Não Há Lugar Para Arrogância

Meditação Matinal de Ellen White – Maranata, O Senhor Vem!, 1977.

15 de agosto – Pág. 233 – Não Há Lugar Para Arrogância

Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos! Isaías 6:5.

Os que experimentam a santificação bíblica manifestarão um espírito de humildade. Como Moisés, depois de contemplarem a augusta e majestosa santidade, vêem a sua própria indignidade contrastando com a pureza e excelsa perfeição do Ser infinito.

O profeta Daniel é um exemplo da verdadeira santificação. Seus longos anos foram cheios de nobre serviço a Seu Mestre. Foi um homem “mui desejado” do Céu (Daniel 10:11). Todavia, ao invés de ter a pretensão de ser puro e santo, este honrado profeta, quando pleiteava perante Deus em prol de seu povo, identificou-se com os que positivamente eram pecadores em Israel: “Não lançamos as nossas súplicas perante a Tua face fiados em nossas justiças, mas em Tuas muitas misericórdias. … Pecamos; procedemos impiamente” (Daniel 9:18 e 15). Declara ele: “Estando eu ainda falando, e orando, e confessando o meu pecado e o pecado do meu povo” (Daniel 9:20).

Quando Jó ouviu, do redemoinho, a voz do Senhor, exclamou: “Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (Jó 42:6). Foi quando Isaías viu a glória do Senhor e ouviu os querubins a clamar – “Santo, Santo, Santo é o Senhor dos exércitos” – que exclamou: “Ai de mim, que vou perecendo!” (Isaías 6:3 e 5). Arrebatado ao terceiro Céu, Paulo ouviu coisas que não era possível ao homem proferir, e fala de si mesmo como “o mínimo de todos os santos” (Efésios 3:8). (2Coríntios 12:2-4.) Foi o amado João, que se reclinou ao peito de Jesus, e Lhe contemplou a glória, que caiu como morto aos pés de um anjo (Apocalipse 1:17).

Não pode haver exaltação própria, orgulhosa pretensão à liberdade do pecado, por parte dos que andam à sombra da cruz do Calvário. Sentem eles que foi seu pecado o causador da agonia que quebrantou o coração do Filho de Deus, e este pensamento os levará à humilhação própria. Os que mais perto vivem de Jesus, mais claramente discernem a fragilidade e pecaminosidade do ser humano, e sua única esperança está nos méritos de um Salvador crucificado e ressurgido. Reavivamento e Seus Resultados, págs. 14 e 15.

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