O Amor de Cristo não Pode Ser Medido

Meditação Matinal de Ellen White – O Cuidado de Deus, 1995.

17 de outubro – Pág. 275 – O Amor de Cristo não Pode Ser Medido

Porque eu estou bem certo de que nem morte, nem vida, nem anjos, nem principados, nem coisas do presente, nem do porvir, nem poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. Romanos 8:38 e 39.

Devido a nossa culpa, Cristo poderia ter-Se retirado para longe de nós. Mas em vez de afastar-Se para longe, Ele veio e habitou entre nós, cheio de toda plenitude da Divindade para ser um conosco a fim de que, mediante Sua graça, pudéssemos alcançar a perfeição. Por uma morte de vergonha e sofrimento, Ele pagou o resgate do homem. Que amor altruísta é este! Ele veio da mais elevada excelência, Sua divindade revestida com a humanidade, descendo degrau por degrau às profundezas da humilhação. Nada pode medir a profundidade desse amor.

Cristo nos revelou o quanto Deus pode amar e nosso Redentor sofrer para assegurar nossa completa restauração. Ele deseja que Seus filhos revelem Seu caráter, exerçam Sua influência, para que outras mentes possam ser atraídas à harmonia com Sua mente.

Cristo, nosso Salvador, em quem habita absoluta perfeição, tornou-Se pecado para a raça caída. Ele não conhecia o pecado pela experiência de pecar, mas suportou o terrível peso da culpa do mundo inteiro. Tornou-Se nossa propiciação para que todos que O recebam possam tornar-Se filhos de Deus. A cruz foi erguida para salvar o homem. Cristo erguido sobre a cruz foi o meio planejado no Céu para despertar no pecador arrependido um senso da malignidade do pecado. Pela cruz, Cristo buscou atrair todos a Si mesmo. Ele morreu como a única esperança de salvar aqueles que, devido ao pecado, estavam no fel da amargura. Mediante a atuação do Espírito Santo, um novo princípio de poder mental e espiritual deveria ser trazido ao homem que, mediante associação com a divindade, deveria tornar-Se um com Deus.

Para despedaçar as barreiras que Satanás havia erguido entre Deus e o homem, Cristo realizou um pleno e completo sacrifício revelando inigualável altruísmo. Ele demonstrou ao mundo o impressionante espetáculo de Deus habitando em carne humana e sacrificando-Se para salvar o homem caído. Que amor maravilhoso! …

Maravilho-me de como professos cristãos não apreendam os recursos divinos; que não vejam a cruz mais claramente como o meio de perdão, a forma de trazer o coração orgulhoso, egoísta do homem em direto contato com o Espírito Santo, para que as riquezas de Cristo sejam derramadas na mente, e o instrumento humano seja adornado com as graças do Espírito, para que Cristo possa ser recomendado àqueles que não O conhecem. Manuscrito 91, 1902.

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