Honra Para os que Honram a Deus

Meditação Matinal de Ellen White – Exaltai-O, 1992.

10 de maio – Pág. 145 – Honra Para os que Honram a Deus

Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça? Romanos 6:16.

Quando por muito tempo se permitiu que a mente só se demorasse em coisas terrenas, é difícil mudar os hábitos de pensamento. Aquilo que os olhos veem e os ouvidos ouvem com demasiada frequência atrai a atenção e absorve o interesse. Se, porém, queremos entrar na cidade de Deus, e contemplar a Jesus em Sua glória, precisamos acostumar-nos a contemplá-Lo com o olhar da fé nesta vida. As palavras e o caráter de Cristo devem ser frequentemente o assunto de nossos pensamentos e de nossa conversação; e cada dia algum tempo deve ser dedicado especialmente a oração e meditação sobre esses assuntos sagrados.

A santificação é uma obra diária. Ninguém se engane com a crença de que Deus o perdoará e abençoará enquanto está calcando aos pés um de Seus requisitos. O cometimento intencional de um pecado conhecido silencia a voz testemunhadora do Espírito e separa a pessoa de Deus. Quaisquer que sejam os êxtases do sentimento religioso, Jesus não pode habitar no coração que menospreza a lei divina. Deus só honrará os que O honram.

“Daquele a quem vos ofereceis como servos para  obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos” (Romanos 6:16). Se condescendemos com a ira, concupiscência, cobiça, ódio, egoísmo, ou qualquer outro pecado, tornamo-nos servos do pecado. “Ninguém pode servir a dois senhores” (Mateus 6:24). Se servimos ao pecado, não podemos servir a Cristo. O cristão sentirá as instigações do pecado, pois a carne milita contra o Espírito; mas o Espírito milita contra a carne, mantendo uma luta constante. É aí que a ajuda de Cristo é necessária. A fraqueza humana une-se à força divina, e a fé exclama: “Graças a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo!” (1Coríntios 15:57).

Se queremos desenvolver um caráter que Deus possa aceitar, precisamos formar hábitos corretos em nossa vida religiosa. A oração diária é tão essencial ao crescimento na graça e mesmo à própria vida espiritual, como o alimento temporal para o bem-estar físico. Devemos acostumar-nos a elevar muitas vezes os pensamentos a Deus em oração. Se a mente vagueia, precisamos trazê-la de volta; por perseverante esforço, o hábito finalmente tornará isso fácil. Não podemos por um só momento separar-nos de Cristo com segurança. Podemos ter Sua presença para acompanhar-nos a cada passo, mas somente se observarmos as condições que Ele mesmo estabeleceu.

A religião deve tornar-se a grande ocupação da vida. Tudo o mais deve estar subordinado. Todas as nossas faculdades da mente, corpo e espírito precisam estar empenhadas na peleja cristã. Precisamos olhar para Cristo a fim de obter força e graça, e alcançaremos a vitória tão seguramente como Cristo o fez por nós. Review and Herald, 15 de novembro de 1887.

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