O Criador Encarna

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959.

11 de fevereiro – Pág. 48 – O Criador Encarna

E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Aquele que Se manifestou em carne foi justificado em espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo e recebido acima, na glória. 1Timóteo 3:16.

A encarnação de Cristo é o mistério de todos os mistérios. Comentário Bíblico Adventista, vol. 6, pág. 1204.

Cristo era um com o Pai, todavia esteve pronto a descer da exaltação de Alguém que era igual a Deus. Signs of the Times, 4 de julho de 1895.

A fim de poder realizar Seu desígnio de amor em benefício da raça caída, Ele Se tornou osso de nosso osso e carne de nossa carne. Signs of the Times, 24 de setembro de 1902.

Quão vasto o contraste entre a divindade de Cristo e a impotente criança da manjedoura de Belém! Como podemos nós medir a distância entre o poderoso Deus e a desamparada criancinha? Não obstante o Criador dos mundos, Aquele em quem habitava corporalmente a plenitude da divindade, manifestou-se no impotente nenê da manjedoura. Incomparavelmente mais elevado que qualquer dos anjos, igual ao Pai na dignidade e glória, e todavia revestido da humanidade! A divindade e a humanidade achavam-se misteriosamente combinadas, e o homem e Deus tornaram-se um. Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, págs. 1262 e 1263.

Teria sido uma quase infinita humilhação para o Filho de Deus, revestir-Se da natureza humana mesmo quando Adão permanecia em seu estado de inocência, no Éden. Mas Jesus aceitou a humanidade quando a raça havia sido enfraquecida por quatro mil anos de pecado. Como qualquer filho de Adão, aceitou os resultados da operação da grande lei da hereditariedade. O que estes resultados foram, manifesta-se na história de Seus ancestrais terrestres. Veio com essa hereditariedade para partilhar de nossas dores e tentações, e dar-nos o exemplo de uma vida impecável. O Desejado de Todas as Nações, pág. 49.

Os que afirmam que era impossível Cristo pecar, não podem crer que Ele tomasse realmente sobre Si a natureza humana. Mas não foi Cristo realmente tentado, não somente por Satanás no deserto, mas no decorrer de toda a Sua existência, desde a infância à varonilidade? Comentário Bíblico Adventista, vol. 7, pág. 1034.

Nosso Salvador Se revestiu da humanidade com todas as contingências da mesma. Tomou a natureza do homem com a possibilidade de ceder à tentação. Não temos que suportar coisa nenhuma que Ele não tenha sofrido. O Desejado de Todas as Nações, pág. 117.

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