Refletindo o Amor de Cristo no Caráter

Meditação Matinal de Ellen White – O Cuidado de Deus, 1995.

24 de novembro – Pág. 313 – Refletindo o Amor de Cristo no Caráter

Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai Me enviou, Eu também vos envio. João 20:21.

Devemos ardentemente procurar conhecer e apreciar a verdade, para que possamos apresentá-la a outros tal e qual ela é em Jesus. Precisamos ter uma opinião correta de nosso próprio coração; então não seremos tão descuidados em relação à nossa linha de conduta, como no presente. Buscaremos com o máximo fervor conhecer a vontade de Deus; agiremos em direção oposta ao egoísmo, e oraremos constantemente para que possamos ter a mente de Cristo, e para que sejamos moldados segundo a Sua semelhança. É olhando para Jesus, contemplando Seu encanto, e firmemente fixando nEle nossos olhos, que somos transformados em Sua imagem. Ele concederá graça a todos os que guardarem os Seus preceitos, fizerem a Sua vontade, e andarem na verdade. …

Suplico a vós, cujos nomes estão registrados no livro da igreja como membros de valor, a serdes realmente dignos através da virtude de Cristo. Misericórdia e verdade e o amor de Deus são prometidos ao coração humilde e contrito. …

Todo o Céu se enche de assombro ao ver que este amor, tão amplo, tão profundo, tão rico e pleno, ao ser apresentado a homens que conhecem a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, é por eles recebido fria e indiferentemente. …

Os infinitos tesouros da verdade vêm-se acumulando de uma época para a outra. Nenhuma representação pode adequadamente impressionar-nos com a extensão e a riqueza desses vastos recursos. Eles estão aguardando ser buscados por aqueles que os apreciam. Essas gemas da verdade devem ser ajuntadas pelo povo remanescente de Deus, a fim de ser por eles distribuídas ao mundo; mas a confiança própria e a dureza de coração recusam o bendito tesouro. “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). Tal amor não pode ser medido nem expresso. João convida o mundo a contemplar “que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus” (1João 3:1). Trata-se de um amor que excede todo o entendimento.

Na plenitude do sacrifício, nada foi retido. Jesus Se deu a Si próprio. Deus deseja que Seu povo se ame mutuamente como Cristo nos amou. Eles devem educar e habilitar o coração para um tal amor. Devem refletir esse amor em seu caráter, a fim de refleti-lo ao mundo. Cada um deve considerar essa obra como sendo sua. A plenitude de Cristo deve ser apresentada ao mundo por aqueles que se tornaram participantes de Sua graça. Eles devem fazer por Cristo o que Cristo fez pelo Pai – representar o Seu caráter. Review and Herald, 23 de dezembro de 1890.

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