As Consequências do Pecado

Meditação Matinal de Ellen White – Cristo Triunfante, 2002.

19 de janeiro – Pág. 25 – As Consequências do Pecado

Esconderam-se da presença do Senhor Deus, o homem e sua mulher, por entre as árvores do jardim. Gênesis 3:8.

Adão não considerou todas as consequências resultantes de sua desobediência. Não dispôs a sua mente em desafio contra Deus, nem falou de alguma forma contra Deus; ele simplesmente agiu de modo diretamente contrário à Sua expressa ordem. E quantos hoje estão fazendo a mesma coisa, tendo a sua culpa magnitude muito maior porque têm o exemplo da experiência de Adão com a desobediência, e seus terríveis resultados, para adverti-los das consequências de transgredir a lei de Deus. Assim, têm eles clara luz sobre esse assunto, e nenhuma escusa para a sua culpa em negar a autoridade divina e desobedecer-lhe. […]

Adão cedeu à tentação, e ao termos a questão do pecado e suas consequências tão claramente exposta perante nós, podemos ler da causa para o efeito e ver que não é a magnitude do ato que constitui pecado; mas a desobediência à vontade expressa de Deus, que é uma virtual negação de Deus, rejeitando as leis de Seu governo. […]

É erigida a lei do próprio eu, a vontade humana é tornada suprema, e quando se apresenta a elevada e santa vontade de Deus para ser obedecida, respeitada e honrada, a vontade humana quer as coisas a seu próprio modo, para realizar seus próprios desígnios, e ocorre um conflito entre o agente humano e o divino.

A queda de nossos primeiros pais rompeu a áurea cadeia da obediência implícita da vontade humana à de Deus. A obediência não mais é considerada uma necessidade absoluta. Os agentes humanos seguem sua própria imaginação que, como dissera o Senhor acerca dos habitantes do mundo antigo, é só má continuamente. O Senhor Jesus declara: “Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai” (João 15:10). Como? Como homem. “Eis aqui estou… para fazer, ó Deus, a Tua vontade” (Hebreus 10:7). Diante das acusações dos judeus, apresentou-Se Ele com seu caráter puro, virtuoso e santo e os desafiou: “Quem dentre vós Me convence de pecado?” (João 8:46). […]

Não se espera que sirvamos a Deus como se não fôssemos humanos, mas devemos servi-Lo com a natureza que temos, que foi redimida pelo Filho de Deus; mediante a justiça de Cristo compareceremos perdoados diante de Deus, como se nunca tivéssemos pecado. Nunca obteremos forças considerando o que poderíamos fazer se fôssemos anjos. Devemos volver-nos com fé a Jesus Cristo e mostrar nosso amor a Deus mediante a obediência a Seus mandamentos. Manuscrito 1, 1892 (Manuscript Releases, vol. 6, págs. 337 a 342).

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