Os Frutos da Justificação Pela Fé, de Morris Venden – A tesoura podadeira, capítulo 10 (João 15)

A  TESOURA  PODADEIRA
“Todo ramo que, estando em Mim, não der fruto, Ele o corta; e todo o que dá fruto, limpa, para que produza mais fruto ainda… Se alguém não permanecer em Mim será lançado fora à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam” (João 15:2 e 6).

A tesoura podadeira de Deus sempre corta você – ou através da poda, ou cortando-o fora. Esse assunto soa um tanto difícil de ser compreendido, a questão da poda divina.

Algumas pessoas desejam crer que todas as provas e perturbações e dificuldades da vida provê m do inimigo, e sem dúvida é verdade que muitas adversidades têm esta origem. Mas na Bíblia existem evidências de que a disciplina também é administrada por Deus, como parte do processo necessário ao nosso crescimento e produção de frutos. Confio em que mesmo aqui encontraremos palavras de conforto e esperança, pois estas palavras não possuem o intento de fazer advir o desespero. As palavras proferidas por Cristo são não apenas as de um Homem moribundo, como também as de um moribundo Salvador. Muitas vezes o homem deixa para o final o seu melhor. Aqui em João 15, justamente antes do Getsêmani e da cruz, Jesus ofereceu algo de Seu melhor.

Uma das coisas que perceberemos nesse texto, é que Deus Se acha interessado em frutos. No que diz respeito àqueles que já os estão produzindo, está Ele interessado em que produzam ainda mais. Por outro lado, aqueles que não produzem frutos, são cortados fora. A questão é bastante simples.

O verso 8 nos relembra um dos propósitos da produção de frutos. “Nisto é glorificado Meu Pai, em que deis muito fruto”. Já salientamos antes que um dos objetivos de se produzir fruto, é a glória de Deus. Entretanto, sejamos cuidadosos neste ponto, para não formarmos a impressão de que um dos propósitos da produção de frutos é a nossa salvação, a entrada no reino do Céu. A produção de frutos glorifica a Deus e amplia o Seu reino. O processo também nos causa regozijo, pois se coaduna com nossos impulsos naturais quando permanecemos na Videira, e assim nos restaura à condição original da humanidade – aquela que Deus no princípio projetou para nós. Mas não é a produção de fruto o que nos salva – somos salvos, sim, pela aceitação daquilo que Jesus já empreendeu em nosso favor no Calvário.

Ainda assim, Deus está interessado na produção de frutos. Está interessado no desenvolvimento do caráter. Está interessado em ver-nos salvos dos resultados do pecado e da condição pecaminosa, tanto quanto interesse tem em livrar-nos da penalidade do pecado. É obviamente esta a posição assumida em João 15.

No verso 2 somos novamente postos frente a frente com este fato notável – o de que existem dois tipos de ramos, ambos considerados como estando “em Cristo”, ou na videira. Um deles produz fruto; o outro, não. Conforme salientamos antes, é possível estar em Cristo, ao menos durante algum tempo, e ainda assim não produzir fruto para a Sua glória. É possível estar efetivamente convertido, iniciar na vida cristã, unir-se à igreja – mas se a pessoa não prosseguir com a relação de permanência ou contínuo companheirismo com o Senhor Jesus, não haverá frutificação. É possível marcar um bom início, começar bem, tal como Demas e outros, mas, havendo amado a presente vida, permitir que a atração de outras coisas nos desvie do relacionamento pessoal com Deus.

É o mesmo tipo de pessoa descrita em Mateus 13, na parábola do semeador, da semente e do solo. Solo espinhoso. A semente é boa, chega a ponto de germinar e lançar raízes. Mas os espinhos interferem e abafam a planta antes que ela chegue a produzir frutos.

Os ramos que não produzem fruto representam aqueles que fracassam em conservar-se num relacionamento de permanência em Cristo. Assim, temos dois tipos de ramos: um que começa em Cristo, mas nEle não permanece; o outro começa e permanece em Cristo. Neste verso, ambos são apresentados como estando “em Mim”. Aparentemente Deus permite que aqueles que inicialmente se desempenharam bem, mas que nEle não têm permanecido, recebam um período de oportunidade a fim de demonstrar se o fruto será ou não produzido por eles.

Em nossos jardins ou pomares, fazemos a mesma coisa. Transplantei para o meu pátio uma árvore que trouxera da floresta. Ela não se desempenhou bem, mas deixei-a ali – sem um bom desempenho – durante bastante tempo. Desejava eu certificar-me de que ela estava realmente morta, antes de removê-la. Finalmente, quando não restava sequer uma sombra de dúvida de que ela jamais produziria algo, nem mesmo folhas, tirei-a de seu lugar. Sabemos que chega um tempo em que ramos ou plantas ou árvores já tiveram a oportunidade de revelarem a si próprias, e a partir daí não mais faz sentido deixá-las inativas no pomar ou jardim.

Creio que poderíamos especular um pouco quanto ao número de pessoas que, havendo apresentado um bom começo, se encontram nesta categoria. Estudos têm demonstrado que a maioria dos membros da igreja se acham demasiado ocupados como para poder reservar cinco minutos diários para comunhão pessoal com Cristo, para oração particular e estudo das Escrituras. Algumas pesquisas indicam que apenas um em cada quatro ou cinco, reserva tempo regular para comunhão com Deus, numa base diária. Certamente esta é uma das razões que justificam a verdadeira situação de perplexidade espiritual em que a igreja de hoje se encontra.

Talvez seria útil considerarmos uma pequena parábola. Dois estudantes secundários deixam a escola e vão cursar Medicina. Um dos primeiros programas que devem cumprir é a prática no laboratório de anatomia. Ali existe um pesado silêncio. As coisas são frias, e a morte está literalmente presente!

Mas os estudantes médicos estão ansiosos por fazer um bom papel, de modo que analisam a situação. Percebem que existe um bom grau de unidade no laboratório. Ali aparentemente não ocorrem brigas; ninguém parece disposto a disputar o primeiro lugar. Todos se encontram na mesma posição. Enquanto os acadêmicos consideram a situação, convencem-se de que o que os seus pacientes necessitam, é crescer. Depois de infrutíferas tentativas no sentido de fazê-los crescer e se exercitar, os alunos concluem que existe um problema ainda mais profundo.

Certo dia eles se perguntam se o problema com aquelas pessoas do laboratório, não será o fato de não desfrutarem de qualquer companheirismo. Mas esta tentativa também se revela um beco sem saída, pois os pacientes recusam-se a qualquer sociabilização. Os acadêmicos até mesmo tentam desenvolver uma declaração de missão para o “Cadáver” e seus amigos, mas ela é inteiramente ignorada.

Por fim, os estudantes médicos descobrem, para seu profundo desapontamento, que todas as pessoas do laboratório enfrentam um problema em comum: elas não respiram. Outro problema, que na verdade sobreviera antes, é que tampouco elas comem.

A respiração, na vida espiritual, tem sido comparada à oração, que é a respiração da alma. E o ato de comer tem sido comparado ao estudo da Palavra de Deus. Se a maioria dos membros da igreja não estão respirando ou comendo, não faz qualquer sentido falar em crescimento da igreja.

O professor de medicina finalmente convence os dois estudantes a que examinem as pessoas lá do laboratório, a fim de descobrirem o que as levou àquela condição. Assim é que eles se tornam capacitados a ajudar seus parentes e amigos a evitar que desenvolvam problemas semelhantes, o que os levaria ao mesmo estado.

Entretanto, em relação a esta analogia existem em Ezequiel algumas palavras encorajadoras, ao perguntar-lhe o Senhor: “Acaso poderão reviver estes ossos?” (Veja Ezequiel 37:3). Mesmo para aqueles que estão na videira, mas que não estão crescendo e nem produzindo frutos, existe ainda a esperança de que venham a compreender. Deus jamais responsabilizou as pessoas por aquilo que não compreenderam, e isto representa mais uma evidência de Seu amor. Deus nos considera responsáveis por aquilo que tivemos a oportunidade de compreender, e talvez isso possa até mesmo incluir a compreensão da importância de comer e respirar.

É possível que as pessoas tenham um bom começo, experimentem genuína conversão, e ainda assim gradualmente definhem, pelo fato de não haverem compreendido a necessidade de permanecer. É interessante observar que mesmo pessoas que durante longos períodos se desempenharam de modo brilhante, perdem a base do que significa permanecer em Cristo. Deus, a Seu turno, entende o problema que enfrentamos neste mundo de pecado, de modo que pode remover o véu que tantas vezes obscurece nossos olhos.

Estamos sugerindo, pois, que – contrariando a natureza – existe ainda para um vasto número de pessoas a oportunidade de obter uma visão de Jesus e, da cruz, passando a ser produtores de frutos. É por esta razão que muitos de nós temos experimentado um chamado para praticar o evangelismo em meio ao grupo que pertence à igreja. Sim, existe um vasto campo para o evangelismo dentro da igreja.

A pessoa que não está permanecendo em Cristo, mesmo que tenha tido um bom começo, terá apenas duas formas para reagir diante da ação da tesoura podadeira. Para quem não está consciente do amor de Jesus, a poda muito mais se parecerá com uma punição do que com um ato de disciplina. Sendo tal pessoa apenas um servo, e não um amigo, e talvez não havendo ainda compreendido sua filiação, poderá não reconhecer o amorável Pai por detrás da disciplina. O processo de poda tanto traz consigo o potencial para estabelecer uma ligação mais íntima do ramo com a Videira, de modo que comece a produzir fruto, quanto a possibilidade de finalmente separar por completo o mesmo ramo de sua fonte de vida, quando este é cortado fora.

O problema é que o podamento é muitas vezes mal compreendido. Pode até mesmo ser compreendido erroneamente por aqueles que se iniciaram bem e por aqueles que prosseguiram numa relação de permanência em Cristo. Mesmo aqueles que estão produzindo fruto precisam ser podados, de modo a que produzam mais fruto. São podados, não no sentido de serem cortados fora e separados, mas para que cheguem ao tamanho adequado, e assim não venham a crescer muito a seus próprios olhos e erguer-se mais e mais alto, esquecendo que são apenas criaturas.

Este processo de corte é muitas vezes doloroso. Mas para quem se conserva em diária comunhão com Cristo, em diário reconhecimento da graça de Deus, existe a possibilidade de reconhecimento do processo de poda como sendo disciplina, em vez de punição. Existe um termo que procede de disciplina, que é discípulo. Um discípulo, ou seguidor de Cristo, é alguém que aceita a disciplina e percebe que ela faz sentido.

Hebreus 12:11 faz um comentário muito interessante a respeito deste processo: “Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacifico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça”.

Tendo isso em mente, examinemos brevemente a tesoura podadeira. O que é a tesoura? A ideia comum é de que a tesoura é a aflição, e de que é Deus quem envia a aflição. Mas… a aflição é enviada por Deus, ou provém ela do maligno? Por outro lado, se é o demônio quem a envia e Deus dela faz uso, significa isto que Deus e Satanás são sócios? Não! E Deus quem está no comando, independentemente daquilo que o maligno procure fazer.

Considere esta solução: Deus pode usar tudo aquilo que Satanás faz, ou pode não usar. Muitas vezes Ele o tem feito. Portanto, Satanás, sabedor disto, prossegue trazendo miséria a Deus e às pessoas, pois conhece que Deus converterá parte disso em benefício, independente do que ele mesmo faça.

A questão é: A aflição e as perturbações e problemas realmente fazem com que a pessoa produza mais fruto? Ou é possível que a pessoa perceba a dor como sendo sem propósito? Alguma vez você enfrentou algum tipo de problema, desencorajamento, desapontamento ou tristeza, e constatou que, em vez de tal ocorrência aproximá-lo mais de Cristo, fez com que sua visão dos Céus resultasse um pouco mais distorcida? Alguma vez percebeu isto ocorrendo com outros? Porventura a aflição sempre produz fruto, ou é possível que ela efetivamente venha a causar dano ao relacionamento de permanência?

Será que a aflição é realmente a única tesoura podadeira? Se a poda é necessária ao crescimento, o que dizer dos Céus? Através de toda a eternidade deveremos prosseguir crescendo e desenvolvendo-nos. Sabemos, porém, que no Céu não deverão existir aflições e tristezas. Assim, aparentemente existem outros métodos de poda – mas, em virtude do mundo de pecado em que nos encontramos e de todas as perturbações que o inimigo provoca em nossa vida, Deus simplesmente as utiliza para a Sua própria glória.

Quando passamos a examinar mais atentamente a questão, percebemos que a verdadeira tesoura podadeira é a Palavra de Deus, e não a aflição. A aflição, a tristeza e o desapontamento são apenas o manejo da tesoura, pois a ela nos expõem. É interessante observar, neste capítulo 15 de João, o significado mais profundo da expressão do verso 3: “Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado”. Outra forma de dizer a mesma coisa seria: “Agora fostes podados, através da Palavra”. A Palavra é quem poda. Leia-o em Hebreus 4:12, onde ela é apresentada como espada – “Porque a Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração”.

Efésios 6 descreve a armadura do evangelho, e ali a espada do Espírito é a Palavra de Deus. Assim, quando perturbações, aflições e tristezas sobrevêm, uma pessoa é conduzida à Palavra de Deus; outra, resiste a ela. Desta forma, a primeira pessoa é conduzida para mais perto de Deus do que antes da aflição; já a outra se afasta mais e inclina-se menos a ouvir a Deus do que antes.

Alguma vez você já esteve andando alegremente em seu caminho, desfrutando de todas as bênçãos e de todos os fatores consumidores de tempo que ocupam a vida? E então, certo dia, você descobriu-se deitado de costas, sem poder fazer qualquer outra coisa senão olhar para o alto? Percebeu então que, se sua disposição o permitiu, isto veio a ser o manejo da tesoura, capaz de levar você ao estudo da Palavra de Deus e à oração? Tenho observado isto acontecendo vez após outra – com membros de minha igreja, parentes e amigos.

Se você sofreu uma torção e teve de permanecer tracionado; se um de seus discos vertebrais se deslocou e os médicos puseram você deitado de costas durante duas ou três semanas, sob a ação de pesos, poderá haver considerado isto como o manejo da tesoura podadeira, compreendendo que, afinal, não terá sido inteiramente mau poder parar durante algum tempo – oportunidade para refletir um pouco.

A Palavra de Deus é a tesoura podadeira, e a Palavra de Deus vive e permanece para sempre. Gastamos tempo estudando a Palavra de Deus tanto em sua forma escrita quanto nos efetivos pronunciamentos de Deus através da eternidade. Prosseguiremos crescendo, e assim produziremos fruto.

Outra coisa importante a relembrar nesta passagem, é que a tesoura podadeira destina-se ao excesso de galhos e folhagens. É muito fácil que os galhos cresçam. Há quanto tempo você percebeu estes galhos em sua vida? Mesmo o fruto do Espírito pode transformar-se, em virtude de nossa natureza carnal, em galhos inúteis. Permita-me oferecer-lhe um exemplo disto.

Um dos frutos do Espírito é a fé genuína, ou confiança, em Deus. Entretanto, em virtude do constante apelo da carne, de nossa natureza inferior, a qual pode estar sendo dominada pelo Espírito mas ainda se encontra lá, em seu cantinho, é muito fácil que a confiança em Deus se transforme em confiança própria. Tem você percebido a fé genuína produzindo fruto em sua vida? Foi o que ocorreu com Elias. Ficou ele em pé no Monte Carmelo e pediu aos Céus que enviassem fogo. Aquela foi uma demonstração de absoluta confiança em Deus, e os resultados vieram.

Apenas um pouco mais tarde, orou ele pedindo chuva. Orou sete vezes antes que Deus pudesse enviar a chuva sem que o profeta fosse estimulado a adquirir confiança em si mesmo. Contudo, depois do aguerrido confronto no Monte Carmelo e da clara resposta do Senhor – primeiro pelo fogo, depois pela água da chuva – Elias caiu diante da confiança própria. Jezabel enviou-lhe uma mensagem, ameaçando matá-lo no dia seguinte. Esquecendo-se do cuidado de Deus, Elias abandonou sua tarefa e fugiu para o deserto.

Considere agora o caso de um novo cristão, ou de um cristão que foi novamente despertado, e que se acha cheio de zelo. Então, em virtude da natureza carnal que está sempre a lutar em busca de expressão, este zelo se converte em fanatismo. Alguma vez você viu isto ocorrendo?

Ali está uma outra pessoa, que se regozija grandemente no Senhor, e assim produz um dos frutos do Espírito. Acha-se como que esmagada por imensa gratidão para com Deus, por haver Ele enviado a Jesus, e porque Cristo completou Sua obra na cruz. Então o inimigo entra em cena e faz com que o indivíduo se orgulhe de sua própria experiência, em vez de gloriar-se no Senhor.

Já observou você o amor ágape, o tipo de amor que reflete a natureza de Deus, converter-se em amor erótico através da natureza carnal e da atuação do inimigo? Eu já pude vê-lo.

Você observa uma pessoa gentil. Possui ela o fruto do Espírito que a conduz à bondade. Mas o inimigo transforma esta mesma pessoa em alguém excessivamente tímido.

Você poderá ver uma outra pessoa que é meiga, e isso se torna uma escusa para que ela não fale destemidamente em favor de Deus.

Você pode ver alguém que possui o fruto do espírito chamado fé, e o diabo trabalha no sentido de levar tal indivíduo a converter isto meramente num pensamento positivo, ou em alguma outra forma de parentesco com a presunção.

É por esta razão que a tesoura podadeira de Deus é universal, e jamais tem repouso. A verdade desta passagem é que ninguém está isento da poda, ou do processo de corte final. Se existisse alguém perfeito, tal indivíduo não mais necessitaria de poda. Esse texto prova que ninguém está produzindo tanto fruto quanto poderia, de modo que mesmo os santos que frutificam, necessitam ser podados. Este processo não é um evento isolado. Prossegue sempre e sempre, e talvez assim se mantenha através da eternidade.

A coisa mais bonita em relação a esta tesoura, a Palavra de Deus, é que ela jamais condena. Jesus não veio ao mundo para condená-lo, e sim para que o mundo, por Seu intermédio, pudesse ser salvo. Veja João 3:17. Se a pessoa não permanece em Jesus e não conhece o Seu amor, pode até imaginar que o processo de poda representa condenação. Mas para aquele que conhece a Deus e desenvolve relacionamento de amor com Ele, torna-se claro que o divino amor jamais falha.

Concluindo, a boa nova é que Deus é quem está cortando e de que é Deus quem está podando, e não o homem. São fazemos a poda e não praticamos o corte. É Deus quem corta fora o ramo, e sabe perfeitamente bem quando chegou o momento para fazê-lo. Podemos hoje ser agradecidos pelo fato de estarmos nas mãos de um Deus de amor, que sabe como purificar-nos, para o nosso próprio bem.

Não deseja você unir-se a mim na procura de um tal relacionamento com Ele que, ao chegar o tempo da prova, possamos ser podados, mas não cortados?

Os Frutos da Justificação Pela Fé, de Morris Venden – A tesoura podadeira, capítulo 10, páginas 51-64. Próximo capítulo – clique aqui.

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