Um dos Grandes Homens de Deus

Meditação Matinal de Ellen White – Vidas Que Falam, 1971.

21 de setembro – Pág. 270 – Um dos Grandes Homens de Deus

Pois ele será grande diante do Senhor, não beberá vinho nem bebida forte e será cheio do Espírito Santo, já do ventre materno. Lucas 1:15.

No registro celeste dos homens nobres, declarou o Salvador que nenhum existe maior que João Batista. A obra que lhe foi confiada não exigia somente energia física e resistência, mas as mais elevadas qualidades do espírito e da alma. Tão importante era exercitar o pequeno em hábitos sãos de vida para prepará-lo para essa obra que o mais elevado dos anjos foi enviado com uma mensagem de instrução aos seus pais. A Ciência do Bom Viver, pág. 379.

Como pais, deveriam cooperar fielmente com Deus em formar em João tal caráter que o habilitasse a desempenhar a parte que Deus designara. … João era o filho de sua velhice, o filho de um milagre, e os pais podiam ter raciocinado que ele tinha uma obra especial a fazer pelo Senhor, e que Este cuidaria dele. Mas Zacarias e Isabel não raciocinaram assim; mudaram-se para um lugar solitário, no campo, onde o filho não estivesse exposto às tentações da vida na cidade, ou não fosse induzido a separar-se dos conselhos e instrução que eles, como pais, lhe dariam. Orientação da Criança, pág. 23.

No deserto podia João mais de pronto negar-se a si mesmo e pôr sob domínio o apetite, e vestir-se de acordo com a simplicidade natural. E não existia no deserto coisa alguma que lhe distraísse o espírito da meditação e oração. Satanás teve acesso a João, mesmo depois de haver ele fechado todas as vias pelas quais pudesse o inimigo entrar. Mas seus hábitos de vida eram tão puros e naturais que discernia o inimigo, e tinha força de espírito e decisão de caráter para lhe resistir.

Perante João estava aberto o livro da natureza, com seu inexaurível poder da mais variada instrução. Buscou o favor de Deus, e o Espírito Santo sobre ele repousou, acendendo-lhe no coração um inflamado zelo por fazer a grandiosa obra de chamar o povo ao arrependimento, e a uma vida mais nobre, mais santa. Pelas privações e dificuldades de sua vida segregada, preparava-se João para dominar todas as suas faculdades físicas e mentais de tal forma que pudesse permanecer entre o povo tão inamovível pelas circunstâncias que o envolvia como as rochas e montanhas do deserto que o haviam rodeado por trinta anos. Spiritual Gifts, vol. 2, pág. 47. Veja o comentário da Lição da Escola Sabatina para hoje – clique aqui.

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