Mantendo Vivo o Amor

Meditação Matinal de Ellen White – O Cuidado de Deus, 1995.

18 de junho – Pág. 158 – Mantendo Vivo o Amor

Esposas, sede submissas ao próprio marido, como convém no Senhor. Maridos, amai vossa esposa e não a trateis com amargura. Colossenses 3:18 e 19.

Quanta aflição, e que onda de miséria e infelicidade se poupariam se os homens, bem como as mulheres, continuassem a cultivar a consideração, a atenção e as palavras bondosas de apreço e pequeninas cortesias da vida, que conservaram vivo o amor e que julgavam necessárias para conquistar a companheira ou companheiro de sua escolha! Se o marido e a esposa tão-somente continuassem a cultivar essas atenções que alimentam o amor, seriam felizes na sociedade mútua e teriam uma influência santificadora sobre seus familiares. Teriam dentro de si mesmos um pequeno mundo de felicidade e não desejariam ir buscar fora desse mundo novas atrações e novos objetos de amor. …

Muitas mulheres anseiam por palavras de amor e bondade e pelas atenções e cortesias comuns que lhes são devidas por parte dos maridos que as escolheram como companheiras para a vida toda. … São essas pequeninas atenções e cortesias que perfazem a soma da felicidade da vida. …

Se nosso coração se mantivesse terno para com a família, se houvesse uma nobre e generosa deferência para com os gostos e opiniões mútuos, se a esposa procurasse oportunidades para exprimir seu amor mediante ações de cortesia para com o marido, e este manifestasse a mesma consideração e bondosa estima à esposa, os filhos participariam do mesmo espírito. A influência saturaria o lar, e que onda de miséria seria poupada às famílias! …

Todo casal que une entre si seus interesses vitalícios deve buscar tornar o mais possível feliz a vida do consorte. Aquilo que prezamos, procuramos conservar e tornar mais valioso, se possível. No contrato matrimonial, homens e mulheres fizeram um ajuste, um investimento para a vida, e devem fazer o máximo possível para controlar suas palavras de impaciência e mau humor, mesmo com maior cuidado do que o faziam antes do casamento, pois agora seus destinos se acham unidos por toda a vida, como marido e esposa, e cada qual é avaliado na exata proporção à quantidade de penoso empenho para reter e manter sempre novo amor, tão ansiosamente buscado e apreciado antes do casamento. Carta 27, 1872.

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