Monumentos Indignos

Meditação Matinal de Ellen White – Vidas Que Falam, 1971.

13 de julho – Pág. 200 – Monumentos Indignos

Ainda há um mal que vi debaixo do Sol, como o erro que procede do governador: o tolo, assentam-no em grandes alturas. Eclesiastes 10:5 e 6.

Nos dias do rei Josias, viam-se imagens estranhas defronte do templo de Deus. Coroando a eminência do Monte das Oliveiras, despontando acima dos bosques de murtas e oliveiras, havia gigantescos e indecorosos ídolos. Josias deu ordens para que fossem destruídos esses ídolos. Foi o que se fez, e seus fragmentos rolaram pelo canal do Cedrom. Daqueles ídolos sobrou um monte de ruínas.

Muito devoto adorador, porém, formulou a pergunta: Como apareceu essa arquitetura no lado fronteiriço ao campo de Josafá, confrontando assim impiamente o templo de Deus? Tem de ser dada a resposta verdadeira: O construtor foi Salomão, o maior rei que já empunhou um cetro. Esses ídolos testificavam que aquele que fora honrado e aplaudido como o mais sábio dentre os reis, se tornara uma humilhante ruína. …

Seu caráter, nobre outrora, ousado e verdadeiro na defesa de Deus e da justiça, corrompera-se. A dissoluta satisfação de condescendências egoístas, tornou-o instrumento das estratégias de Satanás. A consciência tornou-se-lhe cauterizada. Sua conduta, como juiz, mudou da equidade e justiça para a tirania e opressão. … Salomão procurou unir a luz com as trevas, Cristo com Belial, a pureza com a impureza. Mas em vez de converterem-se à verdade os gentios, sentimentos pagãos incorporaram-se com a religião. Tornou-se ele apóstata. Manuscrito 47, 1898.

Os sinais da apostasia de Salomão subsistiram séculos depois dele. Nos dias de Cristo, os adoradores no templo podiam contemplar, justamente do outro lado, o Monte das Ofensas, que lhes lembrava que o construtor de seu rico e glorioso templo, o mais famoso de todos os reis, separara-se de Deus e construíra altares a ídolos gentios; que o mais poderoso soberano da Terra fracassara no domínio de seu próprio espírito. Salomão desceu ao túmulo como homem arrependido; mas seu arrependimento e lágrimas não conseguiram apagar do Monte das Ofensas os estigmas de seu infeliz afastamento de Deus. Ruínas de muros e colunas derrubadas, por mil anos foram silenciosas testemunhas da apostasia do maior dos reis que já se assentaram em tronos terrestres. Comentário Bíblico Adventista, vol. 2, pág. 1144. Veja o comentário da Lição da Escola Sabatina para hoje  clique aqui.

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4 respostas para Monumentos Indignos

  1. William dos Santos Domingos disse:

    Parabéns!

    Belíssima meditação! Aliás, esse blog é uma benção de Deus.
    Mais uma vez parabéns aos amigos do blog.

    Deus os abençõe!

    William Domingos.
    Porto Velho – RO.

  2. Lucilinda Silva disse:

    É maravilhoso aprender mais de Deus, nos ajuda a ser cristãos melhores e nos incentiva a levar avante o que Cristo nos ordenou: Ide e pregai o Evangelho. Muito obrigada, Deus os abençoe.

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