Quanto o Céu Teve de Sofrer?

Meditação Matinal de Ellen White – Maravilhosa Graça de Deus, 1974.

30 de junho – Pág. 187 – Quanto o Céu Teve de Sofrer?

Eu e o Pai somos um. João 10:30

Poucos tomam em consideração o sofrimento que o pecado causou a nosso Criador. Todo o Céu sofreu com a agonia de Cristo; mas esse sofrimento não começou nem terminou com Sua manifestação em humanidade. A cruz é uma revelação, aos nossos sentidos embotados, da dor que o pecado, desde o seu início, acarretou ao coração de Deus. Cada desvio do que é justo, cada ação de crueldade, cada fracasso da natureza humana para atingir o seu ideal, traz-Lhe pesar. Quando sobrevieram a Israel as calamidades que eram o resultado certo da separação de Deus – subjugação por seus inimigos, crueldade e morte – refere-se que “se angustiou a Sua alma por causa da desgraça de Israel” (Juízes 10:16). “Em toda a angústia deles foi Ele angustiado; … e os tomou, e os conduziu todos os dias da antiguidade” (Isaías 63:9).

Seu “Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis” (Romanos 8:26). Enquanto “toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora” (Romanos 8:22), o coração do Pai infinito condói-se, em simpatia. Nosso mundo é um vasto hospital, ou seja, um cenário de miséria em que não ousamos permitir mesmo que os nossos pensamentos se demorem. Compreendêssemos nós o que ele é na realidade, e o peso que sobre nós sentiríamos seria terribilíssimo. No entanto, Deus o sente todo. Educação, 263-264.

Nenhum suspiro se desprende, nenhuma dor é sentida, desgosto algum magoa a alma, sem que sua vibração se faça sentir no coração do Pai. O Desejado de Todas as Nações, 356.

Aquele que conhece a profundidade das misérias e desespero do mundo, sabe por que meio trazer-lhe alívio. […] Posto que os seres humanos hajam abusado das misericórdias de que foram objeto, dissipado seus talentos e perdido a dignidade da divina varonilidade, o Criador deverá ser glorificado em sua redenção. Educação, 270.

A fim de destruir o pecado e seus resultados, Ele deu Seu mui dileto Filho, e pôs ao nosso alcance, mediante a cooperação com Ele, levar esta cena de miséria a termo.

Com tal exército de obreiros como o que poderia fornecer a nossa juventude devidamente preparada, quão depressa a mensagem de um Salvador crucificado, ressuscitado e prestes a vir poderia ser levada ao mundo todo! Quão depressa poderia vir o fim – o fim do sofrimento, tristeza e pecado! Educação, 264 e 271.

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Uma resposta para Quanto o Céu Teve de Sofrer?

  1. Estamos diante de um texto espetacular. Grandes considerações!

    “Poucos tomam em consideração o sofrimento que o pecado causou a nosso Criador … mas esse sofrimento não começou nem terminou com Sua manifestação em humanidade… Cada desvio do que é justo, cada ação de crueldade, cada fracasso da natureza humana para atingir o seu ideal, traz-Lhe pesar”.

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