Alegria por um Pecador que se Arrepende

Meditação Matinal de Ellen White – Exaltai-O, 1992.

17 de julho – Pág. 213 – Alegria por um Pecador que se Arrepende

Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no Céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento. Lucas 15:7.

Jesus, o Filho do Altíssimo, está combatendo os poderes de Satanás, o qual está arquitetando todo artifício possível para prejudicar a obra de Deus. O prêmio pelo qual competem os poderes da luz e os poderes das trevas é a vida do homem. O Bom Pastor está à procura de Sua ovelha, e que abnegação, que sofrimentos, que privações são suportados por Ele! Os subpastores conhecem algo do severo conflito, mas bem pouco em comparação com o que é suportado pelo Pastor das ovelhas. Com que compaixão, com que tristeza, com que persistência procura Ele o perdido! Quão poucos compreendem que desesperados esforços são feitos por Satanás para frustrar o desígnio do Pastor! Quando o Pastor finalmente encontra Sua ovelha perdida, Ele a toma nos braços com júbilo e a leva sobre os ombros de volta ao aprisco. E são tocadas as harpas do Céu, e é cantada uma antífona de regozijo pelo resgate da ovelha extraviada e perdida. “Haverá maior júbilo no Céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento” (Lucas 15:7).

O Filho do homem veio buscar e salvar o perdido. A ovelha perdida nunca encontra por si mesma o caminho de volta ao aprisco. Se não for procurada e salva pelo vigilante pastor, ela vagueará até perecer. Os fariseus haviam ensinado que não seria salva nenhuma outra nação além da nação judaica, e eles tratavam todas as outras nacionalidades com desprezo. Mas Jesus atraía a atenção dos que os fariseus menosprezavam, e os tratava com consideração e cortesia. …

“Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). Esse amor pelo homem, expresso na dádiva de Seu Filho unigênito, suscitou o mais intenso ódio da parte de Satanás, tanto para com o Doador como para com o Dom inestimável. Satanás representara o Pai para o mundo sob uma falsa luz, e por esse grande Dom foi demonstrado que suas representações eram inexatas, pois aí havia amor sem paralelo, provando que o homem devia ser redimido a um preço inimaginável. Satanás procurara obliterar a imagem de Deus no homem, a fim de que, ao olhar Deus para ele em sua desdita, em sua perversidade, em sua degradação, fosse induzido a abandoná-lo como irremediavelmente perdido. Mas o Senhor deu o Seu Filho unigênito para que o mais pecaminoso, o mais degradado, não precisasse perecer; porém, crendo em Jesus Cristo, pudesse ser recuperado, regenerado e restaurado à imagem de Deus, e ter assim a vida eterna. Signs of the Times, 20 de novembro de 1893.

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Uma resposta para Alegria por um Pecador que se Arrepende

  1. Eurlene Barreto disse:

    Quero ser encontrada por Jesus todos momento e me aconchegue nos Seus braços de terno Amor.

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