O Coração Renovado Ama Como Cristo Amou

Meditação Matinal de Ellen White – O Cuidado de Deus, 1995.

10 de janeiro – Pág. 21 – O Coração Renovado Ama Como Cristo Amou

Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como Eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. João 13:34.

Jesus diz: “Como Eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis” (João 13:34). O amor não é simples impulso, emoção transitória, dependente de circunstâncias; é princípio vivo, poder permanente. A alma se nutre pela corrente de amor puro que flui do coração de Cristo, como fonte que nunca falta. Oh, como é o coração vivificado, seus motivos enobrecidos, aprofundadas suas afeições, mediante essa comunhão! Sob a educação e disciplina do Espírito Santo, os filhos de Deus amam uns aos outros verdadeira e sinceramente, sem afetação – “sem parcialidade e sem hipocrisia” (Tiago 3:17). E isto porque o coração se acha ligado pelo amor a Jesus. Nossa afeição um pelo outro brota de nossa relação comum com Deus. Somos uma família, amamo-nos uns aos outros como Ele nos amou. Quando comparada com essa afeição genuína, santificada, disciplinada, a superficial cortesia do mundo, a inexpressiva manifestação de efusiva amizade, são como a palha em comparação com o trigo. Carta 63, 1896.

Amar como Cristo amou significa manifestar abnegação em todos os tempos e em todos os lugares, por meio de bondosas palavras e olhares de agrado. … O amor genuíno é precioso atributo de origem celeste, que aumenta sua fragrância na proporção em que é dispensado aos outros. …

O amor de Cristo é profundo e fervoroso, fluindo como irreprimível corrente para todos quantos o aceitam. Não há egoísmo em Seu amor. Caso este amor nascido do Céu seja um princípio permanente no coração, dar-se-á a conhecer, não somente aos que mais amamos em sagrada relação, mas a todos com quem nos pusermos em contato. Ele nos levará a dispensar pequenas atenções, a fazer concessões, a praticar atos bondosos, falar palavras brandas, verdadeiras e animadoras. Inspirar-nos-á simpatia para com aqueles cujo coração anseia benévola compreensão. Manuscrito 17, 1899.

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