Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Chorem e gritem! – 4º trimestre, 29 de novembro a 5 de dezembro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina, por Ligado na VideiraLição 10
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraLição 10Introdução (29 de novembro). Tiago foi claro: “Atendei, agora, ricos, chorai lamentando, por causa das vossas desventuras, que vos sobrevirão. As vossas riquezas estão corruptas, e as vossas roupagens, comidas de traça; o vosso ouro e a vossa prata foram gastos de ferrugens, e a sua ferrugem há de ser por testemunho contra vós mesmos e há de devorar, como fogo, as vossas carnes. Tesouros acumulastes nos últimos dias. Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram os vossos campos e que por vós foi retido com fraude está clamando; e os clamores dos ceifeiros penetraram até aos ouvidos do Senhor dos Exércitos. Tendes vivido regaladamente sobre a terra; tendes vivido nos prazeres; tendes engordado o vosso coração, em dia de matança; tendes condenado e matado o justo, sem que ele vos faça resistência” (5:1-6).
Porém, embora eu tenha dito que Tiago foi claro através destes versículos, também é necessário que eu diga o seguinte: A lição a ser tirada do texto bíblico desta semana nada tem a ver com desforra do pobre em cima do rico. A Lição não pode ser usada como chicote. Ela não nos dá o direito de nos arrogarmos juízes. Entendo que o apóstolo tenha mais uma vez tocado no assunto no intuito de repreender e chamar para o arrependimento aqueles que amam o dinheiro, e, mesmo assim, ele não deixou de ser redentivo com essas pessoas. É uma repreensão para despertar, e provocar uma atitude diferente. Além disso, lembremos que este tema faz parte de um contexto.
Por outro lado, e ampliando a questão, por que queremos tanto ser ricos? Se há tantas advertências, por que trouxemos para nós a teologia da prosperidade? Por que colocarmos nossa salvação, e a de nossos filhos, e a da igreja, em risco?
Mais ainda: é verdade que o texto bíblico é sobre a riqueza material (patrimônio e dinheiro), mas nós não precisamos nos ater somente a esse tipo de posse. Há muitas coisas que possuímos que nos afastam da afeição pelos tesouros celestiais. Há muito em nossa vida que nos faz desviar a atenção e diminuir o interesse pelo “assim diz o Senhor”. Por isso, todos nós, tomemos muito cuidado com o modo como estamos tratando os talentos que Deus nos concedeu. Não há motivo algum para engrandecimento pessoal. O único a ser louvado é Deus.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoA justiça será feita (30 de novembro). Irmãos, a Lição precisa ser levada para a renovação de nossos votos em viver em função da vida que se mede pela vida de Deus: a eterna. Não importa se rico ou pobre, se fiel ou infiel, a morte vai chegar. Mais cedo ou mais tarde, se dolorida ou não, ela vai chegar. Outra coisa que vai chegar é o juízo. Não importa se acreditamos ou não nisso, ele vai acontecer. E quando isso for feito, aí sim haverá sentido para o que fomos, tivemos ou fizemos. Aí sim entenderemos os valores e recomendações do Senhor.
O rico não precisa doar todo o seu dinheiro para o pobre, tornando-se também um pobre. Não é isso que se pede dele. Precisamos que haja pessoas ricas. Na outra extremidade, não achemos que a pobreza vai acabar.
Alguns levam o dever da beneficência a extremos, e na realidade prejudicam os necessitados fazendo demais em favor deles. Os pobres nem sempre se esforçam como deviam. Conquanto eles não devam ser negligenciados e deixados a sofrer, devem ser ensinados a ajudar a si próprios. […]
Não é plano de Deus que a pobreza desapareça do mundo. As classes sociais jamais deveriam ser igualadas; pois a diversidade de condições que caracteriza os seres humanos é um dos meios pelos quais Deus tem pretendido provar e desenvolver o caráter. Muitos têm insistido com grande entusiasmo que todos os homens devem ter parte igual nas bênçãos temporais de Deus; mas este não era o propósito do Criador. Cristo afirmou que sempre teremos conosco os pobres. […]
Seria a maior desgraça que já sobreveio à humanidade se todos devessem ser colocados em posição de igualdade em possessões terrenas” (Testemunhos Para a Igreja, vol. 4, capítulo 53 – “Dever para com os pobres”).
Colocado isso, a dimensão sobre o assunto se engrandece em nossa mente. A questão é muito maior do que imaginamos.
Mateus 25 fala de juízo. E ele será feito para todos. O interessante, no entanto, é que, nessa ocasião, “quando perante Deus se passarem em revista os casos de todos, não se fará a pergunta: ‘Que professaram?’ mas sim: ‘Que fizeram eles?’” (Para Conhecê-Lo, Meditação Matinal de 24/11/1965).
“Enquanto os homens ainda estão sobre a Terra, é que a obra do juízo investigativo se efetua nas cortes celestes. A vida de todos os Seus professos seguidores é passada em revista perante Deus; todos são examinados de conformidade com os relatórios nos livros do Céu, e o destino de cada um é fixado para sempre de acordo com seus atos” (Exaltai-O, Meditação Matinal de 26/11/1992).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaQuando a riqueza se torna inútil (1º de dezembro). Especificamente sobre os abastados financeiramente, “pouquíssimos reconhecem a força de seu amor ao dinheiro até que os atinja a prova. Muitos dos que professam ser seguidores de Cristo, mostram, então, não estarem preparados para o Céu. Suas obras testificam de que amam mais a riqueza do que o próximo ou a Deus. […]
A influência do amor ao dinheiro sobre o espírito humano é quase entorpecente. As riquezas transtornam e levam muitos dos que as possuem a agirem como se tivessem perdido a razão… Seu medo de passarem necessidade aumenta com a riqueza que possuem… São avaros e egoístas, temendo que Deus não lhes proveja o necessário… Ao se acumularem suas riquezas, nelas puseram a sua confiança e perderam a fé em Deus e nas Suas promessas.
[…] mostram por suas obras que não ousam confiar no banco do Céu. Preferem confiar e empregar suas posses na Terra, a enviá-las antecipadamente ao Céu. Estes têm uma grande obra para fazer no sentido de vencer a cobiça e o amor do mundo. Ricos pobres, que professam servir a Deus, são alvo de compaixão. Embora professem conhecer a Deus, pelas suas obras O negam. Quão grandes são as trevas de tais pessoas! Professam crer na verdade, mas suas obras não correspondem à profissão que fazem. O amor às riquezas torna os homens egoístas, extorsivos e arrogantes” (Conselhos Sobre Mordomia, capítulo 30 – “Perigo na prosperidade”).
“Deus é quem dá aos homens a faculdade de adquirirem riqueza, e Ele não concedeu essa faculdade como meio de satisfazer o egoísmo, mas como meio de devolver ao Senhor o que Lhe pertence. Com esse objetivo em vista, não é pecado adquirir riqueza. […]
Mas que valor possui a riqueza mais avultada, se amontoada em custosas mansões ou em títulos bancários? Que valor têm essas coisas, em comparação com a salvação de uma alma por quem morreu o Filho do infinito Deus?” (Testemunhos Seletos, vol. 3, capítulo 8 – “Auxílio para os campos missionários”).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerça – O clamor dos pobres (2 de dezembro). “A riqueza é muitas vezes obtida pela fraude. Há multidões lutando com a pobreza, sendo compelidos a trabalhar arduamente por pequeno salário, incapazes de assegurarem ganho para as menores necessidades da vida. Fadiga e privação, sem qualquer esperança de coisas melhores, tornam pesado o seu fardo. Atormentados e oprimidos, não sabem para onde se virar em busca de alívio. E tudo isto para que os ricos possam satisfazer a suas extravagâncias ou condescender com o seu desejo de enriquecimento” (Profetas e Reis, capítulo 54 – “Condenada a extorsão”).
Tiago 5:4 – “Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram os vossos campos e que por vós foi retido com fraude está clamando; e os clamores dos ceifeiros penetraram até aos ouvidos do Senhor dos Exércitos”.
“Os costumes do mundo não são norma para o cristão. Ele não deve imitar suas práticas sutis, suas astúcias, suas extorsões. Todo ato injusto para com o próximo é uma violação da regra áurea. Cada erro praticado em relação aos filhos de Deus é feito ao próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa de tirar vantagem da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem, é registrada como fraude no livro-razão do Céu” (Profetas e Reis, capítulo 54 – “Condenada a extorsão”).
O apóstolo Paulo exortou a Timóteo a advertir os ricos: “Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que abundantemente nos dá todas as coisas para delas gozarmos; que façam o bem, enriqueçam em boas obras, repartam de boa mente e sejam comunicáveis; que entesourem para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a vida eterna” (1Timóteo 6:17-19).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaFartos e felizes (por enquanto) (3 de dezembro). Porque Tiago fala “tendes vivido regaladamente sobre a terra”, a Lição recorda a Parábola do Rico e Lázaro.
Então, recomendo a leitura da explicação feita por Pedro Apolinário, no livro Leia e Compreenda Melhor a Bíblia” – clique aqui.
Também é de grande proveito o capítulo “Como Se Decide o Nosso Destino”, escrito por Ellen White, no livro Parábolas de Jesus” – clique aqui.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuintaCulpando a vítima (4 de dezembro). “Não somos de nós mesmos, para agirmos segundo nossa própria escolha. Somos chamados para ser representantes de Cristo. Fomos comprados por um preço. Como escolhidos filhos e filhas de Deus, devemos ser filhos obedientes, agindo de acordo com os princípios do Seu caráter como revelados por meio de Seu Filho.
Jesus disse: ‘Fazei bem aos que vos odeiam’. Quanto podemos alcançar por seguir esta instrução jamais conseguiremos avaliar. ‘Orai pelos que vos maltratam e vos perseguem, para que vos torneis filhos de vosso Pai celeste, porque Ele faz nascer o Seu Sol sobre maus e bons, e vir a chuva sobre justos e injustos’.
Não são muitas vezes passados por alto os princípios aqui apresentados? A quantidade de males que se podem evitar por segui-los não é de modo algum pequena, pois algumas vezes o coração dos perseguidores é susceptível de impressões divinas, como o foi o do apóstolo Paulo antes de sua conversão. É sempre melhor esforçar-se por fazer toda a vontade de Deus como Ele tem especificado. Ele cuidará dos resultados” (Medicina e Salvação, pág. 256).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSextaConclusão (5 de dezembro). “Os que amam a Deus supremamente reconhecem que são ricos além de toda a comparação, da riqueza que Deus lhes dá. O homem não possui coisa alguma a que tenha direito exclusivo. Não possui nem mesmo a si próprio; pois foi comprado por preço, o próprio sangue do Filho de Deus. Cristo tem direito a todas as propriedades do mundo. Ele pode pôr em atuação uma cadeia de circunstâncias que arrebatarão o acumulado lucro de anos. Pode Ele também prover o auxílio necessário a Seus filhos.
É Deus quem dá ao homem o fôlego de vida. Nós não podemos originar nada; só podemos juntar aquilo que Deus originou. Ele é nosso guardador, nosso conselheiro; e mais que isso, de Seu liberal suprimento recebemos toda a aptidão, todo tato e habilidade que possuímos. Tudo que possuís é dom dEle; pois vós nada possuíeis com que o pudésseis criar ou comprar. É-vos dado, não para se tornar uma cunha que vos separe dEle, mas para ajudar-vos em fazerdes o Seu serviço.
No momento em que o homem perde de vista o fato de que suas aptidões e posses pertencem ao Senhor, está ele dissipando os bens de seu Senhor. Faz a parte de um mordomo injusto, provocando o Senhor a transferir os Seus bens para mãos mais fiéis. Deus impele aqueles a quem confiou os Seus bens a administrá-los fielmente, mostrando ao mundo que estão trabalhando para a salvação dos pecadores. Ele roga aos que professam estar sob Sua supervisão, que não O representem mal no caráter. Ele diariamente nos cumula de benefícios. Usando a coroa de Seu real favor, glorifiquemo-Lo comunicando aos outros a abundância que Ele nos concedeu.
Quem nos dera amor, sagrado, santo e altruísta amor! Reconheçamos, como representantes do Senhor, que terrível coisa é representar falsamente o Salvador, revelando egoísmo. Deus roga a Seus filhos e filhas que mostrem ao mundo que Ele não é egoísta, mas é rico em planos generosos, altruístas. Está Ele à espera de condutos através dos quais comunicar a riqueza de Seu amor” (Nos Lugares Celestiais, Meditação Matinal de 22/10/1968).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Sábado – Chorem e gritem! – 4º trimestre, 29 de novembro a 5 de dezembro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10Introdução (29 de novembro). Tiago foi claro: “Atendei, agora, ricos, chorai lamentando, por causa das vossas desventuras, que vos sobrevirão. As vossas riquezas estão corruptas, e as vossas roupagens, comidas de traça; o vosso ouro e a vossa prata foram gastos de ferrugens, e a sua ferrugem há de ser por testemunho contra vós mesmos e há de devorar, como fogo, as vossas carnes. Tesouros acumulastes nos últimos dias. Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram os vossos campos e que por vós foi retido com fraude está clamando; e os clamores dos ceifeiros penetraram até aos ouvidos do Senhor dos Exércitos. Tendes vivido regaladamente sobre a terra; tendes vivido nos prazeres; tendes engordado o vosso coração, em dia de matança; tendes condenado e matado o justo, sem que ele vos faça resistência” (5:1-6).

Porém, embora eu tenha dito que Tiago foi claro através destes versículos, também é necessário que eu diga o seguinte: A lição a ser tirada do texto bíblico desta semana nada tem a ver com desforra do pobre em cima do rico. A Lição não pode ser usada como chicote. Ela não nos dá o direito de nos arrogarmos juízes. Entendo que o apóstolo tenha mais uma vez tocado no assunto no intuito de repreender e chamar para o arrependimento aqueles que amam o dinheiro, e, mesmo assim, ele não deixou de ser redentivo com essas pessoas. É uma repreensão para despertar, e provocar uma atitude diferente. Além disso, lembremos que este tema faz parte de um contexto.

Por outro lado, e ampliando a questão, por que queremos tanto ser ricos? Se há tantas advertências, por que trouxemos para nós a teologia da prosperidade? Por que colocarmos nossa salvação, e a de nossos filhos, e a da igreja, em risco?

Mais ainda: é verdade que o texto bíblico é sobre a riqueza material (patrimônio e dinheiro), mas nós não precisamos nos ater somente a esse tipo de posse. Há muitas coisas que possuímos que nos afastam da afeição pelos tesouros celestiais. Há muito em nossa vida que nos faz desviar a atenção e diminuir o interesse pelo “assim diz o Senhor”. Por isso, todos nós, tomemos muito cuidado com o modo como estamos tratando os talentos que Deus nos concedeu. Não há motivo algum para engrandecimento pessoal. O único a ser louvado é Deus.

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Domingo – Chorem e gritem! – 4º trimestre, 29 de novembro a 5 de dezembro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – DomingoA justiça será feita (30 de novembro). Irmãos, a Lição precisa ser levada para a renovação de nossos votos em viver em função da vida que se mede pela vida de Deus: a eterna. Não importa se rico ou pobre, se fiel ou infiel, a morte vai chegar. Mais cedo ou mais tarde, se dolorida ou não, ela vai chegar. Outra coisa que vai chegar é o juízo. Não importa se acreditamos ou não nisso, ele vai acontecer. E quando isso for feito, aí sim haverá sentido para o que fomos, tivemos ou fizemos. Aí sim entenderemos os valores e recomendações do Senhor.

O rico não precisa doar todo o seu dinheiro para o pobre, tornando-se também um pobre. Não é isso que se pede dele. Precisamos que haja pessoas ricas. Na outra extremidade, não achemos que a pobreza vai acabar.

Alguns levam o dever da beneficência a extremos, e na realidade prejudicam os necessitados fazendo demais em favor deles. Os pobres nem sempre se esforçam como deviam. Conquanto eles não devam ser negligenciados e deixados a sofrer, devem ser ensinados a ajudar a si próprios. […]

Não é plano de Deus que a pobreza desapareça do mundo. As classes sociais jamais deveriam ser igualadas; pois a diversidade de condições que caracteriza os seres humanos é um dos meios pelos quais Deus tem pretendido provar e desenvolver o caráter. Muitos têm insistido com grande entusiasmo que todos os homens devem ter parte igual nas bênçãos temporais de Deus; mas este não era o propósito do Criador. Cristo afirmou que sempre teremos conosco os pobres. […]

Seria a maior desgraça que já sobreveio à humanidade se todos devessem ser colocados em posição de igualdade em possessões terrenas” (Testemunhos Para a Igreja, vol. 4, capítulo 53 – “Dever para com os pobres”).

Colocado isso, a dimensão sobre o assunto se engrandece em nossa mente. A questão é muito maior do que imaginamos.

Mateus 25 fala de juízo. E ele será feito para todos. O interessante, no entanto, é que, nessa ocasião, “quando perante Deus se passarem em revista os casos de todos, não se fará a pergunta: ‘Que professaram?’ mas sim: ‘Que fizeram eles?’” (Para Conhecê-Lo, Meditação Matinal de 24/11/1965).

“Enquanto os homens ainda estão sobre a Terra, é que a obra do juízo investigativo se efetua nas cortes celestes. A vida de todos os Seus professos seguidores é passada em revista perante Deus; todos são examinados de conformidade com os relatórios nos livros do Céu, e o destino de cada um é fixado para sempre de acordo com seus atos” (Exaltai-O, Meditação Matinal de 26/11/1992).

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Segunda – Chorem e gritem! – 4º trimestre, 29 de novembro a 5 de dezembro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – SegundaQuando a riqueza se torna inútil (1º de dezembro). Especificamente sobre os abastados financeiramente, “pouquíssimos reconhecem a força de seu amor ao dinheiro até que os atinja a prova. Muitos dos que professam ser seguidores de Cristo, mostram, então, não estarem preparados para o Céu. Suas obras testificam de que amam mais a riqueza do que o próximo ou a Deus. […]

A influência do amor ao dinheiro sobre o espírito humano é quase entorpecente. As riquezas transtornam e levam muitos dos que as possuem a agirem como se tivessem perdido a razão… Seu medo de passarem necessidade aumenta com a riqueza que possuem… São avaros e egoístas, temendo que Deus não lhes proveja o necessário… Ao se acumularem suas riquezas, nelas puseram a sua confiança e perderam a fé em Deus e nas Suas promessas.

[…] Mostram por suas obras que não ousam confiar no banco do Céu. Preferem confiar e empregar suas posses na Terra, a enviá-las antecipadamente ao Céu. Estes têm uma grande obra para fazer no sentido de vencer a cobiça e o amor do mundo. Ricos pobres, que professam servir a Deus, são alvo de compaixão. Embora professem conhecer a Deus, pelas suas obras O negam. Quão grandes são as trevas de tais pessoas! Professam crer na verdade, mas suas obras não correspondem à profissão que fazem. O amor às riquezas torna os homens egoístas, extorsivos e arrogantes” (Conselhos Sobre Mordomia, capítulo 30 – “Perigo na prosperidade”).

“Deus é quem dá aos homens a faculdade de adquirirem riqueza, e Ele não concedeu essa faculdade como meio de satisfazer o egoísmo, mas como meio de devolver ao Senhor o que Lhe pertence. Com esse objetivo em vista, não é pecado adquirir riqueza. […]

Mas que valor possui a riqueza mais avultada, se amontoada em custosas mansões ou em títulos bancários? Que valor têm essas coisas, em comparação com a salvação de uma alma por quem morreu o Filho do infinito Deus?” (Testemunhos Seletos, vol. 3, capítulo 8 – “Auxílio para os campos missionários”).

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Terça – Chorem e gritem! – 4º trimestre, 29 de novembro a 5 de dezembro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – TerçaO clamor dos pobres (2 de dezembro). “A riqueza é muitas vezes obtida pela fraude. Há multidões lutando com a pobreza, sendo compelidos a trabalhar arduamente por pequeno salário, incapazes de assegurarem ganho para as menores necessidades da vida. Fadiga e privação, sem qualquer esperança de coisas melhores, tornam pesado o seu fardo. Atormentados e oprimidos, não sabem para onde se virar em busca de alívio. E tudo isto para que os ricos possam satisfazer a suas extravagâncias ou condescender com o seu desejo de enriquecimento” (Profetas e Reis, capítulo 54 – “Condenada a extorsão”).

Tiago 5:4 – “Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram os vossos campos e que por vós foi retido com fraude está clamando; e os clamores dos ceifeiros penetraram até aos ouvidos do Senhor dos Exércitos”.

“Os costumes do mundo não são norma para o cristão. Ele não deve imitar suas práticas sutis, suas astúcias, suas extorsões. Todo ato injusto para com o próximo é uma violação da regra áurea. Cada erro praticado em relação aos filhos de Deus é feito ao próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa de tirar vantagem da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem, é registrada como fraude no livro-razão do Céu” (Profetas e Reis, capítulo 54 – “Condenada a extorsão”).

O apóstolo Paulo exortou a Timóteo a advertir os ricos: “Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que abundantemente nos dá todas as coisas para delas gozarmos; que façam o bem, enriqueçam em boas obras, repartam de boa mente e sejam comunicáveis; que entesourem para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a vida eterna” (1Timóteo 6:17-19).

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Quarta – Chorem e gritem! – 4º trimestre, 29 de novembro a 5 de dezembro de 2014

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – Quinta – Chorem e gritem! – 4º trimestre, 29 de novembro a 5 de dezembro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – QuintaCulpando a vítima (4 de dezembro). “Não somos de nós mesmos, para agirmos segundo nossa própria escolha. Somos chamados para ser representantes de Cristo. Fomos comprados por um preço. Como escolhidos filhos e filhas de Deus, devemos ser filhos obedientes, agindo de acordo com os princípios do Seu caráter como revelados por meio de Seu Filho.

Jesus disse: ‘Fazei bem aos que vos odeiam’. Quanto podemos alcançar por seguir esta instrução jamais conseguiremos avaliar. ‘Orai pelos que vos maltratam e vos perseguem, para que vos torneis filhos de vosso Pai celeste, porque Ele faz nascer o Seu Sol sobre maus e bons, e vir a chuva sobre justos e injustos’.

Não são muitas vezes passados por alto os princípios aqui apresentados? A quantidade de males que se podem evitar por segui-los não é de modo algum pequena, pois algumas vezes o coração dos perseguidores é susceptível de impressões divinas, como o foi o do apóstolo Paulo antes de sua conversão. É sempre melhor esforçar-se por fazer toda a vontade de Deus como Ele tem especificado. Ele cuidará dos resultados” (Medicina e Salvação, pág. 256).

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