Música Numa Caverna

Meditação Matinal de Ellen White – Vidas Que Falam, 1971.

9 de junho – Pág. 166 – Música Numa Caverna

A minha alma está entre leões, e eu estou entre aqueles que estão abrasados. Salmos 57:4.

Oh! quão preciosa é a doce influência do Espírito de Deus vindo ela às almas deprimidas e desesperançadas, encorajando os desfalecidos, fortalecendo os fracos, e comunicando coragem e auxílio aos provados servos do Senhor! Oh! que Deus é nosso Deus, o qual trata mansamente com os que erram, e manifesta Sua paciência e ternura na adversidade e quando somos vencidos por alguma grande tristeza!

Todo o fracasso por parte dos filhos de Deus é devido à sua falta de fé. Quando sombras rodeiam a alma, quando precisamos de luz e guia, devemos olhar para cima; há luz além das trevas. Davi não devia ter perdido a confiança em Deus por um momento sequer. Tinha motivos para confiar nEle: era o ungido do Senhor, e em meio de perigo havia sido protegido pelos anjos de Deus; fora armado de coragem para fazer coisas maravilhosas; e, se tão-somente afastasse seu espírito da situação angustiosa em que se achava colocado, e tivesse a lembrança do poder e majestade de Deus, teria estado em paz mesmo em meio das sombras da morte. …

Entre as montanhas de Judá, procurou Davi refúgio da perseguição de Saul. Escapou para a caverna de Adulão, lugar este que, com uma pequena força, poderia ser mantido contra um grande exército. “E ouviram-no seus irmãos e toda a casa de seu pai, e desceram ali para ele”. A família de Davi não podia considerar-se livre de perigo, sabendo que em qualquer ocasião as desarrazoadas suspeitas de Saul poderiam dirigir-se contra eles por causa de sua relação com Davi. Tinham agora sabido – o que aliás estava sendo geralmente conhecido em Israel – que Deus escolhera a Davi para futuro governante de Seu povo; e acreditavam que com ele estariam mais livres de perigos, embora fosse um fugitivo numa solitária caverna, do que poderiam estar enquanto expostos à fúria doida de um rei invejoso.

Na caverna de Adulão a família estava unida em simpatia e afeto. O filho de Jessé tangia a harpa e cantava melodiosamente: “Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!” (Salmos 133:1). Ele tinha provado o amargor da desconfiança por parte de seus próprios irmãos; e a harmonia que tomara o lugar da discórdia trouxe alegria ao coração do exilado. Foi ali que Davi compôs o Salmo cinqüenta e sete. Patriarcas e Profetas, págs. 657 e 658. Veja o comentário da Lição da Escola Sabatina para hoje clique aqui.

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