Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 1 – Paulo: apóstolo dos gentios – Ligado na Videira – 24 de junho a 1º de julho de 2017

Comentário da Lição – Ligado na Videira – Lição 1

O nome “Saulo” é citado pela primeira vez na Bíblia em Atos 7:58, quando ocorreu a morte de Estêvão. E ele confirma a sua presença e o seu consentimento nessa morte, em Atos 22:20. Além disso, como ele era de Tarso, na “Cilícia” (Atos 22:3), e os da “Cilícia” são relacionados como estando no interrogatório de Estêvão (Atos 6:9), é aceitável dizer que Paulo era um deles, embora não citado pelo nome.

E se estava, sabia que “subornaram homens que [disseram]: ‘Temos ouvido este homem [Estêvão] proferir blasfêmias contra Moisés e contra Deus’. [Com isso] Sublevaram o povo, os anciãos e os escribas e, investindo, o arrebataram, levando-o ao Sinédrio. Apresentaram testemunhas falsas, que depuseram: ‘Este homem não cessa de falar contra o lugar santo e contra a Lei; porque o temos ouvido dizer que esse Jesus, o Nazareno, destruirá este lugar e mudará os costumes que Moisés nos deu’” (Atos 6:11 a 14).

Mas, antes de continuar, permitam-me destacar o seguinte: a morte de Estêvão é a data que marca o fim da Profecia das Setenta Semanas (de 457 aC até 34 dC), escrita pelo profeta Daniel – e Paulo estava presente nesse exato momento do relógio profético.

Bem, embora nascido em Tarso, por volta dos doze anos (Atos 26:4), Paulo foi levado para morar em Jerusalém, onde foi educado por Gamaliel (Atos 22:3), talvez o mais famoso mestre fariseu de então, e um dos principais membros do Sinédrio (Atos 5:34). Portanto, Paulo não só herdou o farisaísmo familiar, mas estudou numa escola renomada para ser um fariseu melhor – um fariseu irrepreensível – um fariseu zeloso para com Deus – e um cidadão culto, conhecedor dos mais variados assuntos, sabedor de diversos idiomas.

Atos 7:58 relata que “Saulo” era ainda “jovem” no ano 34, ocasião da morte de Estêvão. Sendo que o Salvador havia morrido e ressuscitado três anos e meio antes (ano 30/31), fato que alvoroçou Jerusalém; e sendo que Paulo era aluno de um membro do Sinédrio, que provavelmente comentava a respeito de todos aqueles acontecimentos – dentre os quais, que esteve presente no julgamento de Jesus; e sendo que Paulo morava em Jerusalém; perguntamos: Será que Paulo conheceu, ou pelo menos viu Jesus antes dos acontecimentos de Damasco? Será que ele se esbarrou com Jesus numa das ruas de Jerusalém?

Bem, a resposta tem que ser: “Pelo jeito, não” – pois se isso tivesse acontecido, com certeza teria impactado a vida de Paulo, e teria provocado comentários em seus escritos.

Mas, em compensação, a partir do encontro sobrenatural na estrada de Damasco, que diferença! Quanta diferença!!! Paulo tornou-se um vaso que havia sido escolhido por Deus!!!

Bem, iniciamos um novo tema. Vamos estudar o “Evangelho” através de Gálatas, um Livro escrito por Paulo – o impactado Paulo. Veremos que o Evangelho chamou Paulo e o transformou – e ele passou a ser um dos maiores missionários de todos os tempos. Para ele, Cristo era real. Para ele, a salvação só era possível em Cristo Jesus.

A Lição é a mesma do 4º trimestre de 2011. A repetição é proposital. É uma homenagem aos 500 anos da Reforma, com Martinho Lutero – um padre da igreja predominante que, estudando o Livro de Gálatas, reconheceu o Evangelho, reconheceu que somente o Senhor Jesus Cristo é o Salvador, e a Ele se entregou.

Então, irmãos, vamos “mergulhar” no Livro de Gálatas. Vejamos a obra de Jesus em nosso favor. Vejamos o Evangelho!

(25/06) – Domingo – Perseguidor dos cristãos.

O Evangelho alcançou uma pessoa com essa história:

Eu sou judeu, nasci em Tarso da Cilícia, mas criei-me nesta cidade [Jerusalém] e aqui fui instruído aos pés de Gamaliel, segundo a exatidão da lei de nossos antepassados, sendo zeloso para com Deus, assim como todos vós o sois no dia de hoje. Persegui [os cristãos] até à morte, prendendo e metendo em cárceres homens e mulheres, de que são testemunhas o sumo sacerdote [na época, ainda Caifás] e todos os anciãos. Destes, recebi cartas para [perseguir os cristãos]; e ia para Damasco, no propósito de trazer manietados para Jerusalém os que também lá estivessem, para serem punidos” (Atos 22:3 a 5).

Eu encerrava [os cristãos] em prisão e, nas sinagogas, açoitava os que criam em [Jesus Cristo]. Quando se derramava o sangue de Estêvão … eu também estava presente, consentia nisso e até guardei as vestes dos que o matavam” (Atos 22:19 e 20).

A mim me parecia que muitas coisas devia eu praticar contra o nome de Jesus, o Nazareno;  e assim procedi em Jerusalém. Havendo eu recebido autorização dos principais sacerdotes, encerrei muitos dos [cristãos] nas prisões; e contra estes dava o meu voto, quando os matavam. Muitas vezes, os castiguei por todas as sinagogas, obrigando-os até a blasfemar. E, demasiadamente enfurecido contra eles, mesmo por cidades estranhas os perseguia” (Atos 26:9 a 11).

Assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, encerrava-os no cárcere” (Atos 8:3).

O Espírito de Profecia acrescenta:

“Saulo de Tarso participava no maior grau do orgulho e dos preconceitos de sua nação. Ainda jovem, tornou-se honrado membro do Sinédrio” (Vidas Que Falam, pág. 338 – Meditação Matinal de 28/11/1971).

“Saulo era rabi e estadista. Era membro do Sinédrio, e muito zeloso em suprimir o cristianismo (Cristo Triunfante, pág. 309 – Meditação Matinal de 29/10/2002).

“Depois da morte de Estêvão, Saulo foi eleito membro do conselho do Sinédrio, em consideração à parte que desempenhara naquela ocasião. Durante algum tempo, foi um instrumento poderoso nas mãos de Satanás para promover sua rebelião contra o Filho de Deus. Logo, porém, esse implacável perseguidor deveria ser empregado em edificar a igreja que, então, tentava destruir. Alguém mais poderoso que Satanás escolhera Saulo para tomar o lugar do martirizado Estêvão, a fim de pregar e sofrer pelo Seu nome e propagar extensamente as novas da salvação por meio de Seu sangue” (Atos dos Apóstolos, pág. 102).

(26/06) – Segunda – A conversão de Saulo.

Vejamos o que o Evangelho faz com um pecador que verdadeiramente tem um encontro com o Salvador Jesus:

Saulo, respirando ainda ameaças e morte contra os discípulos do Senhor, dirigiu-se ao sumo sacerdote e lhe pediu cartas para as sinagogas de Damasco, a fim de que, caso achasse alguns que eram do Caminho, assim homens como mulheres, os levasse presos para Jerusalém. Seguindo ele estrada fora, ao aproximar-se de Damasco, subitamente uma luz do céu brilhou ao seu redor, e, caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: ‘Saulo, Saulo, por que Me persegues?‘ Ele perguntou: ‘Quem és Tu, Senhor?‘ E a resposta foi: ‘Eu sou Jesus, a quem tu persegues; mas levanta-te e entra na cidade, onde te dirão o que te convém fazer‘. Os seus companheiros de viagem pararam emudecidos, ouvindo a voz, não vendo, contudo, ninguém. Então, se levantou Saulo da terra e, abrindo os olhos, nada podia ver. E, guiando-o pela mão, levaram-no para Damasco. Esteve três dias sem ver, durante os quais nada comeu, nem bebeu.

Ora, havia em Damasco um discípulo chamado Ananias. Disse-lhe o Senhor numa visão: ‘Ananias!‘ Ao que respondeu: ‘Eis-me aqui, Senhor!’ Então, o Senhor lhe ordenou: ‘Dispõe-te, e vai à rua que se chama Direita, e, na casa de Judas, procura por Saulo, apelidado de Tarso; pois ele está orando e viu entrar um homem, chamado Ananias, e impor-lhe as mãos, para que recuperasse a vista‘. Ananias, porém, respondeu: ‘Senhor, de muitos tenho ouvido a respeito desse homem, quantos males tem feito aos teus santos em Jerusalém; e para aqui trouxe autorização dos principais sacerdotes para prender a todos os que invocam o Teu nome‘. Mas o Senhor lhe disse: ‘Vai, porque este é para Mim um instrumento escolhido para levar o Meu nome perante os gentios e reis, bem como perante os filhos de Israel; pois Eu lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo Meu nome‘. Então, Ananias foi e, entrando na casa, impôs sobre ele as mãos, dizendo: ‘Saulo, irmão, o Senhor me enviou, a saber, o próprio Jesus que te apareceu no caminho por onde vinhas, para que recuperes a vista e fiques cheio do Espírito Santo‘. Imediatamente, lhe caíram dos olhos como que umas escamas, e tornou a ver. [Então, ele disse: ‘O Deus de nossos pais, de antemão, te escolheu para conheceres a Sua vontade, veres o Justo e ouvires uma voz da Sua própria boca, porque terás de ser Sua testemunha diante de todos os homens, das coisas que tens visto e ouvido. E agora, por que te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dEle (Atos 22:14 a 16)]. A seguir, levantou-se e foi batizado” (Atos 9:1 a 18).

Irmãos, a vitória foi de Cristo! Cristo venceu!!!

(27/06) – Terça – Saulo em Damasco.

Paulo caiu prostrado diante da luminosa presença e voz de Jesus, e, com Ele teve uma agradável conversa. Que privilégio! Receber a atenção de Jesus e com Ele poder conversar! E, para nós, a incrível declaração de Jesus, de que Paulo estava perseguindo a Ele! (Ué! Saulo estava perseguindo os cristãos ou a Cristo?).

Bem, continuando o relato, de imediato, Paulo acatou a ordem do Senhor. Foi para Damasco. E lá, nos três dias seguintes, nada viu e nada comeu. Foram três dias de oração e jejum, recebendo os cuidados dos irmãos da “igreja”, aqueles aos quais, até então, ele intentava tirar a vida.

Quanta reflexão! Tantas coisas para se arrepender! Quanto perdão deve ter suplicado! Quanta luz deve ter pedido para o futuro que lhe estava sendo revelado!

Na sequência, através de mais uma revelação divina, Ananias foi preparado para ir ao encontro e Paulo, e Paulo, para receber Ananias. E Ananias orientou. E Paulo aceitou a orientação. E voltou a ver. E foi batizado. E por algum tempo, permaneceu em Damasco, onde começou a falar a respeito da salvação unicamente através de Jesus Cristo, o Filho de Deus.

Mas, antes de continuar, um detalhe: Estamos considerando a história através do relato de Lucas, o escritor do Livro de Atos (e do Evangelho de Lucas). Este diz que Paulo passou “alguns dias” em Damasco, e que “logo” começou a pregar, e que “passado muitos dias”, os judeus intentaram tirar a sua vida. Porém, pelo relato do próprio Paulo, em Gálatas 1:17 e 18, ele ficou “três anos” na Arábia, para então retornar a Damasco, e pregar nas sinagogas.

Essa explicação, irmãos, foi antecedida pela seguinte afirmação: “O evangelho por mim anunciado não é segundo o homem, porque eu não o recebi, nem o aprendi de homem algum, mas mediante revelação de Jesus Cristo… não consultei carne e sangue, nem subi a Jerusalém para os que já eram apóstolos antes de mim, mas parti para as regiões da Arábia e voltei, outra vez, para Damasco. Decorridos três anos, então, subi a Jerusalém para avistar-me com Cefas [Simão Pedro] e permaneci com ele quinze dias” (Gálatas 1:11 e 12, e 16 a 18).

Bem, eu me sinto impelido a reproduzir o que está escrito no Espírito de Profecia:

“Então [Paulo] partiu para Jerusalém, desejando se familiarizar com os apóstolos ali, especialmente com Pedro. Estava ansioso para se encontrar com os pescadores galileus que viveram, oraram e conversaram com Cristo enquanto esteve na Terra.

Tentou se unir a seus irmãos, os discípulos; grande foi, porém, seu pesar e desapontamento quando verificou que eles não o recebiam como um deles. Eles relembravam suas perseguições passadas e suspeitavam que ele arquitetava um plano para enganá-los e destruí-los. Na verdade, tinham ouvido de sua maravilhosa conversão, mas como ele havia se retirado imediatamente para a Arábia, e não tinham ouvido mais nenhuma notícia definida a seu respeito, não deram crédito aos rumores de sua grande transformação.

Barnabé … fora conhecido de Paulo no tempo em que ele se opunha aos crentes. Então, aproximou-se e renovou o relacionamento, ouviu o testemunho de Paulo com respeito a sua maravilhosa conversão e experiência desde aquele tempo. Creu plenamente em Paulo e o recebeu, tomando-o pela mão e levando-o à presença dos apóstolos. Ele [Barnabé] relatou a experiência de Paulo…

Os apóstolos não mais hesitaram; não podiam resistir a Deus. Pedro e Tiago, que na época eram os únicos apóstolos em Jerusalém, estenderam a destra da comunhão ao que uma vez fora um feroz perseguidor de sua fé; e ele [Paulo] passou a ser tão amado e respeitado, como tinha sido anteriormente temido e evitado. Aqui, os dois grandes personagens da nova fé se encontraram – Pedro, um dos escolhidos companheiros de Cristo enquanto Ele esteve na Terra, e Paulo, o fariseu, que, depois da ascensão de Jesus, O vira, conversara com Ele face a face e também O contemplara em visão, bem como à natureza de Sua obra no Céu” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 6, pág. 1176).

(28/06) – Quarta – O evangelho vai aos gentios.

Como vimos, três anos depois da conversão, Paulo começou a pregar em Damasco, onde também começou a ser perseguido, e passou a ser um fugitivo. Indo para Jerusalém, lá aconteceu o mesmo: pregou, foi ameaçado de morte, e fugiu. Durante os cinco anos seguintes, esteve em Cesareia e Tarso, conforme Atos 9:30, e partes da Síria e da Cilícia, conforme Gálatas 1:21.

Em seu trabalho, fundou igrejas e visitou as já estabelecidas por outros irmãos. Dentre os conversos, alguns eram habitantes dessas cidades; outros, moradores de regiões mais distantes, para onde levaram o evangelho.

Em Gálatas 2:1, Paulo diz que só retornou a Jerusalém catorze anos depois. Foram anos e anos de muito trabalho. E mais trabalho e anos vieram pela frente.

Quando Ananias indagou com Deus a respeito da ordem para ir até Paulo, em Damasco, Deus disse: “Vai, porque este é para Mim um instrumento escolhido para levar o Meu nome perante os gentios e reis, bem como perante os filhos de Israel” (Atos 9:15). E, cheio do Espírito Santo, assim estava sendo.

(29/06) – Quinta – conclusão – Conflitos dentro da igreja.

Não demorou muito, e os judeus convertidos logo questionaram a conversão dos não-judeus. Pensavam que estes deviam, primeiro, se tornar judeus, depois, cristãos. Sendo assim, primeiro deviam ser circuncidados, depois, batizados.

Irmãos, vamos fugir da questão da circuncisão. Para o nosso bom relacionamento na igreja atual, e para a compreensão das lições seguintes, o que deve ser destacado hoje é o seguinte: Paulo se sentia membro de um corpo; Paulo, embora tivesse opinião e a tenha expressado, aceitou que o assunto fosse considerado pelo grupo maior da igreja; e o corpo resolveu.

Porque somos imperfeitos, problemas continuarão surgindo. No entanto, como a igreja é de Deus, devemos entender que Deus está no controle e a está conduzindo. Então, copiemos os irmãos da igreja primitiva. Resolvamos as coisas como igreja, como um só corpo – porque assim ensina a Palavra de Deus.

Mas como a Lição não é só história, outra consideração podemos fazer, e, esta, relacionada com o estudo e obediência a Palavra de Deus. Serviu para Paulo. Serviu para a igreja inicial. Serve para cada um de nós. Está no Espírito de Profecia:

“Ao estudar a Palavra, deixe do lado de fora da pesquisa suas opiniões preconcebidas e suas ideias herdadas e cultivadas. Você nunca vai chegar à verdade se estudar as Escrituras para justificar suas próprias teorias. Deixe-as à porta e, com coração contrito, ouça o que o Senhor tem a lhe dizer. Quando o humilde pesquisador da verdade se assentar aos pés de Cristo e aprender dEle, a Palavra lhe dará entendimento. Para os que são demasiado sábios a seus próprios olhos para estudar a Bíblia, Cristo diz: ‘Você deve se tornar manso e humilde de coração, se desejar se tornar sábio para a salvação’.

Não leia a Palavra à luz de opiniões pré-formadas. Não tente fazer tudo de acordo com seu credo. Com a mente livre de preconceitos, pesquise a Palavra cuidadosamente. Se, enquanto ler, vier a convicção, e você vir que suas opiniões estimadas não estão em harmonia com a Palavra, não tente fazer a Palavra se encaixar a essas opiniões. Não permita que aquilo em que acreditava ou praticava no passado controle sua compreensão. Abra os olhos da mente para contemplar as maravilhas da Palavra” (Signs of the Times, 3 de outubro de 1906).

Fico por aqui. Desejo um ótimo estudo. Uma boa semana.

Deus nos abençoe.

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje – basta clicar aqui.

Lição da Escola Sabatina 2017 – Comentário feito por Carlos Bitencourt

Anúncios

Sobre Ligado na Videira

Ligado na Videira
Esse post foi publicado em a lição da semana, Comentário da Lição da Escola Sabatina, Ligado na Videira e marcado , , , . Guardar link permanente.

Uma resposta para Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 1 – Paulo: apóstolo dos gentios – Ligado na Videira – 24 de junho a 1º de julho de 2017

  1. Alexandre Corrêa disse:

    Maravilhosa explicação à respeito da vida de Paulo.

Escreva um comentário. Compartilhe sua opinião.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s