Revelado o Caráter de Deus

Meditação Matinal de Ellen White – Para Conhecê-Lo, 1965.

12 de janeiro – Pág. 18 – Revelado o Caráter de Deus

Mas Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Romanos 5:8

A queda do homem, com todas as suas consequências, não era oculta ao Onipotente. A redenção não foi um plano posterior, formulado depois da queda de Adão, mas um desígnio eterno, cuja elaboração foi suportada para benefício, não só deste átomo de mundo, mas para o bem de todos os mundos que Deus havia criado.

Quando o homem pecou, todo o Céu encheu-se de dor. […] Em desarmonia com a natureza de Deus, insubmisso às reivindicações de Sua lei, nada senão a destruição estava diante da humanidade. Uma vez que a lei divina é tão imutável como o caráter de Deus, não podia haver esperança para o homem a não ser que fosse imaginado um plano pelo qual sua transgressão fosse perdoada, renovada sua natureza, seu espírito restaurado para refletir a imagem de Deus. O amor divino concebera um tal plano. […]

Na obra da criação, Cristo estava com Deus. Era um com Deus, igual a Ele. […] Só Ele, o Criador do homem, podia ser seu Salvador. Nenhum anjo celeste podia revelar o Pai ao pecador, reconquistando-o à aliança com Deus. Cristo, porém, podia manifestar o amor do Pai; pois Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo. Cristo podia ser o “árbitro” entre um Deus santo e a humanidade perdida, Alguém que podia pôr “a mão sobre nós ambos” (Jó 9:33). Ninguém senão Cristo podia redimir o homem da maldição da lei. Ele propôs tomar sobre Si a culpa e a vergonha do pecado – o pecado, tão ofensivo à vista de Deus que tornava necessário separação do Pai. Cristo propôs descer às profundezas da degradação e miséria humanas, e restaurar o pecador arrependido e crente à harmonia com Deus. Cristo, o Cordeiro morto desde a fundação do mundo, ofereceu-Se como sacrifício e substituto dos caídos filhos de Adão. […]

Mediante a criação e a redenção, pela natureza e por Cristo, são reveladas as glórias do caráter divino. Pela maravilhosa manifestação de Seu amor em dar “Seu Filho unigênito” (João 3:16) é revelado o caráter de Deus aos seres do Universo. Por meio de Cristo nosso Pai celeste é tornado conhecido como o Deus de amor. Special Testimonies, 13 de fevereiro de 1893.

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