É impossível fatigar a Deus

Meditação Matinal de Ellen White – A Caminho do Lar, 2017.

9 de maio – Pág. 150 – É impossível fatigar a Deus

Atende, Senhor, a minha oração, dá ouvidos às minhas súplicas. Salmos 143:1

Que o nosso coração se abra e se eleve; que Deus possa propiciar-nos um vislumbre da atmosfera celestial. Devemos manter-nos tão perto de Deus que, em cada inesperada provação, nossos pensamentos se voltem para Ele tão naturalmente quanto a flor se volta para o Sol.

Leve suas necessidades, alegrias, tristezas, preocupações e temores a Deus. Você não conseguirá sobrecarregá-Lo nem deixá-Lo cansado. Aquele que conta os cabelos de sua cabeça não é indiferente às necessidades de Seus filhos. “O Senhor é cheio de terna misericórdia e compassivo” (Tiago 5:11). Seu coração cheio de amor se enternece com nossas tristezas, até mesmo quando as pronunciamos. Entregue a Ele todas as coisas que perturbe sua mente. Coisa alguma é grande demais para que Ele não possa suportar, pois é Ele que mantém os mundos e governa o universo. Nada daquilo que, de alguma forma, diz respeito a nossa paz é pequeno demais para que Ele não perceba. Não há um só capítulo de nossa existência que seja escuro para que Ele não possa ler, nem dificuldade alguma tão complicada que não possa resolver. Nenhuma calamidade poderá sobrevir ao mais humilde dos Seus filhos, ansiedade alguma que lhe perturbe a alma, nenhuma alegria que possa ter, nenhuma oração sincera que lhe escape dos lábios, sem que seja observada pelo Pai celestial, ou sem que lhe desperte imediato interesse. “O Senhor […] sara os de coração quebrantado e lhes pensa as feridas” (Salmos 147:3). As relações entre Deus e cada pessoa são tão particulares e plenas que é como se não houvesse nenhuma outra pessoa por quem tivesse dado Seu Filho amado.

Jesus disse: “Pedireis em Meu nome; e não vos digo que rogarei ao Pai por vós. Porque o Pai vos ama”. “Eu vos escolhi a vós […] a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em Meu nome, Ele vo-lo conceda” (João 16:26 e 27; João 15:16). Orar em nome de Jesus, porém, é mais do que simplesmente mencionar esse nome no começo e no fim da oração. É orar segundo a mente e o espírito de Jesus, crendo em Suas promessas, confiando em Sua graça e fazendo Suas obras.

Deus não espera que nos tornemos eremitas ou monges e que nos isolemos do mundo, a fim de tornar-nos interessados em atos de adoração. Nossa vida deve ser igual à de Cristo, dividindo-nos entre o monte da oração e o contato com as multidões. Aquele que não faz nada além de orar, em breve abandonará essa prática; suas orações acabarão se tornando uma formalidade rotineira. Caminho a Cristo, págs. 99 e 101.

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