Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 5 – O amor e a lei – 4º trimestre, 25 a 31 de outubro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina, por Ligado na Videira
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraLição 5 Introdução (25 de outubro). O capítulo 2 de Tiago será dividido em duas lições (5 e 6). Deus nos orienta: “Lede o segundo capítulo de Tiago. Praticai a verdade em vossa vida diária, e sabereis que trabalho o Senhor vos deu a fazer” (Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, capítulo 4 – “Elevada Norma de Deus”).
Lembremos que o assunto desta nova semana faz parte do seguinte contexto: Tiago está escrevendo para a igreja, ou seja, para os membros da igreja; e que todos esses membros, sejam pobres, sejam ricos, foram “gerados pela Palavra da Verdade”.
Dando uma olhadinha em Tiago 2:1-13, que é a base para toda a semana, veremos alguma coisa envolvendo ricos e pobres. Na Lição 2, dia 9 de outubro, Tiago orientou o pobre e orientou o rico. Agora, o apóstolo orienta o membro que vai recepcionar na igreja tanto o pobre quanto o rico. Mas, primeiro, eu formulo uma questão: qual o patamar financeiro de uma pessoa para que você o considere pobre ou rico?
Bem, tomemos por propósito não falar de forma preconceituosa a respeito dos ricos, até porque a Lição não é sobre “pobre” versus “rico” e nem “rico” versus “pobre”, mas sobre o princípio de que o homem controlado pelo amor de Jesus manifestará a mesma misericórdia para com todas as pessoas, o mesmo carinhoso interesse, tanto aos necessitados pobres como aos necessitados ricos, pois sabe que todos os homens possuem igual valor à vista de Deus, e porque, nEle, todos fomos igualmente gerados.
“Deus não reconhece distinção de classes. Para Ele não existem castas. À Sua vista, homens são simplesmente homens, bons ou maus. [...] Deus permite que o sol brilhe sobre justos e injustos” (Review and Herald, 21/07/1910).
“Ricos e pobres devem ser tratados com igualdade, com bondade invariável” (Medicina e Salvação, capítulo 11 – “A Família do Sanatório”).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoO homem com anel de ouro (26 de outubro). Tiago 2:2-4 – “Se, portanto, entrar na vossa sinagoga algum homem com anéis de ouro nos dedos, em trajes de luxo, e entrar também algum pobre andrajoso, e tratardes com deferência o que tem os trajes de luxo e lhe disserdes: ‘Tu, assenta-te aqui em lugar de honra’; e disserdes ao pobre: ‘Tu, fica ali em pé ou assenta-te aqui abaixo do estrado dos meus pés’, não fizestes distinção entre vós mesmos e não vos tornastes juízes tomados de perversos pensamentos?”
Se duas pessoas se aproximam de Deus, que diferença há entre elas? Não são as duas, de igual forma, necessitadas do perdão e da salvação encontradas apenas em Deus? Não são pobres? Por que, então, exaltamos a aparência, o diploma, as posses? E mais: por que esse tema é tão atual e recorrente em nossas igrejas?
Tiago vai na garganta: ao agir assim, estou me colocando na posição de juiz, pois julgo que o rico é mais importante que o pobre. É como se ele chamasse isso de “pecado da parcialidade”, de “loucura da distinção de classes”. O verso 9 é bastante claro: “Se, todavia, fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado”.
Irmãos, essa parcialidade é incompatível com a fé em Jesus.
Recorro ao capítulo 1º de Tiago: “Tornai-vos, pois, praticantes da Palavra… acolhei, com mansidão, a Palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma”. Sendo assim, o que diz a Palavra sobre o tema de hoje?
“O SENHOR, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e temível, que não faz acepção de pessoas” (Deuteronômio 10:17; Atos 10:34; e Romanos 2:11). “Não farás injustiça no juízo, nem favorecendo o pobre, nem comprazendo ao grande; com justiça julgarás o teu próximo” (Levítico 19:15; Deuteronômio 1:17). “Todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gálatas 3:28). “Ele faz nascer o Seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos” (Mateus 5:45).
“Devem os pobres ser tratados com tanto interesse e atenção quanto os ricos. A prática de honrar os ricos e menosprezar e negligenciar os pobres é um crime à vista de Deus. Aqueles que estão rodeados de todos os confortos da vida ou são adulados e lisonjeados pelo mundo por serem ricos, não sentem a necessidade de simpatia nem de terna consideração, como as pessoas cuja vida tem sido uma longa luta com a pobreza. Estes não têm senão pouco nesta vida para torná-los felizes ou alegres, e apreciarão simpatia e amor” (Testimonies, vol. 4, pág. 551).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaLuta de classes (27 de outubro). Tiago 2:5-7 – “Ouvi, meus amados irmãos. Não escolheu Deus os que para o mundo são pobres, para serem ricos em fé e herdeiros do reino que Ele prometeu aos que O amam? Entretanto, vós outros menosprezastes o pobre. Não são os ricos que vos oprimem e não são eles que vos arrastam para tribunais? Não são eles os que blasfemam o bom nome que sobre vós foi invocado?”
É bem verdade que muitas pessoas ricas têm sido alcançadas pelo Evangelho, mas, pela experiência demonstrada, são os pobres que correspondem com mais facilidade aos assuntos celestiais. Então, ao falar que Deus escolheu os pobres, na verdade estamos dizendo que os pobres aceitam mais facilmente o convite de Deus. E não que o rico não vá para o Céu, mas que é mais difícil este abrir sua mente para tal mensagem, já que o seu coração está mais treinado a valorizar as coisas terrenas. É mais questão de probabilidade do que de impossibilidade.
Bem, apesar de Deus ter escolhido os pobres, a igreja do tempo de Tiago fez a opção contrária. Entretanto, o apóstolo traz à memória da igreja que quem a oprimia era justamente os ricos. Estes os arrastavam aos tribunais por qualquer motivo, exigindo “direitos” a todo momento. Como podiam eles desonrar os pobres, escolhidos por Deus, e favorecer os ricos que os oprimiam. É triste quando escolhemos o contrário da escolha de Deus!
Tiago, então, exorta os irmãos a reconhecerem o favoritismo que havia dentro da comunidade cristã. Estavam (e estamos) diante de algo reprovável diante de Deus: a discriminação social (mesmo na igreja). Por isso é que o favoritismo, a parcialidade e quaisquer tipos de discriminação devem ser combatidos com rigor na igreja local, principalmente pela liderança. Esta deve ser delicadamente exemplar nesta questão. Quem discrimina demonstra que ainda não compreendeu o Evangelho.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaAmor ao próximo (28 de outubro). Consideremos alguns versos bíblicos. O apóstolo Tiago escreveu assim: “Se vós, contudo, observais a lei régia [o coração da lei] segundo a Escritura: ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’, fazeis bem; pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos” (Tiago 2:8 e 9).
Paulo se expressou assim: “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a lei… O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor” (Romanos 13:8 e 10).
Jesus disse assim: “Eu vos dei o exemplo, para que, como Eu vos fiz, façais vós também… se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as praticardes… Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como Eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros” (João 13:15, 17 e 34).
Voltando a Paulo, ele disse que: “O fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei” (Gálatas 5:22 e 23).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaToda a lei (29 de outubro). Tiago 2:10 e 11 – “Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos. Porquanto, aquele que disse: Não adulterarás também ordenou: Não matarás. Ora, se não adulteras, porém matas, vens a ser transgressor da lei”.
O pensamento de então era que o transgressor de um mandamento era culpado por apenas este mandamento quebrado. O apóstolo, guiado pelo Espírito Santo, explica para os membros da nova igreja que esse entendimento não corresponde aos ensinos de Cristo. Na verdade, há um aspecto coletivo da lei, o que faz o transgressor de um único mandamento culpado como se tivesse errado tudo; e, desqualificado para a salvação por um, desqualificado por todos. Deus deseja a prática da obediência completa.
O Espírito de Profecia diz: “Desde o início do grande conflito no Céu, tem sido o intento de Satanás subverter a lei de Deus. Foi para realizar isto que entrou em rebelião contra o Criador; e, posto que fosse expulso do Céu, continuou a mesma luta na Terra. Enganar os homens, levando-os assim a transgredir a lei de Deus, é o objetivo que perseverantemente tem procurado atingir. Quer seja isto alcançado pondo de parte toda a lei, quer rejeitando um de seus preceitos, o resultado será finalmente o mesmo. Aquele que tropeçar ‘em um só ponto’, manifesta desprezo pela lei toda; sua influência e exemplo estão do lado da transgressão; torna-se ‘culpado de todos’” (O Grande Conflito, capítulo 36 – “O Maior Perigo Para o Lar e a Vida”).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuintaJulgado pela lei (30 de outubro). Tiago 2:12 e 13 – “Falai de tal maneira e de tal maneira procedei como aqueles que hão de ser julgados pela lei da liberdade. Porque o juízo é sem misericórdia para com aquele que não usou de misericórdia. A misericórdia triunfa sobre o juízo”.
Todos estaremos diante de Deus, em juízo. Para tanto, tudo o que fazemos ou nos omitimos de fazer terão o devido peso. Nesse dia, haverá misericórdia para uns, mas não para todos. A diferença quanto a isso, no entanto, não estará no Juiz, mas no julgado. Sua vida aqui, agora, antes do juízo, é que determinará se haverá ou não o uso de misericórdia.
Se porventura fomos faltosos nesse quesito até agora, podemos confiantemente entregar nosso caso nas mãos de Cristo. Ele está nos concedendo Seu maravilhoso perdão, e nos comunicando Seu poder para que nossas novas ações sejam repletas daquilo que Ele nos concede. Perdão por perdão, misericórdia por misericórdia, amor por amor.
Especificamente sobre o pecado da parcialidade que temos cometido, tratemos as pessoas de forma que só os ajude a confiar no Redentor. Se o rico busca a Deus, não lhe ofereçamos bajulação, pois isso não lhe fará bem. Ao contrário, isso até poderá fazer com que continue com o foco no alvo errado. Quanto ao pobre, não o diminuamos, não o desprezemos. Ele vale o sangue de Cristo. Ele é amado por Deus. Se ele está buscando a Deus, com certeza é porque Deus o está atraindo.
Você tem recebido misericórdia?
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSextaConclusão (31 de outubro). “Os inteligentes, os cultos, são por demais passados por alto. O anzol não está iscado para apanhar esta classe, e não são ideados, com oração, meios e métodos para alcançá-los com a verdade capaz de torná-los sábios para a salvação. Em geral, os seguidores da moda, os ricos, os orgulhosos, compreendem pela experiência, que a felicidade não se consegue com a soma de dinheiro que possuem, nem por custosos edifícios, nem mobiliários e quadros ornamentais. Querem alguma coisa que não possuem. Mas essa classe se atrai uma à outra, e difícil é encontrar acesso a elas; e por isso muitos estão a perecer em seus pecados, anelando algo que lhes dê descanso e paz, e tranquilidade de espírito. Necessitam de Jesus, a luz da justiça.
Há certa rotina de labores realizados de certa maneira a qual faz com que uma vasta classe fique intacta. [...]
Os ricos deixados sós, sem nenhum esforço para salvá-los, ficam mais e mais fechados em suas próprias ideias. Sua própria corrente de pensamentos e associações perde de vista a eternidade. Tornam-se mais orgulhosos e egoístas, duros de coração e insensíveis à impressão, suspeitosos de que todos queiram tirar dinheiro, ao passo que os pobres são invejosos dos ricos, que necessitam mais de piedade do que de ser invejados. Levemos todas essas pessoas para debaixo do poder da verdade salvadora, e a obra da edificação do reino de Deus irá avante com muito maior êxito” (Evangelismo, capítulo “Trabalho em Favor de Classes Especiais”).
“Muito se diz quanto ao nosso dever para com os pobres negligenciados; não se deveria dar alguma atenção aos negligenciados ricos? Muitos consideram essa classe um caso perdido, e pouco fazem para abrir os olhos daqueles que, cegos e ofuscados pelo falso brilho da glória terrena, perderam o cálculo da eternidade. Milhares de ricos têm baixado ao túmulo inadvertidos. Mas, por mais indiferentes que pareçam, muitos entre eles são almas oprimidas. [...]
Muitos dentre os ricos anseiam por alguma divina certeza, alguma esperança espiritual. Muitos, anelam alguma coisa que lhes venha pôr termo à monotonia de uma vida sem objetivo” (A Ciência do Bom Viver, capítulo “O Ministério em Favor dos Ricos”).
“Alguns levam o dever da beneficência a extremos, e na realidade prejudicam os necessitados fazendo demais em favor deles. Os pobres nem sempre se esforçam como deviam. Conquanto eles não devam ser negligenciados e deixados a sofrer, devem ser ensinados a ajudar a si próprios. [...]
Não é plano de Deus que a pobreza desapareça do mundo. As classes sociais jamais deveriam ser igualadas; pois a diversidade de condições que caracteriza os seres humanos é um dos meios pelos quais Deus tem pretendido provar e desenvolver o caráter. Muitos têm insistido com grande entusiasmo que todos os homens devem ter parte igual nas bênçãos temporais de Deus; mas este não era o propósito do Criador. Cristo afirmou que sempre teremos conosco os pobres. [...]
Seria a maior desgraça que já sobreveio à humanidade se todos devessem ser colocados em posição de igualdade em possessões terrenas” (Testemunhos Para a Igreja, vol. 4, capítulo 53 – “Dever para com os pobres”).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 5 – Sábado – O amor e a lei – 4º trimestre, 25 a 31 de outubro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraLição 5Introdução (25 de outubro). O capítulo 2 de Tiago será dividido em duas lições (5 e 6). Deus nos orienta: “Lede o segundo capítulo de Tiago. Praticai a verdade em vossa vida diária, e sabereis que trabalho o Senhor vos deu a fazer” (Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, capítulo 4 – “Elevada Norma de Deus”).
Lembremos que o assunto desta nova semana faz parte do seguinte contexto: Tiago está escrevendo para a igreja, ou seja, para os membros da igreja; e que todos esses membros, sejam pobres, sejam ricos, foram “gerados pela Palavra da Verdade”.
Dando uma olhadinha em Tiago 2:1-13, que é a base para toda a semana, veremos alguma coisa envolvendo ricos e pobres. Na Lição 2, dia 9 de outubro, Tiago orientou o pobre e orientou o rico. Agora, o apóstolo orienta o membro que vai recepcionar na igreja tanto o pobre quanto o rico. Mas, primeiro, eu formulo uma questão: qual o patamar financeiro de uma pessoa para que você o considere pobre ou rico?
Bem, tomemos por propósito não falar de forma preconceituosa a respeito dos ricos, até porque a Lição não é sobre “pobre” versus “rico” e nem “rico” versus “pobre”, mas sobre o princípio de que o homem controlado pelo amor de Jesus manifestará a mesma misericórdia para com todas as pessoas, o mesmo carinhoso interesse, tanto aos necessitados pobres como aos necessitados ricos, pois sabe que todos os homens possuem igual valor à vista de Deus, e porque, nEle, todos fomos igualmente gerados.
“Deus não reconhece distinção de classes. Para Ele não existem castas. À Sua vista, homens são simplesmente homens, bons ou maus. [...] Deus permite que o sol brilhe sobre justos e injustos” (Review and Herald, 21/07/1910).
“Ricos e pobres devem ser tratados com igualdade, com bondade invariável” (Medicina e Salvação, capítulo 11 – “A Família do Sanatório”).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 5 – Domingo – O amor e a lei – 4º trimestre, 25 a 31 de outubro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraDomingoO homem com anel de ouro (26 de outubro). Tiago 2:2-4 – “Se, portanto, entrar na vossa sinagoga algum homem com anéis de ouro nos dedos, em trajes de luxo, e entrar também algum pobre andrajoso, e tratardes com deferência o que tem os trajes de luxo e lhe disserdes: ‘Tu, assenta-te aqui em lugar de honra’; e disserdes ao pobre: ‘Tu, fica ali em pé ou assenta-te aqui abaixo do estrado dos meus pés’, não fizestes distinção entre vós mesmos e não vos tornastes juízes tomados de perversos pensamentos?”
Se duas pessoas se aproximam de Deus, que diferença há entre elas? Não são as duas, de igual forma, necessitadas do perdão e da salvação encontradas apenas em Deus? Não são pobres? Por que, então, exaltamos a aparência, o diploma, as posses? E mais: por que esse tema é tão atual e recorrente em nossas igrejas?
Tiago vai na garganta: ao agir assim, estou me colocando na posição de juiz, pois julgo que o rico é mais importante que o pobre. É como se ele chamasse isso de “pecado da parcialidade”, de “loucura da distinção de classes”. O verso 9 é bastante claro: “Se, todavia, fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado”.
Irmãos, essa parcialidade é incompatível com a fé em Jesus.
Recorro ao capítulo 1º de Tiago: “Tornai-vos, pois, praticantes da Palavra… acolhei, com mansidão, a Palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma”. Sendo assim, o que diz a Palavra sobre o tema de hoje?
“O SENHOR, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e temível, que não faz acepção de pessoas” (Deuteronômio 10:17; Atos 10:34; e Romanos 2:11). “Não farás injustiça no juízo, nem favorecendo o pobre, nem comprazendo ao grande; com justiça julgarás o teu próximo” (Levítico 19:15; Deuteronômio 1:17). “Todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gálatas 3:28). “Ele faz nascer o Seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos” (Mateus 5:45).
“Devem os pobres ser tratados com tanto interesse e atenção quanto os ricos. A prática de honrar os ricos e menosprezar e negligenciar os pobres é um crime à vista de Deus. Aqueles que estão rodeados de todos os confortos da vida ou são adulados e lisonjeados pelo mundo por serem ricos, não sentem a necessidade de simpatia nem de terna consideração, como as pessoas cuja vida tem sido uma longa luta com a pobreza. Estes não têm senão pouco nesta vida para torná-los felizes ou alegres, e apreciarão simpatia e amor” (Testimonies, vol. 4, pág. 551).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 5 – Segunda – O amor e a lei – 4º trimestre, 25 a 31 de outubro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraSegundaLuta de classes (27 de outubro). Tiago 2:5-7 – “Ouvi, meus amados irmãos. Não escolheu Deus os que para o mundo são pobres, para serem ricos em fé e herdeiros do reino que Ele prometeu aos que O amam? Entretanto, vós outros menosprezastes o pobre. Não são os ricos que vos oprimem e não são eles que vos arrastam para tribunais? Não são eles os que blasfemam o bom nome que sobre vós foi invocado?”
É bem verdade que muitas pessoas ricas têm sido alcançadas pelo Evangelho, mas, pela experiência demonstrada, são os pobres que correspondem com mais facilidade aos assuntos celestiais. Então, ao falar que Deus escolheu os pobres, na verdade estamos dizendo que os pobres aceitam mais facilmente o convite de Deus. E não que o rico não vá para o Céu, mas que é mais difícil este abrir sua mente para tal mensagem, já que o seu coração está mais treinado a valorizar as coisas terrenas. É mais questão de probabilidade do que de impossibilidade.
Bem, apesar de Deus ter escolhido os pobres, a igreja do tempo de Tiago fez a opção contrária. Entretanto, o apóstolo traz à memória da igreja que quem a oprimia era justamente os ricos. Estes os arrastavam aos tribunais por qualquer motivo, exigindo “direitos” a todo momento. Como podiam eles desonrar os pobres, escolhidos por Deus, e favorecer os ricos que os oprimiam. É triste quando escolhemos o contrário da escolha de Deus!
Tiago, então, exorta os irmãos a reconhecerem o favoritismo que havia dentro da comunidade cristã. Estavam (e estamos) diante de algo reprovável diante de Deus: a discriminação social (mesmo na igreja). Por isso é que o favoritismo, a parcialidade e quaisquer tipos de discriminação devem ser combatidos com rigor na igreja local, principalmente pela liderança. Esta deve ser delicadamente exemplar nesta questão. Quem discrimina demonstra que ainda não compreendeu o Evangelho.
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 5 – Terça – O amor e a lei – 4º trimestre, 25 a 31 de outubro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraTerçaAmor ao próximo (28 de outubro). Consideremos alguns versos bíblicos. O apóstolo Tiago escreveu assim: “Se vós, contudo, observais a lei régia [o coração da lei] segundo a Escritura: ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’, fazeis bem; pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos” (Tiago 2:8 e 9).
Paulo se expressou assim: “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a lei… O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor” (Romanos 13:8 e 10).
Jesus disse assim: “Eu vos dei o exemplo, para que, como Eu vos fiz, façais vós também… se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as praticardes… Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como Eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros” (João 13:15, 17 e 34).
Voltando a Paulo, ele disse que: “O fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei” (Gálatas 5:22 e 23).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 5 – Quarta – O amor e a lei – 4º trimestre, 25 a 31 de outubro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuartaToda a lei (29 de outubro). Tiago 2:10 e 11 – “Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos. Porquanto, aquele que disse: Não adulterarás também ordenou: Não matarás. Ora, se não adulteras, porém matas, vens a ser transgressor da lei”.
O pensamento de então era que o transgressor de um mandamento era culpado por apenas este mandamento quebrado. O apóstolo, guiado pelo Espírito Santo, explica para os membros da nova igreja que esse entendimento não corresponde aos ensinos de Cristo. Na verdade, há um aspecto coletivo da lei, o que faz o transgressor de um único mandamento culpado como se tivesse errado tudo; e, desqualificado para a salvação por um, desqualificado por todos. Deus deseja a prática da obediência completa.
O Espírito de Profecia diz: “Desde o início do grande conflito no Céu, tem sido o intento de Satanás subverter a lei de Deus. Foi para realizar isto que entrou em rebelião contra o Criador; e, posto que fosse expulso do Céu, continuou a mesma luta na Terra. Enganar os homens, levando-os assim a transgredir a lei de Deus, é o objetivo que perseverantemente tem procurado atingir. Quer seja isto alcançado pondo de parte toda a lei, quer rejeitando um de seus preceitos, o resultado será finalmente o mesmo. Aquele que tropeçar ‘em um só ponto’, manifesta desprezo pela lei toda; sua influência e exemplo estão do lado da transgressão; torna-se ‘culpado de todos’” (O Grande Conflito, capítulo 36 – “O Maior Perigo Para o Lar e a Vida”).
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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 5 – Quinta – O amor e a lei – 4º trimestre, 25 a 31 de outubro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na VideiraQuintaJulgado pela lei (30 de outubro). Tiago 2:12 e 13 – “Falai de tal maneira e de tal maneira procedei como aqueles que hão de ser julgados pela lei da liberdade. Porque o juízo é sem misericórdia para com aquele que não usou de misericórdia. A misericórdia triunfa sobre o juízo”.
Todos estaremos diante de Deus, em juízo. Para tanto, tudo o que fazemos ou nos omitimos de fazer terão o devido peso. Nesse dia, haverá misericórdia para uns, mas não para todos. A diferença quanto a isso, no entanto, não estará no Juiz, mas no julgado. Sua vida aqui, agora, antes do juízo, é que determinará se haverá ou não o uso de misericórdia.
Se porventura fomos faltosos nesse quesito até agora, podemos confiantemente entregar nosso caso nas mãos de Cristo. Ele está nos concedendo Seu maravilhoso perdão, e nos comunicando Seu poder para que nossas novas ações sejam repletas daquilo que Ele nos concede. Perdão por perdão, misericórdia por misericórdia, amor por amor.
Especificamente sobre o pecado da parcialidade que temos cometido, tratemos as pessoas de forma que só os ajude a confiar no Redentor. Se o rico busca a Deus, não lhe ofereçamos bajulação, pois isso não lhe fará bem. Ao contrário, isso até poderá fazer com que continue com o foco no alvo errado. Quanto ao pobre, não o diminuamos, não o desprezemos. Ele vale o sangue de Cristo. Ele é amado por Deus. Se ele está buscando a Deus, com certeza é porque Deus o está atraindo.
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