A Alegria Proposta

Meditação Matinal de Ellen White – Para Conhecê-Lo, 1965.

9 de abril – Pág. 105 – A Alegria Proposta

O qual, em troca da alegria que Lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Hebreus 12:2.

A obra de Cristo na Terra era buscar e salvar o que se havia perdido. Ele via sempre diante de Si o resultado de Sua missão, se bem que importasse receber primeiro o batismo de sangue, embora o peso dos pecados do mundo devesse reunir-se sobre Sua vida inocente, não obstante a sombra de indizível infortúnio estar sempre por sobre Ele; todavia, pela alegria que Lhe estava proposta, suportou a cruz e desprezou a afronta. Tudo isso sofreu para que o homem pecador se salvasse, para que fosse elevado e enobrecido, e tivesse um lugar com Ele em Seu trono.

Cristo é o originador da verdade divina. Ele conhecia a altura e a profundidade, a extensão e a largura e plenitude da compaixão do amor divino, como mortal algum pode conhecer. Ele sabe a bem-aventurança que os pecadores estão recusando quando rejeitam a luz divina, os horrores que sobrevirão à pessoa que recusa a verdade celeste. … Unicamente Cristo sabe o que significa o inexcedível peso de glória que os que se rebelam contra Deus recusam receber. …

Os homens estão contaminados de pecado, e não podem ter a devida concepção do odioso caráter do mal que acariciam. Por causa do pecado, foi ferida a Majestade do Céu, ferida de Deus e oprimida. Voluntariamente nosso divino substituto desnudou Sua alma à espada da justiça, para que não perecêssemos, mas tivéssemos a vida eterna. Disse Cristo: “Dou a Minha vida para tornar a tomá-la. Ninguém Ma tira de Mim, mas Eu de Mim mesmo a dou” (João 10:17 e 18). Homem algum na Terra nem anjo no Céu poderia haver pago a pena do pecado. Jesus era o único que podia salvar o homem rebelde. Review and Herald, 20 de dezembro de 1892.

A alegria que estava proposta a Cristo foi a de ver pessoas redimidas pelo sacrifício de Sua glória, Sua honra, Suas riquezas, e a própria vida. A salvação do homem, eis Sua alegria. Quando todos os remidos se reunirem no reino de Deus, Ele verá o trabalho de Sua alma e ficará satisfeito. Testemunhos Para a Igreja, vol. 2, pág. 686.

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