Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 13 – Evangelho Eterno – 4º trimestre, 20 a 26 de dezembro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina, por Ligado na VideiraLição 13
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraLição 13Introdução (20 de dezembro). Que conclusão maravilhosa! Como se estivéssemos subindo uma montanha, chegamos quase ao topo, quase no pico – o máximo ocorrerá somente quando nosso Redentor voltar; o Dia em que ouvirmos do próprio Senhor: “Vinde benditos de Meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo”. Mas, de qualquer forma, a conclusão deste trimestre foi espetacular. Nos deixou quase no topo. Que gostinho legal!
O apóstolo Tiago nos apascentou em conformidade com a ordem do Senhor. Versículo por versículo, chamou cada ovelha, todas as ovelhas. Não precisou nos bater com seu cajado. Apenas o usou para nos guiar, até chegarmos aqui.
Graças a Deus, nós fomos alimentados com a Sua Palavra. Graças a Deus!
Agora, nesta última semana, a Lição nos coloca o próprio Plano da Redenção – o Evangelho Eterno.
Deus nos ama, queridos irmãos. Deus tem um interesse enorme por você, querida igreja. É tão grande e infindável Seu amor por você e por sua família, querido leitor, que Deus, mesmo antes da fundação do mundo, já havia criado o Plano de Resgate caso a humanidade viesse pecar. Se caíssemos na lábia do inimigo, surgiria uma ruptura; um intransponível abismo seria criado; a morte seria o nosso quinhão; mas Deus já havia criado o Plano da Redenção bem antes do homem ter pecado, mesmo antes do homem ter sido criado. Por isso a expressão “Evangelho Eterno”. Essa “Boa nova” sempre existiu. Sempre. Deus não foi pego de surpresa. Deus não foi chamado às pressas para criar um “plano B”. Sempre existiu o Evangelho Eterno.
“O Plano da Redenção não é simplesmente uma válvula de escape da penalidade da transgressão, mas por meio dele o pecador é perdoado de seus pecados e será finalmente recebido no Céu. Não como um culpado perdoado e liberto do cativeiro, e ainda olhado com suspeita, não confiável, nem admitido na fraternidade, mas como filho restaurado à plena confiança. O sacrifício de nosso Salvador fez ampla provisão para todo pecador arrependido e crente. Somos salvos porque Deus ama a aquisição do sangue de Cristo. Ela não apenas perdoará o pecador arrependido, não somente lhe permitirá entrada no Céu, mas o Pai de misericórdia esperará nos portais a fim de nos dar as boas-vindas, franqueando-nos a entrada nas mansões benditas. Que amor! Que extraordinário amor o Pai demonstrou ao dar Seu amado Filho à humanidade caída! Esse sacrifício é o canal pelo qual flui Seu amor infinito, para que todo aquele que nEle crê possa, à semelhança do filho pródigo, receber plena e livre restauração ao favor celestial” (Review and Herald, 21/09/1886).
Sugerimos a leitura de Estrela de Esperança” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoO evangelho no Antigo Testamento (21 de dezembro). Quando Adão comeu do fruto que fora orientado a não comer, imediatamente entrou o pecado. Sua desobediência trouxe uma novidade para o Universo: a morte. E ela devia ocorrer imediatamente.
No livro “Fé e Obras”, Ellen White assim se expressa: “No momento em que a obra das mãos de Deus recusou obedecer às leis do reino de Deus, nesse próprio instante ele se tornou desleal ao governo de Deus e se fez inteiramente indigno de todas as bênçãos com as quais Deus o havia favorecido. Esta foi a posição da raça humana depois que o homem se divorciou de Deus pela transgressão. Então ele não tinha mais direito a uma inspiração de ar, a um raio da luz do Sol ou a uma partícula de alimento. E a razão de o homem não ter sido destruído era que Deus o amou de tal maneira que deu o Seu Filho amado para que sofresse a penalidade da transgressão dele. Cristo Se prontificou a tornar-Se o penhor e substituto do homem…” (pág. 21).
Ou seja, a não ser a Divindade, ninguém no Universo sabia o que estava acontecendo, mas estava acontecendo o seguinte: no mesmo instante que Adão pecou, simultaneamente foi instituído o magnífico Plano da Redenção. No momento exato em que passou a existir um pecador, imediatamente passou a existir um Salvador.
A Lei seria satisfeita (a morte do transgressor), só que na pessoa do próprio Deus. Jesus Cristo Se tornaria Homem, e, como Homem, pagaria o preço da transgressão de Adão (da humanidade). E isso foi explicado, tim-tim por tim-tim, para que o homem sentisse o horror do pecado e, ao mesmo tempo, pela fé, cresse que Deus daria solução para o problema.
Como forma educacional, foi estabelecido o sistema de sacrifício do cordeiro. O pai ensinaria ao filho, que passaria para as gerações seguintes, até que ocorresse o fato real, em Jesus Cristo, na cruz do Calvário. Esse ensinamento atravessou todo o Velho Testamento, como bem visto nas histórias dos patriarcas e tribos de Israel. O que estava no “() propósito” de Deus, foi “() instituído” no Éden, e “() consumado” no Gólgota.
Quanto a matança de animais nos sacrifícios do Antigo Testamento”, clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaO evangelho encarnado (22 de dezembro). “O anjo… lhes disse: ‘…vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: …hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor’” (Lucas 2:10 e 11).
Os patriarcas morreram antes do nascimento de Jesus. Não puderam “ver” o que havia sido prometido a Adão. Mas fecharam seus olhos na “fé”. Tinham certeza que isso aconteceria, e aconteceu.
Na manhã da ressurreição, tornarão a abrir os olhos, e verão que sua fé não foi em vão. Que alegria! Que alegria! Não há palavras para descrever tal alegria!!! Permitam-me “tentar” usar as palavras de Paulo: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam” (1Coríntios 2:9).
Irmãos, nós sabemos disso (o Plano da Redenção, o Evangelho Eterno). Talvez não com tantos detalhes, ou sem tanto domínio a respeito das profecias de Daniel e Apocalipse – mas sabemos do que foi prometido a Adão, e do que aconteceu na manjedoura, e consumado na cruz. Vivemos da promessa deixada pelo Redentor a respeito de Sua volta! Irmãos, temos exercido “fé” sobre esse tema de origem celestial. Ocorre, porém, que há muitas pessoas que nada sabem sobre isso. Anseiam aprender. O coração deles necessita dessa explicação.
Um dia o Evangelho chegou até você – quem sabe por seus pais, quando você nasceu, ou por alguma outra pessoa, numa fase mais adulta, mas chegou. E essas outras pessoas, irmãos?
No Velho Testamento Deus levanta uma questão: “A quem enviarei, e quem há de ir por Nós?” Isso está registrado em Isaías 6, e quem ouve (o jovem profeta), responde: “eis-me aqui, envia-me a mim”.
“Os anjos presentemente vem ao nosso mundo. E nem sempre são invisíveis. Algumas vezes eles encobrem sua aparência angelical e se apresentam como homens, e conversam com os seres humanos, esclarecendo-lhes o entendimento. […]
Enquanto alguns estão no vale da decisão, os anjos estão unindo os verdadeiros e fiéis servos de Cristo para ajudar essas pessoas necessitadas. […]
Se os anjos houvessem ocupado o lugar dos homens na proclamação do evangelho, não haveria regiões deixadas na escuridão e na sombra da morte. A obra seria como é representada pelo anjo voando pelo meio do céu, proclamando o Evangelho Eterno aos que habitam na Terra. Mas o Senhor não faz nada sem a cooperação do homem. Se o grande interesse que os anjos têm pelo homem pudesse ser descrito pela voz humana, para ser ouvido pelos homens, que apelos seriam proclamados, com expressões tocantes, transmitindo aos outros aquilo que o Céu lhes havia comunicado! […]
Deus havia manifestado Seu amor aos homens, fazendo-os Seus coobreiros na obra da salvação. A todos os que tenham recebido a inspiração celeste é confiado o evangelho. ‘Somos coobreiros de Deus’, chamados para representá-Lo como embaixadores do amor. Temos que cooperar na obra com os mensageiros do Céu. […]
Mediante o ministério dos anjos, Deus envia luz a Seu povo e, pelo Seu povo a luz deve ser transmitida ao mundo” (Minha Consagração Hoje, Meditação Matinal de 27/10/1953).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaO evangelho em Paulo (23 de dezembro). Já disse isso antes, e como creio que a “repetição” é um ótimo veículo para o aprendizado, digo novamente: nem Tiago e nem Paulo escreveram suas epístolas com a intenção de melhorar o que o outro havia dito. Não havia celeuma entre eles. Inclusive, acredita-se que Tiago tenha escrito sua carta um pouco antes de Paulo.
O Espírito Santo instruiu Paulo a falar da “raiz da árvore” – a salvação é pela graça, recebida pela fé; enquanto Tiago, sobre a “árvore já crescida (ou em crescimento), que apresenta frutos” – a fé é vista pelas obras. Mas Paulo não deixou Tiago sozinho. Em Gálatas 5:22 e 23, registrou: “O fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio”.
Quanto a questão da “lei” e das “obras”, basta pensar assim: se fosse para a lei ser abolida, bastava Cristo ter dito isso lá no Éden, e em alto som, para que Adão, Satanás e o Universo ouvissem – e não precisaria Ele ter vindo aqui passar a humilhação que passou. Agora, se Ele veio, obedeceu e morreu, é sinal que a lei é mais santa do que imaginamos. É sinal de que ela não pode ser abolida, e nem diminuída, e nem desobedecida. Sua morte engrandece o valor que Ele mesmo dá à Sua lei.
Entendido isso, faço obras, obedeço a lei – sem que isso signifique que eu estou desmerecendo a graça. Ao contrário! A graça me salvou para que eu “retorne” a condição perdida por Adão: poder para obedecer. Se mostro minha fé através de obras, também mostro ter sido regenerado pela graça através da obediência.
Bem, o que é importante ser realçado nesta conclusão do trimestre é o seguinte: se você tem fé a respeito da obra intercessória de Cristo, mostre isso através de obras. Que essas obras sejam vistas através de uma vida de testemunho. Não há pregação maior do que esta. Se você ama o seu Senhor, ame os demais filhos do Senhor. Mas “amar” não se limita a apenas dizer “eu amo você”, o respeito, e não vou fazer nenhum mal para você. Não. Amar significa apresentar Jesus para as pessoas; trazer pessoas para Jesus; desejar e tudo fazer para que elas estejam onde queremos estar também.
O que foi dito a Adão e transmitido aos seus descendentes (chamamos isso de antiga aliança), tem que ser repassado aos nossos vizinhos e colegas de trabalho e estudo (agora chamamos de nova aliança). Eu preciso crer que o “Evangelho será pregado, e então virá o fim”. Crer e participar dessa pregação.
“Deus é a fonte da vida, luz e alegria do Universo. Como raios de luz do Sol, dEle fluem bênçãos a todas as criaturas que Ele criou. Em Seu infinito amor, tem concedido aos homens o privilégio de se tornarem participantes da natureza divina, e, por seu turno, difundirem bênçãos aos seus semelhantes. É essa a mais elevada honra, a maior alegria que Deus pode conceder ao homem” (Review and Herald, 06/12/1887).
“Não é somente pregando a verdade, ou distribuindo literatura, que seremos testemunhas de Deus. Lembremo-nos de que uma vida semelhante à de Cristo é o mais poderoso argumento que pode ser apresentado em favor do cristianismo, e que o cristão que não é fiel à sua profissão causa mais dano ao mundo do que um mundano. Nem todos os livros escritos poderiam substituir uma vida santa. Os homens acreditarão, não no que o ministro prega, mas no que a igreja pratica em sua vida. Frequentemente a influência do sermão pregado do púlpito é anulada pelo sermão vivido pelos que professam ser partidários da verdade” (Testemunhos Para a Igreja, vol. 9, capítulo “Chamados Para Ser Testemunhas”).
O Mestre disse: “Vós sois a luz do mundo”. E explicou: “Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5:14-16).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaA “nova” aliança (24 de dezembro). A questão “antiga” ou “nova” aliança é simples de ser entendida. Não se trata de imperfeita/incompleta antes de Cristo, ou perfeita/completa depois de Cristo. Ela é a mesma. Ela é eterna!
As pessoas é que não a aceitavam, e a tornavam obsoleta, desnecessária, desprezada, antiga. Alguns jovens de hoje falam assim também a respeito dos valores dos mais vividos. Mas o problema não está nos valores, e sim na concepção dos jovens. Eles “chamam” esses valores (e os idosos) de antigos, antiquados, quadrados, mas isso não corresponde com a verdade. Assim entendido, se você apostata da aliança, ela se torna antiga para você também.
Mas Deus, em Seu amor que não acaba nunca, “renovava” Seu propósito de salvar com novas pessoas, ou de novo com o apostatado que se arrependia. Por isso a expressão “nova” aliança.
“Sob o concerto da graça, as condições para a vida eterna são precisamente as mesmas que foram dadas no Éden” (The Messenger, 10/05/1893).
“O concerto da graça não é uma verdade nova, porque desde a eternidade existira na mente de Deus. Por essa razão é chamado o concerto eterno” (Signs of the Times, 24/08/1891.
“O evangelho pregado a Abraão, mediante o qual teve esperança, é o mesmo evangelho que nos é pregado hoje, e pelo qual temos esperança. Abraão olhava para Jesus, que é o Autor e Consumador de nossa fé” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 6, pág. 1198, nos Comentários de Ellen White sobre Romanos 8:15-21).
“A glória do evangelho da graça mediante a justiça imputada de Cristo não provê outro caminho de salvação a não ser pela obediência à lei de Deus na pessoa de Jesus Cristo, o divino Substituto. Na antiga dispensação, os crentes eram salvos pela graça de Cristo segundo o evangelho, como somos salvos hoje” (Signs of the Times, 05/09/1892).
Sugerimos a leitura de Escolhidos para ser salvos” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuintaO ponto culminante do evangelho (25 de dezembro). Vamos resumir o título da Lição de hoje: o ponto culminante, o clímax do Evangelho – Jesus vai apresentar você para o Pai, falando assim: “Pai, por este verti Meu sangue, e ele aceitou”. Por Sua vez, o Pai vai lhe abrir um sorriso, e num gesto característico de quem chama para o abraço, dirá: “Filho, que saudade de você! Esperei tanto esse momento. Acompanhei sua trajetória por toda a sua vida. Não houve um dia em que Eu não tenha renovado Minha misericórdia em seu favor. Que bom que você está aqui!”
Então, você dirá: “Pai, eu não vim sozinho. Olha só quem eu trouxe…!!!”

[No quadro abaixo, em “escreva um comentário”, compartilhe conosco o nome das pessoas que você vai apresentar para o Pai].

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSextaConclusão (26 de dezembro). “A queda do homem, com todas as suas consequências, não era oculta ao Onipotente. A redenção não foi um plano posterior, formulado depois da queda de Adão, mas um desígnio eterno, cuja elaboração foi suportada para benefício, não só deste átomo de mundo, mas para o bem de todos os mundos que Deus havia criado.
Quando o homem pecou, todo o Céu encheu-se de dor. […] Em desarmonia com a natureza de Deus, insubmisso às reivindicações de Sua lei, nada senão a destruição estava diante da humanidade. Uma vez que a lei divina é tão imutável como o caráter de Deus, não podia haver esperança para o homem a não ser que fosse imaginado um plano pelo qual sua transgressão fosse perdoada, renovada sua natureza, seu espírito restaurado para refletir a imagem de Deus. O amor divino concebera um tal plano. […]
Na obra da criação, Cristo estava com Deus. Era um com Deus, igual a Ele. […] Só Ele, o Criador do homem, podia ser seu Salvador. Nenhum anjo celeste podia revelar o Pai ao pecador, reconquistando-o à aliança com Deus. Cristo, porém, podia manifestar o amor do Pai; pois Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo. Cristo podia ser o ‘árbitro’ entre um Deus santo e a humanidade perdida, Alguém que podia pôr ‘a mão sobre nós ambos’ (Jó 9:33). Ninguém senão Cristo podia redimir o homem da maldição da lei. Ele propôs tomar sobre Si a culpa e a vergonha do pecado – o pecado, tão ofensivo à vista de Deus que tornava necessário separação do Pai. Cristo propôs descer às profundezas da degradação e miséria humanas, e restaurar o pecador arrependido e crente à harmonia com Deus. Cristo, o Cordeiro morto desde a fundação do mundo, ofereceu-Se como sacrifício e substituto dos caídos filhos de Adão. […]
Mediante a criação e a redenção, pela natureza e por Cristo, são reveladas as glórias do caráter divino. Pela maravilhosa manifestação de Seu amor em dar ‘Seu Filho unigênito’ é revelado o caráter de Deus aos seres do Universo. Por meio de Cristo nosso Pai celeste é tornado conhecido como o Deus de amor” (Para Conhecê-Lo, Meditação Matinal de 12/01/1965).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 13 – Sábado – Evangelho Eterno – 4º trimestre, 20 a 26 de dezembro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraLição 13 Introdução (20 de dezembro). Que conclusão maravilhosa! Como se estivéssemos subindo uma montanha, chegamos quase ao topo, quase no pico – o máximo ocorrerá somente quando nosso Redentor voltar; o Dia em que ouvirmos do próprio Senhor: “Vinde benditos de Meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo”. Mas, de qualquer forma, a conclusão deste trimestre foi espetacular. Nos deixou quase no topo. Que gostinho legal!
O apóstolo Tiago nos apascentou em conformidade com a ordem do Senhor. Versículo por versículo, chamou cada ovelha, todas as ovelhas. Não precisou nos bater com seu cajado. Apenas o usou para nos guiar, até chegarmos aqui.
Graças a Deus, nós fomos alimentados com a Sua Palavra. Graças a Deus!
Agora, nesta última semana, a Lição nos coloca o próprio Plano da Redenção – o Evangelho Eterno.
Deus nos ama, queridos irmãos. Deus tem um interesse enorme por você, querida igreja. É tão grande e infindável Seu amor por você e por sua família, querido leitor, que Deus, mesmo antes da fundação do mundo, já havia criado o Plano de Resgate caso a humanidade viesse pecar. Se caíssemos na lábia do inimigo, surgiria uma ruptura; um intransponível abismo seria criado; a morte seria o nosso quinhão; mas Deus já havia criado o Plano da Redenção bem antes do homem ter pecado, mesmo antes do homem ter sido criado. Por isso a expressão “Evangelho Eterno”. Essa “Boa nova” sempre existiu. Sempre. Deus não foi pego de surpresa. Deus não foi chamado às pressas para criar um “plano B”. Sempre existiu o Evangelho Eterno.
“O Plano da Redenção não é simplesmente uma válvula de escape da penalidade da transgressão, mas por meio dele o pecador é perdoado de seus pecados e será finalmente recebido no Céu. Não como um culpado perdoado e liberto do cativeiro, e ainda olhado com suspeita, não confiável, nem admitido na fraternidade, mas como filho restaurado à plena confiança. O sacrifício de nosso Salvador fez ampla provisão para todo pecador arrependido e crente. Somos salvos porque Deus ama a aquisição do sangue de Cristo. Ela não apenas perdoará o pecador arrependido, não somente lhe permitirá entrada no Céu, mas o Pai de misericórdia esperará nos portais a fim de nos dar as boas-vindas, franqueando-nos a entrada nas mansões benditas. Que amor! Que extraordinário amor o Pai demonstrou ao dar Seu amado Filho à humanidade caída! Esse sacrifício é o canal pelo qual flui Seu amor infinito, para que todo aquele que nEle crê possa, à semelhança do filho pródigo, receber plena e livre restauração ao favor celestial” (Review and Herald, 21/09/1886).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 13 – Domingo – Evangelho Eterno – 4º trimestre, 20 a 26 de dezembro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoO evangelho no Antigo Testamento (21 de dezembro). Quando Adão comeu do fruto que fora orientado a não comer, imediatamente entrou o pecado. Sua desobediência trouxe uma novidade para o Universo: a morte. E ela devia ocorrer imediatamente.
No livro “Fé e Obras”, Ellen White assim se expressa: “No momento em que a obra das mãos de Deus recusou obedecer às leis do reino de Deus, nesse próprio instante ele se tornou desleal ao governo de Deus e se fez inteiramente indigno de todas as bênçãos com as quais Deus o havia favorecido. Esta foi a posição da raça humana depois que o homem se divorciou de Deus pela transgressão. Então ele não tinha mais direito a uma inspiração de ar, a um raio da luz do Sol ou a uma partícula de alimento. E a razão de o homem não ter sido destruído era que Deus o amou de tal maneira que deu o Seu Filho amado para que sofresse a penalidade da transgressão dele. Cristo Se prontificou a tornar-Se o penhor e substituto do homem…” (pág. 21).
Ou seja, a não ser a Divindade, ninguém no Universo sabia o que estava acontecendo, mas estava acontecendo o seguinte: no mesmo instante que Adão pecou, simultaneamente foi instituído o magnífico Plano da Redenção. No momento exato em que passou a existir um pecador, imediatamente passou a existir um Salvador.
A Lei seria satisfeita (a morte do transgressor), só que na pessoa do próprio Deus. Jesus Cristo Se tornaria Homem, e, como Homem, pagaria o preço da transgressão de Adão (da humanidade). E isso foi explicado, tim-tim por tim-tim, para que o homem sentisse o horror do pecado e, ao mesmo tempo, pela fé, cresse que Deus daria solução para o problema.
Como forma educacional, foi estabelecido o sistema de sacrifício do cordeiro. O pai ensinaria ao filho, que passaria para as gerações seguintes, até que ocorresse o fato real, em Jesus Cristo, na cruz do Calvário. Esse ensinamento atravessou todo o Velho Testamento, como bem visto nas histórias dos patriarcas e tribos de Israel. O que estava no “() propósito” de Deus, foi “() instituído” no Éden, e “() consumado” no Gólgota.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 13 – Segunda – Evangelho Eterno – 4º trimestre, 20 a 26 de dezembro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaO evangelho encarnado (22 de dezembro). “O anjo… lhes disse: ‘…vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: …hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor’” (Lucas 2:10 e 11).
Os patriarcas morreram antes do nascimento de Jesus. Não puderam “ver” o que havia sido prometido a Adão. Mas fecharam seus olhos na “fé”. Tinham certeza que isso aconteceria, e aconteceu.
Na manhã da ressurreição, tornarão a abrir os olhos, e verão que sua fé não foi em vão. Que alegria! Que alegria! Não há palavras para descrever tal alegria!!! Permitam-me “tentar” usar as palavras de Paulo: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam” (1Coríntios 2:9).
Irmãos, nós sabemos disso (o Plano da Redenção, o Evangelho Eterno). Talvez não com tantos detalhes, ou sem tanto domínio a respeito das profecias de Daniel e Apocalipse – mas sabemos do que foi prometido a Adão, e do que aconteceu na manjedoura, e consumado na cruz. Vivemos da promessa deixada pelo Redentor a respeito de Sua volta! Irmãos, temos exercido “fé” sobre esse tema de origem celestial. Ocorre, porém, que há muitas pessoas que nada sabem sobre isso. Anseiam aprender. O coração deles necessita dessa explicação.
Um dia o Evangelho chegou até você – quem sabe por seus pais, quando você nasceu, ou por alguma outra pessoa, numa fase mais adulta, mas chegou. E essas outras pessoas, irmãos?
No Velho Testamento Deus levanta uma questão: “A quem enviarei, e quem há de ir por Nós?” Isso está registrado em Isaías 6, e quem ouve (o jovem profeta), responde: “eis-me aqui, envia-me a mim”.
“Os anjos presentemente vem ao nosso mundo. E nem sempre são invisíveis. Algumas vezes eles encobrem sua aparência angelical e se apresentam como homens, e conversam com os seres humanos, esclarecendo-lhes o entendimento. […]
Enquanto alguns estão no vale da decisão, os anjos estão unindo os verdadeiros e fiéis servos de Cristo para ajudar essas pessoas necessitadas. […]
Se os anjos houvessem ocupado o lugar dos homens na proclamação do evangelho, não haveria regiões deixadas na escuridão e na sombra da morte. A obra seria como é representada pelo anjo voando pelo meio do céu, proclamando o Evangelho Eterno aos que habitam na Terra. Mas o Senhor não faz nada sem a cooperação do homem. Se o grande interesse que os anjos têm pelo homem pudesse ser descrito pela voz humana, para ser ouvido pelos homens, que apelos seriam proclamados, com expressões tocantes, transmitindo aos outros aquilo que o Céu lhes havia comunicado! […]
Deus havia manifestado Seu amor aos homens, fazendo-os Seus coobreiros na obra da salvação. A todos os que tenham recebido a inspiração celeste é confiado o evangelho. ‘Somos coobreiros de Deus’, chamados para representá-Lo como embaixadores do amor. Temos que cooperar na obra com os mensageiros do Céu. […]
Mediante o ministério dos anjos, Deus envia luz a Seu povo e, pelo Seu povo a luz deve ser transmitida ao mundo” (Minha Consagração Hoje, Meditação Matinal de 27/10/1953).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 13 – Terça – Evangelho Eterno – 4º trimestre, 20 a 26 de dezembro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaO evangelho em Paulo (23 de dezembro). Já disse isso antes, e como creio que a “repetição” é um ótimo veículo para o aprendizado, digo novamente: nem Tiago e nem Paulo escreveram suas epístolas com a intenção de melhorar o que o outro havia dito. Não havia celeuma entre eles. Inclusive, acredita-se que Tiago tenha escrito sua carta um pouco antes de Paulo.
O Espírito Santo instruiu Paulo a falar da “raiz da árvore” – a salvação é pela graça, recebida pela fé; enquanto Tiago, sobre a “árvore já crescida (ou em crescimento), que apresenta frutos” – a fé é vista pelas obras. Mas Paulo não deixou Tiago sozinho. Em Gálatas 5:22 e 23, registrou: “O fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio”.
Quanto a questão da “lei” e das “obras”, basta pensar assim: se fosse para a lei ser abolida, bastava Cristo ter dito isso lá no Éden, e em alto som, para que Adão, Satanás e o Universo ouvissem – e não precisaria Ele ter vindo aqui passar a humilhação que passou. Agora, se Ele veio, obedeceu e morreu, é sinal que a lei é mais santa do que imaginamos. É sinal de que ela não pode ser abolida, e nem diminuída, e nem desobedecida. Sua morte engrandece o valor que Ele mesmo dá à Sua lei.
Entendido isso, faço obras, obedeço a lei – sem que isso signifique que eu estou desmerecendo a graça. Ao contrário! A graça me salvou para que eu “retorne” a condição perdida por Adão: poder para obedecer. Se mostro minha fé através de obras, também mostro ter sido regenerado pela graça através da obediência.
Bem, o que é importante ser realçado nesta conclusão do trimestre é o seguinte: se você tem fé a respeito da obra intercessória de Cristo, mostre isso através de obras. Que essas obras sejam vistas através de uma vida de testemunho. Não há pregação maior do que esta. Se você ama o seu Senhor, ame os demais filhos do Senhor. Mas “amar” não se limita a apenas dizer “eu amo você”, o respeito, e não vou fazer nenhum mal para você. Não. Amar significa apresentar Jesus para as pessoas; trazer pessoas para Jesus; desejar e tudo fazer para que elas estejam onde queremos estar também.
O que foi dito a Adão e transmitido aos seus descendentes (chamamos isso de antiga aliança), tem que ser repassado aos nossos vizinhos e colegas de trabalho e estudo (agora chamamos de nova aliança). Eu preciso crer que o “Evangelho será pregado, e então virá o fim”. Crer e participar dessa pregação.
“Deus é a fonte da vida, luz e alegria do Universo. Como raios de luz do Sol, dEle fluem bênçãos a todas as criaturas que Ele criou. Em Seu infinito amor, tem concedido aos homens o privilégio de se tornarem participantes da natureza divina, e, por seu turno, difundirem bênçãos aos seus semelhantes. É essa a mais elevada honra, a maior alegria que Deus pode conceder ao homem” (Review and Herald, 06/12/1887).
“Não é somente pregando a verdade, ou distribuindo literatura, que seremos testemunhas de Deus. Lembremo-nos de que uma vida semelhante à de Cristo é o mais poderoso argumento que pode ser apresentado em favor do cristianismo, e que o cristão que não é fiel à sua profissão causa mais dano ao mundo do que um mundano. Nem todos os livros escritos poderiam substituir uma vida santa. Os homens acreditarão, não no que o ministro prega, mas no que a igreja pratica em sua vida. Frequentemente a influência do sermão pregado do púlpito é anulada pelo sermão vivido pelos que professam ser partidários da verdade” (Testemunhos Para a Igreja, vol. 9, capítulo “Chamados Para Ser Testemunhas”).
O Mestre disse: “Vós sois a luz do mundo”. E explicou: “Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5:14-16).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 13 – Quarta – Evangelho Eterno – 4º trimestre, 20 a 26 de dezembro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaA “nova” aliança (24 de dezembro). A questão “antiga” ou “nova” aliança é simples de ser entendida. Não se trata de imperfeita/incompleta antes de Cristo, ou perfeita/completa depois de Cristo. Ela é a mesma. Ela é eterna!
As pessoas é que não a aceitavam, e a tornavam obsoleta, desnecessária, desprezada, antiga. Alguns jovens de hoje falam assim também a respeito dos valores dos mais vividos. Mas o problema não está nos valores, e sim na concepção dos jovens. Eles “chamam” esses valores (e os idosos) de antigos, antiquados, quadrados, mas isso não corresponde com a verdade. Assim entendido, se você apostata da aliança, ela se torna antiga para você também.
Mas Deus, em Seu amor que não acaba nunca, “renovava” Seu propósito de salvar com novas pessoas, ou de novo com o apostatado que se arrependia. Por isso a expressão “nova” aliança.
“Sob o concerto da graça, as condições para a vida eterna são precisamente as mesmas que foram dadas no Éden” (The Messenger, 10/05/1893).
“O concerto da graça não é uma verdade nova, porque desde a eternidade existira na mente de Deus. Por essa razão é chamado o concerto eterno” (Signs of the Times, 24/08/1891.
“O evangelho pregado a Abraão, mediante o qual teve esperança, é o mesmo evangelho que nos é pregado hoje, e pelo qual temos esperança. Abraão olhava para Jesus, que é o Autor e Consumador de nossa fé” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 6, pág. 1198, nos Comentários de Ellen White sobre Romanos 8:15-21).
“A glória do evangelho da graça mediante a justiça imputada de Cristo não provê outro caminho de salvação a não ser pela obediência à lei de Deus na pessoa de Jesus Cristo, o divino Substituto. Na antiga dispensação, os crentes eram salvos pela graça de Cristo segundo o evangelho, como somos salvos hoje” (Signs of the Times, 05/09/1892).
Sugerimos a leitura de Escolhidos para ser salvos” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 13 – Quinta – Evangelho Eterno – 4º trimestre, 20 a 26 de dezembro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuinta O ponto culminante do evangelho (25 de dezembro). Vamos resumir o título da Lição de hoje: o ponto culminante, o clímax do EvangelhoJesus vai apresentar você para o Pai, falando assim: “Pai, por este verti Meu sangue, e ele aceitou”. Por Sua vez, o Pai vai lhe abrir um sorriso, e num gesto característico de quem chama para o abraço, dirá: “Filho, que saudade de você! Esperei tanto esse momento. Acompanhei sua trajetória por toda a sua vida. Não houve um dia em que Eu não tenha renovado Minha misericórdia em seu favor. Que bom que você está aqui!”
Então, você dirá: “Pai, eu não vim sozinho. Olha só quem eu trouxe…!!!”

[No quadro abaixo, em “escreva um comentário”, compartilhe conosco o nome das pessoas que você vai apresentar para o Pai].

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