Monumento de Pedras

Meditação Matinal de Ellen White – Vidas Que Falam, 1971.

27 de junho – Pág. 184 – Monumento de Pedras

Levaram Absalão, e o lançaram no bosque, numa grande cova, e levantaram sobre ele mui grande montão de pedras. 2Samuel 18:17.

Davi e todo o seu grupo – guerreiros e estadistas, velhos e jovens, mulheres e crianças – nas trevas da noite atravessaram o rio profundo e correntoso. … O conselho de Husai conseguira seu objetivo, obtendo para Davi oportunidade para escapar; mas o príncipe, precipitado e impetuoso, não pôde por muito tempo ser restringido, e logo se pôs em perseguição de seu pai. …

O local da batalha foi um bosque próximo do Jordão, em que o grande número do exército de Absalão apenas lhe era uma desvantagem. Por entre os pontos espessos e os pantanais da floresta, aquelas tropas indisciplinadas se tornaram confusas e não mais podiam ser dirigidas. … Absalão, vendo que era perdida a causa, voltara-se para fugir, quando a cabeça lhe foi apanhada entre os ramos de uma árvore larga; e, saindo seu mulo de debaixo dele, foi deixado desamparadamente suspenso, como presa a seus inimigos. Em tal condição foi encontrado por um soldado, que, de medo de desagradar o rei, poupou Absalão, mas referiu a Joabe o que vira. Joabe não se restringiu por quaisquer escrúpulos. Havia favorecido a Absalão, tendo duas vezes conseguido sua reconciliação com Davi; e a confiança assim manifesta para com ele fora vergonhosamente traída. Se não fossem as vantagens alcançadas por Absalão mediante a intercessão de Joabe, esta rebelião, com todos os seus horrores, jamais poderia ter ocorrido. Agora estava nas mãos de Joabe destruir com um golpe o instigador de todo este mal. “E tomou três dardos e traspassou com eles o coração de Absalão” (2Samuel 18:14). …

Assim pereceram os instigadores da rebelião em Israel. Aitofel morrera pela sua própria mão. O príncipe Absalão, cuja gloriosa beleza fora o orgulho de Israel, foi eliminado no vigor da juventude, sendo seu cadáver arremessado em uma cova, e coberto com um monte de pedras, em sinal de ignomínia eterna. Em vida, construíra Absalão para si um custoso monumento no vale do rei; mas a única lembrança que assinalou a sua sepultura foi o monte de pedras no deserto. Patriarcas e Profetas, págs. 742 a 744. Veja o comentário da Lição da Escola Sabatina para hoje clique aqui.

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