Espírito de Benevolência

Meditação Matinal de Ellen White – O Cuidado de Deus, 1995.

21 de novembro – Pág. 310 – Espírito de Benevolência

Não difamem a ninguém; nem sejam altercadores, mas cordatos, dando provas de toda cortesia, para com todos os homens. Tito 3:2.

Quantos obreiros úteis e honrados na causa de Deus têm recebido preparo entre os humildes deveres das mais modestas posições da vida! Moisés foi candidato ao governo do Egito, mas Deus não o pôde tirar da corte do rei para fazer a obra que lhe era designada. Somente depois de ele haver sido por quarenta anos um fiel pastor, foi enviado como libertador de seu povo. Gideão foi tirado da eira, para ser o instrumento nas mãos de Deus, para livrar os exércitos de Israel. Eliseu foi convidado a deixar o arado, e atender ao mandado do Senhor. Amós era agricultor, lavrador do solo, quando Deus lhe deu uma mensagem a proclamar.

Todos quantos se tornam coobreiros de Cristo, terão a executar grande quantidade de trabalho penoso, desagradável, e suas lições devem ser sabiamente escolhidas, e adaptadas a suas peculiaridades de caráter, e à obra que eles têm de realizar.

O Senhor me tem mostrado, por muitas maneiras e em várias ocasiões, quão cuidadosamente devemos lidar com os jovens – que é necessário o mais fino discernimento para tratar com o espírito humano. Todos quantos têm de lidar com a educação e preparo da juventude, precisam viver muito achegados ao grande Mestre, para adquirir Seu espírito e maneira de atuar. Devem-lhes ser dadas lições que afetem seu caráter e a obra de sua vida.

Deve-lhes ser ensinado que o evangelho de Cristo não tolera nenhum espírito de discriminação, que ele não dá lugar a juízos descorteses de outros, o que tende diretamente à exaltação própria. A religião de Cristo nunca degrada o que a recebe, nem o torna vulgar e rude; nem o torna maldoso, em pensar ou sentir, para com aqueles por quem Cristo morreu. …

Alguns se acham em perigo de fazer do exterior o todo-importante, de pôr excessiva estima no valor de meras convenções. …

Tudo quanto incite a crítica menos generosa, a disposição para notar e expor todo defeito ou erro, é mau. Isso fomenta desconfiança e suspeita, as quais são contrárias ao caráter de Cristo, e prejudiciais ao espírito que nelas se exercita. Os que se empenham nessa obra, apartam-se gradualmente do espírito do cristianismo.

A educação essencial, perdurável, é a que desenvolve as mais nobres qualidades, que anima o espírito de geral benevolência, levando a mocidade a não pensar mal de ninguém, para que não ajuízem mal dos motivos, nem interpretem falsamente as palavras e ações. O tempo empregado nessa espécie de instrução produzirá frutos para a vida eterna. Obreiros Evangélicos, págs. 332-334.

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