Os Frutos da Justificação Pela Fé, de Morris Venden – Duas espécies de ramos, capítulo 4 (João 15)

DUAS  ESPÉCIES  DE  RAMOS
Todo ramo que, estando em Mim não der fruto, Ele o corta; e todo o ramo que dá fruto, limpa, para que produza mais fruto ainda” (João 15:2).

Observe que nesta parábola existem duas espécies de ramos. Uma delas não produz fruto. Porventura significa isto que é possível que exista um ramo “nEle” e que não produza fruto? É isto que o texto afirma. Ele não diz: “todo ramo que pretende ser um ramo”; não diz: “todo ramo que está apenas conectado à igreja”. O texto diz: “Todo ramo que, estando em Mim…

Portanto, deve ser possível estar nEle e ainda assim não produzir fruto, ao menos durante um curto período. Talvez Judas houvesse sido um exemplo desta classe. Através do poder de Cristo, foi ele habilitado a ressuscitar mortos, curar enfermos e expulsar demônios. Judas esteve relacionando-se com Cristo durante algum tempo, mas não produziu fruto e foi cortado. (Por bondade, observe quem o cortou – foi o próprio Judas! O ser cortado representa a escolha pessoal do próprio indivíduo, e não um ato arbitrário da parte de Deus).

É possível que uma pessoa se torne cristã, experimente genuína conversão, esteja na Videira – em Cristo – mas não mantenha aquele vínculo inicial, não prossiga com o relacionamento, não chegue ao ponto de completa submissão e assim não produza fruto e venha a ser cortada.

Acredito que muitas pessoas se converteram e posteriormente apostataram – não porque jamais hajam sido convertidas, mas porque fracassaram em captar a mensagem desta parábola. Falharam no ato de permanecer em Cristo. A parábola lida com a questão de, “uma vez salvo, salvo para sempre”. Em termos simples, é possível ser um ramo e deixar de sê-lo, separando-se a si próprio da fonte de toda nutrição espiritual.

A segunda espécie de ramo é aquela que efetivamente produz fruto. Este ramo prossegue ligado à videira, e o fruto advém como resultado. João 15:2 descreve esta espécie de ramo ao dizer: “Todo o [ramo] que dá fruto, limpa, para que produza mais fruto ainda”. Mais tarde examinaremos com mais detalhe este processo de purificação, de limpeza. Aqui, importante é destacar que o ramo produz fruto.

Sente você o desejo de produzir uvas? Almeja que os frutos do Espírito sejam vistos em sua vida? Se assim for, esta parábola se destina a você. É a parábola para os ramos que produzem fruto.

Os Frutos da Justificação Pela Fé, de Morris Venden – Duas espécies de ramos, capítulo 4, páginas 16-17. Próximo capítulo – clique aqui.

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