Como Conhecer a Vontade de Deus: A Vontade de Deus em sua Vida

Como Conhecer a Vontade de Deus: A Vontade de Deus em sua Vida

Gostaria você de conhecer o futuro? Desejaria saber escolher acertadamente nas decisões com que se depara? Crê que Deus tem um plano para sua vida e sabe como descobrir o que inclui esse plano?

O mundo está cheio de pessoas que procuram conhecer o futuro, que andam cambaleando em busca de orientação. Os mapas astrológicos estão à venda em toda parte. Ainda proliferam os cartomantes e os quiromantes. Em todo lugar as pessoas querem saber o que ocorrerá em seguida e como preparar-se para isto.

Este impulso e curiosidade por desvendar o amanhã é parte integrante do ser humano.

Para o cristão, uma das perguntas que se faz com mais frequência é como conhecer a vontade de Deus em sua vida. Às vezes nos sentimos frustrados pela aparente falta de orientação divina em nossos dias e em nossa era. Rememoramos os tempos bíblicos, quando vinham anjos e caminhavam com os homens ao meio-dia, quando os profetas estavam vivos e de boa saúde, e nos sobrevém o desejo de que tivéssemos o mesmo acesso ao conhecimento da vontade de Deus.

Por outro lado, o cristão imaturo frequentemente lança mão de expedientes e de manobras de feitura humana, tais como atirar para o ar uma moeda ou tirar a sorte com papelinhos ou desenvolver alguma elaborada fórmula repetitiva para seguir, a fim de tornar conhecida a Sua vontade. A orientação recebida de tais métodos pode vir do acaso, ou mesmo do próprio diabo. Mesmo o ateísta poderia empregar moedas e papelinhos numa tentativa para chegar a alguma decisão.

Por outro lado, o cristão intelectual conclui que Deus nos deu toda a orientação que pretendia dar quando nos criou com mente que pode pensar e raciocinar. Os saduceus dos dias de Cristo eram vítimas desta filosofia e concluíram que depois de trazer o homem à existência, Deus o abandonou aos seus próprios caprichos. Acreditavam que o método pelo qual a humanidade poderia conhecer a vontade de Deus para sua vida era o simples processo de cogitar e tomar uma decisão arbitrária. Mais uma vez, porém, se a lógica e a razão continham todo o método de Deus de comunicar a Sua vontade, os ateus e infiéis poderiam, tanto quanto o cristão, ter a certeza de acertar na escolha, e a orientação tornar-se-ia uma questão de Q.I. [quociente de inteligência], em vez de discernimento espiritual.

Talvez todos nós tenhamos usado uma destas abordagens em alguma ocasião em nossa vida, quer seja concluindo que tudo quanto decidimos deve ser também decisão de Deus ou tentando um dos truques por falta de um método melhor.

No colégio, um ano, eu tive de tomar uma decisão concernente ao meu trabalho no verão. Nesse verão especifico, eu iria colportar. Depois de escrever algumas cartas pedindo informação aos vários lugares em que eu poderia ir, acabei recebendo três convites: para Washington, Texas e Wyoming.

Parecia-me que uma das três escolhas deveria ser melhor, ou mesmo a melhor das três, e assim eu queria a orientação divina a fim de tomar a decisão acertada. Depois de considerar como isto poderia ser feito, decidi-me por um método um tanto sofisticado. Tomei uma pilha de papel, rasguei-a em pequenos pedaços e depois dividi os pedaços em quatro pilhas iguais. Então escrevi “Washington” em uma das pilhas de papéis, “Texas” na outra, e “Wyoming” na terceira pilha. Deixei em branco a quarta pilha de papéis, a fim de ser justo para com Deus e dar-Lhe a opção de “nenhuma das anteriormente citadas”. Você terá de admitir que esta foi uma operação cuidadosamente planejada!

Então eu coloquei em um chapéu todos os pedaços de papel e os agitei para cima e para baixo a fim de misturar os pedaços. Depois disto, ajoelhei-me e orei para que Deus me guiasse na decisão que eu iria tomar e que se eu deveria ir a um destes três lugares ou a algum lugar desconhecido, Ele me fizesse saber Sua vontade levando-me a tirar a mesma resposta três vezes seguidas.

Puxei uma tira de papel. Ela azia “Wyoming”. Recoloquei aquela tira de papel, agitei um pouco mais o chapéu e puxei uma segunda tira. “Wyoming”! Eu estava começando a ficar emocionado! Repus a segunda tira, agitei o chapéu mais uma vez e apanhei a terceira tira. “Wyoming”! Três vezes em sequência!

Eu fiquei entusiasmado! Estava pronto a sair naquela mesma noite e comprar minhas botas de vaqueiro e chapéu de abas largas! Mas sendo que já era tarde demais para ir fazer compras, fiz a melhor coisa que poderia fazer em seguida e sai apressadamente pelo campus para a casa do meu professor de Bíblia favorito a fim de contar-lhe as boas novas.

Para meu espanto, ele franziu o sobrolho e me passou uma descompostura! Realmente ele me repreendeu com severidade, dizendo-me que esta era uma maneira muito imatura de descobrir a vontade de Deus, e quando ele terminou eu não estava mais eufórico. Meu queixo se movia com dificuldade em todo o caminho de volta pelo campus, e fui dormir naquela noite como um estudante muito desanimado.

Mas eu ainda tive de tomar a decisão. Durante o dia seguinte, comecei a refletir sobre Gideão. Ora, há um exemplo bíblico para você – o bom e velho Gideão! Ele pediu a Deus um sinal, não uma vez, mas duas. E Deus honrou sua petição fazendo com que o velo de lã ficasse primeiro molhado, depois seco. Quanto mais eu pensava acerca de Gideão, mais me convencia de que o meu professor de Bíblia afinal não sabia tudo!

De sorte que naquela noite eu me lembrei do Deus de Gideão e lancei mão do meu chapéu pela segunda vez. Agitei-o completamente e mais uma vez puxei três tiras de papel. “Wyoming”, “Wyoming” e “Wyoming” – três vezes consecutivas também na segunda noite.

Agora eu fiquei outra vez emocionado! Saí correndo através do campus – mas não para a casa do mesmo professor de Bíblia. Ele obviamente não tinha apreciado o milagre que estava ocorrendo, de sorte que decidi tentar algo mais. Desta vez escolhi outro professor de Bíblia e contei-lhe sobre o que havia acontecido – duas noites em seguida.

Ele não foi mais encorajador do que fora o primeiro professor. Também reprovou-me por meus métodos imaturos e sugeriu que não havia nenhuma garantia de que Deus preferisse comunicar-Se por intermédio do sistema que eu tinha montado.

Assim lancei fora os pedaços de papel, e naquele verão acabei indo para Nebraska! Eu indagava frequentemente o que teria acontecido se eu tivesse ido para Wyoming.

Eu realmente não estou disposto a descartar inteiramente esta experiência. Deus muitas vezes vai ao encontro das pessoas onde elas estão e graciosamente responde à sua procura dEle, mesmo quando não compreendem muito sobre Ele. Mas talvez a maior lição que recebi do Senhor nesta experiência foi uma melhor compreensão de como procurar Sua orientação de acordo com o que revela a Sua Palavra como os melhores métodos para buscá-Lo!

Se você leu as biografias de George Müller, sabe que seu desempenho para compreender a orientação do Senhor foi impressionante. Durante os primeiros vinte anos da sua lida Müller foi um réprobo. Após a sua conversão, iniciou um ministério que deveria durar mais de cinquenta anos, dirigindo orfanatos para os meninos de rua de Bristol. Nunca teve um homem para cuidar de relações públicas. Jamais anunciou suas necessidades. Sempre que necessitava de dinheiro, alimento, ou roupas para seus órfãos, não dizia a ninguém, mas dirigia-se ao seu gabinete de estudo e orava. Durante sua existência, George Müller recebeu milhões de dólares exclusivamente em resposta à oração.

Uma vez Müller estava em um navio no Atlântico, em direção de Bristol. Caiu o nevoeiro, e o capitão do navio que posteriormente contou a história estivera em seu posto par três dias, guiando o navio a passo de lesma. Müller aproximou-se dele e disse: – Capitão, preciso estar em Bristol no sábado. – Não há nenhum meio de você estar em Bristol no sábado – respondeu o capitão. – Não vê o nevoeiro? – Meus olhos não estão no nevoeiro, mas no Deus vivo – disse Müller. – Capitão, não quer ir comigo lá embaixo e orar para que Deus remova o nevoeiro?

O capitão seguiu Müller para o porão do navio, e eles se ajoelharam juntos. Müller proferiu uma oração tão simples que um menino da Escola Dominical poderia ter orado. “Querido Jesus, Tu sabes a respeito do encontro que marcaste para mim em Bristol no sábado, assim por favor afasta o nevoeiro. Amém.”

O capitão estava tentando manufaturar algum tipo de oração, mas Müller o deteve. – Em primeiro lugar, o senhor não crê que Deus possa fazer isto – disse ele – e em segundo lugar, creio que Ele já o fez. Se o senhor retornar à ponte de comando, perceberá que o nevoeiro se foi.

O capitão saiu lá fora e descobriu que o nevoeiro tinha realmente desaparecido, exatamente como Müller dissera. Eles estavam no sábado em Bristol.

Como é possível estar tão certo da vontade de Deus? Como poderia Müller viver com tal certeza? Quando alguém que está tão sintonizado com a vontade do Senhor começar a partilhar com você sobre como conhecer a vontade de Deus, escute. Perto do final de sua piedosa vida, Müller legou sete passos para se conhecer a vontade de Deus. Eu os conferi com o material inspirado sobre o assunto e acrescentei mais um. Eu gostaria de convidá-lo a estudar estes passos e fazer uso deles em sua própria vida. Enumeraremos os oito pontos e então os consideraremos mais detalhadamente em cada um dos oito capítulos seguintes.

1. Nenhuma vontade própria sobre o determinado assunto. Sua própria vontade é neutra. Isto não significa que você não terá nenhuma preferência, mas que você está disposto a ir por qualquer caminho que Deus dirija. Isto só é possível para alguém que está envolvido em comunhão diária com Deus, porque não podemos levar-nos a nós mesmos à rendição. Deus deve fazer isto por nós. O exemplo de Jesus nisto está registrado em Mateus 26:39 e João 4:34.

2. Não se deixe levar simplesmente pelo sentimento. Realmente, você não se conduz por um único passo, seja qual for. É a combinação de todos os oito juntos que é significativa. Mas frequentemente existe a tentação de tomar sua decisão à base de sentimentos, de sorte que esta é uma advertência. Não faça isto! Conquanto o Espírito Santo muitas vezes dirija através das impressões sobre o coração (veja Isaías 30:21), nunca deveríamos tomar uma decisão baseados exclusivamente em sentimentos.

3. Estude a Palavra de Deus para ver o que está revelado que possa orientar na presente decisão. Deus sempre nos guia através da Sua Palavra, nunca contrário a ela. Veja Salmos 119:105. Pode não haver informação específica sobre sua decisão particular, embora haja frequentemente princípios que se ajustam. Mas você pode sempre ir à Palavra em busca de comunicação.

4. Considere as circunstâncias providenciais. “Recordar-te-ás de todo o caminho pelo qual o Senhor teu Deus te guiou” (Deuteronômio 8:2). Olhe para a orientação de Deus no passado e veja como a atual decisão poderia ajustar-se num padrão que já foi desenvolvido.

5. Consulte-se com amigos piedosos. Este é o passo que eu adicionei à lista de Müller. Encontra-se em Provérbios 11:14 e Salmos 1:1. Não consulte com seus amigos ímpios! E mais uma vez, não tome toda a sua decisão baseado no que seus amigos dizem. Mas ponha o conselho deles em sua pasta para ajudá-lo a chegar a uma decisão.

6. Peça a Deus, em oração, que lhe revele Sua vontade concernente à decisão que você vai tomar. (Veja Tiago 1:5).

7. Tome uma decisão! Baseado no que tem transcorrido antes, nos primeiros seis passos, tome uma decisão. Não espere por um sinal ou um raio do céu. Considere com oração o peso da evidência e decida-se. E diga a Deus qual é a sua decisão.

8. Prossiga com sua decisão, convidando a Deus que o detenha se você errou o alvo. Seja então sensível às portas giratórias. Deus sabe abrir e fechar as portas. Às vezes você pode achar uma porta batida em seu rosto. Isto já aconteceu comigo ocasionalmente! E geralmente porque eu falhei no passo um. Mas mesmo o apóstolo Paulo às vezes encontrou portas batidas em seu rosto. Você pode ler sobre isto em Atos 16:6-9.

São estes os passos, e para aqueles dentre nós que os têm utilizado através dos anos ao tomar decisões e ao procurar conhecer a vontade de Deus nessas decisões, descobrimos que eles são extremamente proveitosos.

Deus tem uma vontade. Ele está interessado em guiá-lo nas decisões da sua vida. Ele tem um plano para você, e sua maior felicidade será encontrada em seguir este plano. Se é a Sua vontade que você vá a Nínive, não será igualmente satisfatório que você se dirija a Társis. Deus sabe o que será o melhor para você e o que trará a maior bênção aos outros, e Ele está disposto a tornar conhecida Sua vontade àqueles que estão dispostos a ouvir.

Em Salmos 32:8 é dada a promessa: “Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as Minhas vistas, te darei conselho.” Diz João 10:3-5: “As ovelhas ouvem a sua voz, ele chama pelos nomes as suas próprias ovelhas e as conduz para fora. Depois de fazer sair todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem porque lhe reconhecem a voz; mas de modo nenhum seguirão o estranho, antes fugirão dele porque não conhecem a voz dos estranhos.”

Davi orou: “Guia-me pelo caminho eterno” (Salmos 139:24). Diz Provérbios 3:5-6: “Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-O em todos os teus caminhos, e Ele endireitará as tuas veredas”. Paulo nos diz em Romanos 12:2: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. E diz Jeremias 10:23: “Eu sei, ó Senhor, que não cabe ao homem determinar o seu caminho, nem ao que caminha o dirigir os seus passos”.

Poderíamos citar muitas outras referências bíblicas para provar o ponto. Deus quer dirigir-nos, guiar-nos, manifestar-Se a nós. Não quer que nos estribemos em nossa própria e débil sabedoria, nem que tropecemos nas trevas, sem saber se estamos ou não escolhendo acertadamente. Ele tem uma vontade, e quer revelar-nos esta vontade.

Mas há uma importante premissa para compreender a vontade de Deus que queremos sublinhar e enfatizar antes de prosseguirmos. Para aquele que está realmente procurando conhecer a vontade de Deus, haverá uma busca diária para conhecer a Deus. O assunto da orientação ou direção não é uma rotina semelhante a uma escada de incêndio, que invoca a Deus somente quando há uma grande decisão a ser enfrentada. É buscando dia a dia conhecer a vontade de Deus, por meio da oração e do estudo da Sua Palavra, que somos levados a uma situação de começar a conhecer Sua vontade até mesmo em relação aos detalhes de nossa vida diária.

Suponha que eu lhe estivesse dando uma lista de passos para o seu uso em aprender a nadar. Suponha, outrossim, que você estivesse seguindo as instruções contidas na lista, prendendo a respiração, movendo os braços, pondo as mãos em forma de concha e batendo os pés. Suponha que finalmente você voltasse a mim e dissesse: “Isto não funciona! Eu ainda não sei nadar.” E ao discutirmos a dificuldade, descobríssemos que você jamais percebeu que era obrigado a estar dentro d’água! Isto representaria uma séria interrupção na comunicação, não é?

Seria uma tragédia cometer aqui o mesmo erro, no âmbito de conhecer a vontade de Deus em sua vida. Não pode enfatizar demasiado isto, por mais elementar que seja. A fim de conhecer a vontade de Deus em sua vida, você deve primeiro conhecer a Deus. Não é suficiente voltar-se para Ele apenas quando há um problema ou uma crise.

Note outra vez os versos de João 10. É a ovelha que conhece Sua voz que é capaz de seguir a direção do Pastor. Elas se tornaram tão familiarizadas com o Pastor que podem distinguir a Sua voz de todas as outras vozes. Portanto, quando Ele fala, elas podem seguir Sua orientação.

Você O conhece? Sabe o que significa pôr de lado o melhor tempo cada dia a fim de promover sua familiaridade e relacionamento com Ele? Sabe o que significa conversar com Ele, simplesmente pelo prazer de conversar, mesmo quando você não necessita de nada dEle exceto dEle mesmo? Você sabe o que significa ouvi-Lo falar a você, através da Sua Palavra? Já experimentou, como fizeram os discípulos no caminho de Emaús, o que é ter o coração ardendo dentro de si enquanto Ele fala com você pelo caminho? Está você em condições de falar com Ele dia a dia?

Se você pode responder afirmativamente a estas perguntas, está em condições de buscar Sua orientação com respeito aos detalhes particulares de sua vida. Se você não O conhece, seu primeiro trabalho é tomar-se familiarizado com Ele. É somente quando você O conhece por experiência própria que você pode compreender corretamente Sua orientação, ou mesmo estar disposto a aceitar Sua orientação quando a mesma é compreendida.

Não tente aprender a nadar pelo método descrito na velha rima infantil: Mamãe, posso ir nadar? / Sim, minha querida filha. / Pendure sua roupa no ramo da nogueira, / Mas não se aproxime da água!

Entre em contato com a água! Torne-se familiarizado com o melhor Amigo que você pode ter. Aprenda a conhecê-Lo. E então ao enfrentar as decisões da vida você poderá também aprender a conhecer Sua vontade para o seu viver diário. (Para o próximo capítulo, clique aqui).

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2 respostas para Como Conhecer a Vontade de Deus: A Vontade de Deus em sua Vida

  1. SANDRA MARA disse:

    Ameiiiiiiiiiiiii!!!!Deus seja louvado!!!!

  2. lidia disse:

    No segundo passo eu estive analisando por um breve momento e não concordo uma vez que suponhamos que eu esteja namorando e meu namorado me peça em casamento, eu não poderia aceitar tal pedido sem sentimento, isso seria um erro fatal ao casamento que se daria, uma vez que para tomar tal decisão, é preciso amar o outro! É por isso que discordo!

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