Crescimento e Frutificação

Meditação Matinal de Ellen White – Para Conhecê-Lo, 1965.

7 de junho – Pág. 164 – Crescimento e Frutificação

Que o vosso amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda percepção, para aprovardes as coisas excelentes e serdes sinceros e inculpáveis para o dia de Cristo. Filipenses 1:9 e 10.

É o desejo do Senhor que Seus seguidores cresçam em graça, que seu amor seja mais e mais abundante, que eles sejam cheios dos frutos de justiça. . … Onde há vida, haverá crescimento e produção de frutos; mas a menos que cresçamos na graça, nossa espiritualidade será raquítica, doentia, infrutífera. É unicamente crescendo, produzindo frutos, que podemos cumprir o desígnio de Deus quanto a nós. “Nisto é glorificado Meu Pai: que deis muito fruto” (João 15:8). Para dar muito fruto precisamos fazer o máximo de nossos privilégios. Precisamos aproveitar toda oportunidade a nós concedida para obter forças.

Um caráter puro, nobre, com todas as suas grandes possibilidades, foi providenciado para todo ser humano. Há muitos, porém, que não sentem sincero anseio de tal caráter. Não estão dispostos a apartar-se do mal para que tenham o bem. Grandes oportunidades lhes são postas ao alcance. Negligenciam no entanto segurar as bênçãos que os colocaria em harmonia com Deus. Trabalham em contrário Àquele que busca o seu bem. São ramos secos, não possuindo união vital com a Videira. Não podem crescer.

Um dos planos divinos para o desenvolvimento é a comunicação. O cristão deve adquirir forças, fortalecendo a outros. “O que regar também será regado” (Provérbios 11:25). Isso não é somente uma promessa; é uma lei divina, uma lei pela qual Deus designa que as correntes de benevolência, com as águas do grande abismo, sejam postas em constante circulação, refluindo à sua fonte. …

Cristãos, é Cristo revelado em nós? Estamos nós fazendo tudo ao nosso alcance para obter um corpo que não se enfraqueça facilmente, um espírito que olhe para além do próprio eu, à causa e efeito de cada momento, que seja capaz de lutar com problemas difíceis e vencê-los; uma vontade firme para resistir ao mal e defender o direito? Estamos nós crucificando o próprio eu? Estamos crescendo à completa estatura de homens e mulheres em Cristo? Signs of the Times, 12 de junho de 1901.

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