Ensinado Pela Natureza

Meditação Matinal de Ellen White – Vidas Que Falam, 1971.

13 de janeiro – Pág. 19 – Ensinado Pela Natureza

Mas pergunta agora às alimárias, e cada uma delas to ensinará; e às aves dos céus, e elas to farão saber. Ou fala com a terra, e ela te instruirá; até os peixes do mar o contarão. Qual entre todos estes não sabe que a mão do Senhor fez isto? Jó 12:7-9.

Se bem que a terra estivesse maculada pela maldição, a natureza devia ainda ser o guia do homem. Não poderia agora representar apenas bondade; pois o mal se achava presente em toda parte, manchando a terra, o mar e o ar. …

No tombar da flor e no cair da folha, Adão e sua companheira testemunhavam os primeiros sinais da decadência. Vinha-lhes à mente, de maneira vívida, o fato cruel de que todas as criaturas vivas deveriam morrer. Mesmo o ar, de que dependia a sua vida, continha os microorganismos da morte.

Continuamente se lembravam também de seu domínio perdido. Entre os seres inferiores, Adão se achara como rei, e enquanto permaneceu fiel a Deus, toda a natureza reconheceu o seu governo; mas, transgredindo ele, foi despojado deste domínio. O espírito de rebelião a que ele próprio havia dado entrada, estendeu-se por toda a criação animal. …

Entretanto o homem não ficou abandonado aos resultados do mal que havia escolhido. Na sentença pronunciada sobre Satanás era já sugerida uma redenção. …

Esta sentença proferida aos ouvidos de nossos primeiros pais, era-lhes uma promessa. Antes de ouvirem acerca dos espinhos e cardos, de trabalhos e tristezas que deveriam ser o seu quinhão, ou do pó a que deveriam voltar, ouviram palavras que não poderiam deixar de lhes dar esperança. Tudo que se havia perdido, rendendo-se a Satanás, poderia ser recuperado por meio de Cristo. Educação, págs. 26 e 27.

Após a transgressão de Adão, Deus poderia ter destruído cada botão que desabrochava e flor vicejante, ou poderia ter retirado sua fragrância, tão agradável aos sentidos. Na terra ressequida e arruinada pela maldição, nos cardos, espinhos e joios, podemos ler a lei da condenação; todavia, no delicado colorido e perfume das flores, podemos aprender que Deus ainda nos ama, que Sua misericórdia não foi inteiramente retirada da Terra. Comentário Bíblico Adventista, vol. 1, pág. 1194.

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