Gigantes na Terra

Meditação Matinal de Ellen White – Vidas Que Falam, 1971.

27 de janeiro – Pág. 33 – Gigantes na Terra

Ora, naquele tempo havia gigantes na Terra. Gênesis 6:4.

As primeiras pessoas a habitarem a Terra receberam suas instruções do Deus infinito que criou o mundo. Os que receberam seu conhecimento diretamente da infinita sabedoria não foram deficientes no conhecimento.

Existem agora muitas invenções e melhoramentos, e máquinas que poupam o trabalho, os quais os antigos não tiveram. Eles não necessitavam deles. …

O homem antediluviano vivia centenas de anos, e quando alguém tinha cem anos de idade era considerado apenas um jovem. Aqueles longevos tinham mente e corpo sadios. … Eles subiam ao palco das ações a partir das idades de sessenta a cem anos, cerca do tempo que os que vivem mais agora realizaram sua parte em seu curto espaço de tempo de vida, e desapareceram do palco. Comentário Bíblico Adventista, vol. 1, pág. 1199.

Havia muitos gigantes, homens de grande estatura e força, afamados por sua sabedoria, hábeis ao imaginar as mais artificiosas e maravilhosas obras; sua culpa, porém, ao dar rédeas soltas à iniquidade, estava em proporção com sua perícia e habilidade mental.

Deus outorgara a esses antediluvianos muitas e ricas dádivas; mas usaram a Sua generosidade para se glorificarem, e as tornaram em maldição, fixando suas afeições nos dons em vez de no Doador. Empregaram o ouro e a prata, as pedras preciosas e as madeiras finas, na construção de habitações para si, e se esforçaram por sobrepujar uns aos outros no embelezamento de suas moradas, com a mais destra mão-de-obra. Procuravam tão-somente satisfazer os desejos de seu orgulhoso coração, e folgavam em cenas de prazer e impiedade. Patriarcas e Profetas, págs. 90 e 91.

Eles se tornaram corruptos em sua imaginação, porque deixaram a Deus fora de seus planos e concílios. Foram sábios para fazer aquilo que Deus jamais dissera que fizessem, sábios para fazer o mal. … Usavam o período de prova tão graciosamente a eles concedido, para ridicularizar a Noé. Eles o caricaturavam e criticavam. Riam-se dele por causa de seu peculiar fervor e forte convicção quanto aos juízos que declarava Deus certamente cumpriria. Falavam de ciência e das leis que controlam a natureza. Depois ironizavam as palavras de Noé, chamando-o de decrépito fanático. Comentário Bíblico Adventista, vol. 1, pág. 1200.

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