Ligado na Videira – Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 3: Cristo e a Tradição Religiosa (12 a 19 de abril) – Cristo e Sua Lei – 2º trimestre – abril – maio – junho – 2014

Ligado na Videira – Comentário da Lição da Escola Sabatina

A introdução da própria Lição me surpreendeu. Trouxe à tona um assunto que raramente se fala, com uma abordagem que bate com as minhas ideias. Eu sempre quis me expressar como a introdução o fez.

Não há problema com a Bíblia, mas há problema com a maneira como eu leio a Bíblia. A dificuldade que tenho com a Bíblia na verdade está em mim, e não nela. E os meus problemas e dificuldades com certeza serão transportados para o momento em que faço uso das palavras, escrevendo este Comentário, ou passando a Lição em classe, ou pregando no púlpito, ou dando um estudo bíblico, ou aconselhando alguém.

Ah, irmãos! Quanto perigo nisso! Quanto perigo quando “eu acho” que “está escrito”! Quem dera eu me lembrasse que pode haver uma distância entre “o que está escrito” e “o que eu interpreto como que estando escrito”!

Jesus foi um judeu fiel. Transitou pelas leis civis e religiosas de Seu tempo. Nesta semana O veremos diante das “tradições” da igreja. Como os homens diziam o que supostamente Deus tivesse dito. E Jesus coloca o “está escrito” na perspectiva divina.

Geralmente consideramos que “os outros” é que estão errados. Bem, é até possível que isso seja verdade, pelo menos em alguns casos. Mas será interessante se permitirmos nos colocar como os errantes nesta questão, e pedir auxílio dos santos Céus, para que Cristo nos faça ouvi-Lo e enxergá-Lo como Ele realmente é.

Se os discípulos pediram a Jesus que os ensinasse a orar, façamos o mesmo, e com um acréscimo: “Senhor, ensina-nos a orar, e ensina-nos a ler Sua Palavra”. (Veja a Meditação Matinal para hoje)

DomingoA Cadeira de Moisés (13 de abril). No tempo de Jesus, o judaísmo estava seguimentado em seitas. As mais conhecidas são: fariseus, saduceus, essênios, herodianos e zelotes. Cada uma delas via e interpretava a Bíblia de um jeito, e exigia que o povo seguisse estritamente como esse “jeito”. Havia, ainda, uma “função”, ou seja, um cargo na igreja, e era chamado de “escriba” – escritores, gramáticos, secretários, copistas, bibliotecários, guardiões dos Sagrados Escritos. A maioria dos escribas era fariseu.

Como sabemos, os judeus foram para o cativeiro babilônico, que passou a ser medo-persa, e retornaram para a Judeia, mas foram dominados pelos gregos e romanos. Só por aí já podemos concluir que foram forçados a “pensar diferente”. Bem, em algum momento desse passado, surgiram os “fariseus”, judeus que se opunham ao liberalismo religioso. Eles eram conservadores. A palavra fariseu vem de separados. Eles eram separados, santos, piedosos, obedientes à Palavra. Sabemos que não há nada de mal nisso, porém, o problema surgiu quando o tempo foi passando, e interpretações foram acrescentadas, e novas (ou melhores) regras foram colocadas, surgindo, assim, o que passou a ser chamada de “tradição”. E, no tempo de Jesus, a tradição era mais importante que a Bíblia. Perdeu-se o espírito da lei. O amor foi esquecido. A tradição era seca, ríspida, destituída de salvação.

Escavações atuais revelaram que nas sinagogas existia uma cadeira de pedra, numa posição superior, voltada para o público. Chamavam de “a cadeira de Moisés”, ou seja, onde um mestre de Israel se assentava, e dali fazia a leitura, o sermão, a aplicação do que interpretavam ser a Palavra de Deus. Eram os escribas fariseus que cumpriam essa função.

Mateus 23:1-7. Aproximava-se o dia da morte de Jesus. Última semana. Última vez que o Mestre ensinou no templo. “Então, falou Jesus à multidão e aos Seus discípulos, dizendo: ‘Na cadeira de Moisés, estão assentados os escribas e fariseus. Observai, pois, e praticai tudo o que vos disserem; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não praticam. Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem sobre os ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los. E fazem todas as obras a fim de serem vistos pelos homens, pois trazem largos filactérios, e alargam as franjas das suas vestes, e amam os primeiros lugares nas ceias, e as primeiras cadeiras nas sinagogas, e as saudações nas praças, e o serem chamados pelos homens’”.

Jesus iria e foi para a cruz, mas precisava deixar claro que as pessoas deviam “quebrar” o vínculo com aquele tipo de mestre. Eles eram cegos guiando cegos. A multidão precisava compreender que o vínculo devia ser com a Palavra de Deus, não com a tradição, mesma que proferida do púlpito, aliás, da cadeira de Moisés.

Em outras passagens, Jesus demonstrou ser contrário ao ensinamento dos escribas e fariseus. Dessa vez, no entanto, o Mestre disse “praticai tudo o que vos disserem”. Mas você deve ter notado que a palavra imediatamente anterior é “observai”. Observai! Olhem! Prestem atenção! Vejam que eles “falam”, mas “não praticam”. Exigem, mas não cumprem.

Irmãos, Jesus estava chamando, também, a atenção para a pretensa santidade, a ostentação ao sistema religioso, ao rigor hierárquico. E aqui, como vocês bem sabem que gosto de fazer (uma aplicação ao nosso dia-a-dia), faremos bem em examinar nossa vida, em busca de traços dos mesmos males que fizeram os “fariseus” serem chamados de “hipócritas” – palavras ditas por Jesus, Aquele que conhece os motivos.

Vale à pena ler todo o capítulo 23 de Mateus. Você sentirá o desejo de pedir que Deus o tire da cadeira de Moisés. (Veja a Meditação Matinal para hoje)

SegundaMandamentos Humanos (14 de abril). A Lição de hoje é difícil. Vejamos. É natural que, para nosso melhor convívio, tenhamos diretrizes a seguir. Disso, criamos uma série de regulamentos que ajudam a governar o comportamento da comunidade que participamos.

Por que a Lição de hoje é difícil? Ora, porque a criação de tais regras, mesmo que ditas como saídas das Sagradas Escrituras, é, na verdade, “construída” com base no que pessoas pensam, interpretam, consideram, gostam, etc. E, convenhamos, pode ser que haja uma distância (percebida ou não) entre o “assim diz o Senhor” e o que nós “interpretamos que o Senhor teria dito”. E eu estou envolvido nisso. E você está envolvido nisso.

Bem, eu entendo que não devemos nos desgastar falando de outras pessoas da igreja, dizendo que eles interpretam ou criam erradamente. Penso que a Lição está falando do meu comportamento. A Lição é para mim. Por isso, difícil.

No tempo de Jesus, caso a pessoa dedicasse seus bens para o templo, essa pessoa ficava desobrigada de ajudar seus pais, mesmo que padecendo sérias dificuldades. Ora, os escribas e fariseus questionaram o Mestre pelo fato de Seus discípulos comerem sem lavar as mãos. Isso era considerado um pecado contra a tradição dos anciãos. Irmãos, deixar os pais à míngua é pecado contra lei de Deus!!!

Tanto faz. Escribas e fariseus ou eu e você – se interpretamos a Bíblia, ou o Espírito de Profecia, ou o Manual da Igreja, valorizando o nosso pensar em detrimento ao espírito de amor e misericórdia da lei de Deus, seremos chamados de hipócritas e cegos. Ou, se nos sujeitamos às ordens que fogem do “assim diz o Senhor” (note bem: “o Senhor”!), com esses guias iremos para o buraco, para a cova.

Gostaria que fôssemos sinceros, não pensando exclusivamente nos católicos e na mudança do dia de descanso. “Mandamentos humanos” incluem muitas outras coisas. Muitas outras. E pode ser que um tanto delas esteja no modo como “exigimos” a religião dos nossos irmãos.

Que jamais nos seja dito: “Em vão Me adoram”. (Veja a Meditação Matinal para hoje)

TerçaTradições dos Anciãos (15 de abril). Diz a Lição: “Como vimos, alguns dos rabinos prestavam tanta atenção às regras e tradições criadas para auxiliar na observância da lei de Moisés que não conseguiam distinguir as diferenças entre elas. Depois de algum tempo, as palavras dos rabinos ganharam status canônico. As pessoas pensavam que elas eram tão obrigatórias quanto as Escrituras”.

Diz a Inspiração: “Quando em colisão com os mandamentos dados no Sinai, dava-se preferência aos preceitos rabínicos.

Entre as observâncias mais tenazmente acentuadas, achava-se a da purificação cerimonial. A negligência das formalidades observadas antes de comer, era considerada odioso pecado, que devia ser punido tanto neste mundo como no futuro; e julgava-se também uma virtude destruir o transgressor.

As regras concernentes à purificação eram inúmeras. Os anos da existência mal dariam para uma pessoa as aprender todas. A vida dos que procuravam observar as exigências dos rabinos era uma longa luta contra a contaminação cerimonial, uma interminável série de abluções e purificações. Enquanto o povo se ocupava de insignificantes distinções e observâncias não exigidas por Deus, sua atenção se afastava dos grandes princípios de Sua lei. […]

Sempre que a mensagem de verdade se apresenta às almas com especial poder, Satanás suscita seus instrumentos para disputarem sobre qualquer ponto de somenos importância. Procura assim desviar a atenção do verdadeiro assunto. Quando quer que se comece uma boa obra, há pessoas prontas a suscitar discussões sobre formas e detalhes de técnica, para desviar as mentes das realidades vivas. Quando parece que Deus está prestes a operar de maneira especial em benefício de Seu povo, não se empenhe este em disputas que só trarão ruína de almas. Os pontos que mais nos interessam são: ‘Creio eu com salvadora fé no Filho de Deus? Está minha vida em harmonia com a lei divina?’ “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida”. “E nisto sabemos que O conhecemos: ‘se guardamos os Seus mandamentos’” (O Desejado de Todas as Nações, capítulo “Tradição”).

Vou dar um exemplo. É apenas um exemplo. Não estou dedurando ninguém, e nem quero suscitar discussão. É apenas um exemplo. Culto de quarta-feira, 19h30. Uma mulher entra na igreja trajando calça comprida. Talvez membro da igreja; talvez uma visitante. Quem sabe tenha saído do trabalho e preferido não ir para casa, economizando tempo e o dinheiro da passagem de ônibus. Ou, soube que não teria aula, e entendeu ser melhor ir ao culto de oração. Então, alguém resgata a tradição dos anciãos: “Credo! Olha só aquela mulher! Ela está de calça comprida!”. E arremata: “Irmão, o senhor não vai chamar a atenção dela?”

Entendem os leitores com o que Jesus tinha que lidar em Seu tempo? Compreendem o peso que caprichosamente impomos sobre os outros? (Veja a Meditação Matinal para hoje)

QuartaPreceitos dos Homens (16 de abril). Os títulos para segunda, terça e hoje significam a mesmíssima coisa. “Mandamentos humanos”, “tradições dos anciãos” e “preceitos de homens”. Tudo, a mesma coisa. Curioso é que a de segunda, “a cadeira de Moisés”, também poderia ter sido “além dos mandamentos”.

Assim está no Espírito de Profecia: “Não cessou ainda a substituição dos preceitos de Deus pelos dos homens. Mesmo entre os crentes acham-se instituições e costumes que não têm melhor fundamento que as tradições dos Pais. Essas instituições, baseadas em autoridade meramente humana, têm suplantado as de indicação divina. Os homens se apegam a suas tradições, e reverenciam seus costumes, nutrindo ódio contra os que lhes procuram mostrar que estão em erro. […] Em lugar da autoridade dos chamados Pais da Igreja, Deus nos pede aceitar a palavra do Pai eterno, o Senhor do Céu e da Terra” (O Desejado de Todas as Nações, capítulo “Tradição”).

Usar o púlpito, irmãos, é algo muito doloroso. O peso é grande. A responsabilidade, se bem que motivo de alegria, é de um peso enorme. Deus me livre de falar algo que sugira ao ouvinte que ele deva carregar uma cruz maior da que lhe cabe. Deus me desvie de errar nesses comentários que faço sobre a Lição. Que eu jamais induza um professor a sobrecarregar seus alunos de classe.

O inverso também. Que Deus me livre de menosprezar o modo como um irmão ou uma igreja conduz seus usos e costumes!

Esse assunto deve ser colocado diante do Espírito Santo. Que nosso Senhor ilumine nossas decisões. Que o executar as regras já existentes ou o criar novas maneiras de pensar e agir seja em conformidade com a verdadeira vontade de Deus.

Bem, um ponto de partida nós temos em comum: todos cremos que Deus é amor, rico em misericórdia, e cheio de graça. Então, que “nossas” obras correspondam às dEle. (Veja a Meditação Matinal para hoje)

QuintaJustiça Excessiva (17 de abril). Pela Lição, o ensino da semana foi extraído tendo por base a história dos discípulos não terem lavado as mãos para comerem alimentos. A Lição transitou com essa questão. Realmente os fariseus eram fariseus. Que excessismo! Que perfeccionismo!

O inimigo realmente é sagaz. Ou nos faz nos afastarmos da Palavra, ou nos faz escravos dos pontos e vírgulas, desvirtuando o espírito da lei.

Semana que vem, estudaremos “Cristo e Sua Lei” através do Sermão do Monte – as bem-aventuranças. Aí nós vamos entender, pelo exemplo do Mestre, como devemos interpretar o “assim diz o Senhor”. Veremos que a justiça pode ser praticada de forma redentiva, em vez de punitiva. “Misericórdia quero”.

Quando o povo de Deus viver na unidade do Espírito, todo farisaísmo e toda expressão de justiça própria, que eram o pecado da nação judaica, serão banidos do coração. O modelo de Cristo estará sobre cada membro individual do Seu corpo, e Seu povo será novo recipiente no qual Ele derramará Seu vinho novo, e esse vinho não quebrará o recipiente. Deus tornará conhecido o mistério que esteve escondido por séculos” (Review and Herald, 20/03/1894). (Veja a Meditação Matinal para hoje)

SextaConclusão (18 de abril). O capítulo “Tradição”, em O Desejado de Todas as Nações, termina assim: “Que todos os que aceitam a autoridade humana, os costumes da igreja ou as tradições dos Pais, atendam à advertência comunicada nas palavras de Cristo: ‘Em vão Me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens’”.

Nosso desejo é que possamos adorar nosso Salvador, ensinando doutrinas que são preceitos do Espírito Santo. (Veja a Meditação Matinal para hoje)

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10 respostas para Ligado na Videira – Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 3: Cristo e a Tradição Religiosa (12 a 19 de abril) – Cristo e Sua Lei – 2º trimestre – abril – maio – junho – 2014

  1. Aldenor de Souza Barboza disse:

    Querido irmão, em primeiro lugar, bom dia! Em muitos casos, até hoje, trocamos os princípios pela tradição. Gostaria de um parecer do irmão acerca de um assunto controverso em minha igreja. Há diferença entre canto congregacional e doxologia? Pois existe um costume em nossa congregação, nos sábados pela manha: só podemos cantar hinos de um a vinte. O canto congregacional não seria um bom momento para ensaiarmos hinos novos? E aplicarmos os hinos específicos na doxologia? Peço sua ajuda, pois sou leigo no assunto música.

    • Aldenor,
      Mais uma vez, nossos agradecimentos por deixar registrado um comentário, que, no caso de hoje, é uma pergunta.
      Você usa a expressão “assunto controverso”. Bem, a seu pedido, vou expressar o “meu” modo de pensar.
      A música tem sido tratada mais com base no que alguém gosta ou deixa de gostar (este ano), do que verdadeiramente como deve ser, dentro da cultura adventista, no contexto de adoração. Prova é que, no ano seguinte, em se elegendo outra pessoa para a função, este gosta ou deixa de gostar de outras coisas, e, aí, muda-se tudo novamente. Acrescento, ainda, o fato de alguns pastores trazerem novidades de igrejas por onde passaram, desrespeitando os usos e costumes locais.
      Mas, Aldenor, repito e reforço: este é o meu modo de ver a questão.
      O conselho é: não leve para o lado pessoal; não se afaste dos cultos; e não pense que Deus deixou de controlar Sua igreja.
      Irmão, Deus abençoe você e sua igreja local.

  2. António Afonso Muchapa disse:

    Sinta-se cumprimentado! Li a lição da semana. Complementei com os comentários. O que me resta senão dar glórias a Deus pela maneira tão clara como a Bíblia aborda o assunto?! Ficaram muito bem esclarecidos equívocos que pessoalmente tinha em relação a tradição e a lei no passado. Tenho dito que nós, os leitores do Livro Sagrado, por vezes temos o hábito de forçar o texto bíblico a dizer o que ele nunca disse, e isso pode contribuir para a autodestruição espiritual. Feliz sábado!

  3. Claudemir Santana disse:

    Muito boa esta lição.

  4. André Cezar disse:

    Deus seja louvado por esse ministério, muito proveitoso este complemento. Um grande abraço, irei acompanha-los a partir de hoje!

  5. Denize Vicente disse:

    Bom dia! Acabei de conhecer o Ligado na Videira, estudando esta semana o tema ligado às tradições. Gostei bastante do que li, nos comentários da lição!
    Conheci o blog mas não conheci quem o escreve… e gostaria muito de saber quem assina os textos. Procurei a identificação e não encontrei.
    Publicado em ….., mas por quem?
    Pergunto isto porque gosto de “conhecer” quem escreve. E geralmente, nos blogs (eu até poderia dizer “tradicionalmente” rs), temos esse perfil disponível. Seria possível publicar essas informações? Dá mais pessoalidade (na minha opinião…)
    Grata.
    Feliz sábado!
    Feliz Páscoa!

    • Olá, Denize!
      Legal ter você navegando e comentando em nosso blog. Sinta-se bem conosco.
      Passei meu posicionamento para você via e-mail.
      De forma geral, prefiro que o feedback dos leitores continue vindo simplesmente porque entendem que o comentário é verdadeiro, e facilitador. Temo que me coloquem numa posição que não me pertence.
      Quanto ao mais, lembre-se de dizer aos seus amigos que eles podem, aqui, ter acesso as vinte Meditações Matinais de Ellen White disponíveis em português. Este material é esplendoroso!
      Boa Páscoa! Feliz sábado!

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