1) “Temei a Deus e dai-Lhe glória”; (2) “É chegada a hora do Seu juízo”; e (3) “Adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Apocalipse 14:7).

Hoje, então, concluímos com a terceira parte: “Adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas”.

A questão central do grande conflito é a “adoração”. O pecado alterou a nossa referência de adoração. E o inimigo de Deus tem insistido nessa questão. O centro deixou de ser Deus, e passou a ser o próprio “eu”.

O evangelho, então, faz um alerta e um convite: “Sem Mim, nada podeis fazer” – então – “Vinde a Mim” – e – “Adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas”. Volte-se para o seu Criador!

“O dever de adorar a Deus se baseia no fato de que Ele é o Criador, e que a Ele todos os outros seres devem a existência. E, onde quer que se apresente, na Bíblia, Seu direito à reverência e adoração, acima dos deuses dos pagãos, enumeram-se as provas de Seu poder criador. ‘Todos os deuses dos povos são coisas vãs; mas o Senhor fez os céus’ (Salmos 96:5). ‘A quem pois Me fareis semelhante, para que lhe seja semelhante?, diz o Santo. Levantai ao alto os olhos e vede quem criou estas coisas’ – ‘Assim diz o Senhor que tem criado os céus, o Deus que formou a Terra, e a fez; … Eu sou o Senhor, e não há outro’ (Isaías 40:25 e 26; 45:18). Diz o salmista: ‘Sabei que o Senhor é Deus; foi Ele, e não nós que nos fez povo Seu’ – ‘Ó, vinde, adoremos e prostremo-nos! Ajoelhemo-nos diante do Senhor que nos criou’ (Salmos 100:3; 95:6). E os seres santos que adoram a Deus nos Céus, declaram porque Lhe é devida sua homenagem: ‘Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder porque Tu criaste todas as coisas’ (Apocalipse 4:11)” (Exaltai-O, pág. 51 – Meditação Matinal de 06/02/1992).

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje – basta clicar aqui.

(25/05) – SEXTA – Conclusão

“Num mundo como o nosso, no qual a verdade e a falsidade se acham tão mescladas que é difícil fazer distinção entre ambas, é perigoso deixar de buscar sabedoria do alto. Os que agora prestarem atenção e se volverem ao Senhor sem delongas, assumindo sua posição sobre o verdadeiro fundamento, receberão perdão. Todo erro está mesclado com a verdade, e isso torna mais difícil discernir os enganos de Satanás. Quando, porém, nos sobrevier o tempo de prova e aflição, notar-se-á a diferença entre a justiça dos justos e a perversidade dos ímpios.

Todo erro é pecado, e todo pecado tem sua origem com Satanás. Maus costumes têm cegado os olhos e arruinado as faculdades perceptivas de homens e mulheres. Precisamos agora ser cautelosos em todo o sentido. …

Os habitantes do mundo, sob a direção de Satanás, estão se atando em molhos, prontos para serem queimados. Não temos tempo, nenhum só momento, a perder. Os juízos de Deus estão na Terra, e os que continuam sendo obstinados, não convencidos pelas advertências que Deus envia, serão atados em molhos, prontos para serem queimados. Dirijam-se os ministros e membros de igreja para a vinha. Encontrarão sua colheita onde quer que proclamem as esquecidas verdades da Bíblia. Há necessidade de missionários de ambos os sexos. Eles encontrarão os que aceitam a verdade e tomam sua posição ao lado de seu Mestre, a fim de ganhar almas para Cristo. …

Multidões devem ser reunidas no aprisco. Muitos que conheceram a verdade corromperam seu caminho diante de Deus e se apartaram da fé. As fileiras incompletas serão preenchidas pelos que foram representados por Cristo como tendo vindo na hora undécima. Há muitos com os quais o Espírito de Deus está lutando.

O tempo dos destruidores juízos divinos é o tempo de misericórdia para os que não têm oportunidade de aprender que é a verdade. O Senhor olhará ternamente para eles. Seu coração de misericórdia se comove; Sua mão ainda está estendida para salvar, ao passo que a porta se fecha para os que não querem entrar. Será acolhido grande número de pessoas que nestes últimos dias ouvem a verdade pela primeira vez” (Este Dia Com Deus, pág. 161 – Meditação Matinal de 03/06/1980).

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje. Escolhemos a 1ª da senhora White no Brasil (ano 1953) – basta clicar aqui.

Lição da Escola Sabatina 2018 – Comentário feito por Carlos Bitencourt

 

 

 

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Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 7 – Mateus 24 e 25 – Ligado na Videira – 12 a 19 de maio de 2018

Comentário da Lição – Ligado na Videira – Lição 7

(12/05) – SÁBADO – Introdução

Era a última terça-feira de Jesus, e Ele estava no Templo. Não era o Templo original, aquele construído por Salomão, mas, mesmo assim, belo. Mármores brancos e enfeites de ouro. Lindo! Magnífico! E com o brilho do sol, que espetáculo!

Ao sair do Templo, ouvindo Seus discípulos dizerem: “Que pedras, que construções!”, aproveitou a oportunidade e lhes disse: “Não ficará aqui pedra sobre pedra” (Marcos 13:1; Mateus 24:2).

Dito isso, foi até o Monte das Oliveiras, e, de lá, panoramicamente olhando para o Templo, com os discípulos ao redor de Si, e aguçados com as palavras que lhes havia dito anteriormente, explicou que o mundo passaria por momentos terríveis, desde aqueles dias até o final dos tempos.

Irmãos, esse ensinamento foi realizado dentro do maior cuidado possível. Sabendo das limitações de Seus discípulos, propositadamente Cristo misturou os “tempos” e os “eventos” relacionados com o fim: o fim de Jerusalém e o fim do reino de Satanás. Sabendo que eles não suportariam conhecer como verdadeiramente será o fim de todas as coisas, falou da destruição de Jerusalém, que acabou ocorrendo no ano 70, misturado com os acontecimentos do tempo do fim.

Lembremos que o Livro de Daniel ainda estava “selado”, e que foi depois da destruição de Jerusalém que João escreveu o Livro do Apocalipse (a Revelação).

Foi um choque para eles, portanto, naquele instante, as palavras de Cristo. Mal compreendiam o significado da primeira vinda do Messias! Por sinal, assustados, dois dias depois, após o lava-pés, sequer acompanharam o Mestre Salvador até o Gólgota (com exceção de um único: João, do Apocalipse).

Mas, de qualquer forma, Cristo sabia disso, e, por isso, o cuidado ao apresentar os eventos relacionados com os dias que antecederão a Sua segunda vinda. Ainda bem que o Espírito Santo foi derramado no Pentecostes. Ainda bem que o Novo Testamento foi escrito. Ainda bem que quase todas as profecias já se cumpriram. Ainda bem que hoje temos mais e mais condições de compreender o que Jesus disse em Mateus 24 e 25, e colocar em prática, e, cuidadosamente, contar para aqueles que ainda nada sabem.

Entendo, portanto, que a Lição não deva ser instrumento para agigantar o poder do mal. Não estamos aqui para destacar as guerras, as fomes e os terremotos. Essas coisas ocorrerão, queiramos ou não. Conosco ou sem “nosco”, o mundo vai trilhar pelo salário do pecado. As nossas considerações serão, e devem ser sempre, sobre a nossa preparação individual para a segunda vinda de Jesus. O fim de todas as coisas significa a volta de Jesus. Então, o foco é o “preparo” para recebê-Lo.

Enquanto a história terrestre se desenrola, deve ser lembrado que há uma história celestial em andamento também. Nela, o nosso Senhor e Salvador está intercedendo por nós. Não há nada acontecendo conosco que não seja de interesse dEle. Somos a menina de Seus olhos. Então, falemos do tempo do fim, mas na certeza de nossa salvação, na confiança de que o Senhor acampa-Se ao redor daqueles que O temem, e os livra.

Temos milhares de leitores para a Meditação Matinal de Ellen White. Junte-se a nós! Seja mais um nessa jornada por assuntos relacionados com a Palavra de Deus. Leia a de hoje – basta clicar aqui.

(13/05) – DOMINGO – Uma poderosa confirmação das profecias

O estudo de hoje considera Mateus 24:1 a 25. São vinte e cinco versos. E em quatro deles Jesus chama a atenção para o fato de existir o “engano”. Existe a “verdade”, e existe o “engano”.

Em Apocalipse 12:12 está escrito – “Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta”. Em Mateus 24:4, 5, 11 e 24, Jesus revelou uma das formas do inimigo derramar a sua cólera – “Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos. … Levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. … Surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos”.

O “engano” se manifestou pela primeira vez lá naquela árvore proibida. Eva não devia ter se aproximado daquele fruto. Não devia ter travado conversa com o inimigo, o pai da mentira. Mas acabou fazendo isso. E desde aquele tempo, o “assim diz o Senhor” tem sido sistematicamente combatido – e um dos sinais de que o tempo do fim se aproxima é justamente esse: o aumento do “engano”.

Irmãos, a questão central do grande conflito é “adoração”. Obedecendo ao “assim diz o Senhor”, estaremos adorando o Senhor. Mas se aceitamos algo que não está escrito em Sua Palavra, então não O estamos adorando. Mesmo sem saber, ou mesmo sem admitir, estaremos adorando o pai do engano.

Penso que cabe aqui uma chamada para a leitura da Bíblia. É de suma importância o estudo das Sagradas Escrituras. Ninguém precisa ser enganado. Que a Palavra de Deus seja o nosso alimento diário.

Vale a pena a leitura de “A verdade, nossa salvaguarda”. Está em Nos Lugares Celestiais, pág. 350 – Meditação de 09/12/1968 – clique aqui. 

(14/05) – SEGUNDA – Perseverando até o fim

Em função do pecado, este mundo tem sido território do inimigo. Ele aqui estabeleceu o seu reino.

Irmãos, o que a Bíblia revela ser o desejo do inimigo fazer com aqueles que não andam em seus caminhos? O que é próprio da natureza do inimigo fazer?

Bem, a Palavra de Deus não fala somente das intenções do inimigo. Revela também a obra do Soberano Rei do Universo. Há textos que nos ensinam que “nada nos separará do amor de Deus”. Nada! Diz que ainda que uma mãe se esqueça de seu filho, “Eu, todavia, não Me esquecerei de ti”. “Nas palmas das Minhas mãos te gravei”.

Então, diante de todas as dificuldades e barreiras que o inimigo agigantaria sobre aquela geração apostólica, Jesus disse: “Aquele, porém, que preservar até o fim, esse será salvo” (Mateus 24:13).

Irmãos, não há como não lembrar de outras expressões de Jesus. Numa delas, Ele disse:

Não temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Apocalipse 2:10).

Mas lá no Sermão da Montanha, já havia dito:

Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus. Bem-aventurados sois quando, por Minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos Céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós” (Mateus 5:10 a 12).

No Espírito de Profecia encontramos estas esclarecedoras e confortadoras palavras:

“Terríveis provas e aflições aguardam ao povo de Deus. O espírito de guerra está incitando as nações de uma a outra extremidade da Terra. Mas em meio do tempo de angústia que está para vir – tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação – o povo escolhido de Deus ficará inabalável. Satanás e seus anjos não poderão destruí-los; pois anjos magníficos em poder haverão de protegê-los” (Este Dia Com Deus, pág. 67 – Meditação Matinal de 01/03/1980).

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje – basta clicar aqui.

(15/05) – TERÇA – A abominação da desolação

Lucas escreveu assim: “Quando, porém, virdes Jerusalém sitiada de exércitos, sabei que está próxima a sua devastação” (Lucas 21:20).

Mateus usou outras palavras: “Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), então, os que estiverem na Judeia fujam para os montes” (Mateus 24:15 e 16).

Roma imperial, no ano 70, através de seu exército, invadiu e destruiu a cidade de Jerusalém, inclusive não deixando pedra sobre pedra daquele Templo que havia servido de referência para o início do sermão de Jesus (Mateus 24 e 25). Também, quem lê entenda, tal avassaladora destruição serviu de ilustração para o que Roma papal faria nos anos seguintes.

Segundo o profeta Daniel, este poder humano, como instrumento do poder do inimigo, faria coisas tremendas contra a igreja de Deus – por um tempo (360), tempos (720) e metade de um tempo (180). Com início em 538, por 1.260 anos Roma papal faria o papel do animal terrível e espantoso. Até o ano 1798, coisas terríveis seriam (e foram) feitas.

Bem, em vez de nos apequenarmos diante de tal poder destruidor, reparemos que tudo isso já havia sido revelado por Aquele que conhece o fim antes do começo. Ou seja, nada escapa ao conhecimento de Deus. Nem o futuro! E se Ele fala que há uma coroa da vida aguardando os fiéis, então, confiemos – há sim uma coroa para os que forem vitoriosos em Sua eterna vitória.

“A brevidade do tempo é frequentemente realçada como incentivo para buscar a justiça e fazer de Cristo o nosso amigo. Este não deve ser o grande motivo para nós; pois cheira a egoísmo. É necessário que os terrores do dia de Deus sejam mantidos diante de nós, a fim de que sejamos compelidos à ação correta pelo medo? Não devia ser assim. Jesus é atraente. Ele é cheio de amor, misericórdia e compaixão. Deseja ser nosso amigo, andar conosco por todos os acidentados caminhos da vida” (Exaltai-O, pág. 99 – Meditação Matinal de 25/03/1992).

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje – basta clicar aqui.

(16/05) – QUARTA – As dez virgens

No início de Mateus 25, Jesus ilustrou a condição dos que estarão professando a fé cristã no Dia da Sua segunda vinda. Como Ele bem conhece o futuro, com exatidão nos alertou que “o Reino dos Céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o Noivo. Cinco dentre elas eram néscias, e cinco, prudentes.

As néscias, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo; no entanto, as prudentes, além das lâmpadas, levaram azeite nas vasilhas. E, tardando o Noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram. Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: ‘Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!’

Então, se levantaram todas aquelas virgens e prepararam as suas lâmpadas. E as néscias disseram às prudentes: ‘Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão-se apagando’. Mas as prudentes responderam: ‘Não, para que não nos falte a nós e a vós outras! Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o’.

E, saindo elas para comprar, chegou o Noivo, e as que estavam apercebidas entraram com Ele para as bodas; e fechou-se a porta.

Mais tarde, chegaram as virgens néscias, clamando: ‘Senhor, Senhor, abre-nos a porta!’ Mas Ele respondeu: ‘Em verdade vos digo que não vos conheço’.

Vigiai, pois, porque não sabeis o Dia nem a hora”.

Irmãos, essa parábola ensina que o que distingui os cristãos não é o conhecimento teológico, mas o estar preparado ou não para a segunda vinda de Cristo. E, sendo que o assunto é abordado por Jesus justamente na sequência imediata do que falou sobre o poder enganador, isso indica que Ele virá e nem todos os cristãos estarão preparados para ir com Ele para as moradas preparadas desde a fundação do mundo.

Enquanto uns veem “notícias” no Jornal Nacional, outros veem o cumprimento das profecias bíblicas. Enquanto alguns estudam as partes que gostam da Bíblia, outros vasculham de capa a capa os Escritos Sagrados, no intuito de aprender mais e mais a vontade de Deus, e colocá-la em prática.

“Os cristãos de hoje fariam bem em se lembrar que o atraso do Esposo não se deve a qualquer falta de preparação da parte dEle. Ele poderia ter vindo há muito tempo se Seu povo estivesse pronto para recebê-Lo e se tivesse sido fiel em completar a tarefa que lhe fora designada de preparar o mundo para a Sua vinda” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, pág. 543, referente Mateus 25:5).

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje – basta clicar aqui.

(17/05) – QUINTA – Usando seus talentos

Em Mateus 25:13 a 30, Jesus apresenta a parábola dos talentos. O recebedor de cinco os multiplicou. O de dois também. Mas o de um não o fez render.

No contexto do “tempo do fim”, importa considerar o seguinte: Deus tem um povo a ser alcançado. Ele poderia enviar Seus anjos para alcançar esses Seus filhos. Mas Deus vê bênção dupla quando um pecador arrependido cumpre essa tarefa. O alcançado é abençoado. Mas o trabalhador também.

Enquanto Jesus Cristo não vem, o trabalhador está envolvido com a mesma obra celestial – a obra da salvação. Mantem-se ocupado. Segue a vida olhando para o alto. Vive pensando nas coisas que são lá de cima. Deseja que o Senhor logo volte, mas não considera haver tardança, pois se coloca em posição útil no trabalho.

Não há pecador naturalmente habilitado. Sem Cristo, o pecador nada pode fazer. Mas Cristo o habilita – o capacita – lhe concede dons – talentos. Nesse sentido, não há nada mais lindo nesse mundo do que estar sendo “trabalhado” por Cristo, “ocupado” por Cristo. Então, é sua alegria colocar em movimento os talentos recebidos.

Irmãos, oremos pelas atividades missionárias. Oremos em favor dos que estão clamando pela mensagem. Oremos pelos mensageiros. Há pessoas trabalhando nas mais diversas frentes, das mais diversas maneiras. Oremos!

Em breve o Senhor Jesus voltará. Dia glorioso será! O tão aguardado Dia está para chegar!

Oremos uns pelos outros. Oremos para que Deus nos conceda a alegria de estar em pé na reunião de todos os remidos do Senhor – os remidos de todas as épocas.

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje – basta clicar aqui.

(18/05) – SEXTA – Conclusão

“É nosso dever amar a Jesus como nosso Redentor. Ele tem o direito de exigir o nosso amor, mas nos convida a dar-Lhe o coração. Ele nos convida a andar com Ele no caminho de humilde e sincera obediência. Seu convite a nós é um chamado para uma vida pura, santa e feliz – uma vida de paz e descanso, de liberdade e amor – e para uma rica herança na futura vida imortal. O que escolheremos: liberdade em Cristo, ou servidão e tirania no serviço de Satanás? … Se escolhemos viver com Cristo pelos intermináveis séculos da eternidade, por que não escolhê-Lo agora como nosso amigo mais amado e digno de confiança, como nosso melhor e mais sábio conselheiro?

É nosso privilégio ter diariamente calma, íntima e feliz caminhada com Jesus. Não precisamos ficar alarmados se o caminho passa por conflitos e sofrimentos. Podemos ter a paz que excede o entendimento; mas isso nos custará batalhas com os poderes das trevas, severas lutas contra o egoísmo e o pecado inato. As vitórias alcançadas diariamente, mediante perseverante e incansável esforço em fazer o bem, serão preciosas por meio de Cristo, que nos amou, que ‘Se deu a Si mesmo por nós, para nos remir de toda iniquidade e purificar para Si um povo seu especial, zeloso de boas obras’.

O Filho do Altíssimo sofreu vergonha na cruz, para que os pecadores não sofressem eterna vergonha e desprezo, mas fossem resgatados e coroados de glória eterna” (Exaltai-O, pág. 99 – Meditação Matinal de 25/03/1992).

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje. Escolhemos a 1ª da senhora White no Brasil (ano 1953) – basta clicar aqui.

Lição da Escola Sabatina 2018 – Comentário feito por Carlos Bitencourt

 

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