Oração Humilde, Perseverante

Meditação Matinal de Ellen White – O Cuidado de Deus, 1995.

13 de abril – Pág. 97 – Oração Humilde, Perseverante

Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós, e, orando, pediu que não chovesse, e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra. E orou outra vez, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto. Tiago 5:17 e 18.

Importantes lições nos são apresentadas na vida de Elias. Quando, no Monte Carmelo, ele orou por chuva, sua fé foi provada, mas ele perseverou em sua petição a Deus. Review and Herald, 27 de março de 1913.

O servo observava enquanto Elias estava em oração. Seis vezes voltou ele de sua observação, dizendo: Não há nada – nenhuma nuvem, nenhum sinal de chuva. Mas o profeta não desistiu, desanimado. Continuou a recapitular sua vida, a ver onde deixara de honrar a Deus. … À medida que esquadrinhava o coração, parecia ser cada vez menos, tanto na própria estima como aos olhos de Deus. Parecia-lhe que não era nada, e Deus era tudo; e quando ele chegou ao ponto de renúncia do próprio eu, enquanto se apegava ao Salvador como sua única força e justiça, veio a resposta. Apareceu o servo, dizendo: “Eis aqui uma pequena nuvem, como a mão de um homem, subindo do mar” (1Reis 18:44). Review and Herald, 26 de maio de 1891.

Temos um Deus cujo ouvido não está cerrado às nossas petições; e se Lhe provamos a palavra, Ele honrará nossa fé. Ele quer que tenhamos todos os nossos interesses entrelaçados com os Seus, e então, pode com segurança abençoar-nos; pois então não tomaremos para nós a glória ao termos a bênção, mas renderemos todo o louvor a Deus. Ele não atende sempre nossas orações à primeira vez que a Ele clamamos; pois, se assim fizesse, tomaríamos por certo ter direito a todas as bênçãos e favores que nos concedesse. Em vez de esquadrinhar nosso coração a ver se abrigávamos qualquer mal, se condescendíamos com qualquer pecado, podíamos tornar-nos descuidosos, e deixar de compreender nossa dependência dEle. …

Elias humilhou-se até chegar a uma condição em que não poderia tomar a glória para si. Esta é a condição sob a qual o Senhor ouve a oração, pois assim Lhe daremos o louvor. … Unicamente Deus é digno de ser glorificado. Review and Herald, 27 de março de 1913.

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