Fé Progressiva

Meditação Matinal de Ellen White – O Cuidado de Deus, 1995.

19 de maio – Pág. 129 – Fé Progressiva

Ora, sem fé é impossível agradar-Lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que é galardoador dos que O buscam. Hebreus 11:6.

É chegado o tempo em que devemos esperar grandes bênçãos do Senhor. Em matéria de fé, temos de erguer-nos a um padrão mais elevado. Temos muito pouca fé. A Palavra de Deus é nosso endosso. Devemos tomá-la, crendo simplesmente em cada palavra. Com essa certeza, podemos pedir grandes coisas, e será feito segundo a nossa fé. …

A obra da fé significa mais do que pensamos. Quer dizer genuína confiança na pura Palavra de Deus. Por nossas ações devemos mostrar que cremos que Deus fará justamente como disse. As rodas da natureza e da providência não se destinam a correr para trás, nem a ficar paradas. Temos de ter uma fé que avance, que opere; fé que opere por amor e purifique a alma de todo vestígio de egoísmo. Não é em nós mesmos, mas em Deus que devemos confiar. Não devemos nutrir a incredulidade. Temos de ter aquela fé que toma a Deus em Sua palavra. …

A fé verdadeira consiste em fazer justamente o que Deus ordenou, não forjando coisas que não mandou. Justiça, verdade, misericórdia são frutos da fé. Precisamos andar na luz da lei de Deus; então boas obras serão o fruto de nossa fé, o produto de um coração renovado dia a dia. A árvore tem de ser boa, antes de poder ser bom o fruto. Temos de estar inteiramente consagrados a Deus. Nossa vontade tem de ser corrigida, antes de poder ser bom o fruto. Não devemos ter uma religião de caprichos. “Fazei tudo para a glória de Deus” (1Coríntios 10:31).

Oh, que campo se abre à minha frente! Nosso povo precisa da profunda operação do Espírito de Deus, cada dia. Tem de possuir uma fé que opere por amor, fé que proceda de Deus. Nem um fio de egoísmo deve ser introduzido na teia. Quando nossa fé opera por amor – justamente esse amor que Cristo revelou em Sua vida – será de firme textura; será fruto de uma vontade subjugada. Mas só quando o próprio eu morre, pode Cristo viver em nós. Só quando o próprio eu deixa de existir é que podemos possuir a fé que opera por amor e purifica a vida. Carta 105, 1898.

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