Amor Semelhante ao de Cristo

Meditação Matinal de Ellen White – O Cuidado de Deus, 1995.

9 de outubro – Pág. 267 – Amor Semelhante ao de Cristo

Com toda humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor. Efésios 4:2.

Deus é amor. O amor do Pai e do Filho é uma atribuição a todo crente. A Palavra de Deus é o canal mediante o qual o amor divino é comunicado ao homem. A verdade de Deus é o meio pelo qual o intelecto é alcançado. O Espírito Santo é concedido ao agente humano que trabalha em cooperação com os instrumentos divinos. Transforma a mente e o caráter, capacitando o homem a resistir como vendo Aquele que é invisível. O perfeito amor pode ser desfrutado somente mediante a crença na verdade e o recebimento do Espírito Santo. …

Cristo orou para que Seus discípulos pudessem reconhecer a importância do amor que Ele expressou por conceder Sua vida pelo mundo. Ele desejava que compreendessem algo concernente a Seu sacrifício infinito. Se houvessem compreendido mais completamente Seu amor altruísta, nunca se teriam empenhado em alienação e luta.

Insisto com todos quantos alegam crer na verdade presente que pratiquem o que é verdade. Se fizerem isto, terão uma influência mais forte e poderosa para o bem. O mundo verá que o amor expresso pelos crentes é o princípio central e controlador dos seguidores de Cristo. O amor semelhante ao de Cristo une coração a coração. A verdade atrai os homens e os une. Traz à harmonia e unidade todos que têm uma ardente e viva fé no Salvador. Cristo deseja que aqueles que nEle creem se desenvolvam e se tornem fortes por associarem-se uns com os outros. Todos quantos trabalham desinteressadamente no serviço do Mestre portam credenciais de que Deus enviou Seu Filho a este mundo.

Conquanto numa companhia de cristãos unidos em atividades na igreja, nem todos tenham os mesmos talentos, é, porém, dever de todos trabalhar. Os talentos diferem, mas a todo homem é designada sua obra. Todos dependem de Cristo em Deus. Ele é a Cabeça gloriosa de todos os níveis e classes de pessoas associadas mediante a fé na Palavra de Deus. Unidos por uma crença comum nos princípios celestiais são todos dependentes dAquele que é o Autor e Consumador da fé. Ele criou os princípios que produzem unidade universal, amor universal. Seus seguidores deveriam meditar sobre Seu amor. Não deveriam ficar aquém de alcançar o padrão que lhes é estabelecido. Se os princípios do cristianismo forem vividos, produzirão harmonia universal e paz perfeita. Quando o coração é imbuído com o Espírito de Cristo não há disputa nem busca por supremacia, nem luta por ser senhores dirigentes. Manuscrito 46, 1902.

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