Comentário da Lição da Escola Sabatina – Ligado na Videira – Lição 2: Cristo e a Lei de Moisés (5 a 12 de abril) – Cristo e Sua Lei – 2º trimestre – abril – maio – junho – 2014

Ligado na Videira – Comentário da Lição da Escola Sabatina

Suponhamos que você “critique” o fato de sistematicamente os programas em sua igreja começarem fora do horário, atrasados. Ora, o fato de mostrar o erro e cobrar o certo, porventura faz de você alguém que é contra os programas, ou contra a igreja, ou contra as pessoas desorganizadas?

Agora, pense em Jesus e a igreja de Seu tempo. O fato dEle mostrar os erros dos sacerdotes, escribas e fariseus, porventura O fazia ser contrário a religião, ou contra a lei de Moisés? Ora, da mesma forma, é claro que não!

A proposta da Lição desta semana é fazer que enxerguemos Cristo como um judeu fiel, exemplar cumpridor das ordenanças religiosas. Ele não deve ser visto como que desprezando a autoridade dos sacerdotes, ou menosprezando a importância da lei. Não.

O trimestre é sobre Cristo e Sua Lei. Nesta segunda semana, vejamos como Cristo transitou, em Seu tempo, com o conjunto de regras que eram chamadas de “a lei de Moisés”. Vejamos, aos Seus olhos, qual era o verdadeiro espírito da lei, e a importância da verdadeira religião. (Veja a Meditação Matinal para hoje)

DomingoCircuncisão e Dedicação (6 de abril). Conforme a lei, os pais de Jesus O levaram para a circuncisão no oitavo dia de vida, e O dedicaram no quadragésimo.

A Bíblia registra que José era um “homem justo”, e que Maria “achou graça diante de Deus”. Se fôssemos resumir a lição de hoje, diríamos que os pais de Jesus, assim como Ele, eram judeus fiéis. Fizeram tudo que lhes era exigido. Eram piedosos, e cumpriram meticulosamente as obrigações da lei mosaica. Fizeram com que Jesus, desde os primeiros dias de vida, levasse as “marcas” da Aliança.

Eu tenho 51 anos de idade. Guardo até hoje o certificado de meu batismo, aos 9. Mas sei que o batismo não se resume a um certificado de papel. Da mesma forma, tenho revisado isso com meus filhos, que já são adultos.

Bem, a Lição é propícia para uma cavocada a mais. Então, vejamos o que está escrito no livro O Desejado de Todas as Nações, no capítulo 5 – A Dedicação: “Cerca de quarenta dias depois do nascimento de Cristo, José e Maria levaram-nO a Jerusalém, para O apresentar ao Senhor, e oferecer sacrifício. Isso estava de acordo com a lei judaica e, como substituto do homem, Cristo Se devia conformar com a lei em todos os particulares. Já havia sido submetido ao rito da circuncisão [no 8º dia], como penhor de Sua submissão à lei.

Como oferta da parte da mãe [que, por causa do parto, se tornara “impura”], a lei exigia um cordeiro de um ano para holocausto, e um pombinho novo ou uma rola como oferta pelo pecado. Mas a lei prescrevia que, se os pais fossem demasiado pobres para levar um cordeiro, seria aceito um par de rolas ou dois pombinhos, um para holocausto, e outro como oferta pelo pecado.

As ofertas apresentadas ao Senhor deviam ser sem mancha. Representavam a Cristo, de onde se conclui evidentemente que Jesus era isento de deformidade física. Era o “cordeiro imaculado e sem contaminação”. Sua estrutura física não era maculada por qualquer defeito; o corpo era robusto e sadio. E, durante toda a vida, viveu em conformidade com as leis da natureza. Física assim como espiritualmente, Jesus foi um exemplo do que Deus designava que fosse toda a humanidade, mediante a obediência a Suas leis”.

Durante séculos, os primogênitos eram apresentados com uma oferta sem mancha. Antes da fundação do mundo, Deus prometeu que daria Seu imaculado Filho para a nossa salvação. Maria e José serviram ao propósito profético de Deus. Que bênção! (Veja a Meditação Matinal para hoje)

SegundaFestas Judaicas (7 de abril). Pela lei de Moisés, os judeus deveriam celebrar algumas realizações do Senhor em favor do povo, e isso deveria ocorrer através de “festas”. Simplesmente, tanto eu quanto um professor de classe, poderíamos dizer que Cristo “até isso obedeceu”, comparecendo as festas, e encerrar as considerações para hoje – mas isso não basta. Além da “festa” ser uma ordenança, nela havia um ensinamento. Aproveitemos a oportunidade!

Para iniciar, vejamos a festa dos tabernáculos (tendas; barracas; cabanas). Na saída do Egito (o êxodo), os hebreus tiveram que habitar em barracas. Com certeza isso aconteceu durante seus 40 anos de peregrinação no deserto, e, provavelmente, por mais algum tempo enquanto se estabeleciam em Canaã. Também com certeza, além do maná, sabemos que dependiam da água providenciada por Deus.

“Melhorando a vida”, no entanto, jamais deveriam se esquecer da experiência que seus antepassados tiveram com as providências do Senhor. Os filhos e netos deveriam ser ensinados a respeito do modo como Deus conduzira o povo durante sua jornada no deserto. Então, por sucessivas gerações, dirigiam-se à Jerusalém, ao templo, e ali celebravam o ocorrido.

Certa vez, lá estavam judeus de perto e de longe. Em ambos os lados das colunas de mármore do templo, agrupavam-se e cantavam em alta voz, acompanhados por vários instrumentos musicais. Além do canto congregacional, acenavam com ramos de palma e murta. A cena era espetacular. Como não cabiam todos no pátio do templo, muitos ficavam no lado de fora, e até mesmo entre as apertadas ruas da cidade. Mas, todos com um só propósito. Os sacerdotes tocavam suas trombetas de prata, e as sentinelas respondiam, ecoando igualmente sons de trombetas.

Então, no último e mais importante dia da festa, os sacerdotes realizaram a cerimônia de tirar água do tanque de Siloé. Nesse instante, um silêncio profundo, comovedor. E Jesus Se levantou, e disse em alta voz: “Se alguém tem sede, venha a Mim, e beba. Quem crer em Mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva”.

“As palavras que saíram daqueles divinos lábios causaram profunda impressão sobre as pessoas, e muitas delas compreenderam suas reais necessidades espirituais. As cenas da festa realizada se tornaram claras na mente delas, e deram àquelas palavras um significado peculiar. O Espírito Santo apresentou diante delas o símbolo, até que puderam ver nEle o inestimável dom da salvação. O convite foi apropriado para a ocasião e impressionou com o sagrado poder cada coração, enquanto a voz de Cristo soava acima da multidão no pátio do templo e além dele, em distinta elocução. Suas palavras exerceram poder atrativo sobre aquelas pessoas que estavam cansadas, sedentas e famintas por nutrição espiritual, esperançosas de paz e descanso. Um solene silêncio caiu sobre o povo, levando-o à convicção de que Ele era o Filho de Deus. Tão esmagadora foi essa convicção, que o preconceito foi diminuído e a fé começou a germinar em muitos corações” (Sabbath School Worker, 01/09/1895).

Queridos irmãos, fico maravilhado ao ver que a lei de Moisés, ou seja, a Escritura, dava total instrução a respeito dAquele que ali estava, justamente para que se desse razão para essa e outras festas comemorativas. A cerimônia não tinha o fim em si mesma, mas apontava para o glorioso Plano da Redenção, cujo Redentor Se fazia presente entre as pessoas. Que coisa magnífica!

Bem, é verdade que a Lição mostra Jesus cumprindo a ordenança de comparecer às festas judaicas. É verdade que nós somos chamados a comparecer aos cultos em nossas igrejas. É verdade que somos orientados a ler e estudar a Lição da Escola Sabatina, e a Meditação Matinal, e a Bíblia. Mas não fiquemos satisfeitos com isso. Encontremos o Senhor. Identifiquemos Sua presença. Bebamos de Sua água. (Veja a Meditação Matinal para hoje)

TerçaJesus no Templo (8 de abril). A Bíblia não nos diz muito sobre a infância de Jesus. Mas há um relato – Lucas 2:40-52, que precisa ser apreciado por todos nós. Após o menino Jesus ser apresentado no templo, o evangelista diz que Ele “crescia e Se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre Ele”. E, então, pula para Sua fase juvenil, e que, igual a “todos os anos, iam Seus pais a Jerusalém, à Festa da Páscoa. E, tendo Ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa. E, regressando eles, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o souberam Seus pais. Porém, pensando eles que viria de companhia pelo caminho, andaram caminho de um dia e procuravam-No entre os parentes e conhecidos. E, como O não encontrassem, voltaram a Jerusalém em busca dEle.

E aconteceu que, passados três dias, O acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os. E todos os que O ouviam admiravam a Sua inteligência e respostas. E, quando O viram, maravilharam-se, e disse-Lhe Sua mãe: ‘Filho, por que fizeste assim para conosco? Eis que Teu pai e eu, ansiosos, Te procurávamos’. E Ele lhes disse: ‘Por que é que Me procuráveis? Não sabeis que Me convém tratar dos negócios de Meu Pai?’

E eles não compreenderam as palavras que lhes dizia. E desceu com eles, e foi para Nazaré, e era-lhes sujeito. E Sua mãe guardava no coração todas essas coisas”.

Finaliza o evangelista com uma frase bem parecida com a anterior: “E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens”.

É perda de tempo explorar o “esquecimento” de José e Maria, bem como uma possível resposta rude de Jesus à Sua mãe. Isso é secundário. A essência é: Jesus foi tocado pelo Espírito Santo. Ele teve novos impulsos. Nosso Senhor, embora com 12 anos, foi profundamente impressionado pelo Pai. Impelido pelo alto senso de Sua obra e missão, Ele Se reconheceu como Aquele que seria o Salvador de todos os pecadores.

Quando alguém ia até Jerusalém, e especificamente ao templo, especialmente em datas comemorativas, devia sair de lá compreendendo o Plano da Redenção. Era isso que o jovem Jesus ensinava. E todos ficavam boquiabertos. Todos. Sem exceção. E voltavam para seus lares meditando nessas preciosas palavras.

Na próxima vez que você for à igreja, encontre-se com Jesus. Ouça Suas palavras. Ouça a respeito da salvação que Ele providenciou para você e seus familiares.

Existe algo mais maravilhoso do que encontrar nosso Deus em Seu santo templo? (Veja a Meditação Matinal para hoje)

QuartaImpostos (9 de abril). Sendo o templo a casa do Pai, logicamente que o Filho não precisava pagar os impostos. Se pagasse, sem falar nada, poderia dar a entender que não era verdadeiramente Filho. Diante de possível impasse, Jesus, então, explica que pagaria o imposto ao templo para que ninguém se escandaliza-se.

Irmãos, através dos dízimos e ofertas, não só participamos da propagação da mensagem, como demonstramos fidelidade, confiança e gratidão a Deus.

Não gosto da teologia da prosperidade, e desconfio que ela tenha se infiltrado em alguns dos filmes do “provai e vede”. Porém, nem por isso eu aprovaria a retenção dos dízimos.

“O dízimo é sagrado, reservado por Deus para Si mesmo. Tem de ser trazido ao Seu tesouro, para ser empregado em manter os obreiros do evangelho em seu trabalho. [...] Alguns se têm sentido insatisfeitos, e afirmado: “Não devolverei mais o dízimo; pois não confio na maneira como as coisas estão sendo dirigidas na sede da obra.” Roubará, porém, a Deus, por pensar que a direção da obra não é correta? Apresente sua queixa franca e abertamente, no devido espírito, e às pessoas competentes. Solicite em suas petições que as coisas sejam corrigidas e colocadas em ordem; mas não se retire da obra de Deus, nem se demonstre infiel porque outros não estejam fazendo o que é correto.

[...] Se nossas igrejas tomarem sua posição baseadas na Palavra do Senhor, e forem fiéis na devolução do dízimo ao Seu tesouro, mais obreiros seriam animados a entrar para a obra ministerial. Mais homens se dedicariam ao ministério, não estivessem eles informados da escassez do tesouro. Deveria haver abundante provisão no tesouro do Senhor, e haveria, se corações e mãos egoístas não houvessem retido os dízimos, ou os empregado para sustentar outros ramos de trabalho.

Os exclusivos recursos de Deus não devem ser usados a esmo. O dízimo pertence ao Senhor, e todos aqueles que laçam mão dele serão punidos com a perda de seu tesouro celestial, a menos que se arrependam. Que a obra não continue mais a ser impedida porque o dízimo foi desviado para vários fins diversos daquele para que o Senhor disse que devia ir. Provisões têm de ser feitas para esses outros ramos da obra. Eles devem ser mantidos, mas não pelo dízimo. Deus não mudou; o dízimo tem de ser ainda empregado para a manutenção do ministério. A abertura de novos campos requer mais eficiência ministerial do que possuímos agora, e é preciso haver meios no tesouro” (Testemunhos Para a Igreja, vol. 9, capítulo 30 – “Mordomia Fiel”).

Nesse mesmo capítulo, mas um pouco antes dos parágrafos acima citados, está escrito: “Ninguém se sinta na liberdade de reter o dízimo, para empregá-lo segundo seu juízo. Não devem servir-se dele numa emergência, nem usá-lo segundo lhes pareça justo, mesmo no que possam considerar como obra do Senhor.

O pastor deve, por preceito e exemplo, ensinar o povo a considerar o dízimo como sagrado. Não deve pensar que o pode reter e aplicar conforme o seu próprio juízo, por ser pastor. Não lhe pertence. Ele, pastor, não tem a liberdade de separar para si o que pense pertencer-lhe. Não deve apoiar qualquer plano para desviar de seu legítimo emprego os dízimos e ofertas dedicados a Deus. [...]

Uma mensagem muito clara, definida, me foi dada para nosso povo. É-me ordenado dizer-lhes que estão cometendo um erro em aplicar os dízimos a vários fins, os quais, embora bons em si mesmos, não são aquilo em que o Senhor disse que o dízimo deve ser aplicado. Os que assim o empregam, estão-se afastando do plano de Deus. Ele os julgará por essas coisas.

Um raciocina que o dízimo pode ser aplicado para fins escolares. Outros argumentam ainda que os colportores devem ser sustentados com o dízimo. Comete-se grande erro quando se retira o dízimo do fim em que deve ser empregado — o sustento dos pastores. Deveria haver hoje no campo uma centena de obreiros bem habilitados, onde existe unicamente um”.

Diante do exposto, então, passamos a entender que, para as despesas da igreja local e para as outras necessidades da obra, voluntariamente devemos participar com outras e mais ofertas. De qualquer forma, sempre no espírito de fidelidade e gratidão.

Se uma pessoa for alcançada como fruto desses recursos, vindo ao arrependimento, haverá alegria no Céu. E que alegria! (Veja a Meditação Matinal para hoje)

QuintaAplicação da Lei (10 de abril). Espera-se que um namorado “diga” para sua namorada que a ama, e vice versa. A namorada não espera, no entanto, que o namorado lhe diga “eu te amo” de qualquer forma. Irmãos, todos nós sabemos e esperamos que haja “amor” na forma de dizer “eu te amo”.

Bem, penso que essa metáfora nos ajudará a entender a respeito do “espírito da lei”.

Vejamos esta história registrada em João 8:2-11 – “E, pela manhã cedo, (Jesus) voltou para o templo, e todo o povo vinha ter com Ele, e, assentando-Se, os ensinava. E os escribas e fariseus trouxeram-Lhe uma mulher apanhada em adultério. E, pondo-a no meio, disseram-Lhe: ‘Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando, e, na lei, nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes?’ Isso diziam eles, tentando-O, para que tivessem de que O acusar. Mas Jesus, inclinando-Se, escrevia com o dedo na terra. E, como insistissem, perguntando-Lhe, endireitou-Se e disse-lhes: ‘Aquele que dentre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela’. E, tornando a inclinar-Se, escrevia na terra. Quando ouviram isso, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficaram só Jesus e a mulher, que estava no meio. E, endireitando-Se Jesus e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: ‘Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?’ E ela disse: ‘Ninguém, Senhor’. E disse-lhe Jesus: ‘Nem Eu também te condeno; vai-te e não peques mais”.

A lei diz “não adulterarás”. Ela era adúltera, pecadora. Tanto os escribas quanto Jesus reconheciam isso. A diferença estava no “espírito da lei”.

Os escribas e fariseus a chamavam “duramente” de transgressora da lei. Jesus, colocando um ingrediente divino chamado “misericórdia”, que não ignora a lei, e nem deixa o pecador sair sem saber que é pecador, disse: “Nem Eu também te condeno”, ou seja, “Eu a perdoo”, “Eu a justifico”. E arrematou: “Não peques mais”, ou seja, “ande em santificação”, “viva os frutos de uma perdoada”.

Entenderam? A tendência dos pecadores é pegar a lei e “ferrar” o errante. Jesus, sem tirar um til ou jota, exalta o espírito da lei; coloca as coisas na perspectiva correta; aplica o Plano da Redenção; restaura.

E Jesus continuou sendo um judeu fiel. (Veja a Meditação Matinal para hoje)

SextaConclusão (11 de abril). “O Senhor não salva pecadores por meio da supressão de Sua lei, que é o fundamento de Seu governo no Céu e na Terra. Deus é juiz, o guardião da justiça. A transgressão de Sua lei, uma única vez que seja, no menor particular, é pecado. Deus não pode prescindir de Sua lei, não pode subtrair o menor de seus itens a fim de perdoar o pecado. A justiça, a excelência moral da lei, tem de ser mantida e justificada perante o Universo celeste. E essa santa lei não podia ser mantida a um preço inferior à morte do Filho de Deus” (Review and Herald, 15 de novembro de 1898).

Jesus cumpriu a lei com exatidão, tanto para Si quanto para os outros. O que Ele deu na cruz do Calvário é prova inquestionável do quanto Ele considerava sagrada a lei de Deus.

Sejamos abençoados em respeitar e viver em conformidade com os mandamentos divinos, que são santos, justos e bons. (Veja a Meditação Matinal para hoje)

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9 respostas para Comentário da Lição da Escola Sabatina – Ligado na Videira – Lição 2: Cristo e a Lei de Moisés (5 a 12 de abril) – Cristo e Sua Lei – 2º trimestre – abril – maio – junho – 2014

  1. Meu querido irmão, Deus te usou muito durante o trimestre passado,Que O SENHOR continue te usando continuamente.

  2. Paulo Jonas Francischini disse:

    Todos os dias vejo seu comentário da lição. Fico muito feliz, pois sei que DEUS o está iluminando e continuará te abençoando. Obrigado.

  3. Dirce Isabel disse:

    Obrigada pelos comentários. São maravilhosos e abençoados.

  4. Ednay Silva Cavalcante disse:

    Que Deus te abençoe e te inspire no estudo da Bíblia para que possa salvar outras pessoas.

  5. Expedita Matias disse:

    Eu gosto muito de estudar a minha lição com ligado na videira, pois me ajuda a compreender melhor a lição. Muito obrigada.
    Que Deus continue te abençoando.

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