Por caminhos seguros

Meditação Matinal de Ellen White – A Caminho do Lar, 2017.

6 de abril – Pág. 115 – Por caminhos seguros

O Filho nada pode fazer de Si mesmo, senão somente aquilo que vir fazer o Pai. João 5:19

As palavras de Cristo nos ensinam que devemos nos considerar inseparavelmente ligados a nosso Pai celestial. Seja qual for nossa posição, dependemos de Deus, que segura em Suas mãos todos os destinos. Ele nos designou nossa obra e nos dotou de faculdades e meios para ela. Enquanto submetermos a vontade à Sua, e confiarmos em Sua força e sabedoria, seremos guiados por caminhos seguros para realizar a parte que nos cabe em Seu grande plano. Aquele, porém, que confia na sabedoria e poder próprios está se separando de Deus. Em vez de trabalhar em harmonia com Cristo, cumpre o desígnio do inimigo de Deus e dos seres humanos.

O Salvador continuou: “Tudo quanto o que este [o Pai] fizer, o Filho também semelhantemente o faz. […] Pois assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos, assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer” (João 5:19 e 21). Os saduceus afirmavam que não havia ressurreição do corpo; mas Jesus lhes disse que uma das maiores obras de Seu Pai é ressuscitar os mortos, e que Ele próprio tem poder de fazer a mesma obra. “Vem a hora e já chegou, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus; e os que a ouvirem viverão” (João 5:25). Os fariseus acreditavam na ressurreição dos mortos. Cristo declarou que o poder que dá vida aos mortos estaria entre eles, e eles testemunhariam sua manifestação. Esse mesmo poder de ressuscitar dá vida à pessoa morta “em delitos e pecados” (Efésios 2:1). Esse espírito de vida em Cristo Jesus, o “poder da Sua ressurreição” (Filipenses 3:10), liberta as pessoas “da lei do pecado e da morte” (Romanos 8:2). O domínio do mal é despedaçado e, pela fé, a mente é guardada do pecado. Aquele que abre o coração ao Espírito de Cristo torna-se participante daquele grande poder que lhe fará o corpo ressurgir do sepulcro. […]

Os sacerdotes e principais haviam se colocado como juízes, para condenar a obra de Cristo, mas Ele Se declarou juiz deles próprios, e de toda a Terra. O mundo foi confiado a Cristo, e, por Seu intermédio, toda bênção de Deus tem sido concedida à humanidade caída. Era o Redentor, tanto antes como depois da encarnação. Assim que o pecado passou a existir; houve um Salvador. Ele tem dado luz e vida a todos, e, em harmonia com a medida da luz concedida, cada um será julgado. E aquele que tem comunicado a luz, que tem acompanhado a pessoa com as mais ternas súplicas, buscando atraí-la do pecado para a santidade, é ao mesmo tempo seu Advogado e Juiz. O Desejado de Todas as Nações, págs. 209 e 210.

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Satanás não pode obrigar você a pecar

Meditação Matinal de Ellen White – A Caminho do Lar, 2017.

7 de abril – Pág. 116 – Satanás não pode obrigar você a pecar

Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto. Mateus 4:10

O tentador jamais poderá nos forçar a praticar o mal. Não pode dominar a mente, a menos que ela se submeta a seu controle. A vontade tem que consentir, e a fé tem que colocar sua segurança em Cristo, antes que Satanás possa exercer domínio sobre nós. Entretanto, todo desejo pecaminoso que nutrimos proporciona certa vantagem ao inimigo. Todo ponto em que deixamos de satisfazer a norma divina é uma porta aberta pela qual ele pode entrar para nos destruir. Todo fracasso ou derrota de nossa parte dá a Satanás a oportunidade de acusar a Cristo.

Quando Satanás citou a promessa: “Aos Seus anjos ordenará a Teu respeito” (Mateus 4:6), omitiu as palavras: “para que Te guardem em todos os Teus caminhos” (Salmos 91:11); isto é, em todos os caminhos da escolha de Deus. Jesus Se recusou a sair da vereda da obediência. Conquanto manifestasse perfeita confiança em Seu Pai, não se colocaria, sem que isso lhe fosse ordenado, em situação que tornasse necessária a interposição do Pai para O salvar da morte. Não forçaria a Providência a vir em Seu socorro, deixando assim de dar ao ser humano um exemplo de confiança e submissão.

Jesus declarou a Satanás: “Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus” (Mateus 4:7). Essas palavras foram ditas por Moisés aos filhos de Israel, quando eles tiveram sede no deserto e pediram que Moisés lhes desse água, exclamando: “Está o Senhor no meio de nós, ou não?” (Êxodo 17:7). Deus tinha operado maravilhas por eles; porém, em aflição, duvidaram dEle e exigiram demonstrações de que estava com eles. Procuraram, em sua incredulidade, pô-Lo à prova. E Satanás estava incitando Cristo a fazer a mesma coisa. Deus já tinha testificado que Cristo era Seu Filho. Pedir novamente um sinal de que Ele era o Filho de Deus seria pôr à prova a Palavra divina, tentando-O. E o mesmo aconteceria ao pedir o que Deus não havia prometido. Manifestaria desconfiança e estaria realmente provando- O ou tentando-O. Não devemos apresentar ao Senhor nossas petições para provar que Ele cumpre Sua palavra, mas porque as cumpre; não para provar que Ele nos ama, mas porque nos ama. “Sem fé é impossível agradar a Deus, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que Se torna galardoador dos que O buscam” (Hebreus 11:6).

No entanto, a fé não é de maneira nenhuma aliada à presunção. Somente quem tem verdadeira fé está protegido contra a presunção. Pois presunção é a falsificação da fé, operada por Satanás. O Desejado de Todas as Nações, págs. 125 e 126.

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Deus precisa de seu consentimento

Meditação Matinal de Ellen White – A Caminho do Lar, 2017.

8 de abril – Pág. 117 – Deus precisa de seu consentimento

O Senhor é a minha força e o meu escudo; nEle o meu coração confia, nEle fui socorrido. Salmos 28:7

Lado a lado com a pregação do evangelho, estão as forças que são apenas médiuns de espíritos de mentira. Muitas pessoas se envolvem com essas forças por simples curiosidade, mas, ao ver demonstrações de um poder sobrenatural, sentem-se atraídas a ir cada vez mais longe, até que ficam dominadas por uma vontade mais forte que a de si mesmas. Essas pessoas não conseguem escapar do misterioso poder.

As defesas da mente são derrubadas. Não há barreira contra o pecado. Uma vez que as restrições da Palavra de Deus e de seu Espírito são rejeitadas, nenhum ser humano pode saber a que profundezas de degradação é capaz de imergir. Um pecado secreto ou paixão dominadora pode manter a pessoa cativa tão impotente como era o endemoninhado de Cafarnaum. Entretanto, seu estado não é sem esperança.

O meio pelo qual podemos vencer o maligno é o mesmo usado por Cristo – o poder da Palavra. Deus não rege nossa mente sem nosso consentimento; mas, se desejarmos conhecer e fazer Sua vontade, temos a promessa: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32). “Se alguém quiser fazer a vontade dEle, conhecerá a respeito da doutrina” (João 7:17). Graças à fé nessas promessas, qualquer pessoa poderá ser libertada dos ardis do erro e do domínio do pecado.

Todo ser humano é livre para escolher o poder que o regerá. Ninguém caiu tão fundo, ninguém é tão indigno que não possa encontrar libertação em Cristo. O endemoninhado, em lugar de uma oração, só pôde proferir as palavras de Satanás; porém, o mudo apelo do coração foi ouvido. Nenhum grito de uma pessoa em necessidade, mesmo que não seja expresso em palavras, será ignorado. Os que consentirem em entrar com o Deus do Céu em um concerto não serão deixados entregues ao poder de Satanás, ou às fraquezas de sua natureza. São convidados pelo Salvador: “Que se apoderem da Minha força e façam paz comigo; sim, que façam paz comigo” (Isaías 27:5). Os espíritos das trevas vão lutar para manter cativa a pessoa que uma vez caiu sob seu domínio, mas anjos de Deus vão contender por essa pessoa com predominante poder. Diz o Senhor: “Tirar-se-ia a presa ao valente? Acaso, os presos poderiam fugir ao tirano? […] Assim diz o Senhor: Por certo que os presos se tirarão ao valente, e a presa do tirano fugirá, porque Eu contenderei com os que contendem contigo e salvarei os teus filhos” (Isaías 49:24 e 25). O Desejado de Todas as Nações, págs. 258 e 259.

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Cruzando a linha

Meditação Matinal de Ellen White – A Caminho do Lar, 2017.

9 de abril – Pág. 118 – Cruzando a linha

Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. 1João 2:15

Cristo não diz que o ser humano não servirá a dois senhores, mas que ele não pode fazê-lo. Os interesses de Deus e os interesses de Mamom não têm ligação ou correspondência. Justamente onde a consciência do cristão o adverte para deter-se, para negar o próprio eu, aí mesmo o mundano ultrapassa a linha a fim de condescender com suas propensões egoístas. De um lado do limite está o abnegado seguidor de Cristo; do outro lado, está o amante do mundo, complacente consigo mesmo, cortejando a moda, empenhando-se em frivolidades e regalando-se em proibido prazer. Àquele lado do limite, o cristão não pode ir.

Ninguém pode ocupar uma posição neutra; não há classe neutra que ame a Deus e sirva ao inimigo da justiça ao mesmo tempo. Cristo deve viver em Seus instrumentos humanos, trabalhar por intermédio de suas faculdades e agir por meio de suas aptidões. A vontade deles precisa estar submissa à Sua vontade; eles devem agir com o Seu Espírito. Então, não mais vivem eles, mas Cristo é que vive neles. Aquele que não se entregou inteiramente a Deus está sob o controle de outro poder, escutando outra voz, cujas sugestões são de caráter inteiramente diverso. Um serviço pela metade coloca o agente humano do lado do inimigo, como bem-sucedido aliado das hostes das trevas. Quando indivíduos que se dizem soldados de Cristo se deixam usar na confederação de Satanás e ajudam o seu lado, eles demonstram ser inimigos de Cristo. Traem sagrados depósitos. Formam um elo entre Satanás e os verdadeiros soldados, de modo que, por meio desses instrumentos, o inimigo está operando continuamente para roubar o coração dos soldados de Cristo.

O suporte mais poderoso do vício em nosso mundo não é a vida iníqua do dissoluto pecador ou do degradado; é a vida que, ao contrário, parece virtuosa, respeitável e nobre, mas na qual é nutrido um pecado; a vida em que há complacência com um vício. Para a alma que está lutando intimamente contra alguma gigantesca tentação, tremendo à beira de um abismo, o exemplo é um dos mais poderosos estímulos a pecar. Aquele que, dotado de altas concepções da vida, da verdade e da honra, viola um preceito da santa lei de Deus de modo voluntário perverte seus nobres dons, tornando-os um laço para o pecado. O temperamento, o talento, a simpatia, mesmo a generosidade e as boas ações podem tornar-se uma cilada de Satanás para seduzir pessoas para o precipício da ruína nesta vida e na por vir. O Maior Discurso de Cristo, págs. 93 e 94.

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Aprenda a desconfiar de si mesmo

Meditação Matinal de Ellen White – A Caminho do Lar, 2017.

10 de abril – Pág. 119 – Aprenda a desconfiar de si mesmo

Portanto, aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos Céus. Mateus 18:4

O Salvador não desprezava a educação; pois, quando regida pelo amor de Deus e consagrada a Seu serviço, a cultura intelectual é uma bênção. Entretanto, Ele passou por alto os sábios de Seu tempo, porque eram tão cheios de confiança em si mesmos, que não podiam simpatizar com a humanidade sofredora e tornar- se colaboradores do Homem de Nazaré. […] A primeira coisa a ser aprendida por todos os que desejam trabalhar para Deus é a desconfiança de si mesmos; acham-se então preparados para lhes ser comunicado o caráter de Cristo. Este não se adquire por meio de educação recebida nas mais competentes escolas. É fruto da sabedoria obtida do divino Mestre.

Jesus escolheu homens sem a educação formal, porque não haviam sido instruídos nas tradições e nos errôneos costumes de seu tempo. Eram dotados de natural capacidade, humildes e dóceis – homens a quem podia educar para Sua obra. Nas ocupações comuns da vida, há muitas pessoas que seguem a rotina dos labores diários, inconscientes de terem faculdades que, se exercitadas, os ergueriam à altura dos mais ilustres do mundo. Requer-se o toque de uma hábil mão para despertar essas faculdades adormecidas. Foram esses os homens que Jesus chamou como colaboradores e deu-lhes a vantagem da convivência com Ele. As grandes personalidades do mundo nunca tiveram um mestre assim. Quando o preparo ministrado pelo Salvador terminou, os discípulos já não eram mais ignorantes e incultos. Eles tinham se tornado como o Mestre, tanto no espírito como no caráter, e as pessoas percebiam que aqueles homens haviam estado com Jesus.

A mais elevada obra da educação não é apenas comunicar conhecimentos, mas é aquela vitalizante energia recebida pelo contato de espírito com espírito, de pessoa com pessoa. Somente vida gera vida. Que privilégio, pois, foi o deles, por três anos em contato com aquela divina vida de onde tem provindo todo impulso doador de vida que tem abençoado o mundo! João, o discípulo amado, mais que todos os seus companheiros, entregou-se ao influxo daquela assombrosa existência. Ele diz: “A vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho, e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada” (1João 1:2). O Desejado de Todas as Nações, págs. 249 e 250.

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Mantenha o foco em Jesus

Meditação Matinal de Ellen White – A Caminho do Lar, 2017.

11 de abril – Pág. 120 – Mantenha o foco em Jesus

Bem-aventurados, porém, os vossos olhos, porque veem. Mateus 13:16

Andando lado a lado, a mão de Pedro na do Mestre, entraram juntos no barco. No entanto, Pedro estava agora rendido e silencioso. Ele não tinha nenhuma razão para se vangloriar sobre os companheiros, afinal, por causa da incredulidade e da exaltação, quase perdera a vida. Ao desviar de Cristo o olhar, ele perdeu o equilíbrio e afundou em meio às ondas.

Quantas vezes, ao enfrentarmos um momento de aflição, fazemos como Pedro! Olhamos para as ondas, em vez de manter os olhos fixos no Salvador. Os pés vacilam, e as impetuosas águas passam por sobre nossa alma. Jesus não disse a Pedro que fosse ter com Ele para que perecesse; não nos chama a segui-Lo para depois nos abandonar. […]

Jesus lia o caráter dos discípulos. Sabia que a fé manifestada por eles seria provada de modo doloroso. Nesse incidente no mar, desejava mostrar a Pedro sua própria fraqueza – que sua segurança dependia constantemente do poder divino. Em meio às tempestades da tentação, Pedro só poderia andar em segurança, quando, desconfiando inteiramente de si mesmo, descansasse no Salvador. Pedro era fraco no ponto em que se julgava mais forte; e, enquanto não discernisse sua fraqueza, não poderia compreender quanto necessitava confiar em Cristo. Se tivesse aprendido a lição que Jesus tentou lhe ensinar naquele incidente no lago, Pedro não teria fracassado quando a grande prova lhe sobreveio.

Dia a dia, Deus instrui Seus filhos. Pelas circunstâncias da vida diária, prepara-os para a parte que têm de desempenhar naquele mais vasto cenário que Sua providência lhes designou. É o resultado de sua prova diária que determina a vitória ou derrota deles na grande crise da vida.

Os que deixam de compreender sua contínua dependência de Deus serão vencidos pela tentação. Podemos entender agora que nossos pés estão firmes e jamais seremos abalados. Podemos dizer com confiança: “Eu sei em quem tenho crido; coisa alguma pode abalar minha confiança em Deus e em Sua Palavra”. Entretanto, Satanás está planejando aproveitar-se de nossos traços de caráter hereditários e cultivados para cegar nossos olhos tanto às nossas necessidades quanto aos nossos defeitos. Somente compreendendo a própria fraqueza e olhando firmemente para Jesus, podemos caminhar com segurança. O Desejado de Todas as Nações, págs. 381 e 382.

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Você não está sozinho

Meditação Matinal de Ellen White – A Caminho do Lar, 2017.

12 de abril – Pág. 121 – Você não está sozinho

É por eles que Eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que Me deste, porque são Teus. João 17:9

A única proteção contra o mal é a presença de Cristo no coração mediante a fé em Sua justiça. É por causa da existência do egoísmo em nosso coração que a tentação tem poder sobre nós. Ao contemplarmos, no entanto, o grande amor de Deus, o egoísmo se nos apresenta em seu horrível e repugnante caráter, e nosso desejo é vê-lo expelido da alma. À medida que o Espírito Santo glorifica a Cristo, nosso coração é abrandado e subjugado, as tentações perdem sua força, e a graça de Cristo transforma o caráter.

Cristo jamais abandonará a pessoa por quem Ele morreu. O ser humano poderá deixá-Lo, e ser vencido pela tentação; Cristo, porém, não pode nunca Se desviar daquele por quem pagou o resgate com a própria vida. Se nossa visão espiritual fosse vivificada, veríamos almas encurvadas sob a opressão e carregadas de desgosto, oprimidas, como uma carroça debaixo de uma pesada carga, e prestes a morrer em desalento. Veríamos anjos voando rapidamente em auxílio desses tentados, como se estes estivessem à beira de um precipício. Os anjos celestiais impelem para trás as hostes malignas que estão ao redor dessas pessoas, induzindo-as a pôr os pés no firme fundamento. As batalhas travadas entre os dois exércitos são tão reais como os combates entre os exércitos deste mundo, e do resultado do conflito dependem destinos eternos.

Como a Pedro, a palavra é dirigida a nós: “Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo! Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça” (Lucas 22:31 e 32). Graças a Deus, não somos deixados sozinhos. Aquele que “amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16, ARC) não nos abandonará na batalha contra o adversário de Deus e do ser humano. “Eis”, diz Jesus, “que vos dei poder para pisardes serpentes e escorpiões e sobre todo o poder do inimigo, e nada, absolutamente, vos causará dano” (Lucas 10:19).

Viva em contato com o Cristo vivo, e Ele o segurará firmemente com a mão que nunca soltará. Conheça o amor que Deus tem por nós, creia nele, e você estará seguro; esse amor é uma fortaleza inexpugnável contra todos os enganos e assaltos de Satanás. O Maior Discurso de Cristo, págs. 118 e 119.

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