Um Salvador que Vem da Eternidade

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959.

11 de março – Pág. 76 – Um Salvador que Vem da Eternidade

Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo, como também nos elegeu nEle antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dEle em caridade. Efésios 1:3 e 4.

Desde a queda o Senhor tem executado Sua vontade no plano da redenção, pelo qual Ele procura restaurar o homem à sua perfeição original. A morte de Cristo na cruz tornou possível a Deus receber e perdoar a todo ser arrependido. Signs of the Times, 12 de junho de 1901.

Quando o divino Sofredor pendia sobre a cruz, anjos reuniram-se ao Seu redor e, enquanto O olhavam e ouviam o Seu brado, perguntaram, com intensa emoção: “Acaso o Senhor Jeová não O salvará?” … Então foram proferidas as palavras: “Jurou o Senhor e não Se arrependerá” (Salmos 110:4). Pai e Filho estão empenhados em cumprir as condições do concerto eterno. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

Cristo não estava só ao realizar Seu grande sacrifício. Era o cumprimento do concerto feito entre Ele e Seu Pai antes que se estendessem os fundamentos do mundo. Com mãos unidas associaram-se num solene pacto pelo qual Cristo Se tornaria fiador da humanidade caso fosse ela vencida pelo engano de Satanás. TheYouth’s Instructor, 14 de julho de 1900.

A salvação da humanidade sempre fora objeto de consideração nos concílios do Céu. O concerto de misericórdia fora feito antes da fundação do mundo. Existiu por toda a eternidade, e é chamado o concerto eterno. Tão certo como nunca houve um tempo em que Deus não existisse, nunca houve também um momento em que não fosse o deleite da Mente Eterna manifestar Sua graça à humanidade. Comentário Bíblico Adventista, vol. 7, pág. 1041.

Quanto mais consideramos este assunto, encontramos maiores profundezas, e há ainda profundezas a atingir ao estudarmos a glória do Redentor. É a glória do Príncipe da vida, e os maiores recursos do homem não lograrão alcançá-la. Os próprios anjos desejam analisar profundamente este tema misterioso e maravilhoso: a redenção do ser humano. Manuscrito 128, 1897.

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