Integridade – Virtude Cristã

Meditação Matinal de Ellen White – O Cuidado de Deus, 1995.

23 de novembro – Pág. 312 – Integridade – Virtude Cristã

Terás peso integral e justo, efa integral e justo; para que se prolonguem os teus dias na terra que te dá o Senhor, teu Deus. Deuteronômio 25:15.

Em todos os aspectos da vida, os cristãos devem seguir os princípios de estrita integridade. Estes não são os princípios que governam o mundo, pois lá Satanás é senhor, e seus princípios de engano e opressão imperam. Os cristãos, porém, servem a outro Senhor, e seus atos devem ser efetuados em Deus. É preciso pôr de lado todo desejo egoísta de lucro.

Para alguns, o desvio da perfeita lealdade nos negócios poderá parecer de pouca importância, mas nosso Salvador não o considera assim: Suas palavras nessa questão são claras e explícitas: “Quem é fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco também é injusto no muito” (Lucas 16:10). O homem que comete fraudes em coisas pequenas, também as cometerá em coisas grandes se lhe sobrevier tentação.

Os seguidores de Cristo são obrigados a estar mais ou menos ligados com o mundo em assuntos comerciais. Em Sua oração por eles, o Salvador diz: “Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal” (João 17:15). Os cristãos devem comprar e vender tendo em mente que os olhos de Deus os estão observando. Eles jamais devem usar balanças falsas e pesos enganosos. …

Em cada ato da vida o verdadeiro cristão é exatamente o que deseja que os circunstantes pensem ser ele. É guiado pela verdade e retidão. Não faz intrigas; conseqüentemente, nada tem a ocultar. Ele pode ser criticado e provado; mas em meio a tudo, sua inflexível integridade brilha como ouro puro. É um amigo e benfeitor de todos os que a ele se acham ligados; e seus companheiros depositam confiança nele, pois ele é confiável.

Emprega ele operários para trabalhar na sua seara? Ele não retém seu salário arduamente ganho. Dispõe de recursos para os quais não tem uso imediato? Ele alivia as necessidades de seu irmão menos afortunado. Ele não procura ampliar suas posses aproveitando-se de circunstâncias adversas de seu próximo. Aceita unicamente o preço justo por aquilo que vende. Se há defeitos nos artigos vendidos, ele o diz com franqueza ao comprador, embora em assim fazendo ele pareça trabalhar contra os seus próprios interesses.

Um homem poderá não ter uma aparência agradável; mas se possuir a reputação de ser íntegro, honesto em todo o seu trato, ele será respeitado. … O homem que adere com firmeza à verdade conquista a confiança de todos. Não somente os cristãos nele confiam; os mundanos também são obrigados a reconhecer o valor do seu caráter. Signs of the Times, 19 de fevereiro de 1902.

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